Lições de mais um Festup

Coisinhas importantes que vi, ouvi e li no 27° Fest’up

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Neste último fim de semana fui, com um grupo de cerca de 40 alunos da Comunicação Social da Unitau, participar de mais uma edição do Fest’up (Festival Universitário de Propaganda) promovido pela APP.

A edição deste ano foi muito bem organizada e contou com ótimos temas e palestrantes. Vou passar alguns pontos que considerei bacanas de alguns dos palestrantes que acompanhei. Vamos lá:

Construíndo significados

Comecei assistindo ao Márcio Oliveira, da LewLara/TBWA. Boa escolha.

Márcio falou sobre disruption, o ponto de ruptura para construir bons posicionamentos de comunicação. Apresentou o case de Gatorade que, durante a Copa do Mundo do Brasil, desenvolveu uma fórmula exclusiva da bebida para cada jogador da seleção brasileira a partir dos testes que a equipe médica e de preparação física realizou nos jogadores.

Marcio Oliveira

Marcio Oliveira

Apresentou dois conceitos interessantes. O primeiro foi o de disruption live, a quebra da convenção em tempo real. E falou que isso se aproxima muito do jornalismo: pautas são feitas em torno de assuntos que interessam e se relacionam com as marcas. O segundo foi o da geração Agoracêntrica, os jovens que querem tudo rápido e customizado, on demand.

E afirmou que as marcas devem ajudar a construir significados, estabelecer pontos de vista e valor.

Marcas são pontes

Fui acompanhar a palestra da Regina Augusto por dois motivos: sempre fui fã absoluto dela nos tempos de Meio&Mensagem (ótimos editoriais) e também porque sua nova agência tem uma proposta nova e interessante.

A Gume (agência da Regina) tem foco em Relações Públicas, reputação e engajamento.

Regina Augusto da Gume

Regina Augusto da Gume

Ela falou sobre o mundo de conexões múltiplas e de extremos. Um mundo em que tudo é amplificado pelo poder de expressão fornecido pelas novas ferramentas de comunicação. E propôs alguns códigos para este novo mundo:

  • relevância;
  • colaboração;
  • experiência;
  • propósito;
  • transparência

Regina terminou dizendo que, ao trabalhar sua comunicação fortemente a partir destes códigos, uma marca deve servir como ponte entre os públicos e seus anseios e maneiras de ver o mundo.

Participar de modo natural da vida das pessoas

Outra palestra que vou destacar aqui é a do Sérgio Prandini da Grey. Homem de atendimento por excelência, Sérgio deu um show de fluidez e naturalidade em sua apresentação. mas mostrou mais.

Mostrou que a efemeridade da comunicação e de seus meios é um dos grandes desafios do momento atual. Temos (marcas e agências) que estar atentos às mudanças e ter capacidade de rápida adaptação. E que a partir de muita análise e compreensão devemos (profissionais de comunicação)estabelecer o modo mais orgânico de participar da vida do consumidor.

Sérgio Prandini em sua palestra no 27° Festup

Sérgio Prandini em sua palestra no 27° Festup

Sérgio disse algo que acho fundamental: o papel importantíssimo do CONHECIMENTO e da EXPERIÊNCIA como base para que se possa entender e propor soluções de comunicação e de negócios. E disse aos alunos: é fundamental estudar muito e sempre.

Buscando pessoas e resultados

Não conhecia a Heloisa Lima, da BFerraz. Arrisquei ao escolher essa palestra. E me dei muito bem. Além de divertida, bem humorada e falando no tom certo para sua audiência (estudantes), a Heloisa mostrou sacar tudo de mídias digitais e estratégia.

Uma das coisas muito bacanas que ela disse (entre tantas outras) foi: “no digital quando você está começando a se sentir em casa alguma coisa muda.” E aí você deve aprender novamente. E rápido.

Heloisa Lima palestrando no 27° Festup

Heloisa Lima palestrando no 27° Festup

Aplaudo o momento da palestra em que ela lembrou enfaticamente que não podemos esquecer de onde viemos. Destacou os grande nomes da propaganda brasileira e também as grandes agências. Mostrou que não há inovação e modernidade sem entender a história e a base da atividade publicitária. Merece toneladas de aplausos!!!

Heloisa disse que o trabalho de mídia, seja digital ou não, deve buscar por pessoas e resultados. E que para comprar mídia bem é só planejar melhor ainda. Trouxe também o conceito de Avaliação de Journey (jornada do consumidor) e explicou muito sucintamente Mídia Programática.

Show de bola, Heloisa!

Além destes que destaquei com mais detalhes aqui, vale também citar alguns outros palestrantes que acompanhei e que você, leitor do Publicitando, pode pesquisar e conhecer melhor: Leonardo Macias (DM9DDB), Ricardo Al Makul (KES), Flávio Ferrari (Ipsos), Márcio Beauclair (Africa), Romolo Megda (Babel Publicidade), Regina Bittar (Clube da Voz), Ruy Lindenberg e Luis Lui (Salve).

 

 

Classe C ainda usa pouco o mobile

Estudo aponta baixa utilização da internet móvel na Classe C

Levantamento feito pelo TVxtender mostra preferência por desktop e ainda identifica principais regiões e faixa etária em volume de acesso

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O acesso à internet no Brasil, passados 20 anos, deixou de ser concentrado apenas na população com poder aquisitivo mais elevado. A classe média, representada por 54% dos brasileiros, vem dominando o acesso atualmente. O TVxtender, veículo de distribuição de mídia digital para campanhas de vídeo pertencente à ROIx, estudou os hábitos de consumo deste segmento e identificou que 71% dos usuários possuem baixa propensão a se conectar por meio do celular. O dispositivo é preferido para ações mais rápidas como navegar nas redes sociais ou se comunicar com amigos por meio de aplicativos. Já 53% gostam mais de acessar a internet via desktop, seja em casa ou no trabalho.

Das cinco regiões brasileiras, a predominante em números de acessos é a Sudeste, com 42% do total. Na sequência vêm as regiões Nordeste 33%, Norte (30%), Centro-oeste (19%) e Sul (18%).

O estudo aponta ainda que a faixa etária mais representativa, com 50%, está entre 28 e 42 anos. Outro dado curioso é com relação ao sexo, pois homens e mulheres empatam no modo de consumir a internet. Dentro deste universo, mais de 50% dos usuários são casados e têm filhos.

Metodologia: O levantamento foi feita a partir de base de dados, própria do TVxtender, com 94 milhões de brasileiros. Esse universo foi formado com diversas fontes cruzadas por meio de tecnologias que exploram o Big Data para identificar hábitos e preferências dos consumidores no ambiente digital.

Sobre o TVxtender: O TVxtender é um veículo de distribuição de mídia que busca estender uma campanha de TV para os principais portais e sites da internet brasileira. Idealizada e gerenciada pela ROIx, empresa pioneira em gestão de dados e audiência no País, a plataforma de vídeo trabalha 100% direcionada à compra de mídia por audiência. Com mais de 94 milhões de usuários a plataforma de vídeo possibilita que a entrega do conteúdo publicitário seja realizada de forma precisa, ou seja, somente para o púbico que deve ser impactado. Com o objetivo de aperfeiçoar o alcance das campanhas publicitárias desenvolveram metodologia denominada Video Extension Strategy (V E S), que se propõe a estudar o ponto ótimo dos meios de comunicação que compõe um plano de mídia e busca oportunidades de redimensionar investimentos, assim, potencializando a entrega e resultados. Para gerar segurança e qualidade ao mercado anunciante o TVxtender trabalha com a ferramenta OCR da NIELSEN, que comprova, por meio de relatórios auditados, a assertividade da campanha em relação ao target definido.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa

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MIDIA ONLINE

Criação e gestão de Campanhas Digitais, com foco em Performance.

Será responsável pela execução e acompanhamento das Campanhas de Mídia: Compra de Mídia on-line, autorização, veiculação e produção de relatórios.

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Requisitos:
Experiência em Mídia On-line.
Experiência em Gestão de Campanhas On-line com diferentes objetivos: branding, conversão, geração de leads, etc.
Gestão de campanhas em Adwords, Facebook Ads, LinkedIn Ads, etc.
Capacidade de auto gerenciamento.
Perfil analítico.
Boa comunicação com a equipe.
Organização.
Proatividade.

Desejável:
Conhecimento em Google Analytics.
Inglês.