Vaga para social media

Vaga para Social Mídia Jr  em São José Dos Campos

Atividades a Serem desenvolvidas:

– Criar estratégias, desenvolver conteúdo para postagens, criar textos e chamadas para o site e redes sociais;
– Monitoramento da marca da empresa.

Imagem: Pixabay

Perfil para a vaga

– Graduação ou cursando Comunicação Social (Relações Públicas, Publicidade e Propaganda ou Jornalismo);
– Qualificação em Mídias Digitais;
– desejável experiência profissional na área;
– Boa capacidade de redação de textos;
– Conhecimento em edição de imagem, redes sociais, divulgação em sites;
– Conhecimento em criação de campanhas.

Carga Horaria de Trabalho: Combinar

Dias de trabalho: Segunda a Sexta

Tempo de Experiencia: Com Experiência

Salário: piso categoria
Beneficios: Vale Refeição,Vale Transporte.

Candidate-se por aqui

Vaga para atuar em social media

Agência busca estagiário

A agência BKW está recrutando quem procura uma oportunidade na área de Social Media.

É necessário cursar comunicação e ter um nível bom de Português, além de conhecimentos em Ads, Adw e web.

Candidate-se e participe da seleção

Lições do caso Empiricus-Bettina

O que o caso da Empiricus pode nos ensinar sobre associação de marca

Quando a Empiricus Research lançou a campanha com o depoimento de Bettina, uma jovem de 22 anos que afirma ter 1 milhão e 42 mil de patrimônio acumulado conquistados a partir de compras de ações na Bolsa de Valores, certamente queriam chamar atenção para a marca. O que eles não contavam, no entanto, é que a grande repercussão do vídeo trouxesse mais visibilidade para a personagem, Bettina, do que para a marca. Nas redes sociais, foi isso o que aconteceu: Em um estudo sobre a campanha, a Sprinklr, plataforma social número 1 do mundo, monitorou as menções à Bettina e cruzou os dados com as menções que levavam, também, o nome da Empiricus, além da jovem milionária. A conclusão foi que a marca Empiricus foi pouco associada de forma direta à “garota de um milhão de reais”, já que 76,7% das menções foram feitas à Bettina sem associação nenhuma com a marca, e apenas 23,3% relacionavam a personagem à Empiricus.

Para Eduardo Apolinário, Diretor de Operações de Client Success para Sprinklr Latam, ao monitorar as campanhas digitais, as marcas devem ter uma visão 360 graus dos termos e associações que podem ser feitas pelos usuários das redes sociais para conseguir levantar dados consistentes e conseguir formular hipóteses e quantificar os impactos de comunicação sobre a marca: “A maioria dos internautas comentaram sobre o patrimônio da personagem sem necessariamente envolver a marca. Isso mostra que, apesar do efeito viral conquistado, o vídeo acabou focando mais na personagem do que na combinação dela com a marca. Dessa forma, pode ser possível que daqui a algumas semanas ou meses, a Bettina possa até ser lembrada, mas a marca não estará tão presente na lembrança dos consumidores quanto a personagem em si”, afirma.

Repercussão negativa da campanha

O monitoramento da Sprinklr também confirmou algo que já estava perceptível: a campanha trouxe uma imagem negativa para a marca nas redes sociais. Em uma perspectiva de visitação e interação, as páginas da Empiricus experimentaram um volume de quase 100 mil usuários somente em 15/3, dia em que o vídeo da campanha viralizou, que renderam um alcance potencial de 142 milhões de pessoas. Apesar de um número alto, sobretudo comparando às visitas e interações que as páginas recebiam nos dias anteriores e que dificilmente chegavam a 10 mil, a avaliação qualitativa dos comentários mostra que a imagem da campanha não surtiu o efeito esperado. Dos comentários realizados, foram detectados um sentimento negativo ou neutro em 11 mil deles, contra apenas 3 mil comentários em tom positivo.

Na iminência de arranhar a imagem de uma marca a partir de críticas e comentários negativos, Apolinário destaca a importância do monitoramento das redes sociais com integração de dados provenientes de fontes distintas, além da customização da disposição visual dos dados e também a agilidade na elaboração de gráficos que geram insights rápidos, para entender a repercussão das campanhas e criar ações focadas em solucionar qualquer erro ou mal entendido detectado: “Ouvir o que os seus potenciais consumidores têm a dizer sobre você é o primeiro passo para traçar uma boa estratégia de marketing e criar ações que condizem com as suas expectativas”, afirma.

Do digital para o offline

No caso da Empiricus, a discussão foi parar, também, nos meios offline. Pautado pelas redes sociais, o assunto ganhou notoriedade e chamou a atenção da grande imprensa, que passou a publicar matérias sobre o caso, sobretudo depois que o Procon e a CVM requisitaram à Empiricus esclarecimentos sobre o modus operandi da Cia.

De olho em uma oportunidade para reverter o quadro e intensificar a campanha, a personagem Bettina foi a programas de rádio e televisão com o objetivo de promover os métodos praticados pela Empresa: “Muitos assuntos que começam nas redes sociais acabam virando pauta da grande imprensa por causa da sua repercussão abrangente. No caso da Empiricus, essa cobertura ajudou a fazer a relação entre a personagem e a Empresa, mesmo que os internautas comentem sobre o patrimônio da garota sem necessariamente envolver a marca”, destaca Eduardo.

Casos que geram oportunidades

A repercussão do caso Bettina transcendeu a opinião pública e serviu de inspiração para que outras marcas aproveitem a oportunidade e promovam seus produtos ou serviços. A Skol, por exemplo, viu neste caso uma oportunidade para promover a Skol Hops, cerveja puro malte e que “jamais terá um milhão”, pois a sua fórmula não contém xarope de milho.

Para Eduardo, isso mostra que, tão importante quanto monitorar a página da marca é também entender o que está acontecendo nas redes sociais como um todo: “As redes sociais são hoje as maiores fontes para entendermos o comportamento do consumidor, pois lá estão diversos comentários e interações que dizem muito sobre uma tendência e ajuda na identificação de oportunidades”, conclui.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino

Coluna Branding: a alma da marca

Fora da imagem

Nesta semana, fui surpreendido com um post de uma das maiores jornalistas do Vale do Paraíba, anunciando seu desligamento da emissora líder de mercado. Em seu texto o motivo da demissão, foi que, após ser mãe vinha tendo dificuldades para voltar ao peso anterior à gravidez. A jornalista afirma que a emissora a fez sair do ar primeiramente, passando a fazer trabalhos internos até ser demitida posteriormente. A emissora nega tal motivação, mas o fato é que a jornalista que estava na emissora desde o começo da TV regional, e que ancorou boa parte desse tempo os principais telejornais, sai desta casa alegando que seu problema foi a manutenção da imagem.

Não vou entrar aqui na polêmica da injustiça do caso, até porque esta coluna e este blog não tem este propósito, mas quero chamar a atenção para a repercussão e para a questão da identidade de marca.

Desde a sua criação a emissora buscou criar uma relação de intimidade com sua audiência, foi esse o atributo que fez da emissora uma campeã em aceitação, buscou entre muitos candidatos testados, os que mais se identificavam com este povo peculiar do Vale do Paraíba. Público que mesmo tão próximo entre si é tão diferente em suas regionalidades, e que, de forma geral é enraizado a costumes e tradições, sendo até mesmo arredio aos forasteiros, mas receptivo com quem simpatiza pra tomar um café com bolo de fubá.

A personalidade da jornalista combinou em cheio com isso, ela tem na sua forma de apresentar e de se comportar, aquele jeito carismático que traduz credibilidade sem ser assim tão séria ou arrogante. Isso populariza sua aparição e conversa tipicamente com a família tradicional interiorana.

E não pense que esta característica é fácil de substituir, pois não é! A jornalista é prata da casa, vinda do vale histórico e formada na Universidade de Taubaté, iniciou em uma TV local na mesma cidade em que estudou, e desde lá já demonstrava essa “pegada” própria de fazer seu jornalismo do interior. Não é à toa que seu sucesso se manteve regionalizado mesmo quando alguns de seus colegas com menos tempo de casa ascenderam ao âmbito nacional.

Ou seja, a jornalista foi perfeita para o posicionamento da emissora que tinha na sua pessoa aquela que era sempre recebida para o café da tarde.

Se julgarmos a repercussão nas mídias sociais, me parece que ao ser demitida ela leva consigo a intimidade que trouxe à marca da emissora. Portanto, uma perda significativa para a imagem de marca da TV, isso sem contar que sua demissão por qualquer que seja o motivo, já gerou reações negativa à imagem da emissora. Se for realmente pela motivação dita pela jornalista, não valeu a pena a demissão, pois a imagem dela aqui fora gera mais ” “buzz” negativo do que ela gordinha na TV.

Temos que levar em consideração também o momento. Sabemos que a mídia televisiva vem perdendo espaço para o streaming, e que o jornalismo online já é realidade, portanto, não é difícil imaginar que sabendo conduzir, a jornalista pode oferecer não só uma perda de intimidade à emissora, mas uma concorrência on-line para o seu jornalismo.

Essa situação deu a ela a oportunidade de construir seu próprio canal de comunicação fidelizando os telespectadores da emissora, pois, um simples twitter dela será seguido por milhares de pessoas no vale do paraíba e pode gerar grande repercussão, como podemos ver por sua postagem de Facebook.

Um caso similar é o do jornalista Paulo Henrique Amorim, que ao sair da maior emissora do país construiu seu próprio caminho jornalístico e conta com mais de 820 mil inscritos em seu canal de YouTube, se posicionamento contrário a antiga emissora.

Dessa forma, se é verdade que a demissão da jornalista foi por uma questão de imagem, está na hora da emissora repensar seus conceitos, pois, neste caso quem ficou com a imagem fora dos padrões da sociedade!? Opinem!