Curso de Planejamento Estratégico ACIT oferece consultoria gratuita após finalização das aulas
Na próxima semana, o Projeto Empreende, desenvolvido pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em parceria com o Sebrae, vai realizar o curso “Na Medida – Planejamento Estratégico”.
Com objetivo de proporcionar aos participantes o domínio do processo de organização da microempresa, conscientizando que o planejamento estratégico, de forma ordenada e articulada, contribui para o aumento das vendas de produtos e serviços, com qualidade e preços atrativos.
O curso acontece no auditório da ACIT de 23 a 26 de julho, somando 16 horas/aula, sempre das 18h às 22h.
Como grande diferencial, o curso oferece, ainda, duas horas de consultoria individual como bônus após a finalização das aulas.
As vagas estão abertas mas são limitadas, e as inscrições podem ser realizadas diretamente na ACIT. Associados tem desconto e facilidades no pagamento. Maiores informações podem ser obtidas pelo email cursos.acit@taubate.com.br ou pelos telefones (12) 2125-8210/8211 e whatsapp 99189-7964.
A Associação Comercial e Industrial de Taubaté trabalha sempre com foco na consolidação do comércio local, prestação de serviços e indústria, buscando excelência em seus produtos para manter a cidade como referência na região e fazer com que a economia local seja fortalecida.
O que Dolly, Chaves e guarda-chuva de chocolate têm em comum?
Além do famoso Dollynho, do programa do Chaves e daqueles chocolatinhos em formato de guarda-chuva, o seriado La Casa de Papel, faz parte de um seleto grupo de coisas ruins que adoramos.
Quando falo que algo é ruim, não estou entrando no mérito de uma avaliação artística, no caso dos programas de TV, ou uma análise de qualidade técnica, no caso dos alimentos. Por isso, para que nosso texto seja produtivo e minha linha de raciocínio fique clara, vamos considerar as seguintes questões:
1- O que significa dizer que algo é “ruim”?
Não estamos pensando nos campos morais ou éticos, de algo bom e ruim. E sim, de algo simples, com poucos elementos em sua composição, barato, com baixos investimentos e, por esse motivo, de baixo valor final.
Esse conceito explicaria as propagandas e os comerciais de baixo custo do refrigerante Dolly, assim como sua mascote que até meme virou, tamanha proximidade esse personagem tem com o público brasileiro.
Já os guarda-chuvas de chocolate, docinhos de décadas atrás, assim como as moedinhas de chocolate e os polêmicos cigarrinhos, oferecem um chocolate comum e barato, com um gosto característico, se diferenciando pelo formato. O resultado é um sucesso gigante com o grande público que consome o que é barato ou se afeiçoa por algum ponto desse produto.
2- Tudo o que é ruim é simples? E tudo que é simples é ruim?
Esse outro conceito precisa ser quebrado. O artista Romero Britto é bastante criticado por apresentar um estilo bastante colorido, simples e até infantil. Ele fez sucesso assim e agradou pessoas de todas as classes sociais. Esse é um feito que precisa ser reconhecido.
Outros artistas também usaram a simplicidade para expressar sua arte e, no meio artístico, são consagrados e colocados no hall da arte moderna. É o caso do movimento Minimalista que surgiu na década de 60 em New York e até hoje faz muito sucesso.
3- Eu preciso ter vergonha de gostar de algo “ruim”?
Claro que não. Cada um tem um tipo de gosto e cada pessoa aprecia um tipo de complexidade da arte ou produto. Seja de um seriado, como La Casa de Papel, que apresenta um roteiro forçado em algumas cenas e personagens estereotipados, mas agrada pelo conjunto da obra e o carisma de certos personagens. Ou então, o seriado mexicano Chespirito (Chaves e Chapolin) que conta com poucos atores, cenários baratos e personagens planos para conseguir cativar o público e gerar empatia de seus telespectadores.
É interessante, porém, saber que existem sempre produtos de melhor qualidade, seja um tipo de bebida, um chocolate, filmes ou séries, que demandaram mais tempo, investimento e raciocínio de seus criadores para conseguir chegar ao seu produto final. Isso também precisa ser valorizado.
4- E se eu não ligar para essas coisas de ruim ou bom?
Eu coloquei essa questão aqui, pois sei que cada um tem o direito de considerar ruim ou bom algo que viu, consumiu ou gosta. A análise aqui é mais no mérito de entender os motivos que levam algo de baixo investimento a fazer tanto sucesso. E o ponto que eu acredito responder à pergunta é a SIMPLICIDADE, que gera uma unidade mais palpável e comunica com mais pessoas.
Uma propaganda ruim, uma mascote comum, um programa de baixo investimento, um alimento extremamente barato e com sabor exagerado. Todos estes são caminhos que indústrias e profissionais escolheram para trilhar e, pelo jeito, sempre vai existir mercado para esse tipo de produto. Ruim ou não, o importante é que a gente consome, adora e não esquece. No final, é disso que trata a propaganda, não é?
Quanto mais dado melhor? – A importância da jornada de dados para sua empresa
Por Felipe Stutz*
Um trilhão de gigabytes ou 163 zettabytes. Você já pensou em quanta informação esse número representa? Apesar de ser uma quantia inimaginável, esse é o número de dados digitais que o mundo terá em 2025, de acordo com estudo do IDC. Esse valor é 10 vezes maior do que o que foi gerado em 2016, por exemplo.
Em teoria, empresas de diversos setores utilizam a análise de dados para tomar decisões de negócios, entender clientes e parceiros, ou ainda tomar decisões estratégicas e fazer diagnósticos de problemas internos. Para essas organizações, parte-se do princípio que essa quantia de dados que geraremos nos próximos anos seja excelente para a inteligência estratégica.
No entanto, na prática, é muito fácil ser rico em dados, mas pobre em insights para o negócio, caso tudo que for coletado não seja analisado de maneira eficiente. Para fazer uma análise inteligente dos dados gerados por uma empresa, e da relação com clientes e parceiros, é necessário saber separar o que é crucial para a tomada de decisões do que é menos relevante.
Apesar de faltar 7 anos para a previsão do IDC se cumprir, é fundamental começar desde já a se preocupar com isso, até porque, a quantidade de dados gerados atualmente pelas empresas já é bastante grande.
Para lidar com essa demanda, as empresas precisam adotar procedimentos e tecnologias que permitam que em poucos anos consigam utilizar as informações geradas para liderar boa parte de suas decisões de negócios.
A jornada de dados é um passo importante nesse sentido. As organizações necessitam pensar inicialmente na coleta de dados, em como transportá-los, protege-los, e armazená-los, mas também, no que farão a partir daí. Estes dados precisam ser encaminhados para plataformas que permitam seu processamento e posterior análise, para então se identificar o que é válido.
Ou seja, a partir de tecnologias de análise de dados e o estudo de uma equipe de cientistas da informação, é possível entender o que deve ser descartado ou mantido. A partir disso, a área encarregada poderá definir para quais setores da empresa as informações coletadas trazem maior inteligência e definir como serão utilizadas.
Para se ter uma ideia, isso é tão importante que, segundo a pesquisa Global Data and Analytics survey, da PWC, 39% das empresas se veem como altamente direcionadas por dados, sendo que 36% delas conseguem prever melhor do que as demais organizações os próximos passos a tomarem. Ao mesmo tempo, até as empresas que não se veem como data-driven, percebem essa necessidade crescente e têm a consciência que suas organizações poderiam confiar muito mais em análise de dados e menos na intuição de seus gestores.
Isso mostra que a urgência da jornada de dados existe e já é percebida inclusive por empresas que ainda não adotaram qualquer medida de transformação digital. Em um mundo altamente conectado, muitas informações continuarão sendo geradas, e isso não é necessariamente bom. É preciso cuidado para não cair na armadilha de que ter uma imensa quantidade de dados será um diferencial para os negócios. As empresas que já se preocupam em processar, analisar e tomar decisões inteligentes com base nos dados coletadas certamente terão vantagem nessa corrida.
*Felipe Stutz é Diretor de Soluções da Orange Business Services para América Latina
BOOMSPDESIGN 2018: traz grandes nomes da arquitetura, arte e design para São Paulo
O BOOMSPDESIGN, Fórum internacional de arquitetura, design e arte, segue para a sua 11ª edição com data já marcada: dias 27, 28 e 29 de agosto, no Lounge da Bienal, no Parque do Ibirapuera, São Paulo. O evento, idealizado pelo Beto Cocenza, tem como premissa discutir, atualizar, explorar, pensar e repensar o design.
Um dos pontos altos do evento, seu idealizador, Beto Cocenza, anuncia o Designer do Ano homenageado em 2018: o atelier oï. Fundado em 1991 em La Neuveville, na Suíça, por Aurel Aebi, Armand Louis e Patrick Reymond, o atelier oï nasceu com a intuitiva e emocional afinidade de moldar materiais diferentes. Os profissionais apresentam como lema do atelier oï a transdisciplinaridade, o espírito de equipe e o relacionamento íntimo com os materiais.
Em sua programação, o BOOMSPDESIGN conta com palestras de renomados profissionais do cenário mundial. Como o espanhol Nino Bauti, designer e consultor criativo que já contribuiu com marcas como Giorgio Armani, Alexander McQueen e Givenchy. Outro nome de peso é arquiteto, designer e artista conceitual Luis Pons, o venezuelano radicado em Miami, que ficou conhecido pelos projetos de hotéis, residências e comerciais, também apresenta coleções de móveis e objetos.
atelier oï nomeado como Designer do Ano
A edição 2018 também divulga os primeiros nomes que estarão na Exposição Design 2×2: os profissionais do Studio Alfaia e os arquitetos Enzo Sobocinski e Eloísa Piardi. Junto com renomadas referências no Brasil, o grupo apresentará suas peças de design autoral.
As inscrições para participar gratuitamente do BOOMSPDESIGN já estão disponíveis por meio do site: www.boomspdesign.com.br/cadastrese
Sobre o BOOMSPDESIGN
Idealizado por Beto Cocenza, desde 2007, o BOOMSPDESIGN faz parte do calendário de design e arte de São Paulo e chega à 11ª edição com o propósito de discutir, atualizar, explorar, pensar e repensar o design em sua melhor forma.
Serviço BOOMSPDESIGN:
Data: 27, 28 e 29 de agosto de 2018
Local: Lounge Bienal, no Parque Ibirapuera – São Paulo (SP)