5 dicas para empreendedores iniciantes apostarem em mkt digital

Marketing digital: por onde começar? 5 dicas para empreendedores iniciantes

Marketing online, marketing na internet ou mesmo marketing digital: qualquer que seja o termo usado, trabalhar com isso na sua empresa é uma das maiores oportunidades que seu negócio tem à disposição.

Afinal de contas, o uso da internet explodiu em todo o mundo e, com isso, a forma como pessoas compram produtos ou interagem com marcas mudou completamente.

Para dar uma ideia, por aqui, 74% dos brasileiros usam a internet, com 58% deles fazendo isso por meio de telefones celulares.

O marketing digital tem objetivos como qualquer outro tipo de marketing: conectar marcas e clientes.

A única diferença é que você vai se conectar e influenciar clientes online, o que demanda alguns conhecimentos específicos do funcionamento da internet, buscadores, meios por onde estabelecer contato, entre outras questões específicas deste universo.

Acontece que, para quem quer começar a trabalhar com marketing digital, as coisas podem parecer um pouco confusas. Termos, categorias e processos precisam ser entendidos para você empreender com mais chances de sucesso.

Hoje, viemos falar exatamente disso e, melhor ainda, vamos dar dicas para a sua jornada de imersão no marketing online. Quer aprender como? Siga conosco e vamos contar tudo para você!

#01 Invista em capacitações especializadas na área

Acredite: você pode aprender marketing online sozinho, o que não falta são conteúdos livres na internet para você ir consumindo e formando sua base de conhecimentos.
Mas acredite também em outra coisa: se você tiver um processo estruturado de aprendizado, vai ficar muito mais fácil. Até para não se perder em assuntos que podem não ser tão relevantes quanto outros.

Então, é uma excelente ideia escolher um curso que aborde os fundamentos de como trabalhar com marketing digital. Além de tudo, a didática dos profissionais do curso também está pensada para acelerar seu caminho e jornada de conhecimentos.
Isso sem deixar de lado o fator atualização. Se tem algo que muda constantemente é o marketing online. Canais de veiculação de conteúdos, ferramentas de automação, técnicas de atração do público-alvo, entre outras coisas, saiba que o marketing digital é super dinâmico.

#02 Decida onde você quer estar presente
A internet é um lugar enorme. E empreendimentos que queiram se destacar no universo online têm que estar no lugar certo, na hora certa e com os conteúdos certos.
Redes sociais, blogs, sites, landing pages, e-commerces, tem de tudo. Mas, o que será que é mais importante para você? Talvez todos, talvez a combinação de alguns. Ainda assim, o mais indicado é contar pelo menos com:

Página web: esse é seu cartão de visitas na internet. É onde você vai mostrar tudo que pode fazer, qual é sua proposta de valor e onde seus futuros clientes vão se informar sobre seus produtos e serviços.
Blog: Se a página é o que você faz, no blog você vai mostrar como pensa e como pode ajudar seu público a encontrar informações que ajudem a decidir qual é a melhor opção de compra.
Tenha em conta que o marketing digital não “vende” algo, ele busca mostrar para o público que você é um especialista e que é muito melhor escolher sua marca do que as outras opções do mercado. O blog tem um papel fundamental neste processo.
Redes sociais: em 2020, os brasileiros passaram nada menos do que 5 horas por dia nas redes sociais. E é por elas que você vai difundir sua marca, tentando conectar com quem mais possa se interessar pelo seu produto ou serviço.
As redes cumprem um papel fundamental no marketing digital. Se a página é seu cartão e o blog é sua voz, as redes sociais são o megafone que você vai usar para aumentar a quantidade de pessoas que vão ficar sabendo de sua marca.

#03 Acompanhe as novidades e referências do setor
Todo campo de conhecimento tem seus expoentes, pessoas ou organizações que estão na vanguarda e influenciam a forma como outros profissionais vão desenvolver suas atividades. No marketing digital não poderia ser diferente.

Por isso, vale a pena ficar atento aos canais por onde você pode conhecer as últimas tendências, ferramentas e técnicas de atração de clientes usando o marketing online.

Se quiser dar uma olhada em uma referência internacional e que costuma trazer sempre o que há de mais novo sobre marketing online, além publicar estudos e reflexões relacionadas a este setor, não deixe de conhecer o Content Marketing Institute.

Aqui em terras tupiniquins, o portal Marketing Digital tem publicações de sobra para você não perder nem uma novidade e o blog traz artigos muito interessantes que falam de conteúdo a estratégias, passando por outros assuntos pertinentes.

Procurar por palestras e webinars também é uma boa dica. Até porque são espaços onde há margem para debates, e você pode compartilhar suas dúvidas no mesmo evento e interagir com referências do marketing online.

#04 Entenda o SEO (Search Engine Optimization)
Para cultivar sua presença online, você pode pagar para aparecer nos resultados (e deixar de aparecer quando parar de pagar) ou apostar em estratégias de posicionamento orgânico, isto é, sem pagar por anúncios.

E o SEO trata exatamente disso. Por meio da publicação periódica de conteúdos que entreguem valor para os usuários, seu site e blog podem ir, aos poucos, escalando posições até aparecer no todo do Google.

Esse é o cenário ideal, pretendido por muitas marcas e empreendedores, mas é preciso entender como os buscadores pensam para otimizar seus conteúdos. Nada melhor para isso do que mergulhar nos fundamentos da otimização para motores de buscas e ganhar um lugar de destaque.

#05 Pratique, erre e aprenda com isso
Apesar de todas as orientações que você vai receber, sugestões que vai encontrar em conteúdos, cursos e palestras, para aprender a trabalhar com marketing digital é preciso começar.

Como bom empreendedor, se você quiser fazer com que seu negócio decole na internet, vai ter que transformar suas ideias em ações e ver como cada uma delas dá resultados, sejam eles positivos ou negativos.

O home office está com tudo, já que o isolamento social fez com que muita gente tivesse que ficar em casa. Aproveite este momento para estudar tudo o que puder sobre marketing digital, mas também comece a usar seu tempo para experimentar, criar páginas e perfis, começar a escrever para seu blog etc.

Empreender na internet não é tão diferente de empreender no mundo físico. Principalmente quando entendemos que o mais importante é não ficar parado e dar um passo de cada vez.

Gostou do artigo de hoje? Se curtiu, aproveite para dar uma olhada em nossos outros conteúdos relacionados à tecnologia!

4 motivos que comprovam que o BBB é case de marketing e comunicação

*Por Beatriz Destefani Augusto

Não faz nem um mês que começou a nova edição do BBB 21 e já foi possível perceber a importância da comunicação e do marketing de cada um dos participantes.

Ao unir anônimos e influenciadores digitais, o BBB 2021 atraiu o olhar do grande público e dos patrocinadores.

Para se ter uma ideia, grandes marcas como Americanas, Amstel, Avon, C&A, Mc Donald’s, P&G, PicPay, Seara, Above e Organnact já fazem parte dos patrocinadores do programa.

Além disso, a estratégia adotada na escolha dos influenciadores e celebridades traz o potencial para ser a maior audiência e engajamento de todas as edições.

Abaixo listamos 4 passos de marketing e comunicação em que o BBB deu uma aula de engajamento. Confira:

1 – Trouxeram o Fiuk para a edição: com mais de 2 milhões de seguidores e com a torcida de Fábio Junior e seus diversos fãs, além do apoio de sua irmã Cleo Pires, com 14,8 milhões de seguidores no Instagram, o jovem ator e cantor entrou na casa com o maior número de visualizações.

Para se ter uma ideia, seu nome estava entre os assuntos mais comentados no Google durante a divulgação dos participantes. Além disso, Fiuk chama para o programa audiência de diversos perfis, desde os adolescentes até os seguidores de Cleo e Fábio Junior e dos amigos e familiares das celebridades.

2 – Atriz Carla Diaz: o segundo nome mais procurado foi da atriz que já participou de diversas novelas, desde nova, incluindo o sucesso de Chiquititas, Laços de Família e O Clone da Rede Globo.

A participante, inclusive, venceu um câncer de tireoide no ano passado, que foi descoberto durante a pandemia.

3- Grandes nomes da música: a Rede Globo também apostou em cantores bem conhecidos nos últimos anos como o rapper Projota, Karol Conká, a Pocah e o cantor sertanejo Rodolffo.

4- Influenciadores digitais: como o BBB já estava perdendo a sua audiência nas últimas edições, desde 2020, a emissora teve a ideia de se inserir nos meios digitais, incluindo a participação de muitos influenciadores.

Isso é uma forma clara de atrair um maior número de pessoas para assistirem o programa, já que muitos desses influenciadores possuem mais de milhões de seguidores nas redes sociais.

Esse é um exemplo clássico que os meios precisam se atualizar.

Fonte: Comunica PR – Maria Carolina Rossi

Connected TV e apps: conheça 4 oportunidades de publicidade para a nova jornada do cliente

Mudanças no mercado remodelam a jornada do cliente e incentivam novas oportunidades de publicidade

2020 foi um ano intenso para a indústria de publicidade, à medida que os anunciantes lutavam para lidar com as demandas de privacidade de dados e a complexidade sem precedentes de um ciclo de notícias dominado por tópicos como pandemia, protestos e política. Para finalizar, o impacto da Covid-19 na vida diária das pessoas em todo o mundo resultou em uma nova jornada de compra do consumidor, iniciada principalmente por mudanças na forma de consumo.

Com as pessoas passando mais tempo em casa, a sala de estar se tornou um canal valioso onde os consumidores foram apresentados a mais maneiras de comprar e consumir conteúdo, seja por meio de sua TV, laptop, telefone celular – ou, às vezes, todos os três. A descoberta de novas mídias resultou em uma mudança nos padrões normais de compra do consumidor e criou pontos de contato adicionais para os anunciantes encontrarem, alcançarem e se envolverem com os consumidores ao longo do caminho até a compra.

A seguir, conheça canais que os anunciantes devem considerar ao se adaptar à jornada de compras atual do consumidor.

Connected TV (CTV) e OTT

Pessoas em todo o mundo estão abandonando a TV tradicional e mudando para serviços de streaming via over-the-top (OTT) e suas TVs conectadas. Segundo dados da eMarketer, em 2020, o número de usuários com assinaturas mensais de serviços OTT na América Latina aumentou 27,5% ano a ano, para US$ 117,2 milhões. O surgimento de OTT e CTV, acelerado pela necessidade de entretenimento a preços acessíveis e de alta qualidade em casa, criou uma grande oportunidade para os profissionais de marketing.

Ao contrário dos anúncios de TV tradicionais que alcançam grandes audiências, mas vêm com um preço alto, a publicidade CTV e OTT pode atingir públicos-alvo de telespectadores altamente engajados e fornecer métricas de campanha mais detalhadas do que a TV tradicional, tornando-se um investimento mais eficiente. Além disso, com os anúncios exibidos em conteúdo de streaming de alta qualidade das principais redes de TV e estúdios de cinema, os anunciantes não precisam se preocupar com as questões de brand safety de outros canais.

Celular e aplicativos

Com os telefones celulares sempre à mão, a adoção de dispositivos móveis e aplicativos continua sendo um canal forte para os anunciantes atenderem seus consumidores. Embora o uso de aplicativos já estivesse acelerando antes de 2020, a pandemia aumentou os downloads de apps e o envolvimento no aplicativo, pois os consumidores passaram mais tempo navegando em seus telefones. Um estudo da Criteo descobriu que no quarto trimestre de 2020, os varejistas com um aplicativo de compras viram as vendas no aplicativo aumentarem de para 42%, ante 33% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Hoje, uma abordagem de funil completo que segue toda a jornada do cliente, das instalações ao reengajamento e retargeting, é necessária para criar valor vitalício com seu cliente. Por meio do redirecionamento de aplicativos, os profissionais de marketing podem impulsionar o engajamento em todo o ciclo de vida de uso do aplicativo. Quer se trate de reengajar usuários inativos ou impulsionar as vendas repetidas de seus melhores compradores, o redirecionamento de aplicativos ajuda a encorajar os compradores a retornar ao seu aplicativo e, finalmente, convertê-los em compradores.

Mídia de varejo

Antes do COVID-19, a mídia de varejo já crescia exponencialmente entre os varejistas. A Amazon, por exemplo, foi pioneira na ideia ao construir um negócio de publicidade de vários bilhões de dólares graças a recursos como compra de autoatendimento, produtos de anúncio de funil completo e APIs robustas para integração com marcas existentes e ferramentas de agência.

Hoje, mais pessoas estão comprando online e com mais frequência do que nunca, tornando a prateleira digital extremamente importante. À medida que os consumidores domésticos continuam a comprar online e se acostumam com a experiência do usuário, a mídia de varejo permite que os profissionais de marketing alcancem os compradores quando eles estão mais propensos a comprar e em canais responsáveis pelas vendas. Além disso, é um “espaço seguro” onde marcas e agências podem alcançar pessoas que desejam comprar em sites de varejistas premium: os profissionais de marketing não precisam se preocupar com a segurança da marca porque estão veiculando anúncios com empresas confiáveis.

Omnichannel

Uma estratégia omnicanal é crucial agora para passar a mensagem certa, para a pessoa certa, na hora certa, no dispositivo certo. Para fazer isso direito, os anunciantes precisam de soluções omnicanal que possam ajudá-los a quebrar silos, conectar dados e identificar com precisão seus clientes em todos os canais e ambientes – usando dados na loja e online. Os anunciantes podem sustentar esse ímpeto implementando uma estratégia omnicanal que entrega uma mensagem unificada, especialmente quando se trata de aumento da publicidade digital.

Segundo Marcelo Lourençon, gerente de estratégia de contas do Brasil na Criteo, a combinação de diferentes canais é ideal para que as marcas continuem alcançando os consumidores ao longo de sua jornada online. “Sem criar esses novos pontos de contato na jornada do cliente, as empresas podem perder a chance de se conectar com novos públicos, orientá-los pelo funil de compra e aumentar as vendas e a fidelização”, afirma.

Fonte: Sherlock Comunications

Mídia programática dominou a publicidade online

Empresas de médio e pequeno porte passam a buscar ferramentas que permitam alta segmentação. Desafio é não saturar a audiência

A mídia programática já recebe a grande maioria da receita de publicidade na internet, mais exatamente 85% de todo o investimento no ambiente digital. Esse é um dos apontamentos do estudo Brand Disruption 2020, publicado pelo IAB (Interactive Advertising Bureau) no ano passado. Os números são válidos para os Estados Unidos, mas dão uma boa pista de como se comporta o mercado global. E não é só isso. As compras resultantes de seu uso somaram US$79 bilhões no mercado norte-americano – um crescimento de 87% ante 2017, ano em que a pesquisa começou.

Mas o que exatamente é a mídia programática? Aqui vai um exemplo. “Com certeza você já pesquisou um produto na internet, e até chegou a colocá-lo no carrinho, mas não comprou. Depois, ele começa a aparecer nas suas redes sociais e nos portais de notícia. Isso não acontece por acaso, são um exemplo de mídia programática, no caso, a ferramenta chamada de retargeting”, explica Satye Inatomi, sócia da Jahe Marketing, assessoria especializada em soluções 360° de marketing em um só lugar. O foco da agência é atender empresas que buscam profissionalização da área e braço operacional.

De forma geral, a mídia programática é um tipo de mídia paga, como os anúncios tradicionais. No entanto, esse tipo de publicidade adiciona uma camada de inteligência artificial e conceitos de big data para atingir o público certo na hora certa.

Mas além de customizar a publicidade, quem resolve contratar esse tipo de serviço também ganha escala. Em vez de contatar diretamente um veículo de comunicação, por exemplo, para comprar um anúncio, a transação acontece por meio de plataformas tecnológicas. Com isso, é possível anunciar em diversos sites simultaneamente, garantindo alcance muito maior para a sua marca, com muito menos tempo de negociação. Na prática, o anunciante compra o alcance até um tipo de público, e não o espaço tradicional de publicidade.

Além disso, as plataformas de mídia programática contam com uma quantidade enorme de dados sobre quem acessa cada um desses endereços, permitindo uma segmentação detalhada do seu público, uma geração de insights efetivos para uma tomada de decisão, além de entregar resultados mais assertivos. No caso do retargeting, o consumidor recebe um anúncio de um produto que já pesquisou. Mas é possível direcionar outros tipos de peças publicitárias que podem chamar atenção de um potencial cliente.

“A diferença é que, agora, notamos que companhias voltadas à compra de espaços no ambiente digital estão se abrindo para empresas de pequeno e médio porte, que durante algum tempo, estavam no escanteio. Hoje sabemos que é viável uma trading desk, por exemplo, comportar cinco ou dez companhias menores em sua carteira de clientes, no mesmo espaço que anteriormente era ocupado por somente uma empresa de porte maior”, comenta Thaís Faccin, também sócia da Jahe Marketing.

Mas em um universo no qual muitas companhias estão voltadas à conversão de vendas em ambiente online, existe um desafio: não saturar a audiência com excesso de publicidade. “Sabemos dos desafios impostos pela pandemia, mas como toda ferramenta de marketing, é importante ter uma visão estratégica, e pensar também a médio e longo prazo. Aumentar a consciência da marca junto ao seu consumidor ideal não significa estar em todos os espaços possíveis, o tempo todo”.

Como entrar na mídia programática?

A melhor maneira de começar uma ação de mídia programática é trabalhar em conjunto com sua equipe de marketing, seja interna ou terceirizada. Com base nas peças e linguagem que vocês definiram, é hora de selecionar quais espaços digitais têm maior conexão com sua audiência.

Muitas vezes, o trabalho de compra de espaço para anúncios, na mídia programática, é efetuado por agências especializadas. São as tradings desks, empresas ou equipes internas em companhias de publicidade. São formadas por profissionais altamente especializados, que colocam em prática a compra de espaços publicitários com base nas informações que coletam em plataformas que acompanham a movimentação da audiência em sites e redes sociais.

Se está em dúvida, entenda que, provavelmente, a mídia programática pode sim ajudar seu negócio. Mesmo que o seu produto não seja voltado ao consumidor final. Construtoras, redes de farmácias, laboratórios e todo um público B2B (de empresa para empresa) está se voltando a esse mercado. Afinal de contas, todo mundo está na internet.

Fonte: Bartira Betini