Estudo aponta que brasileiro prefere compra on line na Black Friday

Black Friday: 62,96% dos brasileiros preferem compras online por medo do contágio da COVID-19, revela pesquisa da Conversion

Segundo o estudo, evento deve crescer 14,7% este ano no e mais da metade dos consumidores pretende comprar algum item de proteção ao novo coronavírus nesta edição

Segundo pesquisa da Conversion, agência de Search Engine Optimization (SEO), 62,96% dos consumidores brasileiros vão fazer compras somente pela internet nesta Black Friday pelo por medo do contágio da COVID-19 nos estabelecimentos físicos.

De acordo com o estudo , que entrevistou 400 brasileiros conectados à internet para saber quais são as expectativas do consumidor para a Black Friday 2021, a edição deste ano no Brasil promete ser o maior evento já registrado desde o lançamento da data comemorativa no País, com um crescimento na intenção de compra de 14,7% em relação à 2020.

Imagem de Gerd Altmann do Pixabay

“Estes dados mostram que, apesar da reabertura de algumas cidades já ter sido totalmente concluída, como São Paulo, por exemplo, a maior parte da população ainda possui algum receio com relação à pandemia”, comenta Diego Ivo, CEO da Conversion.

A pesquisa também avaliou o valor médio que os consumidores estão dispostos a gastar com compras na na Balck Friday de 2021. Mais da metade, 55,84% dos entrevistados afirmaram que pretendem adquirir produtos e serviços cujos preços variam entre R$ 500 e R$ 3 mil.

“Ainda que a maior parte deles (29,06%) chegue somente até R$ 1 mil, o valor pode ser considerado alto, um número que expõe uma gradual melhora na situação financeira da população economicamente ativa do País”, aponta Ivo.

Segundo o estudo, as compras para o Natal também lideram as intenções, e 86,04% dos consumidores assumiram usar a Black Friday para garantir os presentes de final de ano, tendo os mais presenteados os familiares próximos, com as maiores intenções de presentes indo para cônjuge (esposo e esposa) e filhos.

Celulares e eletrônicos lideram intenções de compra

Este ano, o item mais desejado pelos consumidores são os telefones celulares, com 66,67% das intenções de compra, seguidos pelos eletroeletrônicos em geral, com 60,68% das preferências, moda e acessórios (47,58%) e calçados (40,46%)

“Embora o ano de 2020 tenha sido um marco no comércio eletrônico, justamente pela crise sanitária e pelo o fechamento do comércio físico em diversas cidades do país, este ano, no entanto, podemos esperar um varejo virtual mais maduro, com as lições aprendidas no último ano. As atenções do consumidor agora se voltam às compras online por escolha própria, por mais segurança no digital e mais comodidade”, explica o CEO da Conversion.

Segundo o executivo, o medo de fraudes nesta Black Friday diminui em relação ao ano passado, mas a segurança ainda é fator determinante. “Quando perguntados sobre o medo de fraudes, 80,63% dos consumidores afirmaram possuir algum”, revela.

Estudo completo sobre a Black Friday 2021 aqui

Fonte: TOTUM Comunicação – Thiago Nassa

Campanha de Dia das Mães e e-commerce no Buriti

Buriti Shopping Guará lança campanha de Dia das Mães e site de compras on line

“O Dia das Mães é uma data muito especial e não podemos deixar de comemorar e agradecer por todo carinho. Por isso, mesmo com os desafios de distanciamento social, nós estamos buscamos iniciativas que nos aproximem das famílias da região e que também ajudem nossos lojistas, dando suporte às vendas e contribuindo com a segunda data mais importante do setor” afirma a responsável pelo marketing do shopping, Bruna Marcon.

Pensando neste momento delicado de pandemia, o centro de compras e lazer, conta agora com uma grande novidade para presentear as mães neste mês especial: o seu próprio site de compras online. Comprar calçados, roupas, perfumaria ou qualquer outro item “desejo” nas melhores lojas nacionais, como Imaginarium e Melissa, em apenas um clique, é a proposta do novo marketplace da parceria entre Lumine e da Terral. O site de compras online, une em um só pagamento, a compra das marcas escolhidas – e o melhor de tudo: o cliente pode decidir entre receber em casa ou retirar na loja.

O e-commerce, aliás, nunca vendeu tanto, conforme recente levantamento Nuvemshop, divulgado em janeiro. O volume de pedidos triplicou de 2 milhões em 2019 para 6 milhões em 2020 e a modalidade de vendas, que antes ocupava 5% do varejo do Brasil, passou a ser responsável por uma fatia de 10%, uma aceleração histórica.

Houve um crescimento de 36% do e-commerce e da compra híbrida e de acordo com pesquisa da Ebit|Nielsen, existe um fortalecimento dos marketplaces e um aumento dos consumidores. E a nova tendência já mostrou que veio para ficar. A facilidade na compra, sem precisar acessar o e-commerce de diversas marcas, é o grande destaque, pois ao clicar, basta escolher as marcas que desejar, comprar e fazer um único pagamento.

Para consultar as lojas que já estão fazendo suas vendas online, basta acessar o site: compras.buritishopping-guara.com.br.

CAMPANHA “AMOR PREMIADO”

Além disso, a cada R$100,00 em compras realizadas no Buriti, o cliente tem direito a 01 número da sorte para concorrer a 02 Vales-compra de R$10 mil reais para serem gastos nas lojas do shopping e 07 Vales-compra de R$500 reais que podem ser gastos na loja Di Gaspi, patrocinadora da campanha.

As trocas deverão ser realizadas através do aplicativo do shopping, que pode ser baixado pela Apple Store ou Google Play. Compras realizadas no shopping de segunda à quinta, valem o dobro (02 números da sorte). A promoção é válida a partir de 29 de abril e vai até o dia 13 de junho.

Serviços:

Buriti Shopping Guará

Horário de funcionamento: Segunda a sábado, das 11h às 19h e domingos e feriados, das 13h às 19h.

Praça de alimentação: Aberta, todos os dias, das 11h às 19h.

Fonte: marketing do Buriti Shopping

A evolução do e-commerce é agora

*Por Núbia Mota

Não é novidade que o varejo on-line ganhou ainda mais relevância diante da pandemia de covid-19. Com estabelecimentos fechados ou funcionando com restrições, além da adoção do home office, é natural que as pessoas passem a utilizar mais o e-commerce. Na verdade, até aqueles consumidores que não tinham experiência nesse meio tiveram de se adaptar — segundo pesquisa da Neotrust/Compre&Confie, 5,7 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela internet entre abril e junho deste ano.

Esse aumento de consumo no mundo on-line provocou expansão do próprio e-commerce para novos formatos de compra que transformam a jornada do consumidor. Logo, os lojistas que acompanharem as tendências e se adaptarem bem às diversas tecnologias disponíveis estarão à frente dos concorrentes quando essas mudanças se consolidarem. Ter um pé no futuro é importante para garantir a inovação contínua, que permite a criação de melhores experiências para os consumidores.

Image by justynafaliszek from Pixabay

Já muito comum nos Estados Unidos, a compra por comandos de voz no móbile, por exemplo, ainda não se popularizou aqui no Brasil, mas é uma tendência forte, pois o país já tem mais smartphones do que desktops.

Para pôr em prática as compras por voz, é preciso, primeiro, ter um site responsivo, com navegação própria para móbile. Muitos varejistas ainda não fazem isso porque o celular é um dispositivo usado mais para pesquisa, e não necessariamente traz conversão. Os consumidores podem, por exemplo, pesquisar uma peça de roupa enquanto assistem à TV, mas comprar apenas depois, via desktop. Além disso, as plataformas precisam ser flexíveis para permitir a integração com comandos de voz.

Apesar dos desafios, já existem empresas no Brasil inovando e adotando esse formato como o aplicativo Auto Busca, da Ford, que integra o comando de voz na plataforma.

Já os populares chatbots nem sempre oferecem uma boa experiência de compra. Quem nunca precisou tirar uma dúvida e tentou falar com um chatbot que não trazia as informações necessárias? É muito frustrante encontrar um meio que deveria facilitar o processo de compra, mas, em vez disso, se torna uma barreira. Se não forem bem desenvolvidos, os chatbots vão acabar gerando uma experiência ruim, em vez de ajudar os clientes.

Para criar um bom chatbot é preciso ter em mente que eles funcionam melhor para tarefas básicas, como consultar o status do pedido. Assim, eles são muito úteis para otimizar as operações, mas nem tanto quando o cliente precisa de um atendimento mais completo. A melhor forma de utilizar chatbots é desenvolvendo-os para executar tarefas operacionais, a fim de permitir que a equipe foque nas questões que necessitam de interação humana.

Outro formato que está se popularizando nas redes sociais é o de compras por vídeo, uma vez que já temos marcas nascendo primeiro nas redes sociais. É uma forma relativamente simples e barata de estruturar os negócios, e as próprias plataformas passaram a fornecer ferramentas para facilitar o comércio eletrônico, como o Facebook Marketplace e o recurso de compra dentro do Instagram. Ao todo, 100 milhões de pessoas assistem algum evento online no Instagram ou Facebook por dia, segundo dados da própria empresa.

Esse modo de venda é interessante porque traz maior interação e visibilidade do produto em uso ao mesmo tempo em que não requer uma grande produção — na verdade, ele traz uma aderência melhor quando é mais “natural”. Às vezes, simplesmente ver um influenciador usando determinado produto em um vídeo no story é o bastante para fazer um consumidor se interessar por ele. É um formato que funciona muito bem para lojistas com um público jovem.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

O comércio eletrônico brasileiro cresceu 47% no primeiro semestre de 2020 em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, segundo o relatório Webshoppers. Em um ambiente digital cada vez mais relevante e competitivo, os varejistas que conseguirem inovar e oferecer experiências únicas e excelentes são os que vão se destacar. Claro, nem todas as tecnologias são adequadas para todos os segmentos do varejo. É importante sempre avaliar o que faz sentido para sua marca e para o consumidor.

É preciso sair da caixa e desenvolver algo novo, porque é o mindset das pessoas que barra a inovação. A tecnologia está sempre à frente — ela já existe e está pronta para ser potencializada, adaptada e transformada. Só precisamos saber utilizá-la para inovar e nos desenvolver continuamente. O que é tendência agora será comum no futuro.

*Núbia Mota é Head de Marketing e Novos Negócios da Magento Commerce

A importância de uma plataforma de e-commerce

por Luciano Furtado C. Francisco*

Um dos assuntos mais falados de 2020 foi o comércio eletrônico, devido à covid-19. Com a mobilidade mais restrita por conta do receio de contágio, houve um aumento expressivo, muito maior do que seria normal, nas compras online. Muitas pessoas que não tinham o hábito de fazer compras pela internet, ou o faziam raramente, passaram a ser e-consumidores mais regulares. Os que já faziam, aumentaram a frequência de consumo pela rede.

O ponto em comum em tudo isso: qualquer compra no comércio eletrônico acontece por meio de uma plataforma de e-commerce.

Mas antes de entrar mais diretamente no assunto da plataforma, cabe dizer que só é considerada uma transação de e-commerce aquela em que todos os passos ocorrem eletronicamente, inclusive o pagamento. E às vezes até a entrega, no caso de um produto digital, como um e-book, por exemplo. Aquele produto que você viu pela rede social, entrou em contato com o vendedor, combinaram o negócio, você transferiu o dinheiro pelo home-banking e mandou o comprovante por e-mail não é e-commerce, ok?

Ou seja, a plataforma é um software que funciona na nuvem e pela internet, baseado num endereço www (URL). Unifica num só sistema todas as funções de uma transação de comércio eletrônico e isso permite que você não tenha que usar várias ferramentas para fazer uma compra à distância. Tudo que precisa está nela: vitrines, organização por departamentos, informações dos produtos (com fotos, descrições, vídeos), formas de pagamento, transportadoras etc. De quebra, permite que os compradores se cadastrem, facilitando compras futuras. Portanto, ela faz com que uma transação de comércio eletrônico aconteça de fato. É o coração do e-commerce, que não acontece sem uma plataforma.

Uma dúvida comum a todo empresário iniciante no e-commerce é saber qual tipo de plataforma é a ideal para ele. Essa não é uma resposta direta, vai depender de uma série de fatores. Mas aqui temos algumas perguntas básicas:

1 – A empresa deseja ter uma loja virtual própria? Isto é, quer ter um site onde funcione uma loja virtual com todos os recursos para compras online?

2 – Ou um site próprio não é necessário (ao menos no início)?

Bem, se o caminho é na pergunta 2, existem as alternativas de marketplaces e plataformas “C2C”, que provem toda a estrutura a quem queira vender online. Mas esse é um assunto para um próximo artigo.

Nesse vamos responder a quem deseja seguir na estratégia da pergunta 1. Temos três tipos de plataforma, cada uma adequada a uma realidade.

Plataforma Própria

É aquele site de comércio eletrônico desenvolvido e mantido pela empresa, que o constrói do zero. Logicamente, é direcionado para grandes empresas, que normalmente têm recursos e pessoal para esse desenvolvimento. Pois é um projeto de software, que, aliás, é complexo. A vantagem é que a empresa pode fazer uma loja virtual com tudo que precisa. A desvantagem é o tempo de construção e disponibilização.

Plataformas de Código Aberto

Existem vários módulos de e-commerce que se podem baixar na internet e usar para fazer uma loja virtual. Por exemplo, Magento, Wix, OpenCart etc. Apesar de ter um custo praticamente zero, deve-se ter algum conhecimento técnico para configurar e botar para rodar, assim a empresa pode ter de contratar profissionais especializados. Além da vantagem do custo zero, esses sistemas costumam ser altamente customizáveis e com muitos módulos (alguns pagos) para acoplar ao sistema para uma infinidade de funções. A grande desvantagem é a dependência de serviços de terceiros e uma certa limitação, se comparado aos outros tipos. Indicado para quem tem um orçamento apertado (às vezes, inexistente).

Plataformas Licenciadas

Há empresas que têm plataformas e licenciam seu uso a quem quer ter um e-commerce. Os sistemas já estão prontos, têm os recursos básicos e avançados e já te possibilitam a integração com os principais meios de pagamentos, transportadoras e outros sistemas, como ERPs e CRMs. Basta o lojista contratar, fazer os cadastros dos produtos e configurações básicas e começar a usar, pagando taxas mensais fixas, por venda, acessos (ou combinação disso tudo) à empresa que licencia a plataforma. Vantagens: rapidez de implantação, despreocupação com aspectos técnicos, que ficam a cargo da empresa dona da plataforma e possibilidade de customização. Desvantagens: atualizações e evoluções também são pela empresa da plataforma, o que pode limitar o lojista.

Assim, cada perfil de empresa se enquadra num tipo acima de plataforma. Pode-se também ir passo a passo, começando com uma plataforma de código aberto, passando para uma licenciada e, quem sabe, uma plataforma própria. Tudo depende da estratégia da empresa.

Antes de escolher, o empresário tem que pesquisar as várias formas e os fornecedores. Ver quais os recursos que cada uma vai lhe dar, pontos fortes e fracos, preços, conversar com outros usuários para saber o nível do serviço, enfim pesar uma série de critérios e então optar por uma. Não é uma decisão que se tome de um dia para outro. Afinal, não há marketing digital que dê jeito em uma loja virtual que funcione em uma plataforma com poucos recursos.

E por fim, não existe a melhor plataforma. O que existe é a plataforma mais adequada para a empresa.

*Luciano Furtado C. Francisco é professor do curso de Gestão do E-commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lorena Oliva