Artigo aborda geração de valor via tecnologia e inovação

Como enxergar se a Inovação e Tecnologia estão gerando valor ao negócio?*

A transformação digital é um processo que as empresas estão enfrentando há algum tempo. As principais mudanças já estão sendo notadas, como: a proximidade com os clientes em busca de uma vivência sob sua ótica, melhoria nos processos operacionais para integração das áreas e novos formatos de modelos de negócios para a oferta de produtos e serviços inovadores.

É visível também que há um grande investimento em Internet das Coisas (Iot), ou seja, equipamentos e objetos físicos que possuem tecnologia embarcada com sensores e conectados na Internet. Imagine que você não precise ir ao supermercado fazer suas compras e que a sua geladeira identifique os produtos que faltam e os solicite automaticamente a uma rede de supermercados. Ou então, a possibilidade de ler notícias em seu microondas e automóveis, que estacionem sozinhos.

Fabio Correa, consultor de Vendas da MC1 Win The Market

Essas parecem cenas de um filme dos anos 80, mas muitas dessas tecnologias já estão sendo testadas e, em breve, estarão no mercado. Com certeza, isso trará muita agilidade para o nosso cotidiano já que não gastaremos tempo com atividades tão manuais.

Diante desse cenário, em que tudo muda de forma rápida e intensa, é preciso que as empresas estejam preparadas para melhor atender às necessidades de seus clientes de uma forma eficiente.

Para isso, é importante criar áreas de inovação e pesquisa para prever e antecipar solução para as necessidades. Um exemplo disso é a empresa Uber, criada em uma tarde de neve em Paris em 2008, quando Travis Kalanick e Garrett Camp sofriam com dificuldades em pegar um táxi. Então, eles tiveram uma ideia: chamar um carro pelo celular apertando apenas um botão.

Isso demonstra que o mercado exige transformação constante das empresas e se elas não inovarem o concorrente será mais rápido e o fará. Sendo assim, elas correm o risco de perder vendas e, consequentemente, market share. Por isso, acompanhamos o crescimento e destaque das chamadas startups, microempresas conhecidas pela agilidade, inovação e soluções a baixo custo.

Diante disso, vemos cada vez mais companhias investindo em uma cultura criativa, por meio de campanhas de incentivo para novas ideias e ambientes corporativos descontraídos com games e atividades lúdicas. Com a meta de continuarem sólidas e na vanguarda.

Outro exemplo do que é ser inovador é atender um pedido rapidamente e mostrar o trânsito de mercadorias em tempo real. São criações assim que agregam valor para toda a cadeia, desde a indústria até ao usuário final. As empresas que se diferenciam ganham vantagens como satisfação do cliente, melhoria no modelo de negócio, oferta de novos produtos e serviços, contribuindo para mudanças na vida de seus consumidores.

Só nos resta acompanhar e participar ativamente dessa transformação, seja como empresa ou como consumidor.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities. Mais informações no site: www.mc1.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Como os CEOs podem lidar com a transformação digital

Transformação Digital e os CEOs

Atualmente o termo “Transformação Digital” está apavorando os CEOs de grandes empresas. Esse termo está sendo utilizado em todas áreas de negócios e em todos os lugares, mas por que causa tanto apavoramento?

Antes de explicar o porquê, vamos entender melhor o significado de Transformação Digital.

Fabio Correa

Transformação Digital é um processo em que as empresas se utilizam da tecnologia para aumentar a velocidade de resposta, fornecer um atendimento personalizado, melhorar o desempenho e aumentar o alcance da sua marca, priorizando seus clientes e funcionários.

Para as empresas aplicarem a transformação digital, elas precisam dar atenção a todo o processo, em especial à:

· Experiência do Cliente
Um dos itens mais importantes no processo, pois interfere na decisão final dos consumidores. Para uma melhor análise, as empresas utilizam ferramentas para identificar oportunidades, segmentar seu público alvo, monitoramento de rede social, marketing de precisão, a adoção de processos simplificados e atendimento ao cliente;

· Processos Operacionais
Um pouco mais complicado que o primeiro,tende a ser mais eficiente e envolve muitas áreas. Para que os processos operacionais sejam estruturados é necessária umarápida comunicação, integração entre as áreas, transparência organizacional e decisões em base de dados;

· Modelo de negócio
Outro item não menos importante que os demais,os modelos de negócio ganham novos formatos ao serem incluídos no mundo digital como: a ampliação de oferta de produtos e serviços, a transição do físico para digital ea criação de produtos digitais e serviços compartilhados;

Por esta razão os CEOs tendem a ficar preocupados, pois para fazer uma pequena transformação é necessário investimento em novas ferramentas, muito esforço de todos na companhia e o principal, agradar os consumidores os quais mudam de opinião a todo momento.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities.

Fonte: Conecte Comunicação – Eliane Tanaka

Escolha de tecnologias adequadas é fundamental para a transformação digital das empresas

Grande volume de informações só será aproveitado pelas corporações que optarem pelas ferramentas corretas para melhorar suas operações e processos

* por Alexandre Azevedo, Head da TOTVS Private

Especialistas em aviação dizem que um Boeing 787 Dreamliner produz 1 terabyte de dados em cada voo. Veja bem, esse é apenas um simples exemplo da imensa quantidade de informação que circula ao redor da sua empresa. Agora, acrescente a isso a previsão de que até 2020 o mundo terá 50 bilhões de dispositivos conectados à internet. É, de fato, muita coisa! Como aproveitar esse colossal volume de dados e transformá-lo em negócios para sua companhia? A resposta passa por adaptar e preparar sua organização para o processo de transformação digital que já está em curso e a pleno vapor.

Alexandre Azevedo, Head de TOTVS Private

A transformação digital impacta nossas vidas de diferentes maneiras e ocorre em todas as esferas da sociedade. Por conta disso, é mandatório que empresas de diferentes setores e portes acompanhem esse movimento. Além disso, é importante ressaltar que a transformação digital não se trata apenas da adoção de novas tecnologias, embora este seja um vetor primordial. Trata-se de uma mudança na visão do negócio, que se apoia no uso de recursos tecnológicos.

Há muitos caminhos para conduzir esse processo. Um exemplo é a transformação de sistemas, antes acessados apenas no desktop, em aplicativos, possibilitando o acesso às informações a qualquer hora e de qualquer lugar. Economia de custo e ganho de tempo são drivers importantes neste caso. Tempo, inclusive é um dos grandes pontos da transformação digital, pois é um dos ativos mais importantes no mundo de hoje.

Portanto, racionalizar processos e diminuir o tempo gasto em qualquer atividade são alguns dos segredos para a transformação digital. Nos bancos, por exemplo, está havendo um movimento para reduzir o tempo gasto na abertura de contas. Muitos deles, inclusive, já permitem que isso seja realizado 100% pela web, o que agiliza a operação e melhora a experiência oferecida ao cliente.

No entanto, diante de uma infinidade de tecnologias disruptivas as empresas ainda têm dúvidas sobre quais delas contribuirão para o aprimoramento de suas rotinas ou operação. Ainda é comum, em grandes corporações, cada área de negócio escolher a tecnologia que melhor se adapta à sua realidade. Isso pode levar uma empresa a ter diferentes fornecedores, o que pode acarretar em problemas de interoperabilidade, embora a integração de sistemas ou linguagens distintas não é mais tão crítico como no passado.

De qualquer forma, é importante ressaltar que não existe certo e errado na escolha das tecnologias mais adequadas para a transformação digital. O que existe, na verdade, é a necessidade de entender o mix de sistemas e aplicações mais coerente às demandas da sua organização. É isso que deve direcionar essa escolha. E a melhor maneira de fazê-lo é de forma conjunta, avaliando as necessidades de todas as áreas de negócio.

O avanço das empresas está relacionado à maneira como as novas tecnologias serão utilizadas. Algumas tendências, contudo, são claras: como a Internet das Coisas (IoT), Big Data e mobilidade. Fazer uso delas é fundamental, desde que alinhado às necessidades do seu negócio.

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Artigo trata dos pecados da era digital

7 pecados capitais da era digital

por Paulo Marcelo, CEO da Resource

A Transformação Digital, embora muito divulgada, estudada e debatida, está em construção. A sociedade já é digital e as empresas ainda não. Por isso, merece todo o cuidado para que seja bem-sucedida. É muito importante contar com um parceiro que ajude o cliente a conduzir essa jornada de maneira assertiva, promovendo o engajamento de todos os colaboradores, com o comprometimento do board da empresa. O sucesso dessa transformação depende fundamentalmente das pessoas.

Dessa forma, o cliente dessa nova era, empoderado, contrata mais do que serviços ou soluções, ele quer resultados. E para que eles sejam atingidos, é preciso conhecer algumas armadilhas que podem comprometer o nível de excelência do digital. Listei a seguir sete entraves que devem ser evitados.

1- Não integrar a visão corporativa à estratégia digital
A construção da estratégia digital deve permear todas as áreas de negócio e integrar a estratégia da corporação. É preciso ter clareza sobre onde a empresa pretende chegar, desenhar uma jornada de Transformação Digital e integrar esse plano à visão da companhia. Todos devem unir esforços para uma ação conjunta com um objetivo comum: modernizar processos, produtos e serviços para colocar a corporação em linha com as atuais expectativas de clientes e parceiros. A transformação não acontece sozinha e visa fortalecer a competitividade e o posicionamento da empresa.

Paulo Marcelo

2- Não ter o comprometimento do CEO e do C-Level
Contar com o apoio do CEO na construção de uma estratégia digital não é mais o suficiente para o sucesso. É preciso contar com a sua liderança e o comprometimento efetivo do C-Level. É fundamental também priorizar e sustentar continuamente os investimentos, além de medir resultados. Somente dessa forma, a empresa será bem-sucedida na integração da sua cultura ao digital. CEO e C-Levels devem estar engajados na promoção do conhecimento aos seus colaboradores, participar ativamente de eventos que objetivam disseminar a nova cultura. Bons exemplos trazem incentivo e credibilidade.

3- Não contagiar as pessoas com a nova cultura
As mudanças na cultura da empresa para um modelo de evolução digital requerem a modernização de processos que muitas vezes esbarram em resistências. Portanto, é importante contagiar as pessoas com a cultura digital, mostrando todos os benefícios que esse novo modelo pode proporcionar no desenvolvimento de suas funções. Dessa forma, é possível evitar a formação de silos de evolução e estender a transformação para todas as áreas da empresa. A comunicação é essencial para garantir uma adesão consistente e ganhar a confiança de todos.

4- Não fortalecer as competências para a nova era
A transformação digital trouxe a necessidade de agregar novas competências para atingir os objetivos de negócios 4.0. Essa renovação não significa necessariamente uma ruptura com o modelo existente. A estratégia é unir todas as competências do time da casa, trazer novas, investir em talentos, preservando a essência da companhia. A execução de uma estratégia digital acontece por meio da motivação das pessoas, que usam a tecnologia para alcançar resultados com mais eficiência.

5- Não buscar o simples e cair na armadilha do complexo
Este é um dos maiores pecados em uma estratégia de transformação. Um dos protagonistas da era digital é a metodologia Ágil, que proporciona a realização de entregas rápidas, por meio do conceito de MVPs (Mínimo Produto Viável). Essa vantagem de poder aumentar a quantidade de novas versões disponibilizadas aos clientes permite que erros apareçam mais rapidamente e, ao mesmo tempo, sejam solucionados na mesma velocidade. Assim, é possível simplificar o desenvolvimento e acelerar ainda mais o compromisso com as entregas.

6- Adotar todo e qualquer tipo de tecnologia sem planejamento e avaliação de necessidades
Quando a decisão de construir uma estratégia digital é tomada, é preciso, primeiramente, avaliar o cenário atual e os principais objetivos que a empresa pretende atingir com as mudanças. A Transformação Digital não é um remédio para todas as dores do negócio. Definido o desenho da jornada digital, é hora de agregar as tecnologias que irão contribuir para o seu sucesso. Não se pode cair na armadilha de querer adotar todas as inovações que não estejam diretamente relacionadas com as necessidades de modernização dos negócios e, consequentemente, dos seus resultados.

7- Não eleger Agentes de Transformação Digital
Dependendo do porte e da atuação da empresa, é muito importante eleger Agentes da Transformação Digital, originados do time de C-Levels da companhia. Eles serão fortes aliados do CEO no compromisso de permear a nova cultura em toda a companhia e manter todas as pessoas informadas e engajadas. Os agentes devem trabalhar para que a Transformação Digital seja implementada em ciclos rápidos e cuidar para que os investimentos sejam constantes no digital. Dessa forma, o processo será consistente, contínuo, executado, aferido e controlado.

Fonte: Gabriel Cruz – Planin Comunicação