62% dos consumidores fazem até cinco compras online por mês, aponta pesquisa

E-commerce Trends 2024 adianta perspectivas sobre o futuro das vendas online a partir do comportamento do consumidor

Nos últimos anos, o rápido crescimento do comércio eletrônico transformou o cenário do varejo no Brasil. Ao oferecer aos consumidores conveniência, preços competitivos e uma ampla variedade de produtos, o mercado de e-commerce têm registrado popularidade crescente, um setor que deve movimentar R$ 186 bilhões até o final deste ano, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A pesquisa inédita “E-commerce Trends 2024”, realizada pela Octadesk em parceria com o Opinion Box, mostra que 62% dos consumidores realizam de duas a cinco compras online por mês, sendo que 85% compram online pelo menos uma vez no mesmo período.

E quem compra online, tem seus canais preferidos. O levantamento realizado com mais de dois mil consumidores, mostra que os favoritos são sites e lojas virtuais (63%), seguidos dos marketplaces (60%), como Amazon e Americanas, e aplicativos da própria marca (49%). Quando questionados sobre o porquê da preferência pela prática virtual, os consumidores apontaram os preços mais baixos em comparação às lojas físicas (58%), praticidade de comprar sem sair de casa (57%) e promoções que só encontro na internet (56%).

O relatório também buscou mapear quando esse hábito de compra teve início. A maioria afirma que começou a comprar online entre dois a cinco anos atrás, e para 64% deles, nos últimos 12 meses, a frequência de compra pela internet aumentou. Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, afirma que o crescimento do comércio eletrônico está fortemente associado à busca por uma experiência de compra simplificada. “As compras online se tornaram regra. Por isso, agora, mais do que nunca, o cenário pede por um esforço para aprimorar atender às preferências do cliente, garantindo que o processo de compra seja ainda mais ágil e satisfatório”, afirma.

O estudo ainda aponta crescimento para 2024: 54% dos respondentes disseram que pretendem aumentar a frequência de compras pela internet nos próximos 12 meses. Dentre os hábitos, 71% realizam as compras pelo smartphone, sendo que 65% utilizam as redes sociais para pesquisar sobre o produto antes de finalizar o pagamento.

Outro ponto de atenção é sobre a segurança e o medo do usuário em relação às fraudes no processo de compra online. 92% já deixaram de comprar online por achar que a loja se tratava de um golpe. “A venda online precisa transmitir segurança e confiabilidade aos usuários. Quando se sentem seguros, estão mais propensos a compartilhar informações pessoais e financeiras e, consequentemente, fazer mais compras. Por isso, sempre deixe as medidas de segurança visíveis, como certificados SSL, selos de confiança e políticas claras de privacidade e segurança, e incentive as avaliações dos clientes que já compraram com você”, alerta Ricco.

Os canais de atendimento também desempenham um papel crucial no processo de aquisição do público. Afinal, a disponibilidade para o cliente entrar em contato a qualquer momento, seja para esclarecer dúvidas, registrar reclamações ou fornecer sugestões, torna-se um fator determinante na experiência de compra. Neste cenário, o chat online se mantém como canal favorito (38%) e o WhatsApp (31%) cresceu em relação ao último ano, se aproximando do primeiro colocado. “Dentre os canais, o e-mail foi o menos mencionado para esta prática (5%). Portanto, é fundamental acompanhar as tendências e, principalmente, identificar quais não favorecem as estratégias do seu negócio, a fim de manter-se competitivo”, completa.

Ricco ainda ressalta sobre a importância de compreender a jornada do seu consumidor, desde como ele chega no seu e-commerce e o que faz finalizar a compra. “Quando você tem a clareza desse caminho, fica mais fácil oferecer a experiência que o cliente quer e, assim, reduzir a briga por preço, já que a preferência será por outros fatores além desse. O futuro do varejo no Brasil pertence aos negócios que estão dispostos e são capazes de se adaptar e as compras online continuarão a influenciar o processo de compra e as interações com as marcas”, finaliza.

Metodologia

O estudo foi realizado pela Octadesk em parceria com o Opinion Box, e ouviu mais de 2 mil consumidores acima de 16 anos de todo o Brasil e de todas as classes sociais, em maio de 2023. A margem de erro da pesquisa é de 2,1 pontos percentuais.

Fonte: Evelyn Spada – Imprensa Octadesk

Brasil é um dos países com a maior taxa de celulares Android frente ao iOS

País possui quase 5 vezes mais celulares Android que iOS, uma das maiores taxas maiores do mundo

Enquanto diversas companhias tentam entrar no lucrativo mercado de smartphones, duas empresas são líderes absoluto no mercado de sistemas operacionais móveis.

O Android (do Google) e o iOS (da Apple) possuem quase 99,4% de participação de mercado, dominando juntas quase todo o mercado de celulares do mundo.

Porém, a preferência para cada sistema é significativamente diferente em cada país.

O Brasil, por exemplo, é um dos países com as maiores taxas de Android frente ao iOS. Mais de 81% das pessoas utilizam o Android, contra 18% de iOS.

É o que revela um estudo do CupomValido.com.br, portal referência em cupons de desconto, com dados da Statista e Statcounter.

A Índia é o país com a maior taxa de Android do mundo, com mais de 95%, contra 3% do iOS. E na oposta, esta o Japão, onde mais de 69% da população utilizam celulares com iOS.

Por que os brasileiros utilizam mais Android que iOS?

O preço é sem dúvida um dos principais fatores. No Brasil, a última versão do iPhone é quase 75% mais caro que nos Estados Unidos (país com o menor preço no mundo).

Um outro ponto, é o baixo poder aquisitivo da população, que é agravado pelo fato do dispositivo da Apple ser importado e atrelado ao dólar. Em geral, o Android é predominante em todos os países emergentes.

Por fim, existem diversos fabricantes que utilizam o Android nos seus smartphones, havendo assim uma maior variedade de celulares disponíveis, seja com diferentes preços, tamanhos e performance. No caso do iOS, é limitado apenas para o iPhone, fabricado pela própria Apple.

Fonte: Statista, CupomValido.com.br, Statcounter

Netflix e Spotify lideram acessos no mercado de streaming

Na categoria Entretenimento/Música, as principais plataformas contabilizam 77 milhões de usuários únicos. Netflix, Globoplay e Amazon Prime Video são os três streamings mais acessados no Brasil

As plataformas de streaming de áudio e vídeo estão cada vez mais presentes no dia a dia do consumidor. No segmento de áudio, conforme dados da Comscore, o Spotify segue na liderança de usuários únicos por mês. Cada usuário consome em média 13h26 minutos de áudio por mês na plataforma.

A análise mais recente da Comscore traz dados entre fevereiro de 2022 e fevereiro de 2023, além de destacar as principais tendências do mercado. Entre os streamings de vídeo, a Netflix é a líder em acessos (desktop + mobile), tendo uma média de 50 milhões de visitantes únicos por mês.

A Netflix também é líder em interações nas principais redes sociais com 85 milhões de interações e mais de mil conteúdos postados com 82 mil ações por post em 2023.

O site Sua Música atua com foco em músicas populares da região Nordeste e lidera em interações nas redes sociais entre os streamings de áudio. Os assuntos que mais engajaram entre tais usuários foram Mídia Online, Publishing e Travel & Leisure.

Entre janeiro e abril de 2023, o termo podcast teve mais de 14 milhões de menções nas redes Facebook, Instagram e Twitter. O post com maior engajamento ocorreu no perfil da influenciadora Virginia Fonseca ao participar do podcast da Forbes Brasil.

Perfil dos usuários de streaming de vídeo

Para 45% dos usuários da internet no Brasil, os streamings de vídeo mudaram o jeito que eles assistem à televisão. 30% desses usuários concordam que assistem mais à televisão que antes por conta dos streamings. Entre as três principais plataformas de streaming de vídeo no país, os visitantes únicos estão majoritariamente divididos entre as classes A, B e C.

Para conferir o levantamento completo, acesse este link.

Fonte: AVC Comunicação – Ana Sartori

ABComm estima crescimento de 3% no e-commerce durante o Dia das Mães

Associação prevê um faturamento de R$ 6,7 bilhões para data

O Dia das Mães está logo ali – 14 de maio – e chega com a perspectiva de impulsionar o varejo digital neste ano. A expectativa estimada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que leva em consideração os 15 dias que antecedem a data sazonal, é de 3% de crescimento comparado com 2022, totalizando R$ 6,7 bilhões de faturamento.

No ano anterior, o faturamento foi de R$ 6,5 bilhões, totalizando 13.700 pedidos e ticket médio em torno de R$474 reais.

Atualmente, as compras online representam mais de 10% de todo o segmento do varejo nacional, segundo levantamento da ABComm. Para Mauricio Salvador, presidente da associação, o baixo crescimento nas vendas nos primeiros meses do ano se deve a um conjunto de fatores, como a incerteza em relação à economia, incluindo a aprovação de pacotes fiscais e outros temas que impactam o segmento.

“Nos últimos dois anos, tivemos a adesão de milhares de novos consumidores on-line, e a tendência é que as pessoas mantenham esses novos hábitos de compra, principalmente em datas comemorativas como o Dia das Mães, que sempre aquecem os canais digitais”, ressalta Alexandre Crivellaro, diretor de inteligência de mercado da ABComm.

Fonte: NB Press Comunicação