Plataforma de marketing digital auxilia empreendedores de negócios on-line

São Paulo, SP 6/11/2020 – “Os meios digitais apresentam boas oportunidades para quem deseja empreender e dispõe de poucos recursos.”

Sistema IBVD foi desenvolvido para ajudar quem deseja iniciar ou expandir negócios pela internet, mas por não ter conhecimento técnico prefere ferramentas simples, que oferecem suporte para todas as suas necessidades e ainda geram relatórios detalhados de acessos.

Quem vinha ensaiando iniciar um negócio no mundo digital viu-se forçado a agir nesse momento de pandemia, mas a complexidade das ferramentas disponíveis reacendeu o sonho de uma página personalizada para ganhar dinheiro na internet simples de operar e com robôs que automatizam processos de comunicação com os prospectos, seja para venda de produtos, serviços, oportunidades de negócios ou recrutamento.

Essa é a principal demanda, considerando a expressividade dos empreendedores de pequeno porte. Em 2019, eles eram 26,9% do total e este ano passaram a representar 48,6% das 1,3 milhão de lojas de e-commerce existentes no Brasil, conforme apurou a sexta edição da pesquisa Perfil do E-Commerce Brasileiro feita pelo Paypal Brasil e Big Data Corp. No geral, a oferta de bens e serviços pelos meios digitais cresceu 40,7% nos últimos 12 meses, com destaque para cerca de 300 mil lojas de comércio eletrônico operadas apenas pelo empreendedor, sem nenhum funcionário.

“Os meios digitais apresentam boas oportunidades para quem deseja empreender e dispõe de poucos recursos, pois há no mercado importantes fornecedores de ambientes de hospedagem de baixo custo com suporte necessário para o desenvolvimento do negócio”, diz Edmundo Roveri, idealizador do Sistema IBVD, uma plataforma que objetiva abrir caminhos para empreendedores digitais.

“Nossa intenção com essa plataforma é facilitar a vida de quem deseja iniciar ou expandir seu negócio usando a internet, proporcionando todos os recursos necessários ao sucesso de forma simples, sem exigir qualquer experiência ou conhecimento prévio”, explica Roveri.

Os testes foram iniciados há quatro anos e durante esse tempo a tecnologia já vinha sendo usada para atender vários clientes. Nesse período de teste, a ferramenta foi aprimorada e agora, depois dos ajustes necessários, está disponível para oferecer a tranquilidade que esses empresários precisam para realizar os seus sonhos. A estrutura da plataforma não tem complicações, atende às demandas dos empreendedores digitais que têm poucos recursos financeiros e oferece 200 temas direcionados a todos os tipos de mercado, prontos para instalação, com design apropriado e customizáveis em cinco minutos.

A ferramenta permite criar sites de marketing digital, multinível e infoprodutos, incluindo as muitas variações de cursos on-line. Com as facilidades de gestão do site, o empreendedor fica mais livre para direcionar sua atenção à estratégia de conquistar cada vez mais clientes e a planejar o crescimento.

A cada ação desenvolvida, a plataforma IBVD fornece relatório detalhado de leads gerados e isso possibilita classificar os contatos em “quentes” e “frios”. Com essa informação valiosa, o empreendedor pode escolher a comunicação específica para cada um desses públicos e disparar sequências personalizadas de e-mail marketing, ampliando a expectativa de conversão.

Para ampliar e qualificar a lista de contatos, a plataforma IBVD oferece integração com ferramentas de criação de “chatbots” para captação de contatos no Facebook e recurso personalizado para divulgar links e acessar grupos de WhatsApp a fim de gerar cliques e multiplicar a visualização da página.

“Ao criar a página e tornar-se membro da família IBVD, o empreendedor terá em seu site uma porta de acesso ao CRM – Customer Relationship Management que disponibilizamos na plataforma especialmente para proporcionar crescimento exponencial da lista de clientes e ao mesmo tempo abrir um leque de possibilidades de gerenciar ações de fidelização”, afirma Roveri.

Além das vantagens concedidas para facilitar o retorno do investimento, segundo Roveri, o empreendedor pode ainda desfrutar do programa de afiliados e obter rendimentos extras toda vez que convencer a entrar para a plataforma algum amigo disposto como ele a aumentar suas oportunidades de ganhar dinheiro no mundo digital.

Mais informações sobre a plataforma IBVD estão disponíveis no endereço: http://www.sistemaibvd.com.

Website: http://www.sistemaibvd.com

LGPD é tema de painel na ACIT

ACIT realiza Painel sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD

Na próxima quarta-feira, dia 11 de novembro, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté inicia uma série de painéis sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD – Lei nº 13.709/2018), que regula as atividades de tratamento de dados pessoais e que também altera os artigos 7º e 16 do Marco Civil da Internet.

Durante a explanação serão abordados tema como a proteção a privacidade, a transparência e padronização de normas e segurança jurídica. O conteúdo traz entre os tópicos a conscientização e discussão junto aos empresários, a apresentação dos principais pontos da lei, os direitos e obrigações e seus impactos para as PMEs e a discussão sobre as principais dúvidas que a lei vem gerando.

As apresentações acontecem durante quatro dias e serão divididos por segmentos. No dia 11 o foco será nas empresas do segmento de serviços como contabilidade, hotéis, informática, comunicação e RH.

Dia 13, sexta-feira, será voltado para as empresas de varejo, como as lojas de vestuário, calçados, joias e comercio em geral.

Na próxima semana também acontecem duas apresentações, dias 18 e 20 de novembro (quarta e sexta-feira), para os setores de construção e de saúde, respectivamente.

As aulas acontecem no auditório da ACIT a partir das 9h. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas previamente devido às restrições de espaço. O número de participantes atenderá as novas regras de distanciamento social e todos os protocolos de segurança em relação à COVID 19 serão respeitados.

Os interessados em participar devem entrar em contato pelos telefones (12) 2125-8210/8211, whatsapp (12) 99189-7964 ou ainda pelo email cursos.acit@taubate.com.br para garantir a sua vaga. Maiores informações também podem ser obtidas por esses meios.

Fonte: Assessoria de imprensa – Bruna Abifadel

Experiência digital confiável pode ser obtida através do Edge Computing

São Paulo, SP 6/11/2020 –

A experiência do usuário sempre é afetada, direta ou indiretamente, por erros, pequenos ou devastadores, que ocorrem quando um sistema se mostra inoperante diante de um comando. O que pode ser considerada falha crítica dentro de determinada operação? Uma máquina com defeito? Falhas humanas?

Termos contemporâneos como customer experience (CX), internet das coisas (IoT) e transformação digital estão cada vez mais em evidência, por serem recursos intimamente relacionados à experiência digital dos consumidores e ao aumento de disponibilidade das operações. Isso resulta em mais incremento de faturamento ou receita para as companhias que atuam neste ramo.

“Nos últimos meses, inúmeras transformações ocorreram nas companhias tanto nas relações com os funcionários, quanto com os consumidores”, diz Kenia Paim, diretora de vendas de Secure Power da Schneider Electric. “Muitas dessas mudanças já eram previstas, entretanto não se imaginava a rapidez com que ocorreriam. Em meio a esse cenário foi possível perceber que alguns mercados já estão avançados o suficiente, enquanto, outros, necessitam de melhorias”.

Alguns exemplos marcantes dessa transição do analógico para o digital podem ser observados na relação do consumidor com o fornecedor a partir de seus canais de atendimento. O aprendizado de máquina está presente nos chatbots que utilizam inteligência artificial para criar uma comunicação efetiva em canais de relacionamento com o cliente, de forma cada vez mais aperfeiçoada e personalizada.

A telemedicina também já se concretiza como modalidade que envolve uma série de processos médicos realizados a distância, como telediagnóstico, teleconsulta e teleassistência.

Os sites de vendas estão cada vez mais “inteligentes”, com utilização dos mapas de calor, também conhecidos como mapas flutuantes ou mapas de cliques, que rastreiam os movimentos do mouse do cliente e, dessa forma, provêm informações precisas ao fornecedor sobre os produtos e serviços que atraem mais os clientes.

Edge computing

No início desta década, o tema “salvar dados na nuvem” estava em alta, era o boom de grandes data centers. Previa-se que, a partir de então, toda e qualquer aplicação seria processada num conjunto de servidores remotos, e a despesa desse armazenamento na cloud computing seria prevista como uma verba Opex para as empresas.

Cada um dos bilhões de dispositivos existentes gera grande quantidade de dados para ser processados, analisados e, por fim, utilizados para diversas finalidades. Então surge a questão: será que realmente todas as aplicações do mundo devem ser enviadas à nuvem?

“Problemas como limitações com largura de banda, latência, segurança e confiabilidade impedem que as decisões sejam tomadas de forma tão rápida quanto se espera nesse ambiente tecnológico”, diz Kenia. “Dependendo do tipo de informação gerada, as empresas não podem ter esses dados levados à nuvem sem um controle rígido, como regula a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)”, explica.

Diante dessa realidade, houve a percepção de que parte das aplicações precisaria ter seu processamento mais próximo do local de geração desses dados, ou na borda/beira (edge) – surge, então, a definição e o conceito de edge computing.

Essa tendência de descentralização no processamento das informações não é nada se for comparada ao que havia nos anos 1990 ou início dos anos 2000, em que todas as empresas possuíam data centers próprios com inúmeros servidores.  Agora, porém, um processamento de informações de forma híbrida se torna uma opção mais viável. Existem já alguns produtos no mercado que resolvem essas questões e garantem disponibilidade e eficiência para a aplicação, por menor que ela seja.

“Dentro de casa”

A capacidade de armazenamento e processamento dos equipamentos de TI pode ser considerada baixa, mas são essas instalações de tecnologia, vistas como de menor criticidade, que assumem a missão crítica de conservar e administrar os dados com segurança “dentro de casa”.

Ou seja, a minimização das falhas citadas acima que ocasionam má experiência do cliente passa a ser mais evidente quando se entende que a tecnologia está diretamente ligada ao negócio, ao meio de captação de receita, ao aumento da disponibilidade, tudo em prol da otimização da experiência do cliente.

Website: https://www.se.com/br/pt/

Jornada inteligente para a nuvem requer planejamento

São Paulo, SP 5/11/2020 – Como qualquer tecnologia, os serviços em nuvem foram se tornando mais robustos à medida que mais recursos foram sendo incorporados

Segundo o Gartner, até 2023, mais de 60% das organizações que já utilizam a tecnologia passarão a utilizar soluções de nuvem inteligente.

O advento da pandemia pressionou muitas empresas que ainda relutavam em migrar os ambientes para a nuvem — ou embarcar na transformação digital utilizando essa tecnologia — a seguirem por esse caminho para manter a competitividade e, por vezes, a existência dos negócios.

Porém, como qualquer tecnologia, os serviços em nuvem foram se tornando mais robustos à medida que mais recursos foram sendo incorporados, tornando-se mais complexos para responder às mudanças. Isso tem exigido uma transformação tanto na governança das empresas, como na cultura e até na forma como a infraestrutura em nuvem funciona.

“Apenas migrar recursos para a nuvem não é mais suficiente, passa a ser necessário um projeto estratégico, de planejamento minucioso, a responder questões como, por exemplo, quais dados serão armazenados em nuvem pública e quais ficarão em nuvem privada com monitoramento de acessos e rotinas automatizadas de governança. Segundo o Gartner, até 2023, mais de 60% das organizações que já utilizam a tecnologia passarão a utilizar soluções de nuvem inteligente”, ressalta Leonel Nogueira, CEO da Global TI .

Para auxiliar os líderes de TI a garantir iniciativas de adoção de nuvem bem-sucedidas, que se alinham às prioridades de negócios. A seguir, vale conferir cinco práticas recomendadas pelo Gartner para iniciativas inteligentes de nuvem:

1: É preciso fechar a lacuna entre as expectativas da nuvem e a realidade
Ter metas e expectativas para a nuvem não é sinônimo de execução bem-sucedida. Por meio de várias interações com clientes, o Gartner observou que as seguintes lacunas são comuns nessa jornada:

Entre as aspirações da organização e a capacidade da equipe interna de executar;
Entre os ganhos esperados da nuvem e a realidade do que a nuvem pode oferecer
Entre a estratégia de negócios da organização e a estratégia de nuvem;
Entre o modelo operacional existente e exigido ou entre as práticas fundamentais existentes e exigidas, como: governança, conformidade e segurança.

Os responsáveis por infraestrutura devem conscientizar os tomadores de decisão sobre qualquer limitação técnica ou locais da nuvem, além do potencial para que surjam as lacunas citadas. Abordá-los permite que as organizações estabeleçam metas mais realistas para iniciativas de nuvem e redirecionem os recursos adequados para ganhos reais de valor aos negócios.

2: Estratégia de governança automatizada
Os serviços em nuvem evoluíram ao ponto de oferecer 10 vezes, ou até 100 vezes, mais opções de configuração. Naturalmente, é quase impossível para as práticas existentes acompanhar essas mudanças, colocando as organizações em riscos de violações de segurança, perda de dados, problemas de conformidade e até orçamentos fora do budget. Para reduzir o risco de perder o controle, os responsáveis por infraestrutura devem se concentrar na criação e automatização de uma estratégia de governança.

3: Uma “Febre” inteligente em nuvem
Os responsáveis por infraestrutura devem priorizar as cargas de trabalho a serem movidas para a nuvem, usando um processo de seleção de loop contínuo de “círculo completo”: mais rápido, mais fácil, valioso, eficiente e repetitivo, ou “Febre”, como o Gartner o chama. Também selecione as cargas de trabalho que priorizam velocidade, simplicidade e valor comercial ao migrar.

Isso pode ser feito em várias ondas. Na onda um – faça a movimentação das cargas de trabalho mais fáceis e econômicas. Na onda dois, mova as segundas cargas e repita até que as cargas de trabalho restantes não possam ser migradas rapidamente, de maneira que não resulte em custos operacionais.

4: A simplicidade
Os principais provedores de nuvem introduzem centenas de novos recursos em suas ofertas todos os anos, o que adiciona uma camada de complexidade que pode retardar a jornada cloud. É recomendado manter a simplicidade e a segurança, porque reflete o princípio de que a maioria dos sistemas funciona melhor quando a complexidade é minimizada. Os responsáveis por infraestrutura devem evitar um número excessivo de componentes ou integrações e usar estruturas e arquiteturas comprovadas para mantê-lo simples.

5: Realidade da nuvem
Nem todos os aplicativos e cargas de trabalho se beneficiam da nuvem. Há uma série de diferenças regionais e locais que a nuvem tem, por exemplo, latências de rede, disponibilidade de serviços locais, requisitos regulatórios e muito mais. As prioridades e circunstâncias também variam entre as empresas e a jornada para a nuvem deve ser adaptada às situações. É importante defender as iniciativas que estão na nuvem que se alinham não apenas ao contexto da organização, mas também às realidades locais da nuvem.

Fonte: baseado em https://siliconangle.com/2020/08/07/cloud-first-not-enough-five-best-practices-cloud-smart-journey/