Vaga de estágio em CUSTUMER SUCCESS (MARKETING PÓS-VENDAS)
O Guia Taubaté busca estagiário para atuar como “custumer success”.
MISSÃO
– Encantar Clientes
– Gerar resultados por meio de uma avaliação criteriosa de marketing nos anúncios dos clientes
– Manter os dados dos clientes sempre atualizados
– Acompanhar o andamento da elaboração dos anúncios
– entre outras
REQUISITOS
– Cursando Ensino Superior em Marketing / Publicidade e Propaganda
– Ser um apaixonado por Processos
– Gostar de estudar e ler bastante (você vai precisar muito disso!)
– Habilidade de comunicação
– Atitude pró-ativa para gerar ideias e soluções
– Encarar sempre seu dia-a-dia com muito bom humor
– Organizado / Pró-ativo / Multi-tarefas
– Habilidade em argumentação
– Disponibilidade para estagiar de Segunda a Sexta-feira, 30 horas por semana no horário comercial, em nosso escritório em Taubaté/SP.
– Contratação em regime de ESTÁGIO
Envie seu currículo para o e-mail abaixo:
curriculo@guiataubate.com.br – Assunto do e-mail: [Estágio – Quero Encantar Clientes]
Youtuber Rezende dá dicas para usar a IGTV e aponta: “Tem espaço para todos”
Rezende, do canal RezendeEvil, coleciona mais de 6 bilhões de views, quase 18 milhões de inscritos e considera que novo recurso do Instagram não concorre diretamente com a plataforma de vídeos
Seja em pé ou na vertical, o youtuber Rezende se dedica inteiramente a produzir vídeos de entretenimento para seu público na internet. Com a chegada do IGTV, o novo recurso do Instagram, o jovem, que ostenta mais de 6 bilhões de views e quase 18 milhões de inscritos na plataforma de vídeos, conta que não vê concorrência direta entre as redes sociais.
“Gosto quando aparece alguma novidade em uma plataforma já conhecida. Cada um tem sua função, seu perfil de engajamento, então tem espaço para todo mundo. O importante é produzir conteúdos chamativos e de qualidade em todos. Plataformas diferentes demandam conteúdos diferentes”, aponta o youtuber.
O IGTV funciona como uma espécie de televisão dentro do aplicativo. O usuário pode filtrar os vídeos a partir dos perfis que segue na rede ou até mesmo seguir apenas o conteúdo que te interessa. “O Instagram tem uma reputação tão sólida que todo lançamento é positivo de alguma forma. A galera experimenta, cria e acaba bombando, como os stories. Esse recurso tem todo potencial”, completa Rezende.
O Youtuber ainda dá 3 dicas para usar a nova ferramenta:
Não confundam IGTV com YouTube – As interfaces dos dois aplicativos são bastante diferentes. Ao entrar no IGTV, um vídeo já começa imediatamente a ser reproduzido, é tudo bem direto e é aceitável apenas vídeos na vertical e de até 60 minutos. O YouTube já é uma plataforma mais complexa, tanto visualmente quanto em termos de funções e serve para vídeos mais longos e sofisticados. É importante fazer um conteúdo diferente para cada tipo de plataforma.
Os vídeos precisam ter qualidade e estarem no formato correto – o IGTV aceita apenas vídeos na vertical. Isso significa que o ideal é que faça seu conteúdo com o celular em pé. A proporção mínima aceitável é de 4:5 e máxima de 9:16, no formato MP4. Caso seu vídeo não esteja nesse formato, será necessário usar algum aplicativo para edição de vídeo para salvá-lo no formato correto ao criar conteúdo no IGTV.
Conteúdo precisa ser relevante e capriche no título – Quando um vídeo é publicado aparece uma notificação para os usuários com o título do vídeo, por isso, é importante um título chamativo. Mas tome cuidado com o conteúdo, é preciso que ele seja atrativo e relevante para o seu público.
Sobre Pedro Rezende, do canal RezendeEvil
Rezende é, na verdade, Pedro Afonso Posso Rezende, 21 anos, nascido em Londrina, no Paraná, de onde saiu aos 16 anos para ser goleiro do Real Rieti, time de futsal na Itália. Mas foi no computador que se transformou em um grande astro com suas séries no Minecraft, vlogs e desafios em seu canais no YouTube – “RezendeEvil”, “RezendeEvil Minecraft” e “Rezendinho”.
Cotado entre os youtubers mais vistos no mundo e escolhido pela Forbes como uma das pessoas com menos de 30 anos mais influentes no Brasil, o influencer da nova geração é hoje um exemplo dentro deste mercado que está mais que profissionalizado. Além de trabalhar até 15 e 17 horas por dia no canal, Pedro encontra tempo para mostrar suas habilidades em diferentes plataformas como literatura e teatro. O youtuber é autor de três livros, que já venderam mais de 500 mil exemplares – “Dois Mundos, Um Herói”, “De Volta ao Jogo” e “Jogada Final”. E já esgotou ingressos em mais de 30 cidades com os espetáculos “O Paraíso”, “A Batalha dos Mundos” e “Festival Aliança do Rezende #ADR”. Em 2018 se tornou sócio do gastrobar Gerônimo, de Londrina.
Fonte: Novità Comunicação Estratégica – Letícia Baptista
A transformação é digital, mas o fator ainda é humano
por Federico Grosso*
Quando se fala em transformação digital – já há algum tempo -, o uso e implementação das tecnologias em voga são rapidamente associados e dados como passos principais. No entanto, passada a fase do buzz inicial em torno do tema, as empresas vêm, mais recentemente, sendo pressionadas para efetivamente fazer a grande virada e executar suas estratégias de transformação. Muitas ainda nem começaram. Tantas outras se perderam no caminho.
Passou da hora de entender o porquê. E me arrisco a dizer que grande parte do problema é o não entendimento da força motriz de qualquer processo real de transformação: as pessoas. Mais precisamente no mundo corporativo: a força de trabalho.
No entanto, esta outra metade da equação é bastante complexa. Consiste em atrair as pessoas certas e prepará-las para o futuro – algo que, a exemplo de investimentos em recursos tecnológicos, devem ser grandes prioridades para os líderes. Sempre me surpreendo com o esforço que as marcas fazem ao investir na escolha de tecnologias, sem pesar o impacto do talento na execução de todo o grande plano.
A estratégia de talentos e de negócios: paralelas e perpendiculares
Uso aqui nosso próprio exemplo. A Adobe de hoje não existia há sete anos. Todos se lembram: vendíamos caixas com softwares, com atualizações a cada 12 ou 18 meses. Queimamos nossos próprios barcos para fazer a virada. Fomos sinceros com nós mesmos e com o mercado. Sabíamos que seria uma transformação complexa e isso exigiu mudanças em toda a organização, envolvendo estrutura, habilidades e competências.
Os números de evolução do negócio vieram antes do previsto. Foi uma mudança cultural. Foi uma mudança liderada por pessoas e para pessoas.
Muitas vezes, seguir o caminho da transformação não significa uma correção de rumo, mas sim a evolução diante das tendências que se apresentam e visão de futuro. O exercício fiscal de sua empresa pode ter encerrado o ano com números incríveis em todas as linhas, mas não se pode fechar os olhos para o que está por vir. Ou de como o que está por vir pode representar ainda mais ganhos para todo o ecossistema da companhia.
Embora as decisões de tecnologia de uma organização geralmente sejam da TI ou do CTO, as pessoas que mais as sentem – os usuários – nem sempre têm clareza ou visão do que se espera delas – uma vez que é da natureza humana evitar a mudança. Mudar é difícil – ainda que essencial para a sobrevivência de muitas marcas. Mexe com a cultura da empresa. Com o mercado. Com pessoas. E é aí que está o real desafio de conduzir a transformação digital.
Internamente, precisamos fornecer aos colaboradores o conhecimento e as habilidades necessárias para dar vida à estratégia comercial. Como gestor de um time, é preciso continuamente mostrar o cenário completo e o caminho a ser seguido até que todos, inclusive os gestores, perguntem-se: “como estou trabalhando coletivamente para chegar lá?”
O poder das redes
Pessoas engajam pessoas, por isso identifique quem são os primeiros simpatizantes da transformação dentro da organização e dê voz a eles. Uma ideia pode até ocorrer em silos, mas a mudança é moldada e efetiva quando espalhada em redes. Elas ajudarão a impulsionar a mudança e podem mostrar na prática o que a estratégia organizacional geral significa. Além disso, esteja ciente de que uma pequena porcentagem de indivíduos “pessimistas” pode inviabilizar a capacidade de uma organização de seguir uma nova direção. Se você consegue de 80% a 90% do time apoiando a mudança, ótimo, mas há uma parte de sua força de trabalho que nunca chega lá.
Storydoing > Storytelling
Recentemente, em nosso evento anual de Digital Marketing – o Adobe Summit – tive o prazer de ouvir do Jensen Huang, CEO da Nvidia, no palco, uma frase inspiradora: “não há outro caminho para a transformação do que arregaçar as próprias mangas”. Se como dito acima, ‘pessoas engajam pessoas’, os líderes são peças fundamentais nesse processo.
Eles são o exemplo
Um estudo recente da Wunderman descobriu que apenas 42% das pessoas dentro das organizações se veem como transformadoras, o que, em outras palavras, significa que apenas uma parcela menor de pessoas se sente à vontade para experimentar coisas novas e assumir riscos. Além disso, 72% das organizações não sacrificam benefícios de curto prazo para ganhos de longo prazo. Então, isso levanta a questão: “como você mantém os funcionários envolvidos? Como você os lidera para a transformação?”
As empresas que já estão no mercado há algum tempo, que viram dias bons e dias ruins, estão bem posicionadas para ver quando e onde a mudança é necessária. Geralmente, a maneira de manter os colaboradores engajados é garantir que eles estejam construindo uma cultura que pode mudar, mas os valores permanecem os mesmos, pois empresas que duram muito tempo estão realmente se mantendo fiéis a seus valores centrais.
As marcas também precisam construir uma cultura que abrace a diversidade e a inclusão, porque trazer perspectivas diferentes será a chave para o sucesso de uma empresa. Como temos uma grande variedade de clientes, também precisamos de uma grande variedade de pessoas, sendo que diversidade e inclusão dizem respeito a todos. Todos devem sentir que têm a oportunidade de participar. E é preciso haver sistemas e processos para permitir que todos participem.
Transformar é penoso. Leva tempo. Se o ‘x’ da questão é descobrir as tecnologias emergentes que melhor se encaixam para o negócio, o ‘y’ é a força de trabalho. Sem o componente humano, a conta nunca fecha.
*Federico Grosso é vice-presidente e diretor geral da Adobe para a América Latina.