A revolução digital está proporcionando inúmeras mudanças no mercado financeiro, e uma resposta a isso são o crescimento das fintechs no Brasil. Com a proposta de ser uma plataforma online e sem burocracias, ela vem ganhando espaço e fazendo grandes instituições financeiras se preocuparem e acompanharem seus passos. Vamos entender agora como anda esse mercado e suas vantagens, nesse infográfico preparado pelo site Rebel
Abinc une-se à LoRa Alliance e dá passo importante para a popularização do uso do IoT no Brasil
Associação Brasileira de Internet das Coisas une forças com a instituição internacional para padronizar a tecnologia de transmissão dos dispositivos de IoT no país e ajudar a reduzir custos, estimular a produção e inovação nacional e acelerar a proliferação do uso da tecnologia
A Associação Brasileira de Internet das Coisas anunciou nesta semana que uniu-se à LoRa Alliance, entidade internacional que trabalha no desenvolvimento de um padrão global para a Internet das Coisas, a fim de desenvolverem em conjunto uma definição padrão da frequência utilizada para a comunicação de dispositivos de IoT.
O anúncio vai de encontro com os avanços que o setor pretende promover nos próximos meses com a regulamentação da portaria da Anatel que homologa o uso da tecnologia Lora no Brasil, que passará a valer a partir de Abril.
Com a colaboração entre as duas entidades, empresas brasileiras associadas da Abinc poderão promover as tratativas para desenvolvimento de uma rede de comunicação padrão para o país e para a América Latina. “Essa padronização vai permitir a interconectividade entre os dispositivos de IoT, estimular a produção e desenvolvimento de tecnologia nacional e ajudar na popularização do uso das tecnologias por todos os setores da economia e para o usuário final com custos mais acessíveis”, avalia o diretor de Tecnologia da Abinc, Luis Viola.
A LoRa Alliance promove um padrão aberto para redes baseadas em LoRa denominadas LoRaWAN. O padrão foi desenvolvido pela Semtech e os proprietários da tecnologia do chip são a IBM Research e a Actility. Fazem parte da LoRa a Cisco, KPN, Orange, ZTE entre outros.
Em uma solução de IoT, a conexão direta de “coisas” (sem utilizar um gateway) para distâncias superiores a 300 metros (Wide Area) é feita em grande parte utilizando-se as redes celulares nas suas diversas tecnologias (GPRS/EDGE, 3G e 4G). Estas redes foram projetadas para comunicação entre pessoas e apresentam um custo de conexão e consumo de bateria que limitam a viabilidade de sua utilização na conexão de “coisas”. As redes Low Power Wide Area (LPWA) surgiram para conectar milhões de “coisas”, com redes de melhor cobertura, menor custo de conexão e menor consumo de bateria, ampliando desta forma o leque de soluções de IoT.
Conheça 7 episódios de Black Mirror que provam que já estamos vivendo dentro desse universo
Você assiste a série Black Mirror da Netflix? Se sim, sabe que a obra apresenta muitas criticas a sociedade. Porém, será que além dessas críticas, nós já não estamos vivendo o que se passa na série? Separamos 7 episódios desse fenômeno para te mostrar que as coisas podem ser mais reais do que você imagina, dá uma olhada:
1. Nosedive
Ainda falando em redes sociais, o episódio Nosedive da terceira temporada reflete exatamente o que estamos passando. Julgamos as pessoas pela quantidade de amigos e likes que cada uma possui, damos uma avaliação para tudo, inclusive ao pegar um Uber. Somos números que dependem da aprovação de terceiros. Uma boa crítica também é a superficialidade e falsa imagem que passamos nas redes sociais.
Em Nosedive, a personagem é convidada para o casamento de uma amiga que possui uma pontuação maior que a dela e faz de tudo para que seus pontos também aumentem, sendo um desses caminhos ir ao casamento da suposta amiga. Ao longo do episódio, as situações em que ela se coloca para agradar e ganhar uma grande pontuação são absurdas. Não estamos distantes do ocorrido.
2. Be Right Back
Robôs substituindo pessoas? Sim, isso está começando a acontecer. Recentemente, um robô foi demitido de um supermercado na Escócia, mas ele não é o único empregado ao redor do mundo. Apesar de ainda não existir um robô com as mesmas características humanas, estamos cada vez mais próximos desse momento.
A trama mostra uma esposa que perde o seu marido e após isso começa a conversar por mensagens com uma simulação do parceiro. Isso a incentiva a comprar seu robô, que vive no dia a dia com a mulher como se fosse seu marido.
3.Fifteen Million Merits
Sabe quando você trabalha a sua vida inteira todos os dias para alcançar o sucesso? Você pode estar querendo ser um grande blogueiro, youtuber, empresário, simplesmente famoso. É isso o que as pessoas fazem em Fifteen Million Merits.
No episódio os personagens vão para suas bicicletas diariamente para gerar “pontos”. Com esses pontos eles podem comprar todas as coisas necessárias para sobreviver e chegar ao tão esperado “sonho”. Essa realidade transforma todos em pessoas fanáticas e sem identidade própria. É o que resume o “tudo pela fama”.
4.Arkangel
Pais que controlam todos os passos dos filhos e censuram todas as suas ações, que dificultam seu desenvolvimento. Você conhece algum assim? Aquele que protege demais. Isso pode afetar muito a vida de uma criança ou adolescente e a internet abriu essa possibilidade de bisbilhotar tudo o que acontece.
Quer mais provas de que estamos vivendo em Black Mirror? No episódio Arkangel, uma mãe consegue essa medida preventiva da filha, onde consegue monitorar tudo o que ela faz, com quem conversa, o que ela vê e entre outras coisas. A filha é muito afetada por isso e tem toda a sua maturidade prejudicada.
5.USS Calister
Jogos de realidade virtual estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. As pessoas querem estar dentro dos jogos de uma forma cada vez mais fiel ao que passamos na nossa rotina.
O USS Calister mostra um jogo chamado Infinity, que colocamos na têmpora e podemos sentir tudo o que acontece. As pessoas terão consciência de que estão dentro desse universo. Falta pouco tempo para chegar até esse momento, não acha?
6.White Bear
Já parou para pensar como atualmente muitas pessoas filmam um espancamento, um assalto ou outras atrocidades, mas ninguém ajuda? Todos seguram suas câmeras ao invés de dar atenção e prestar socorro. Já estamos vivendo uma parte do que é passado no episódio White Bear.
Além disso, a trama ainda envolve a questão dos direitos humanos de um criminoso. Até que ponto não estamos nos tornando iguais ao tomar algumas atitudes?
7.The Entire History of You
Que os relacionamentos ficaram mais complicados após as redes sociais virarem parte do dia a dia já sabemos. Mas, o que o episódio The Entire History of You traz é justamente uma reflexão de até que ponto isso está nos afetando. Esse episódio mostra uma crítica sobre a tecnologia está afetando as relações e nos deixando paranoicos.
No episódio, as pessoas possuem um dispositivo que grava todas as memórias. A trama gira em torno de uma família, que é desfeita após descobertas de situações passadas através do dispositivo. Parece que já estamos vivendo esse momento com fotos curtidas, comentários, conversas de WhatsApp e outras redes, não é?
Hoje em dia a tecnologia está cada vez mais ligada à saúde e aos nossos corpos, por exemplo: podemos ser atendidos por um médico sem estarmos em sua presença, recebemos laudos a distância. As evoluções robóticas como as de Black Mirror estão cada vez mais próximas de se tornarem algo real.
Fonte: Link Builder da SEO Marketing e DiagRad– Luana Santos
A falta de contexto pode matar a sua estratégia de atendimento Omnichannel
Por Ricardo Pena*
O avanço tecnológico foi determinante para o empoderamento dos consumidores. Se num passado não muito distante eram as marcas quem determinavam a forma de relacionamento, isso hoje está bem diferente. É o consumidor que define como e quando irá contatar a empresa – que por sua vez deve estar atenta ao movimento de seu público-alvo para, sempre que fizer sentido, disponibilizar os canais de relacionamento pertinentes ao seu negócio. Essa nova dinâmica existente entre marcas e consumidores está associada ao fenômeno Omnichannel e ao livre arbítrio dos clientes em migrarem entre diferentes canais quando bem entenderem.
Comumente vinculado ao varejo e à integração entre operações físicas e online, o Omnichannel também faz parte do universo do atendimento ao cliente. O que é indissociável neste processo Omnichannel de relacionamento é o chamado contexto – ainda são poucas as empresas que conseguem, independente do canal, ter a mesma informação e dar continuidade ao contato.
Neste cenário, a situação a seguir descrita, apesar de hipotética, é bastante real – e comum. Após um longo período de pesquisa, um consumidor está feliz com aquisição online de uma SmarTV há tempos desejada. A espera pelo recebimento do novo aparelho gera natural ansiedade, mas o que ninguém deseja, acontece: a TV não é entregue no prazo. Iniciam-se os contatos para entender o que houve. Primeiro, um e-mail; passado 1 dia do envio, na falta de resposta, o consumidor decide utilizar o atendimento online (chat) e cobrar a sua TV. O que já era ruim, começa a piorar: o envio do e-mail é reportado, mas como o atendente (ou o bot) não tem acesso ao contexto das duas interações, é preciso relatar tudo novamente. Por alguma razão, cai a internet do cliente e não é possível concluir o atendimento. Nesse momento de angústia pela nova TV, o consumidor decide acionar o canal telefônico. A ligação é feita e – adivinhe! – o atendente não sabe absolutamente nada do que aconteceu até aqui. Já sem paciência nenhuma, gasta-se mais tempo reclamando do que resolvendo o problema. Resumo desta trágica opera: esse consumidor provavelmente nunca mais vai comprar dessa empresa.
Tudo isso porque, apesar de dotada de uma estrutura e estratégia Omnichannel, essa empresa não encontra meios de trabalhar o contexto da chamada. Apesar do incidente do não cumprimento do prazo de entrega, o atendimento ao cliente era uma nova chance desta marca se redimir e propiciar uma boa experiência no relacionamento com o consumidor. Afinal, independentemente de ter tido resposta ou não ao e-mail enviado ou da intermitência da conexão à internet, o consumidor tem o poder de acionar a empresa como desejar e migrar o canal de contato quando quiser.
Se o atendente ou o bot é munido do contexto que envolve o contato do consumidor, o atendimento passa a ser – sem dúvida – uma oportunidade única para surpreender positivamente o cliente. Não importa se é para resolver um problema ou tirar uma dúvida, todos os pontos de contato da sua empresa estão prontos para criar uma experiência positiva.
Neste sentido, o uso do contexto permite ir muito além da satisfação do cliente. O gerenciamento dessa informação viabiliza outros benefícios – com potencial enorme de fidelizar mais e mais consumidores – como por exemplo ter uma análise mais adequada do perfil do cliente para usar em campanhas específicas e também mapear a sua jornada para pontos que podem ser proativos e gerar surpresas ainda mais positivas. Tudo isso tendo como ponto de partida a estrutura de Contact Center da empresa!
Parece complexo, mas acredite: a tecnologia que empodera o cliente também é acessível às marcas para que respondam – positivamente – ao consumidor Omnichannel.
*Ricardo Pena é diretor de Pré-Vendas e Consultoria da Avaya para o Brasil