Grupo de Planejamento oferece curso de mapeamento de tendências

Curso de Mapeamento de tendências como ferramenta na comunicação

Marcas de diferentes categorias buscam cada dia mais serem percebidas como inovadoras antecipando os passos de seus consumidores. Mas como transformar esse discurso em prática?

A comunicação vive hoje o desafio de transformar essa visão de futuro em discursos atuais que sejam ao mesmo tempo relevantes e diferenciados. Com isso, o mapeamento de tendências acaba sendo um terreno fértil para marcas e profissionais que se orientam a partir do comportamento do consumidor.

Pensando nisso, a ideia dessa aula e explorar diferentes possibilidades da construção de comunicação a partir do mapeamento de tendências em uma conversa que aborda o tema dos aspectos mais estratégicos aos mais táticos.

Passaremos por pontos como:
– A diferença entre mapeamento de tendências e coolhunting;
– Tipos de futuro;
– Metodologia de mapeamento de tendências;
– Metodologia de construção de cenários de futuros;
– Cases de sucesso.

Com quem?
Rafael Lopes é estrategista acumulando mais de 13 anos de experiência em diferentes segmentos como comunicação, branding e consultoria de negócios. Ao longo desse período, teve a oportunidade de trabalhar com marcas como Vivo, Coca-Cola, L’Óreal Paris, Google, Tiktok entre outras marcas de referência em diferentes categorias. Essa experiência foi construída com sua passagens por agências como WMcCann, VMLY&R e AKQA. Atualmente, exerce a função de Head de Consultoria – América Latina na WGSN – empresa global referência no mapeamento de tendências de comportamento.

Quando?
22/02/2024
19:00 a 22:00h

Onde?
Curso online

Quanto?
Valor para “associados ao GP”: R$50,00
Valor para “Inscrição Avulsa (sem associação)”: R$200,00
Valor para “Combo Associação + Inscrição”: R$200,00

Como faço para me inscrever?
Basta clicar aqui.

Qual a importância da identidade visual nas empresas?

Por Renan Cardarello*

Cores, formas, linhas, texturas, degradês, sombras… As ferramentas para se criar uma identidade visual podem parecer bem limitadas, contudo, quando você explora o leque que cada palavra-chave dessas possui, chega a ficar assustado com a quantidade de combinações que são possíveis fazer sem que uma seja muito parecida com outra.

Para aqueles que não conseguem definir rapidamente o que é identidade visual quando apenas nos referimos ao termo, tenho uma pequena explicação: a identidade visual de uma marca é a base sobre a qual ela cria qualquer tipo de material visual que entrará em contato com pessoas. Ou seja, podemos resumi-la em “aspectos visuais que compõem seus pontos característicos”.

Historicamente, as marcas surgiram para a diferenciação de produtos que eram comercializados aos montes, como arroz, farinha de trigo etc. A partir da entrada de muitos concorrentes no ramo, foi-se instaurando uma confusão por conta de não terem como diferenciar os produtores do mesmo produto e, por conta disso, foram criadas as primeiras marcas. Ao menos, essa é a história de como elas surgiram aqui no Brasil.

Pode parecer um mero detalhe para muitos, mas investir nesta identidade visual é um dos pontos mais estratégicos para o crescimento das empresas, de forma que construam uma representação atrativa e de fácil identificação com seu público. Além disso, segundo um estudo feito pelo Sebrae, investir em elementos visuais pode gerar um crescimento entre 12% e 40% nas vendas de um negócio – o que mostra porque muitos mantém esse cuidado constante em suas marcas.

Trazendo a conversa para os dias de hoje, quando pensamos na Coca-Cola, por exemplo, temos logo a cor vermelha e sua marca escrita na fonte estilizada e vertical, certo? Ela pode ser identificada pelas pessoas mesmo tendo o rótulo censurado em algumas partes, e isso é uma identidade visual bem-criada. Seu vermelho e branco característicos podem, minimamente, ser identificados por qualquer brasileiro.

Outro ponto a ser considerado nesse tópico, é que a identidade visual também funciona como uma forma de marcar presença no consciente e até no inconsciente do público-alvo e dos consumidores. Levando em conta o exemplo acima citado, é inegável que o vermelho e a fonte, ou mesmo o branco da Coca-Cola, conseguiram marcar presença no cérebro de inúmeras pessoas ao redor do mundo, o que reflete o poder das marcas top of mind (topo da mente). Outro exemplo seria a Nike e seu símbolo da asa da deusa Nice (Níké), personagem que aparece na mitologia grega, sendo a personificação da vitória.

Agora deixo de lado as marcas e exemplos de lado para comentar sobre os aspectos das marcas quando examinados de forma singular.

Donis A. Dondis escreve em seu livro “Sintaxe da Linguagem Visual” sobre os diversos elementos visuais que podemos utilizar para a criação da comunicação visual. Desde pontos, até formas completas e cores que são, segundo sua visão, capazes de comunicar mensagens inconscientes às pessoas. Essas mensagens, ou sensações, são comumente utilizadas de forma estratégica na criação da identidade visual das marcas, de modo a que as ideias estipuladas sejam transmitidas.

Como exemplo, temos o azul sendo a cor que passa a ideia de limpeza, tranquilidade, algo macio (dependendo de como aplicado, é claro), etc. O vermelho, em contrapartida, transmite a ideia de poder, sangue e atenção. Já as formas, como o círculo, que é bem comum de se ver no cotidiano, também passam suas próprias ideias. Através da combinação desses vários elementos, têm-se a marca e, consequentemente, a sua identidade. Já que foi definida suas cores principais, estilos de fonte, logo e nome.

Tendo tudo isso em mente, é de fato um grande desperdício tentar criar uma marca, hoje, deixando de lado o planejamento de sua identidade visual, que pode contribuir tanto para seu crescimento, fixação na memória e ideias transmitidas. Por isso, é essencial que contem com o apoio de uma empresa especializada no tema, para que forneça ideias criativas que tornem sua marca amplamente reconhecida visualmente no mercado.

*Renan Cardarello é CEO da iOBEE, assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.

Mídia exterior: com a chegada do verão, CHICOOH+ reafirma sua presença no litoral brasileiro

A trading desk oferece oportunidades para o mercado e conta com planejamento de OOH e DOOH com inventário urbano mobiliário

A CHICOOH+ recomenda o uso do inventário do mobiliário urbano do litoral brasileiro – Crédito: Divulgação

Verão é sinônimo de praia: pé na areia, brisa no rosto e mar como destino certo. Para aproveitar que a época mais quente do ano está chegando, a CHICOOH+, primeira trading desk em mídia OOH e DOOH do Brasil, reafirma sua presença no litoral brasileiro recomendando aos seus clientes a inclusão do inventário do mobiliário urbano do litoral, tendo como respaldo cases de sucesso do último verão.

O litoral brasileiro possui diversas praias que atraem visitantes de todo o país e exterior por sua beleza natural e opções de lazer. Uma pesquisa realizada pela Agência Conversion mostra que no intervalo de setembro de 2022 a outubro de 2023, o volume de pesquisas online sobre as atrações da região mais que triplicou.

Com o conhecimento de 100% do inventário de mobiliário urbano do litoral brasileiro, a CHICOOH+ oferece soluções de mídia OOH e DOOH para atender as necessidades de cada marca, ampliando seu alcance e posicionamento. A consultoria trading desk destaca as possibilidades de publicidade em mídia exterior proporcionadas pela época do verão e relembra a campanha realizada no litoral de São Paulo durante o último verão com a Stanley, marca de produtos térmicos, convidando o consumidor a viajar da cidade à praia com a marca. A campanha foi pensada para mídia exterior em parceria com as agências OXS e VX Comunicação, do Rio de Janeiro.

Chico Preto, CEO da CHICOOH+, afirma que o verão oferece inúmeras oportunidades para o mercado e planejamento de mídia OOH e DOOH. “Com as altas temperaturas do verão, o período é ideal para as marcas se relacionarem em momentos de lazer e de entretenimento do público. Nesta estação do ano, as pessoas tendem a frequentar mais as praias, criando um ambiente propício para estratégias publicitárias impactantes”, ressalta.

A onda de calor que acompanha o verão já está causando impactos na economia e deve ser aproveitada pelo mercado publicitário. Um levantamento realizado pela plataforma de inteligência Scanntech mostrou que setores como cuidados pessoais, bebidas e gelatos registraram um aumento expressivo, elevando as vendas até 89%. Esse crescimento foi observado em setembro deste ano comparado ao mesmo período de 2022. Com a consultoria da CHICOOH+, as marcas são auxiliadas na busca dos melhores locais do litoral para a veiculação de suas campanhas, fazendo o público ser alcançado de forma efetiva. “O verão é um excelente momento para as marcas estarem em contato com o público, quando estão descontraindo com a família e nas férias”, destaca ele.

Sobre a CHICOOH+

A CHICOOH+ é a primeira trading desk do Brasil. Parceira das agências publicitárias, veículos de comunicação e marcas, a CHICOOH+ oferece consultoria e novas soluções de comunicação em mídia OOH e DOOH, se destacando com planejamento de mercado e ferramentas de inteligência artificial para otimizar as entregas.

Francisco S. Xavier, publicitário conhecido como Chico Preto no mercado, com mais de 40 anos de experiência em mídia exterior, criou a CHICOOH+, para oferecer consultoria e novas soluções de comunicação em mídia OOH e DOOH.

Fonte: Agência ERA® – Mariana Cruz

Conheça 05 caminhos criativos que estarão em evidência em 2024

Chefe de Operações e de Criação do hub de negócios Gotcha, comunicação e inovação destaca cinco tendências que merecerão atenção das marcas, no próximo ano

Com um crescimento de 7,7% no último ano e a movimentação de US$ 21 bilhões de dólares em apenas um semestre — de acordo com dados do Cenp-Meios — o mercado publicitário brasileiro está se preparando para a chegada de 2024 em um clima tido por muitos como desafiador, devido a fatores como a ampliação do uso de Inteligência Artificial no setor, a crescente demanda por personalização da experiência do cliente em campanhas e o aumento contínuo do número de plataformas capazes de se tornarem pontos de contato entre marca e público.

Mais do que a integração desses novos elementos ao dia a dia das agências, o verdadeiro desafio, muitas vezes, está relacionado à elaboração de conteúdo pela área de Criação Publicitária, que, seguindo a nova dinâmica, deve desenvolver os criativos para diferentes ambientes, em formatos que precisam interagir com o objetivo geral das campanhas e com o storytelling da marca, sem deixar de conversar com a lógica das plataformas e responder à dinâmica de dados ligada aos algoritmos.

Frente a essa realidade multifacetada dos canais, o CEO da Gotcha, hub de negócios, comunicação e inovação, faz um levantamento de tendências que deverão ganhar destaque como caminhos criativos em 2024. Dentro do hub, Carlos Coelho também assume a responsabilidade de chefe de Criação, ou CCO, embasado em anos de experiência e passagens por grandes agências sua análise dos novos cenários e sua visão para o futuro que se aproxima.

1. Conceitos e estratégias modulares para a comunicação omnichannel

A expectativa é que a criatividade ultrapasse, de fato, os limites convencionais em 2024. O conceito, tão precioso como sempre, deve nutrir e inspirar todas as possibilidades de desdobramentos, inclusive em novas frentes. A fusão de diferentes mídias, como realidade aumentada, virtual e IA, promete criar experiências imersivas e responsivas únicas para os consumidores. A cultura da interface e a relação homem-máquina já está por todo o canto. A interatividade deve se tornar uma prioridade, com anúncios que não apenas contam histórias, mas também convidam o público a participar ativamente.

2. O estreitamento entre a Social Media e a Criação Publicitária

Umas das principais áreas a utilizar as produções da Criação Publicitária, Social Media terá como palavra-chave de 2024 a personalização, com conteúdos segmentados e adaptados aos interesses individuais dos usuários. Além disso, a autenticidade se tornará ainda mais crucial. Marcas que abraçam a transparência e se conectam verdadeiramente com seus públicos conquistarão uma vantagem significativa.

3. Estratégias criativas integradas às novas potencialidades do ambiente digital

A integração de tecnologias emergentes será um diferencial marcante. A inteligência artificial e a análise de dados se tornarão essenciais para compreender as tendências do mercado e moldar campanhas mais eficazes. A automação também desempenhará um papel crucial na otimização do processo criativo, permitindo uma execução mais rápida e precisa. Longe de assustar pela ameaça, a IA já começa a ser abraçada para agilizar processos e gerar respostas que são uma base segura para iluminar as ideias humanas.

4. Diversidade, pluralidade e visibilidade permeando posicionamentos e narrativas

A crescente necessidade de inclusão e representatividade reflete diretamente na forma como as marcas devem comunicar suas mensagens. Em 2024, a diversidade não será apenas uma tendência, mas uma necessidade imperativa para as campanhas publicitárias. A representação de diferentes perfis étnicos, culturais, de gênero e socioeconômicos não deve estar presente apenas para levar comunicação para uma gama mais ampla de consumidores, mas também demonstrará o compromisso das marcas com a inclusão genuína. As narrativas devem refletir não só a sociedade como é, mas também como desejamos que ela seja: plural, inclusiva e respeitosa em todos os seus aspectos.

5. Sustentabilidade, ESG e responsabilidade social

Em 2024, a expectativa é que as marcas sejam cada vez mais cobradas por suas práticas sustentáveis e pela transparência em relação ao papel que desempenham na sociedade. Nesse cenário, o foco no ESG (Ambiente, Social e Governança), deve se tornar um apelo importante; campanhas publicitárias que destacam práticas ambientalmente responsáveis, apoiam causas sociais relevantes e têm políticas de governança sólidas tendem a ganhar a confiança e a preferência dos consumidores. Assim, integrar esses valores éticos e sustentáveis às linhas criativas das campanhas não é uma conduta cobrada apenas para obedecer a uma estratégia de marketing ou a um posicionamento empresarial, mas representa uma preocupação legítima e contínua de uma empresa ou produto com a correção e melhora das relações entre as pessoas e com o ambiente.

Carlos Coelho é CEO e CCO da Gotcha, hub de negócios, inovação e comunicação.