Anamid realiza o AnaMid Trends

Evento AnaMid Trends – O futuro dos negócios digitais

O AnaMid Trends é o evento imperdível que mergulha nas águas profundas e em constante evolução dos negócios digitais. Este evento irá reunir profissionais visionários, inovadores para explorar as tendências mais quentes que estão moldando o futuro dos negócios no mundo digital.

Confira a programação do evento

9h – ABERTURA

Rodrigo Neves, presidente da AnaMid e CEO da VitaminaWeb
Helen Garcia, Diretora Nacional de Comitês AnaMid e diretora da Trama Comunicação

09h30 – Os desafios de negócios de grandes marcas na economia digital

• Eduardo Castro Silva, CMO NTSec
• Nicholas Serrano, Chief Technology Officer @ OLOS TECNOLOGIA
• MARTHA TERENZZO, mestre em Práticas de Consumo, docente do curso de Graduação e Pós-Graduação, na Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM SP
• Rodrigo Neves, presidente da AnaMid e CEO da VitaminaWeb

11h – Os desafios de contratação e retenção dos profissionais do mercado digital

• Frederico Lacerda – Diretor da Comunidade ABRH-SP Tech e CEO da Pin People (Plataforma de Employer Experience)
• Geociano Souto – Lead Talent Business Partner na ThoughtWorks
• Malu Melo – Diretora de Sustentabilidade da AnaMid
• Daltro Martins – VP de Relações Institucionais e líder do Comitê de Precificação

12h- Intervalo para almoço

13h30 – SEO: tendências e boas práticas de SEO numa web já dominada pela Inteligência Artificial

• Daniel Gaz, líder do Comitê de SEO e CEO da DGAZ
• Beto Rades, líder do Comitê de SEO e Diretor de Atendimento da Plyn!
• Helena Sordili, fundadora da Carranca – produtora e consultoria em comunicação e marketing digital

14h20 – Marketing de Conteúdo: panorama e expectativa de investimento para os próximos anos

• Fernando Viberti, CEO da Conteúdo Online e Líder do Comitê de Marketing de Conteúdo
• Daniella Azevedo, Coordenadora de Marketing Digital no Great Place To Work
• Ana Bambrilla, PHD em Comunicação Digital, Gerente de comunicação no Tribunal de Contas do Município de São Paulo.
• Mauricio Castro, CMO da Paketá

15h30 – Publicidade Digital: as principais mudanças e apostas para o setor

• Daniel Kaminitz, CEO da Weach e Líder do Comitê de Mídia Digital
• Roberto Trindade, Head de Ativacao do WhatsApp
• Marcela Lanna, Head de Mídia e BI da Volkswagen

16h20 – Tecnologias emergentes: quais as grandes mudanças que impactarão o ecossistema digital nos próximos

• Juliano Kimura, CEO da Trianons e líder do Comitê de Tecnologia Emergente
• Mediador: Paulo Silvestre, jornalista do Estado de SP e LinkedIn Top Voice
• Carolina Morandini, líder de Inovação Aberta & Ventures Latam da Accenture
• Luiz Tibiriçá, Diretor Educação da AnaMid

17h10 – E-commerce: o que esperar para os próximos anos

• Rodrigo Augusto, fundador da SERI.E Design e Líder do Comitê de e-commerce
• Rodrigo Farah, Head de Live Marketing da Shoppee
• Mariana Azevendo, Head de e-commerce Brasil da Red Bull
• Alessandro Gil, VP Wake, empresa do Grupo Locaweb

18h – Encerramento

Inscrições por aqui

10 motivos para aplicar inteligência artificial no marketing digital

Entenda como a IA está revolucionando o cenário do setor, permitindo personalização avançada, segmentação precisa e previsões de tendências

Com a crescente demanda por estratégias de marketing mais eficazes e personalizadas, a integração da inteligência artificial (IA) está se destacando como uma ferramenta indispensável para profissionais de marketing digital. A aplicação inteligente da IA não apenas aprimora a eficiência das campanhas, mas também abre novas oportunidades para engajar os consumidores de maneiras inovadoras.

O Growth Report de 2023 da Twilio Segment, um estudo realizado com 2.450 líderes empresariais, descobriu que o Brasil é líder na adoção de IA na América Latina, com 98% das empresas experimentando tecnologia em canais de marketing.

Abaixo, Daniel Levy, fundador e CEO da Road, agência referência em estratégia digital, destaca 10 motivos para aplicar inteligência artificial no marketing digital, confira:

1 – Análise de dados e insights do consumidor: utilização de algoritmos de IA para analisar grandes conjuntos de dados de consumidores, identificando padrões e tendências que podem informar estratégias de marketing mais eficazes.

2 – Segmentação de audiência: uso da IA para segmentar audiências com base em comportamentos, interesses e características demográficas específicas, permitindo campanhas de marketing mais direcionadas.

3 – Personalização de conteúdo: implementação de sistemas de IA para personalizar o conteúdo de sites, e-mails, anúncios e outras comunicações com base nos interesses e histórico de interações dos usuários.

4 – Assistência virtual e chatbots: integração de chatbots alimentados por IA em sites ou aplicativos para fornecer suporte ao cliente em tempo real, responder a perguntas frequentes e direcionar os usuários para recursos relevantes.

5 – Otimização de SEO: algoritmos de IA para analisar padrões de pesquisa, concorrência e comportamento do usuário, a fim de otimizar estratégias de SEO e aumentar a visibilidade do seu site nos resultados de pesquisa.

6 – Previsão de tendências e demanda: modelos de IA para prever tendências de mercado e demanda do consumidor, ajudando a ajustar a estratégia de marketing e o estoque de produtos de acordo com as necessidades futuras.

7 – Automação de campanhas de marketing: automatização de processos de marketing, como o envio de e-mails, publicação de mídia social e segmentação de anúncios, com algoritmos de IA que podem otimizar o tempo e os recursos necessários.

8 – Análise de sentimentos: técnicas de processamento de linguagem natural para analisar o sentimento dos clientes em relação à marca, produtos ou campanhas de marketing, permitindo uma resposta proativa a feedbacks positivos ou negativos.

9 – Recomendações de produtos personalizadas: sistemas de recomendação baseados em IA em site ou aplicativo, sugerindo produtos relevantes com base no histórico de compras, preferências do cliente e comportamento de navegação.

10 – Monitoramento de mídia social: ferramentas de IA para monitorar menções à marca nas mídias sociais, identificar tendências emergentes e gerenciar a reputação online de sua empresa por meio de análises avançadas de sentimentos e engajamento.

A inteligência artificial está transformando o marketing digital, capacitando as empresas a oferecer experiências personalizadas, segmentação precisa e previsões de tendências mais precisas.

Fonte: NR7 Full Cycle Agency

Hunter de agências movimenta mais de R$ 400 mi no mercado de comunicação e aumenta ticket médio de agências parcerias

B.done, aposta em serviços para agências que buscam impulsionar estratégias comerciais

Imagem de Adam Radosavljevic por Pixabay

A B.done, primeira aceleradora de negócios para agências de marketing, comunicação e martech do Brasil e também criadora do principal serviço de match entre marcas e agências do país, é a responsável direta pela movimentação de R$ 400 milhões em serviços no setor de comunicação no país desde 2020.

Com uma metodologia própria para conduzir as marcas durante um processo de seleção de agências no mercado ou mesmo gerir toda a concorrência, neste ano, a startup apresenta ao mercado novos produtos e serviços voltados exclusivamente para as agências de comunicação, marketing e martech que buscam estruturar e impulsionar suas estratégias comerciais.

Os produtos para as agências consistem desde a entrega de dados, até consultoria de negócios para a agência, como Workshop Comercial + Insights Comerciais; Listas de Dados Personalizados; Projeto de Prospecção Trimestral; Consultoria Comercial Plena; além de Mentoria Sênior de Negócios e Estratégia.

“Com mais de 16 mil agências ativas no país e uma alta concorrência de preços e serviços, notamos que a falta de priorização de estratégias comerciais focadas na geração de novos negócios é uma dor latente e generalizada no setor. Enxergamos nisso, uma oportunidade para agências que querem sair do oceano vermelho e querem construir com consistência e coerência a geração de novos negócios. Nossos novos serviços foram pensados e personalizados para agências de diferentes serviços e desafios comerciais”, explica Cáh Morandi, CEO e fundadora da B.done.

Para ela, investir em estratégias comerciais consistentes e com dados que permitem mais velocidade para chegar nas empresas e decisores certos, será crucial para agências que buscam se manter no mercado e trazer projetos interessantes para dentro de casa. O que impacta não só na receita da agência, mas em todo o engajamento do time com desafios interessantes para se envolver em suas carreiras.

Transformando relações comerciais

Com o propósito de ajudar as agências desenvolverem suas relações comerciais pró-ativamente, a B.done é responsável por aumentar, em média, 500% do seu ticket médio e reduzir até 67% do custo de aquisição de negócios de uma agência parceira.

“Em nossa base de dados proprietária são mais de 50 mil empresas e 120 mil contatos qualificados que permitem mais eficiência na entrega das comunicações e abordagens comerciais. Nosso principal objetivo é garantir uma base de dados íntegra e atualizada em tempo real, para que as agências possam desenvolver um relacionamento veloz e eficiente”, reforça a CEO.

Fonte: Be on Press 

IA: Quais os benefícios para a geração de conteúdos?

Por Renan Cardarello

Muitos se perguntam se utilizar a IA para criação de conteúdo é algo ético. Enquanto isso, do outro lado, temos muitas empresas que adoraram a nova tecnologia e já deram sinal verde para a sua utilização, desde que seja para a criação de conteúdos de “qualidade”. O fato é que muito pode ser conquistado pelas marcas que investirem nessa ferramenta internamente, mas, ela precisa ser bem estruturada e manuseada pelos times, para que saibam como incorporá-la estrategicamente para seu bom desempenho.

Recentemente, um dos maiores exemplos vistos no mercado de IA neste objetivo, foi o ChatGPT. Essa tecnologia teve o início de seu desenvolvimento em 2018, sendo lançada para uso público geral no ano de 2022. A partir de sua chegada, houve um “boom” gigantesco em seu reconhecimento, aparecendo em noticiários nacionais e aprofundando suas capacidades de usabilidade no meio corporativo.

Além do chatGPT da OpenAI, hoje também temos o BingChat e o Google Bard para trabalharem exclusivamente com textos, apesar desses dois últimos ainda terem um reconhecimento relativamente pequeno dentro da área inovadora que a OpenAI criou com seu software.

Quando implementadas, essas ferramentas são fortemente benéficas em prol da otimização do tempo de criadores de conteúdo, pois a ferramenta consegue, através de um comando, gerar textos totalmente originais, mas baseados em informações que circulam na web, exigindo ao “cocriador” apenas o trabalho de edição, análise do sentido geral do texto e validação final no que se refere a palavras que podem estar erradas ou que a parte humana da dupla pode querer alterar por algum motivo.

A popularização desses recursos foi tanta que, segundo dados colhidos pela Semrush, houve um crescimento de 42119.2% no número de acessos a essas funcionalidades em janeiro de 2023, quando comparado ao mesmo período de 2022. Hoje, o Brasil é o 5º país que mais utilizou essa tecnologia, isso apenas alguns meses depois de seu lançamento em 2022.

A partir dessa disseminação sobre a utilidade do software, várias pessoas começaram a utilizá-la para a otimização de seus trabalhos, sejam em roteiros para vídeos, conteúdos de blog ou pesquisas gerais. Isso fez, inclusive, com que o Google adicionasse uma nova sigla para o ranqueamento dos sites em sua página de resultados, incluindo um novo “E” e transformando o EAT em EEAT, significando experiência, expertise, autoridade e confiança.

Além disso, o buscados também anunciou, em sua última atualização de posicionamento, que “o uso apropriado de IA ou automação não vai contra nossas diretrizes”. Nesse sentido, temos o sinal verde para podermos utilizar a IA generativa nas estratégias organizacionais, desde que seja direcionado ao modo a produzir, como último objetivo, conteúdo útil para os usuários.

Mas, como uma IA iria apresentar experiências próprias ao gerar textos de conteúdos de artigos ou blogs? Aqui vem a parte de colaboração humana que o Google deseja. Uma forma de fazer isso seria utilizando a IA para fornecer os blocos de conteúdos a serem utilizados e, depois, lapidar aos poucos o texto gerado, adicionando as próprias experiências e palavras ao conteúdo, de forma que resulte em um texto ainda mais útil para o usuário.

Trabalhando dessa forma, temos uma otimização do tempo do profissional responsável pela criação de conteúdo, o que resultaria, consequentemente, em um maior número de trabalhos produzidos dentro do mesmo período em que ele exerceria sua função anteriormente às mudanças que a nova ferramenta trouxe – algo que origina um maior número de conteúdos de qualidade para os usuários.

Não há dúvidas que o boom da IA chegou, apresentando um grande impacto para os criadores de conteúdo, tendo seu trabalho reconhecido até mesmo pelo Google como algo que pode ser de utilidade para todos. Hoje, há cerca de 14 meses desde seu lançamento público, podemos dizer que a IA, principalmente a generativa, chegou para ficar. Agora, resta a nós fazer o que nossa espécie sempre fez de melhor durante toda sua história: adaptar-se ao cenário em que estamos inseridos.

*Renan Cardarello é CEO da iOBEE, Assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.