Museu tem gente nova na equipe

Museu Felícia Leirner tem novo estagiário de comunicação

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Felipe Gustavo, estudante de quarto semestre de publicidade e propaganda da Unitau é o novo estagiário de Comunicação e Marketing do Museu Felícia Leirner/Auditório Claudio Santoro em Campos do Jordão.

Ele passa a dar expediente esta semana e reforça a equipe de comunicação do cliente.

Felipe assume como estagiário de comunicação e marketing

Felipe assume como estagiário de comunicação e marketing

No mercado de produção de vídeo em Sampa

Encarando Sampa

Juliana Freitas formou-se ano passado em publicidade e propaganda pela Universidade de Taubaté e já bateu as asas em direção ao mercado da capital paulista.

A jovem publicitária está batalhando firme para enfrentar o concorrido mercado e atuando como Assistente de Atendimento na Vapt Filmes.

Conheça mais sobre a Vapt Filmes aqui.

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Coluna “Discutindo a relação…”

Ensinar a ser criativo. Ser criativo ao ensinar

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A coluna “Discutindo a relação…” deste mês calhou de cair bem no Dia dos Professores. Prato feito para falar do ensino superior de propaganda e das suas consequências para o mercado.

Há clareza de que tudo mudou no mercado de comunicação nos últimos 20 anos. E o que não mudou ainda, por pura resistência e teimosia de alguns players, mudará. H.á necessidade de busca por novas práticas, novos modelos de atuação, novos profissionais.

E o ensino de propaganda? Mudou? Acompanhou a mudança radical de cenário? Não em todos os casos… Infelizmente.

Boa parte do que vi e vejo ao longo deste 24 anos de atuação como professor em cursos superiores de propaganda (Unitau, UBC e Cásper Líbero) e em passagens por módulos de pós graduação aqui e ali indica que repetimos modelos e vícios do mercado no ensino de propaganda nas faculdades.

É claro que temos que ensinar o básico. Temos que mostrar o modelo que surgiu a mais de 50 anos. Mais temos também que ensinar a pensar de modo diferente. Ensinar que novos modelos de atuação publicitária podem e devem ser testados. Que o modelo testado e aprovado há 50 anos já não funciona tão bem. E que por conta disso nossa atividade perde relvância. E a crise atual só amplia esse problema.

Mais do que ensinar modelos, roteiros, fórmulas, apostilas de dicas e de “como fazer” devemos ensinar a pensar a partir de conceituação e fundamentação fortes.

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Temos que descobrir novas maneiras de ensinar. Como cobrar que nosso aluno seja criativo, inventivo e inovador se o que ele vê, ouve e anota nas salas de aula nada tem disso tudo?

Tudo mudou no cenário de comunicação e muito desta mudança se deve ao fato de que as pessoas mudaram. Alunos são pessoas. Óbvio! Então, meus caros, os alunos de hoje são totalmente diferentes dos alunos de 20 anos atrás. Temos que ensinar de modo diferente. Temos que ensinar de um modo mais atrativo, sedutor, criativo, inventivo, desafiador.

É fácil?! De modo algum. É bem mais difícil…Mas como sempre digo aos alunos que reclamam que determinado trabalho ou exercício é difícil: se fosse fácil qualquer um faria.

Parabéns, professores de propaganda pela data de hoje. Temos motivos para comemorar. Mas temos muito o que refletir. Para ter um mercado melhor precisamos entregar a este mesmo mercado profissionais melhores. Gente que reflete, analisa, propõe, cria e modifica.

Simbora fazer!

Alunos da Universidade de Taubaté criam Rede Social

No começo, o projeto era apenas para o TCC. Hoje, a ideia está muito além

Alunos do último ano do curso de Sistemas de Informação da UNITAU estão desenvolvendo uma nova rede social, chamada Dreampper. É uma rede de entretenimento, direcionada para pessoas que gostam de séries de TV, de jogos e de literatura! Sim, literatura. A rede social é também voltada para leitores e escritores.

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O projeto, na realidade, começou apenas com uma ideia para o trabalho de conclusão de curso (TCC), porém os alunos queriam mais, então resolveram expandir a equipe. Atualmente, o projeto conta com uma design do Rio de Janeiro, outra de Niterói e outra de Brasília, com o intuito de lançar o projeto em uma escala maior.

“No começo, o meu orientador me deu várias ideias, porém, eu sempre quis ter algo para chamar de meu, então eu criei a Dreampper”, conta o aluno Felipe Santana, criador da rede social.

O diferencial da Dreampper é que o usuário pode encontrar características de grandes redes sociais, porém com conteúdos mais elaborados. Ela é separada em dois níveis, a primeira será liberada para pessoas publicarem conteúdos em geral, e a segunda parte é para pessoas criarem álbuns de entretenimento.

Felipe conta que sempre gostou de redes sociais e o curso de qualidade que faz o ajuda muito. “Eu sempre gostei de redes sociais e, no mundo de hoje, quando você faz um curso de qualidade como o meu, você quer ter um destaque. Criando uma rede social, terá que passar por várias partes da tecnologia e com certeza isso é um diferencial”, finaliza o aluno.

Fonte: Luciana Oliveira – ACOM/UNITAU