Com imenso pesar, o Colinas Shopping e familiares comunicam a morte do empresário e filantropo Ronald Guimarães Levinsohn. Aos 84 anos, ele morreu no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (27), às 8h25, no Hospital Copa Star, por falência múltipla de órgãos.
Ronald Levinsohn
Nascido em 9 de outubro de 1935 na cidade de Rio Grande (RS), Levinsohn foi um dos principais empresários e investidores do mercado financeiro no Brasil, nos ramos imobiliário, educacional e do agronegócio.
Aos 17 anos, Levinsohn se mudou para os Estados Unidos, onde estudou Finanças. Após a graduação, já noivo de Henriqueta, com quem permaneceu casado até a morte, Ronald começou a investir na Bolsa de Valores de Nova York.
Ao retornar ao Brasil, também manteve investimentos no mercado financeiro e imobiliário. Em 1975, associado a Rodman Rockfeller, Levinsohn chegou a São José dos Campos, quando planejou o empreendimento imobiliário Cidade Vista Verde, na zona leste da cidade. Depois, vieram outros dois condomínios, Jardim Colinas e Jardim do Golfe, e o Colinas Shopping – que foi o primeiro shopping da cidade planejado como um mall desde a concepção do projeto, antes da construção.
Levinsohn também foi presidente do Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro, instituição educacional e filantrópica fundada em 1969 e que durante décadas foi um exemplo de excelência em ensino superior. Com diversos cursos de graduação nas áreas de humanas, exatas e biológicas, além de pós-graduações lato sensu e stricto sensu, foi a terceira maior universidade privada do Rio de Janeiro e chegou a ter 35 mil alunos matriculados no mesmo ano.
No agronegócio, é reconhecido em Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, pela contribuição ao progresso da cidade, com investimentos em infraestrutura, como estradas, tratamento de esgoto e energia elétrica, e pelo trabalho à frente do Condomínio Cachoeira do Estrondo, um dos maiores produtores de soja, milho e algodão do país. Em 2014, Levinsohn produziu o livro “Formosa do Rio Preto – Ontem e Hoje”, distribuído aos moradores da cidade.
Levinsohn estava internado há 11 dias, diagnosticado com fibrose pulmonar. Ele deixa esposa, Henriqueta, duas filhas, Cláudia e Priscilla, dois netos e três bisnetos.
ACIT divulga pesquisa sobre comportamento dos consumidores em relação à compra de material escolar
A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa junto aos consumidores da cidade que tem filhos em idade escolar ou são estudantes, para saber qual é o comportamento em relação as compras de material escolar.
Dentre os entrevistados, a maioria era composta pelo sexo feminino (57,1%), sendo a maior parte com faixa etária entre 25 a 40 anos (33,8%) e entre 41 a 60 anos (31,9%). Em relação a renda familiar, 55,2% está na faixa entre “R$ 2.000,01 a R$ 3.000,00”, 30,5% entre “R$ 3.000,01 a R$ 4.000,00”.
Obs: Os dados divulgados na arte estão somados em algumas categorias, por isso estão diferentes do texto, onde estão divulgados de forma mais detalhada.
Das pessoas que tem alguém em casa que está em idade escolar, 52,7% estudam em escolas públicas, 22,3% em escolas particulares, 11,2% em escolas estaduais, 0,4% tem pessoas que estudam na faculdade. Somente 13,4% deles não tem ninguém estudando.
Quanto a necessidade da compra de material escolar, 64,5% disseram “sim”, que terão que comprar, 20,4% disseram “não”, 7,8% disseram que já compraram e 7,3% disseram que a própria escola fornece.
Uma das preocupações da pesquisa era levantar como os consumidores se preparam para esse período, se fazem alguma reserva e se pesquisam preços. Sobre um planejamento financeiro para as compras, 37,4% manifestou que faz isso “às vezes”, 36,2% “quase sempre”, 15,3% “sempre”, 9,2% “raramente” e 1,8% “nunca”.
Sobre a frequência com que as pessoas fazem a pesquisa de preço antes da compra, 42,3% disse “quase sempre”, 29,4% “sempre”, 26,4% “às vezes”, 1,2% “nunca” e apenas 0,6 respondeu “raramente”.
Desses, mais de 90% realizam ou preferem realizar suas compras nas lojas físicas, e a justificativa para esse comportamento é porque eles gostam de ver o produto ou porque não gostam de esperar a entrega. Além disso, 12,4% dos consumidores acredita que as lojas físicas oferecem maiores promoções e descontos.
Em relação reaproveitam o material escolar que sobrou no ano anterior, a maioria (89,6%) respondeu que sempre reutiliza. Já a compra coletiva não é usual entre os entrevistados.
Os gastos são também uma preocupação, e a previsão da maior parte dos consumidores (43,8%) em relação ao ano passado é gastar menos, 32,5% disseram que pretender gastar a mesma quantia e 23,8% acreditam que vão investir mais. Esse comportamento se confirma porque ao serem questionados porque pretendem gastar menos, 37,0% disseram que estão sem dinheiro e 22,5% disseram que estão reduzindo custos. O preço continua sendo o grande chamariz para a venda, seguida por promoções e sorteios
Quanto aos valores, as faixas seguem a seguinte porcentagem: 38,8% espera gastar “de R$ 100,01 a R$ 200,00”, 28,1% entre “R$ 200,01 a R$ 300,00”, 18,8% “até R$ 100,00”, 13,8% entre “R$ 300,01 a R$ 400,00” e apenas 0,6% espera gastar “de R$ 400,01 a R$ 500,00”, e a preferência (63,8%) é para pagamento à vista e em dinheiro (31,8%).
A pesquisa foi realizada pela FAPETI (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação da Universidade de Taubaté) no período de 14 a 20 de janeiro de 2020 e foram entrevistadas 210 pessoas. A margem de erro é de seis pontos percentuais para mais ou para menos.
Com modelos nacionais e importados, fabricados até o ano de 1990, um encontro de carros antigos vai reunir diversas marcas em mais uma edição no Shopping Pátio Pinda, que acontece neste domingo (26), a partir das 9h, no estacionamento do centro de compras e lazer. Entre os modelos disponíveis ao público estarão Dodges – com seu motor V8 –, Opalas, Fords das décadas de 1920 e 1930, Pumas e MP Lafer.
Além da exposição, os clientes do shopping poderão conferir também um tradicional “mercado de pulgas” – estandes com peças e acessórios exclusivos para autos antigos. Muitos colecionadores encontram nesses locais aquele item especial que estava faltando para concluir a restauração de um veículo. “Os encontros reúnem apaixonados por carros, pessoas que não medem esforços para recuperar e restaurar, deixando-os como ‘novos’, explica Aldo Fusco, presidente do CAAT e um dos organizadores do evento.
Serviço
Encontro de carros antigos
Data: domingo (26)
Hora: a partir das 9h
Em 2018, o e-commerce brasileiro registrou 123 milhões de pedidos e obteve um faturamento de R$ 53,2 bilhões, segundo Webshoppers 39 – Ebit|Nielsen. Já o primeiro semestre de 2019 apresentou crescimento de 20%, ante 8% registrados no mesmo período do ano anterior, mostrando o potencial e crescimento do segmento.
A Black Friday de 2019, considerada a segunda data mais importante do varejo, gerou mais de R$ 3,87 bilhões em compras no e-commerce. De início era um segmento dominado apenas por grandes players de mercado como, por exemplo, Walmart, Carrefour, Mercado Livre, mas com o passar do tempo qualquer empresário, por menor que fosse, conseguia investir em um e-commerce.
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Depois veio o “boom” dos e-commerces de nicho, lojas virtuais que vendem apenas um tamanho de sapato, só acessórios, ou cases para celulares etc. Ainda sim, o e-commerce no Brasil é relativamente novo, com menos de três décadas de existência, a cada ano apresenta um novo e grande potencial de crescimento, mesmo em tempos de crise.
Mobile cresce
De acordo com a pesquisa da Webshoppers, aproximadamente 43% dos pedidos são feitos via mobile. Ou seja, isso significa que futuramente, cada vez mais pessoas vão realizar os seus pedidos via mobile. Estima-se que em 2020 mais de 70% das vendas dos e-commerces serão feitas via celular.
Mas para que isso se torne uma vantagem para o negócio e não um problema, o site precisa ser responsivo e focado na experiência do usuário (UX). Para ter certeza que o site está otimizado para o mobile, a navegação deve ser intuitiva e o tempo de carregamento das páginas, menor.
O futuro: aplicativos
Desenvolva um aplicativo. Em relação aos aplicativos, de acordo com o estudo da Criteo (2018), a taxa de conversão de vendas é 3x maior nos aplicativos em relação ao mobile web. Ou seja, é um movimento que está ganhando o mundo e em breve chegará ao Brasil.
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Omnichannel
Oferecer diversos canais de atendimento para o consumidor é uma tendência de mercado antiga, mas que se tornou uma obrigação para o empreendedor que busca se destacar e continuar crescendo.Neste contexto, aproveite a utilização de canais de atendimento com opção de contato via Whatsapp Business, redes sociais, sac, e-mail.
Assistentes virtuais
Segundo a pesquisa da Freshworks Inc. feita em parceria com a Toluna, “Novas regras de engajamento do consumidor – Brasil”, mostra que 70% dos consumidores interagem com chatbots e mais de 80% deles se dizem satisfeitos com a resposta e o atendimento recebido.
Na busca da rapidez e praticidade, os consumidores se acostumaram rapidamente com o atendimento realizado por chatbots automatizados e bots de atendimento inteligentes. Apostar na utilização de bots de atendimento é uma estratégia interessante, que pode poupar tempo e dinheiro da empresa.
Compra online, retira na física
De acordo com pesquisa realizada pela Provokers facilidades mobile, experiência do site e opções multicanais são indispensáveis nas compras online. Destes atributos, cerca de 42% dos consumidores buscam por opções multicanais como retirada na loja e tempo de entrega favoráveis.
Muitas empresas têm investido cada vez mais na otimização do processo de logística através da utilização de “pontos de retirada” de mercadoria. Dessa forma, surge um novo modelo de negócio, em que a descentralização do processo de logística e interconexão entre o mercado online e offline está cada vez mais presente.
Descrições de produtos é passado
“Outra previsão para o futuro do e-commerce é que as descrições de produtos como conhecemos hoje se tornarão obsoletas. Desconsiderando o fator SEO e pensando apenas na experiência do consumidor, a grande tendência é que os vídeos tomem conta das descrições de produto.”, menciona o CEO da Dr. e-commerce, Thiago Sarraf.
Afinal, qual a grande finalidade da descrição de produtos para o consumidor? Além de especificar medidas, cores e materiais de fabricação, é a aplicação destes produtos na vida dos consumidores. Para um e-commerce de moda, por exemplo, um vídeo se torna muito mais útil e interessante para a consumidora, em questão de combinações e caimento da peça.
Não quer dizer que as descrições escritas possam ser deixadas de lado. Afinal, ainda é uma grande ferramenta de SEO e busca para o Google. Além disso, caso o consumidor não tenha tempo para assistir o vídeo, a leitura da descrição supre a necessidade e incentiva a venda.
Uma imagem vale mais que mil palavras: vídeos
De acordo com o Google Advisors, cerca de 53% das pessoas buscam produtos no Google e logo após acessam vídeos para saber mais antes de comprar.
As pessoas não pensam em search e vídeos de forma separada, por isso, é interessante que o site do varejista conte com vídeos informativos, pois uma vez que o consumidor tenha em mãos a oferta de compra + informações relevantes, à tomada de decisão de compra é mais efetiva.
Por isso, com essa mudança no comportamento do consumidor, tenha certeza de incluir tudo o que o cliente precisa saber, isto é, como usar, porque o consumidor precisa daquele produto e todos os detalhes que possam incentivar a compra.
Efeito Amazon e Outros efeitos
Considerado o primeiro e-commerce dos Estados Unidos, a Amazon é um player gigante no mercado de marketplaces. Há uma boa chance de que se a Amazon faz algo, você deva fazer também. O nome que deram para isso foi o Efeito Amazon.
Monitore também a concorrência, mas não copie todas e quaisquer estratégias que o concorrente implementar, o importante é ficar de olho no seu público e como ele está reagindo a determinado fator.
Frete grátis, promoções, ofertas… não podem simplesmente serem aplicados sem qualquer tipo de planejamento. Quem te garante que o concorrente não está perdendo dinheiro com as promoções loucas? A dica principal aqui é ficar atento às tendências dos grandes e, quando fizer sentido para o seu negócio, colocá-las em prática também.
“De maneira geral, o efeito Amazon é um dos grandes indicadores de tendências para o futuro de e-commerce. O mobile commerce vai ultrapassar as vendas por desktop e as tradicionais descrições de produtos se tornarão obsoletas. É importante observar o comportamento do consumidor e se adaptar às novas tecnologias que facilitam a vida do cliente. Faça pesquisas, mantenha-se informado e acompanhe as transformações, fazendo isso, seu negócio terá uma chance muito maior de continuar competindo no jogo do mercado de e-commerce.”, conclui Sarraf.