Pesquisa aponta que lojistas apostarão em promoções

Comércio aposta em promoções para o Dia dos Pais

Crise afeta setor em São José; empresários descartam a contratação de temporários

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Levantamento feito pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos aponta que 65% dos comerciantes apostam em promoções para conquistar os clientes neste Dia dos Pais, que acontece no dia 14 de agosto. A pesquisa foi realizada em julho.

A estratégia é a forma encontrada pelos lojistas para reduzir o impacto da crise econômica pela qual atravessa o país.

Em relação à expectativa de vendas, o levantamento realizado pela ACI é cauteloso. Para 42% do universo pesquisado, as vendas deste ano devem atingir o mesmo patamar de 2015, contra 31% que esperam um resultado melhor e 27% que acreditam em um desempenho pior que no ano passado.

“Embora a expectativa não seja favorável em virtude do cenário econômico, a ACI recomenda que os comerciantes invistam nas promoções para atrair o cliente e estimular a venda”, recomenda Felipe Cury, presidente da ACI.

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De acordo com ele, outro ponto importante é a publicidade. “O comerciante precisa mostrar os encantos do seu estabelecimento para atrair o cliente até a sua loja e conquistá-lo”, completa o presidente.

Com uma previsão de consumo baixo, o Dia dos Pais não deve aquecer o mercado de trabalho. Pelos números do levantamento da ACI, 87% dos entrevistados descartam a contratação de temporários.

Perfil

O levantamento da ACI aponta que os lojistas de São José esperam que o consumidor tenha um perfil tradicional neste Dia dos Pais. Entre os presentes mais procurados estão calçados e peças de vestuário.

A sondagem revela ainda que, segundo o setor, o consumidor deve encarar a data de olho no bolso, mas também nas boas ofertas. Para 33% dos comerciantes, o consumidor deve optar por presentes entre R$ 51 e R$ 100 — 27% esperam vendas acima de R$ 201. Para 22%, os presentes devem ficar entre R$ 101 e R$ 200.
Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Daniela Borges

Marcas vencedoras

Marcas Mais, do Estadão e Troiano Branding, aponta os vencedores

Pesquisa, em sua segunda edição, agora de abrangência nacional, conta com 30 categorias

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Pelo segundo ano consecutivo, Estadão e Troiano Branding procuraram entender quais são as marcas mais envolventes e que mais engajam o consumidor. O ranking Marcas Mais, que chega a sua segunda edição com novidades, definiu, em 30 categorias analisadas (cinco a mais que em 2015), as marcas de produtos e serviços com as quais os consumidores demonstram maiores níveis de envolvimento. Clique aqui e conheça as Marcas Mais em suas 30 categorias em todas as regiões do País.

Para chegar ao resultado foi realizada pesquisa on-line com 11,5 mil pessoas em todo o Brasil. Os resultados foram apresentados hoje (quinta-feira, 30) em suplemento especial do jornal, além de revista com estudo completo vendida em banca e distribuída a mailing VIP. No portal Estadão.com, uma área traz detalhes e resultados do ranking.

Durante o mês de maio, foram ouvidas pessoas em todas as regiões, das classes A, B, C, de acordo com Critério Brasil da Associação Brasileira de Empresas Pesquisa (Abep). O estudo mediu e definiu, em quatro utilizou dez indicadores de avaliação entre eles: Níveis de conhecimento da marca; Padrão de preferência que demonstram em adquiri-la; Grau de rejeição que a marca evoca; Nível de associação da marca a três atributos-chave da categoria de negócios a que ela pertence. Com isso, identificaram-se as marcas de produtos e serviços com as quais os consumidores demonstram maiores níveis de envolvimento.

A definição das categorias e das marcas que foram auditadas no estudo foi uma escolha soberana dos editores do Estadão. As empresas vencedoras não têm qualquer relação com uma avaliação técnica dos produtos ou serviços que elas representam. A pesquisa é uma análise de natureza essencialmente da percepção entre marca e consumidores.

Metodologia – A análise foi gerada a partir de banco de dados, fruto de 11,5 mil entrevistas realizadas por método on-line em âmbito nacional. As entrevistas foram divididas da seguinte forma: 2,5 mil no Estado de São Paulo; 1,5 mil nos demais Estados do Sudeste; 3 mil no Nordeste; 2 mil no Norte e Centro-Oeste; e 2,5 mil no Sul.

Essa amostra de respondentes pertence às classes sociais A, B e C do Critério Brasil, com representantes dos dois sexos e diversas faixas etárias. No conjunto, a amostra se aproxima do próprio perfil da população com acesso à Internet. As entrevistas foram realizadas durante o mês de maio deste ano.

Os indicadores que essa metodologia proprietária da Troiano Branding utiliza há 20 anos envolvem: níveis de conhecimento da marca (top of mind; conhecimento espontâneo e conhecimento total, incluindo o que se obtém com o estímulo do próprio nome da marca); padrão de preferência que demonstram em adquiri-la. Seja como preferência principal ou preferência secundária; grau de rejeição que a marca evoca; nível de associação da marca a três atributos-chave da categoria de negócios a que ela pertence.

Com base nas respostas, o software distribuiu os consumidores consultados em cinco níveis distintos de envolvimento: Idealização, Preferência, Familiaridade, Rejeição e Desconhecimento. A combinação estatística desses níveis produz um índice para classificar a posição da marca no ranking publicado.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Melhores fornecedores para PMEs

Conheça os melhores fornecedores de produtos e serviços para PMEs

Pesquisa Escolha Estadão PME definiu quais são os fornecedores que estão lado a lado das pequenas e médias empresas

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Ao entrevistar 1,5 mil empresários, ao longo de dois meses, o Estadão e a Officina Sophia, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers, realizaram o mais completo estudo sobre o mercado de pequenas e médias empresas no Brasil com foco no relacionamento do canal com seus principais fornecedores. Batizada de Escolha Estadão PME, a pesquisa analisou 17 áreas que ilustram caderno especial publicado nesta segunda-feira (30) no jornal.

Além da composição do ranking, o levantamento procurou conhecer as marcas que são objetos de desejo dos empreendedores. A pesquisa deve ser vista como referência para esse mercado, norteando o empreendedor na escolha dos fornecedores de serviços e produtos nas áreas mais relevantes para o dia a dia do seu negócio. O estudo, que visa a compreender a relação das PMEs com seus fornecedores de serviços e produtos, além da edição impressa, contará com site dedicado no Portal Estadão (com conteúdo responsivo para tablets e mobile) e boletins na Rádio Estadão.

“O principal desafio de quem fornece para esse setor é que o empresário de pequeno porte não aceita ser tratado como pequeno. Ele pode estar na base da pirâmide entre as empresas, mas enquanto pessoa física, ele está acima da média econômica, tratado com exclusividade pelas empresas que o atendem”, diz Paulo Secches, presidente da Officina Sophia. “Temos 3 milhões de respostas de satisfação em nosso banco de dados e o brasileiro, geralmente, é muito generoso para graduar. Em uma escala de zero a dez, a nota média é de 8,57. Os empresários, nessa pesquisa, deram nota média de 8,26, o que comprova serem mais críticos.”

Clique aqui para conhecer os escolhidos pelos PMEs ou visite o site e veja a pesquisa completa.

Metodologia – Para a composição do ranking, os pesquisadores usaram uma escala de zero a dez, sendo que as notas obtidas entre oito e dez foram ponderadas com pesos proporcionais chegando-se ao índice de satisfação que determinou as companhias vencedoras. Para chegar ao ranking, procurou-se compreender quais fornecedores, na opinião das PMEs, geram maior satisfação, e quais são os drivers de preferência. A análise completa é composta por 17 categorias essenciais em cinco grandes setores: Financeiro, Seguradora, Comunicação, Bens de Consumo e Serviços. A pesquisa foi realizada entre 29 de setembro e 30 de novembro de 2015, ouvindo 1,5 mil empresários em todo o Brasil. Foram selecionados empreendedores que faturam, por ano, a partir de R$ 500 mil e no máximo R$ 12 milhões.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Coluna “Discutindo a relação…”

“Sei que nada será como antes…”

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Todo mundo está cansado de saber que a comunicação digital e a mídia e o marketing digital causaram imensos impactos e mudanças no cenário da comunicação como um todo. Mudanças irreversíveis e desafiadoras.

Todos estão aprendendo a lidar (ainda) com esse cenário em que o antigo receptor passivo passou não só a interagir, mas também a produzir conteúdo e influenciar pessoas. Os “influenciadores” estão aí para provar o que eu digo e para ganhar uma grana preta das marcas(rsrs).

Uma contribuição enorme que vejo emergir deste crescimento rápido das mídias digitais é a mensuração. O uso de métricas cada vez mais sofisticadas e complexas – muitas delas gratuitas – têm fornecido dados em quantidade e qualidade nunca antes vistos na indústria da comunicação.

Zeff e Aronson, lá em 1997, já listavam o rastreamento como uma das principais características e vantagens da internet.Desde o início, quando o que predominava na internet eram os sites, já era possível “rastrear o modo como os usuários interagem com suas marcas e localizar o que é do interesse dos consumidores e prospects”.

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Para agências regionais sempre foi um martírio não poder contar com dados de pesquisa de público consumidor e de mídia. Detectar hábitos, costumes, tendências e comportamentos do público de sua marca/empresa/serviço/produto custava e custa caro para empresas regionais sem muita verba de investimento em marketing e comunicação. A restrição de verbas também afeta a compra de pesquisas de mídia.É quase como se mover na escuridão…

Com a presença dos anunciantes na internet (em suas diversas possibilidades), o rastreamento, a mensuração de seus contatos e interações com o público passou a ser um trunfo. De maneira gratuita e/ou com baixo investimento é possível, a partir da fanpage da marca no Facebook, por exemplo, começar a entender bem melhor o que o público pensa, sente, quer e como reage a temas propostos na comunicação.

Mesmo para os grandes anunciantes esse novo volume de dados tem sido decisivo. Eles ajudam a fomentar não só a estratégia de comunicação digital da empresa, mas também toda sua comunicação, on e off.

Esses novos e promissores dados ajudam a criação a produzir conteúdos de comunicação mais relevantes e pertinentes. Ajudam o planejamento a ajustar ainda mais as estratégias e escolhas, ajudam a mídia a tomar decisões mais acertadas em relação a espaços (mídias, veículos) mais valorizados pelos públicos da marca.

Com a chegada e estabelecimento da internet e de todo seu universo digital de informações, métricas e mensuração, definitivamente, nada será como antes.