Cinco tendências em mobile marketing para 2022

Por Marcos Guerra

O marketing foi uma das áreas que mais teve que se transformar nos últimos anos, especialmente durante a pandemia. Reclusos em nossos lares, os aparelhos eletrônicos se tornaram o único meio de comunicação entre as empresas e seus consumidores, criando enormes oportunidades especialmente para o mobile marketing.

Um dos maiores aprendizados desse período, foi a importância dos avanços tecnológicos no aprimoramento do relacionamento entre as companhias e os clientes. Muito mais do que identificar as plataformas nas quais os usuários estão, saber como alcançá-los por meio de mensagens personalidades e únicas se mostrou vital para as empresas.

Segundo uma pesquisa realizada pela Open Text, mais de 70% dos consumidores voltam a comprar com as marcas que os tratam de forma individualizada, destacando a relevância da personalização das estratégias de marketing. Essa e muitas outras ações devem ser tendência em 2022. Veja as que considero mais relevantes:

#1 Redes sociais: Não há sombra de dúvidas do poder que as redes sociais ganharam durante o isolamento social. Mais do que meros canais de entretenimento, hoje elas são importantes meios de comunicação entre as empresas e seus clientes. Foram mais de 2.77 bilhões de usuários mensais registrados em aplicativos de mensageria em 2020, segundo dados do eMarketer – o que as torna canais indispensáveis para qualquer negócio, independentemente de porte ou segmento.

#2 SMS: Com tantas tecnologias sofisticadas, é comum quem estranhe a importância do SMS para o marketing nos dias de hoje. Mas, ele é um dos meios que possibilita um relacionamento mais próximo e interativo, com envio de mensagens praticamente instantâneo e, ainda, a possibilidade de ser personalizado e segmentado. Segundo o relatório do Simple Texting de 2020, quase 80% dos consumidores gostam de receber ofertas por texto, em conjunto com 53% que preferem se relacionar com marcas que utilizam SMS.

#3 RCS: Considerado como uma das maiores evoluções no sistema de mensageria, o RCS (Rich Communication Service) proporciona uma experiência rica e personalizada aos usuários. Com um novo padrão de comunicação no mercado, aceita recursos multimídia, como imagens, vídeos, áudios e gifs, tornando a comunicação mais leve e atrativa. Esse meio deve crescer significativamente em 2022.

#4 Google Business Messages: Esta é, talvez, uma das maiores apostas do Google para um maior engajamento com os clientes, possibilitando que o consumidor entre em contato diretamente com uma empresa pela página de pesquisa na plataforma. Ainda, com confirmação de leitura, ele permite o envio de um carrossel completo de imagem, texto e figurinhas – uma quantidade enorme de features que favorece a fidelidade com a marca – fator altamente relevante em mercados competitivos.

#5 Ominchannel: Cada uma dessas estratégias, por si só, é extremamente vantajosa para os negócios. Mas, quando integradas, trarão ainda mais benefícios para a comunicação com os clientes. A estratégia omnichannel no mobile marketing visa a multiplicidade da oferta de canais aos consumidores, de forma que possam escolher onde preferem conduzir sua jornada de compra. Podendo, assim, ter uma experiência contínua, fluída e com grandes chances de voltarem a comprar da marca no futuro.

Favorecidos pelos avanços tecnológicos, hoje temos diversas opções modernas e completas para o desenvolvimento de excelentes estratégias de mobile marketing. Seja qual for o meio escolhido, lembre-se sempre de evitar qualquer comunicação abusiva. Respeite seu público e mantenha uma comunicação clara, limpa e leve – possibilitando que o cliente tenha o poder da escolha. No final, o que irá determinar o sucesso dessas ações é a experiência personalizada de seus consumidores.

Marcos Guerra é Superintendente de Receita e Marketing na Pontaltech, empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel.

Desenvolve Vale visita

Desenvolve Vale visita Parque Tecnológico de São José para conhecer novos negócios

Conselheiros do Desenvolve Vale visitam hoje (1/12) o Parque Tecnológico de São José dos Campos para reuniões sobre investimentos e parcerias. O diretor-geral do PqTec, Marcelo Nunes, recebe a comitiva a partir das 14h.

A programação inclui apresentação institucional – conduzida pelo coordenador de desenvolvimento de negócios do PqTec, Paulo Giarola – e dos programas NEXUS – Hub de Inovação, com Alessandro Valério (coordenador de empreendedorismo e inovação do PqTeq), Colmeias e projetos especiais, com Luiz Fernando (coordenador de projetos e parcerias do PqTec). No final da tarde, o grupo fará um tour para conhecer as empresas do NEXUS.

A visita ao Parque Tecnológico é mais uma ação do Desenvolve Vale voltada à geração de negócios e busca de soluções inovadoras com foco no desenvolvimento sustentável da RM Vale.

“O Parque Tecnológico é um dos principais polos de inovação do país e sempre está com as portas abertas para o Desenvolve Vale. Este encontro será importante para sabermos detalhes sobre os projetos incubados e avaliar possíveis investimentos, além de debater parcerias e projetos colaborativos”, afirma o coordenador do Desenvolve Vale, Kiko Sawaya.

Fonte: CABANA – Suzane Rodrigues

Coluna Propaganda&Arte

Tecnologia não é o futuro (isso não é um clickbait)

Primeiro eu quero me desculpar se você chegou até este texto por uma estratégia de clickbait (quando criamos títulos chamativos e trazemos o leitor pela curiosidade), mas esta afirmação do título deste texto foi baseada em uma reflexão 100% genuína e que eu preciso compartilhar com você! Vamos nessa?

“Tudo é tecnologia”

O que as empresas 99, Buser, Creditas, iFood e Nubank possuem em comum? Todas são empresas ou startups que deram muito certo baseadas na tecnologia como principal pilar. Mas então, estamos afirmando que a tecnologia é o futuro aqui? Em partes sim, mas em muitos casos não. Tente acompanhar essa ideia.

Os olhares de todos os grandes e médios investidores estão voltados para startups de tecnologia, simplesmente por modismos, potenciais reais de retorno e por uma conta muito simples: estas startups resolvem problemas reais de forma muito mais fácil, barata e prática para o usuário e tem potencial de ser escalável (crescer rápido e atender cada vez mais pessoas com eficiência e economia). Esse é o core business dessas empresas, ou deveria ser. Isso não significa que investir milhões em novas tecnologias, pessoal especializado e novas plataformas vai resolver o futuro dessas empresas. Prova disso é que nem todas vão pra frente mesmo com ótimas ideias por trás.

Estamos na mão dos clientes (às vezes, literalmente)

Chegamos ao momento da verdade. Imagine você, uma startup que promete entregar bebidas geladinhas no conforto das casas em poucos minutos e com preços acessíveis? Essa é só uma das ideias que têm dado resultados, com um foco muito grande em tecnologia e experiência de usuário. O app Zé Delivery é um bom exemplo dessa entrega de valor. E eu, como cliente, queria isso. Mas, logo fiquei sabendo que muitos condomínios e prédios estão recebendo um novo tipo de serviço in loco: pequenas conveniências de autoatendimento (sem pessoas, você passa o produto e paga sozinho) que são montadas dentro dos condomínios, onde você pode comprar de tudo, snacks, produtos de higiene e até “aquela cerveja gelada”, que também é entregue pelo app todo tecnológico que citei aqui.

E agora? Qual das duas opções você escolheria? Pediria a bebida pelo app ou desceria no seu prédio e escolheria pessoalmente qual bebida ou comida comprar com toda facilidade do autoatendimento? Spoiler: eu escolhi a segunda. Este é um caso real, mas não me considero uma amostragem, porém me fez pensar.

Uma experiência (com) sem tecnologia

Ao vivenciar essa compra totalmente pautado na conveniência, pensei em quanto custaria fazer uma lojinha em milhares de condomínios de uma cidade, sem precisar de atendimento presencial (tudo bem, precisa investir em câmeras e conferência de estoque), mas quantos seriam os problemas técnicos e de tecnologia que precisaríamos resolver, problemas logísticos, tudo isso passou pela minha cabeça. E, novamente, voltei ao aplicativo de entregas. Essa seria apenas mais uma forma de resolver um mesmo problema: encontrar uma bebida gelada (ou produtos) na hora que eu quero e de forma simples e rápida. No final, a tecnologia ou a experiência do aplicativo de nada adiantou para mim e me fez questionar essa tendência de que tudo é tecnologia.

Necessária, mas não principal

Pronto. Cheguei até onde queria. Uma empresa que foca no real desejo do cliente vai atender ele melhor. Se for preciso abrir lojas físicas, esse é o caminho. Se for preciso criar um aplicativo, saiba das limitações tecnológicas de cada usuário e manda ver! Mas quem irá sobreviver não é a empresa diferentona, “toda tech” do Vale do Silício que recebeu aporte de milhões. Vai ser aquela que atende de forma mais completa a necessidade do cliente, mesmo que essa solução seja bastante convencional e sem tecnologia.

(Tudo bem, vai. Uma pitada de tecnologia é sempre bem-vinda!).

O que acha do tema? Sei que é um assunto polêmico, mas queria muito compartilhar essa visão com você!

Startups de tecnologia: 8 estratégias de marketing digital que vão alavancar o seu negócio!

Por Ari Lisjak, CEO da Isource Marketing

As startups são um modelo de negócios líder que impulsiona a inovação e o crescimento econômico em todo o mundo. A cada ano, novos tipos de produtos e serviços são criados por startups. Eles servem como um grande exemplo de criatividade e ambição empreendedoras, bem como o surgimento de conceitos inovadores. Mas, nem sempre o marketing não é um de seus pontos fortes. E é compreensível: a maioria delas não começou escrevendo estudos de caso e enviando e-mails, mas criando tecnologia de ponta. Sem falar que, tradicionalmente, o marketing digital estava disponível apenas para grandes corporações nos setores de B2B e B2C.

No entanto, há boas notícias. De acordo com o First Site Guide, 7,1% das startups no mundo atuam no setro de fintech. Seguido por ciências da vida e saúde com 6,8%, Inteligência Artificial com 5,0%, gaming 4,7%, adtech 3,3% e edtech com 2,8%. As startups modernas são atraídas pela internet e pela tecnologia digital, apesar da falta de dados precisos de distribuição do setor. Como resultado, um forte plano de marketing online é essencial para todas as empresas que desejam alcançar o sucesso.

Quando se trata de marketing digital, as empresas de tecnologia devem se esforçar para investir em muitos aspectos diferentes. Mais importante ainda, esta ferramenta poderosa veio para ficar e pode aumentar rapidamente o sucesso de sua startup de tecnologia. Hoje, a publicidade na web é mais inclusiva do que nunca: ela não conhece fronteiras. Por exemplo, se você tem uma empresa de software e deseja atingir clientes em vários países, o marketing online o ajudará a conseguir isso.

Neste artigo, iremos guiá-lo através de algumas maneiras de desenvolver uma estratégia de marketing digital eficaz para sua startup de tecnologia.

1. Começando pelo básico: buyer persona

O desenvolvimento de uma buyer persona é a etapa mais crítica no marketing digital e é por isso que a colocamos na vanguarda. Isso inclui a coleta de detalhes importantes sobre o seu público, como idade, nome, localização, renda, emprego, suas demandas e como busca produtos e serviços na internet. Depois de coletar essas informações, você pode se concentrar em construir a estratégia de marketing certa. Há evidências suficientes para sugerir que a buyer persona é essencial para todos os negócios modernos. Ainda mais quando se trata de uma startup de tecnologia, já que muitos especialistas em TI já aderiram à iniciativa para oferecer seus serviços a clientes em todo o mundo.

2. E-mail marketing

Você sabia que o marketing por e-mail continua a dominar o mundo do marketing de startups? Essa ferramenta permite que você se conecte com seu público-alvo de uma forma que nenhum outro canal consegue. Embora seja uma plataforma que já existe há muitos anos, ainda é um dos canais de inicialização mais eficazes, e é por isso que os gigantes do marketing sugerem confiar em soluções de boletins informativos por e-mail para aproveitar todo o potencial do marketing por e-mail.

3. Comece um blog

Criar um blog é uma das maneiras mais bem-sucedidas de começar a aumentar o tráfego no setor de startups de tecnologia. Lembre-se de que você tem grandes habilidades tecnológicas para capitalizar, então, se escrever não é seu ponto forte, contrate criador de conteúdo. É um dos métodos mais eficazes para divulgar a história de sua marca e divulgar seus produtos e serviços. Os blogs ajudam no SEO e aumentam seus rankings de pesquisa. Aproveite todas as maneiras pelas quais você pode se beneficiar de seus esforços de conteúdo. Algumas ideias são incluir fontes e links relevantes e confiáveis ​​em suas postagens de blog, vincular o conteúdo de seu site às postagens e escrever blogs de visitantes para melhorar o conhecimento da marca e divulgar seu nome. Os blogs também oferecem muita versatilidade. Você pode decidir a direção do seu blog e o tipo de conteúdo que deseja compartilhar. Por exemplo, você pode escrever sobre qualquer coisa, desde tópicos de tecnologia especializados a notícias do setor.

4. Redes sociais

Embora a mídia social seja uma plataforma de rede poderosa, ela também evoluiu para uma ferramenta de marketing inteligente que empresas em vários setores usam para ampliar seu alcance. E porque é uma plataforma enorme, elaborar a estratégia de marketing de mídia social da sua startup pode ser opressor. Você pode começar determinando a plataforma que se adapta à sua marca. Facebook, Twitter, Instagram, Tik Tok, Reddit, Pinterest e LinkedIn cada uma delas têm coisas exclusivas a oferecer. Todas têm muitas maneiras de se envolver o público, desde participar da discussão sobre uma hashtag de tendência até publicar artigos no LinkedIn e capacitar os funcionários a agirem em nome da sua empresa. Participe de grupos do LinkedIn e responda a perguntas no Quora. Ao mesmo tempo, busque discussões que sejam relevantes para a solução que você oferece e encontre uma maneira de ajudar.

5. Use publicidade de pesquisa paga (SEM)

A pesquisa paga se tornou um canal de publicidade muito popular para startups. Ele permite que os usuários comprem tráfego direcionado a laser em mecanismos de busca como Google e Bing, duas das principais redes de busca paga que oferecem a capacidade de direcionar palavras-chave em um modelo de preço de custo por clique (CPC). Usando qualquer uma dessas redes, você pode criar anúncios personalizados para sua startup que aparecem nos resultados de pesquisa quando alguém pesquisa uma palavra-chave relacionada ao seu negócio.

6. Marketing de influência

Líderes de tecnologia proeminentes com muitos seguidores nas mídias sociais têm autoridade e influência no mercado e na indústria de TI. O marketing de influência pode ser muito poderoso neste setor quando as empresas utilizam esses líderes de tecnologia. Se eles muitos seguidores em seu setor, provavelmente têm influência sobre seu mercado-alvo. A parceria com esses criadores de conteúdo pode ajudá-lo a direcionar o conhecimento da marca para o seu público-alvo. Uma vez que seu público-alvo está ciente de sua startup, seu objetivo é alcançado.

7. Inclua SEO em todos os lugares

A otimização de mecanismos de pesquisa (SEO) é a base do marketing digital promissor. Além de ser a base do marketing orgânico, é um fator determinante para o sucesso do marketing de longo prazo. Na verdade, a maioria dos profissionais de marketing e especialistas associam o SEO a conteúdo extenso ou como parte das melhores práticas de blog. No entanto, você pode usar palavras-chave relevantes em suas postagens de mídia social, hashtags, descrições de produtos … Sugerimos que você incorpore uma estratégia de SEO em suas postagens de blog, curadoria de conteúdo geral e estratégia de marketing. Além disso, incluir palavras-chave de cauda longa na seleção de tópicos e no conteúdo do blog é uma forma eficaz de atrair tráfego a longo prazo.

8. Retargeting / Remarketing

O marketing por e-mail, a publicidade nas redes sociais e os anúncios de visualização são excelentes para estratégias de retargeting. Retargeting é basicamente uma campanha de marketing baseada no comportamento anterior do usuário. Por exemplo, o LinkedIn permite que você defina anúncios para indivíduos específicos com base no que eles fizeram em seu site. Ou seja, se alguém visita seu site, adiciona um item a um carrinho de compras, mas não conclui a compra, você pode colocar um anúncio desse produto no LinkedIn e / ou enviar ao usuário um e-mail personalizado lembrando-o de voltar e concluir o compra. Embora os termos “retargeting” e “remarketing” às vezes sejam usados​​alternadamente, a principal diferença é que a retargeting se preocupa principalmente com o envio de anúncios baseados em cookies para clientes em potencial, enquanto o remarketing é tipicamente baseado em e-mail.