Monitoramento, fake news e público

Monitorar as redes sociais de sua marca pode ajudar no tratamento de fake news e a conhecer melhor o seu público

Por Renato Shirakashi*

O mundo atual é conectado e as conversas acontecem no ambiente digital, por isso, saber o que falam de sua marca é imprescindível para criar ações assertivas. Veja 5 razões para monitorar a sua marca e como tirar proveito disso.

Renato Shirakashi | Criador da Scup e General Manager da Sprinklr

Toda marca que tenha interesse em crescer e se consolidar no mercado precisa estar presente nas redes sociais. Palco de discussões de grande parte da sociedade, essas mídias assumiram um papel importante na divulgação e relacionamento entre a empresa e seus consumidores. O público começou a utilizar desses recursos para comentar sobre suas opiniões e gostos, e acompanhar o que é dito online se tornou imprescindível no processo de conhecer e entender os seus desejos.

Enquanto a criação e aplicação de uma pesquisa de mercado envolve altos gastos e muita demanda de tempo, monitorar o que dizem e opinam nas redes sociais por meio de plataformas como a Scup Social é um trabalho mais ágil, dinâmico, menos custoso e ainda ajuda as marcas a criarem ações imediatas para aproveitarem o que está sendo dito naquele exato momento.

Dentro deste cenário, não dá para não ter uma conta no Facebook, um usuário no Twitter ou um perfil no Instagram e não acompanhá-los cuidadosamente. Monitorar sua marca significa ter posse de informações valiosas. Isso por si só já justifica um monitoramento, mas ainda há mais razões para acompanhar de perto as métricas da sua empresa no mundo digital.

Identificar e tratar as fake news

As notícias falsas, também conhecidas pelo termo em inglês fake news, fazem cada vez mais parte do nosso dia a dia, e isso não é mais novidade. Até haver uma solução para acabar com essa tendência é necessário estar atento aos conteúdos publicados, sobretudo nas redes sociais. Sejam totalmente falsas, meias verdades ou notícias fora do contexto, um boato espalhado na internet pode comprometer a imagem de uma marca. Monitorar as redes sociais ajuda a identificar mais facilmente estas eventuais mentiras. Com uma ferramenta própria para isso é possível observar em tempo real a propagação dos conteúdos que mencionarem o nome da empresa ou termos relacionados e identificar quando uma fake news é publicada para poder desmentí-la em um curto espaço de tempo. Mas é importante relembrar: as ferramentas não detectam perfis e nem notícias falsas. Por isso é necessário estar sempre atento ao monitoramento.

Conhecer as ações dos seus concorrentes

Quando queremos saber algo sobre uma determinada marca, basta entrar em suas redes sociais. Lá é possível ter uma ideia da imagem que ela quer passar para os seus consumidores ou futuros clientes por meio dos comentários positivos, reclamações, o atendimento da empresa, quantidade de curtidas, serviços, promoções, campanhas etc. Mas sem uma ferramenta de monitoramento fica impossível acompanhar o que dizem sobre os seus concorrentes de forma prática e ágil. E conhecer as ações de quem compete diretamente com você é valido para entender melhor sobre o mercado em que atua, fazer benchmark, conhecer o seu próprio negócio e identificar oportunidades e mudanças.

Identificar o comportamento do público com relação a sua marca

As ferramentas de monitoramento de redes sociais devem, também, conter a possibilidade de analisar o sentimento da menção. Com isso é possível perceber se o posicionamento do público perante a sua marca é positiva, negativa ou neutra. Essa etapa é uma das mais importantes na avaliação e classificação das opiniões coletadas no monitoramento porque ajuda a estudar quais estratégias ou produtos funcionam para sua marca e o que pode ser melhorado ou contornado, e identificar como anda a saúde do seu produto ou serviço.

Evitar crises

Com um monitoramento de redes sociais é possível saber de todas as menções aos termos relacionados com o seu negócio — seja o nome da sua marca, do seu produto e até mesmo do seu concorrente. Dessa forma é possível saber quando alguém estiver falando sobre você ou sua área de atuação. Isso significa que fica mais fácil para a empresa identificar qualquer crise que venha a acontecer e contornar a situação rapidamente. Nada de ser o último a saber e ainda ter de lidar com uma bola de neve.

Identificar oportunidades

Ao monitorar uma marca, nada passa despercebido. Com a ferramenta certa, é possível saber toda vez que um consumidor mencionar o nome do seu negócio, independente se utilizarem o @ ou não. Dessa forma, a empresa pode não só responder os clientes que entram em contato diretamente, mas também aqueles que estão comentando aleatoriamente sobre a marca. Se alguém posta no Twitter que achou seu último lançamento incrível, mas está na dúvida se irá comprá-lo, por exemplo, o time pode respondê-lo com três razões imperdíveis para adquirir o produto — e engana-se quem achar que a maior conquista nessa interação é a venda. Quando um consumidor é surpreendido positivamente, ele passa a enxergar a marca com outros olhos.

*Sobre Renato Shirakashi

Renato é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo e desenvolvedor de produtos da área de tecnologia, focadas em melhorar a comunicação entre empresas e consumidores. Hoje atua como General Manager da multinacional Sprinklr, onde tem o apoio e respaldo para a o desenvolvimento da sua principal criação, a plataforma Scup.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino

Consumo de conteúdo de video on demand dobrou em um ano

Relatório avaliou mercado global de streaming

Que o mercado audiovisual de entretenimento está em constante transformação nós já sabemos. Mas, agora, descobrimos também que o total de horas de conteúdo consumido via streaming ao redor do mundo mais do que dobrou no último ano. Foi o que apontou o relatório divulgado nessa semana pela Conviva, empresa de monitoramento e inteligência do setor audiovisual.

A pesquisa foi realizada através de dados obtidos de três bilhões de vídeos e mais de 200 marcas. Entre maio e junho de 2018, foram consumidas mais de 5,5 bilhões de horas de streaming, mais que o dobro em relação às 2,5 bilhões de horas consumidas no mesmo período de 2017, o que representa um aumento de 115%.

Diretamente relacionado ao streaming, os serviços de assinatura de video on demand (SVOD) também cresceram. Outro estudo, dessa vez nacional, foi divulgado recentemente no evento PayTV Forum. Nele, foi informado que 8% das residências do Brasil já têm um serviço de SVOD como principal entretenimento televisivo. Nos Estados Unidos, esse percentual é de 13%, e no México de 17%.

Ainda se tratando de Brasil, a mesma pesquisa apresenta dados sobre o hábito dos consumidores de maratonar séries, também conhecido como binge watching. Entre os domicílios com algum serviço de TV paga, seja por operadoras tradicionais ou serviços online, cerca de 60% têm o hábito de assistir a vários episódios em sequência.

Fonte: Conviva, PayTV Forum e Encripta

Clear Channel amplia oferta de serviços de integração mobile

Campanha do Santander estreia uso da ferramenta de push notification para integrar OOH e mobile

Quem passar por um dos 100 relógios digitais administrados pela Clear Channel no Rio de Janeiro poderá receber mensagens publicitárias do anunciante em seus celulares via push notification. Essa é mais uma novidade do serviço do Mobile Extended Media, uma oferta lançada com a proposta de integrar ainda mais a comunicação entre o out of home e mobile para a mesma audiência.

Para receber a comunicação via push notification, basta o usuário ter instalado em seu smartphone um dos aplicativos que pertencem à rede da plataforma MDM, da Hands, empresa de inteligência de dados voltada para experiências no mercado mobile, e parceira da Clear Channel no projeto.

“Promover parcerias que oferecem conexão digital e desenvolver produtos inovadores estão entre as principais metas de atuação da Clear Channel para este ano. A parceria com a Hands veio para agregar e deixar nosso portfólio ainda mais completo e com diversas possibilidades de integração”, explica Lizandra de Freitas, CEO da Clear Channel.

O primeiro anunciante a utilizar a plataforma foi o Santander para veiculação de campanha sobre cheque especial. “Nossa principal missão é mostrar ao mercado que a participação da mídia mobile está totalmente conectada ao mundo offline. A junção das duas mídias traz maior impacto para as marcas e qualidade de experimentos para os usuários”, destaca João Carvalho, CEO da Hands.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Startup mineira possibilita que todos aceitem cartão de crédito direto no celular

Aplicativo Pagatela oferece praticidade para vendedores de produtos e serviços

Quantas vezes deixamos de comprar ou vender algo porque não aceitamos cartão? A cena é muito comum para muitos de nós que não temos ou usamos sempre as famosas “maquininhas”. Atualmente, é cada vez mais habitual que os brasileiros optem por pagar suas compras com cartões de crédito ao invés do dinheiro de papel.

Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), no ano passado, quase um terço dos pagamentos realizados no Brasil foram feitos por meio de cartões. Pensando nesse público e nos usuários deste serviço que Augusto Brighenti e Thiago Haddad fundaram a Pagatela: uma startup mineira que desenvolveu um aplicativo que oferece a “famosa” maquininha de pagamento direto na tela do celular.

Como não pensamos nisso antes? É uma pergunta que em tempos atuais tem sido feita com frequência. E justamente por estarem atentos, que a empresa desenvolveu um aplicativo específico para agilizar os processos de compra e venda de pessoas físicas e jurídicas. “Nosso objetivo é fazer com que todos aceitem cartão, ajudando aos prestadores de serviços e vendedores na agilidade das transações e otimizando os custos”, ressalta Thiago Haddad, sócio da startup.

Mas a Pagatela mira mais longe que isso. Enquanto o app oferece a simplicidade para os seus vendedores, no seu desenvolvimento há uma complexa e segura cortina de produção que fica a cargo de seus especialistas, desenvolvedores e analistas de segurança. O destaque para o aplicativo ainda é a sua evolução constante, com o uso de inteligência artificial, a empresa está aprimorando progressivamente tecnologias para combater fraudes. “Todos as transações são criptografadas e os dados dos cartões não são armazenados, diminuindo o risco de fraudes. Além disso, escanear o cartão aumenta a praticidade na transação, sem comprometer a segurança. Resumindo, usamos tecnologia de ponta para deixar a vida do usuário Pagatela mais prática”, pontua Augusto Brighenti.

A ideia é que todo mundo tenha uma maquininha de cartão no seu celular, evitando taxas mensais, pagamentos iniciais e qualquer valor de manutenção facilitando a vida de todos. Com foco na simplicidade e usabilidade prática, o aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente em qualquer celular com sistemas iOS e Android, oferece cadastro simples e saque prático. Para ter acesso ao serviço, os empreendedores não precisam pagar nenhuma taxa de adesão ou mensalidade, como é feito nas maquininhas convencionais. São cobrados apenas taxas por transação, que variam de 3,99% a 4,99%, dependendo da quantidade de parcelas escolhida.

Fonte: Grupo Balo – Bianca Crispim

TrackMaven chega ao Brasil para impactar o mercado de Marketing

Empresa norte-americana passa a atuar em território nacional com comercialização de plataforma e serviços de social intelligence via Polis Consulting

A TrackMaven, líder mundial em soluções para análise e relatórios para o mercado de marketing, anuncia o início de suas operações no Brasil via parceria com a Polis Consulting. Com o acordo, a empresa brasileira especialista em Transformação Digital e Social Intelligence passa a representar e comercializar a tecnologia e os serviços da empresa norte-americana em território nacional.

Para Tim Koubek, presidente da TrackMaven, a parceria configura um grande passo na expansão da companhia sediada em Washington DC. “Estamos realmente empenhados em apresentar nossa tecnologia ao mercado brasileiro a fim de oferecer às marcas análises de marketing com a perícia que necessitam para resolver seus desafios de negócios”, diz o executivo. De acordo com Koubek, já em 2013 o Wall Street Journal Notes apontava o Brasil como o segundo maior usuário global no Twitter, Facebook e YouTube em uma escala global. “É um dos mercados mais ativos de tecnologia e mídia social. Precisávamos de um parceiro forte e à altura de nossas expectativas – daí a escolha pela Polis Consulting, tanto pela comprovada experiência e expertise em seu core business como pelo profundo conhecimento da região”.

Alexander Schmitz-Kohlitz, CEO da Polis Consulting, também celebra a parceria. “A plataforma TrackMaven é uma força motriz utilizada globalmente por centenas de companhias e marcas na indústria de tecnologia de marketing e tenho certeza que trará grande impacto positivo para os setores de comunicação, marketing, publicidade e propaganda no Brasil”.

Fonte: Allameda.com – Renata Bosco

Novos recursos no Pinterest

Pinterest lança recursos de colaboração para planejamento de festas com familiares e amigos

O Pinterest apresentou na última quarta feira novas ferramentas de colaboração que tornam ainda mais fácil planejar festas e projetos na ferramenta de descoberta visual.

Com o lançamento das pastas compartilhadas, você pode conversar com os outros membros por meio do novo feed de atividades das pastas. Esse recurso também te ajuda a acompanhar as atualizações – como quando alguém salva um novo Pin, cria uma nova subpasta, ou a entrada de um novo membro.

Comentar sobre um Pin específico também ficou mais fácil. Você pode clicar rapidamente no “curtir” ou comentar, mencionar um colaborador ou responder para iniciar um novo tópico. E apenas membros do grupo podem ver suas conversas.

Grande parte dos usuários utilizam as pastas compartilhadas com os amigos e familiares enquanto planejam festas, eventos e projetos juntos. O Pinterest realiza essas mudanças a partir dos pedidos dos usuários à plataforma para facilitar a comunicação com outras pessoas do grupo.

Fonte: SMARTPR – Natália Eiras

Dicas para usar o IGTV

Youtuber Rezende dá dicas para usar a IGTV e aponta: “Tem espaço para todos”

Rezende, do canal RezendeEvil, coleciona mais de 6 bilhões de views, quase 18 milhões de inscritos e considera que novo recurso do Instagram não concorre diretamente com a plataforma de vídeos

Seja em pé ou na vertical, o youtuber Rezende se dedica inteiramente a produzir vídeos de entretenimento para seu público na internet. Com a chegada do IGTV, o novo recurso do Instagram, o jovem, que ostenta mais de 6 bilhões de views e quase 18 milhões de inscritos na plataforma de vídeos, conta que não vê concorrência direta entre as redes sociais.

“Gosto quando aparece alguma novidade em uma plataforma já conhecida. Cada um tem sua função, seu perfil de engajamento, então tem espaço para todo mundo. O importante é produzir conteúdos chamativos e de qualidade em todos. Plataformas diferentes demandam conteúdos diferentes”, aponta o youtuber.

O IGTV funciona como uma espécie de televisão dentro do aplicativo. O usuário pode filtrar os vídeos a partir dos perfis que segue na rede ou até mesmo seguir apenas o conteúdo que te interessa. “O Instagram tem uma reputação tão sólida que todo lançamento é positivo de alguma forma. A galera experimenta, cria e acaba bombando, como os stories. Esse recurso tem todo potencial”, completa Rezende.

O Youtuber ainda dá 3 dicas para usar a nova ferramenta:

Não confundam IGTV com YouTube – As interfaces dos dois aplicativos são bastante diferentes. Ao entrar no IGTV, um vídeo já começa imediatamente a ser reproduzido, é tudo bem direto e é aceitável apenas vídeos na vertical e de até 60 minutos. O YouTube já é uma plataforma mais complexa, tanto visualmente quanto em termos de funções e serve para vídeos mais longos e sofisticados. É importante fazer um conteúdo diferente para cada tipo de plataforma.

Os vídeos precisam ter qualidade e estarem no formato correto – o IGTV aceita apenas vídeos na vertical. Isso significa que o ideal é que faça seu conteúdo com o celular em pé. A proporção mínima aceitável é de 4:5 e máxima de 9:16, no formato MP4. Caso seu vídeo não esteja nesse formato, será necessário usar algum aplicativo para edição de vídeo para salvá-lo no formato correto ao criar conteúdo no IGTV.

Conteúdo precisa ser relevante e capriche no título – Quando um vídeo é publicado aparece uma notificação para os usuários com o título do vídeo, por isso, é importante um título chamativo. Mas tome cuidado com o conteúdo, é preciso que ele seja atrativo e relevante para o seu público.

Sobre Pedro Rezende, do canal RezendeEvil
Rezende é, na verdade, Pedro Afonso Posso Rezende, 21 anos, nascido em Londrina, no Paraná, de onde saiu aos 16 anos para ser goleiro do Real Rieti, time de futsal na Itália. Mas foi no computador que se transformou em um grande astro com suas séries no Minecraft, vlogs e desafios em seu canais no YouTube – “RezendeEvil”, “RezendeEvil Minecraft” e “Rezendinho”.

Cotado entre os youtubers mais vistos no mundo e escolhido pela Forbes como uma das pessoas com menos de 30 anos mais influentes no Brasil, o influencer da nova geração é hoje um exemplo dentro deste mercado que está mais que profissionalizado. Além de trabalhar até 15 e 17 horas por dia no canal, Pedro encontra tempo para mostrar suas habilidades em diferentes plataformas como literatura e teatro. O youtuber é autor de três livros, que já venderam mais de 500 mil exemplares – “Dois Mundos, Um Herói”, “De Volta ao Jogo” e “Jogada Final”. E já esgotou ingressos em mais de 30 cidades com os espetáculos “O Paraíso”, “A Batalha dos Mundos” e “Festival Aliança do Rezende #ADR”. Em 2018 se tornou sócio do gastrobar Gerônimo, de Londrina.

Fonte: Novità Comunicação Estratégica – Letícia Baptista

App de live streaming de games e e-sports chega ao Brasil

Cube TV já conta com mais de 2 milhões de usuários ativos por mês

O Brasil acaba de ganhar um ambiente digital exclusivo que chegou para turbinar a atuação da comunidade de live streaming de jogos de PC e mobile. A novidade é o aplicativo Cube TV (www.cubetv.sg), voltado a digital influencers do segmento e seus fãs. Lançada pela BIGO LIVE, a rede oferece transmissão em Blue Ray e Full HD, uma loja virtual com itens específicos para games e informações sobre o universo de e-sports e jogos. A plataforma registra, atualmente, mais de 2 milhões de usuários ativos por mês.

Por meio do app, gamers podem realizar transmissões de jogos mobile e PC ao vivo em altíssima qualidade de som e imagem – no caso dos computadores, é preciso baixar um programa diretamente do site da Cube TV para que, a partir da leitura de um QR Code, inicie-se a live –, além de seguir e obter fãs, como em outras redes sociais. A plataforma viabiliza o streaming de alguns dos games mais famosos do mundo, tais como Fortnite, PUBG, League of Legends, Minecraft, Grand Theft Auto, FIFA, entre outros.

Outro fator que chama a atenção na Cube TV é a monetização. O aplicativo trabalha com três moedas: Beans, Diamantes e Moedas. Os Beans são angariados por meio da utilização das ferramentas – levando em consideração fatores como recorrência e tempo de lives realizadas, presentes virtuais recebidos e engajamento de seguidores – e os gamers podem trocá-los por dólares. As demais moedas não são monetizáveis.

Outra maneira de monetizar as lives é se inscrever no “Milhão de Fundo de Treinamento”, no próprio app . Nele, cumprindo um determinado número de horas de streaming por dia com uma frequência mensal, é possível obter recompensas de US$ 30,00 até US$ 1.000,00 – número que pode ser ainda maior caso o gamer já seja um digital influencer com expressiva audiência no segmento. “Além de beneficiar nossos usuários financeiramente, nosso objetivo é criar uma rede de streamers oficiais em nossa plataforma”, conta a Diretora Regional da Cube TV, Marta Chang.

Entre os principais influencers do setor presentes na Cube TV estão Hastad, aXt, Yetz, Leko e Pato Papão. O aplicativo da Cube TV é gratuito e está disponível para download na Apple Store e na Google Play.

Fonte: Press Works

Smartphone é a principal ferramenta de compra

Smartphone já é principal ferramenta de compra online para 33% dos internautas,
aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

74% dos internautas usam celular em ao menos uma etapa de compra online e 64% já desistiram de uma aquisição na internet na hora de realizar o pagamento, principalmente por causa do frete

Imagem: Pixabay

O consumidor digital brasileiro está mais maduro e familiarizado com as mudanças tecnológicas no mercado. Um estudo feito em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) descobriu que os smartphones já são a principal ferramenta de compra para 33% dos internautas que costumam adquirir produtos pela internet. O uso do dispositivo móvel para compras é ainda maior entre o público jovem (48%), pessoas das classes C, D e E (38%) e mulheres (37%). O computador, seja um desktop ou um notebook, ainda é o instrumento mais usado na hora de adquirir produtos na internet, com 66% de preferência.

Considerando o processo de compra pela internet como um todo, a pesquisa revela que o celular já é utilizado por 74% da amostra em ao menos uma de suas etapas, como pesquisa de produtos e serviços (32%), comparação de preços (28%) e pagamento (14%). Apenas 24% dos entrevistados admitem não contar com o auxílio do celular nas compras que faz online.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o protagonismo dos dispositivos móveis para o comércio online tende a aumentar ainda mais nos próximos anos, principalmente, com a popularização de pacotes de dados de internet móvel e do alcance maior da banda larga. “Com a evolução constante dos meios de pagamento online, ficará cada vez mais rápido e seguro comprar pelo celular. Basta lembrar que ele é mais acessível à população, pois, no geral, é mais barato investir em um smartphone do que em um computador ou notebook”, explica o presidente.

Para os consumidores conectados, as lojas online já ocupam a primeira posição dos canais mais utilizados para fazer compras no último ano: 93% de menções, ficando à frente das lojas de rua (62%) e dos shopping centers (58%).

Frete grátis é o que mais estimula compras online; 67% pesquisam índice de reclamações quando planejam comprar em um site pela primeira vez

De acordo com a pesquisa, os fatores que os internautas mais levam em consideração ao escolher um site ou aplicativo de compras é a possibilidade de frete grátis (58%), o preço dos produtos (51%) e a reputação da loja (37%). Em cada dez entrevistados, sete (68%) se sentem mais estimulados a comprarem pela internet quando não há cobrança de frete e 42% quando o tempo de entrega é reduzido.

Na opinião dos internautas que têm como hábito consumir pela internet, a principal vantagem percebida nesse tipo de compra é o preço mais baixo (53%), a comodidade de comprar sem sair de casa (43%) e a flexibilidade de poder realizar compras no momento em que quiser (33%). Em contrapartida, as desvantagens mais notadas são o pagamento de frete (64%) e o fato de não poder experimentar ou tocar o produto (58%).

Segundo o levantamento, 64% dos internautas admitem que já desistiram de uma compra pela internet no momento de concluir o pagamento e, nesses casos, o preço do frete, que encarece o valor final do produto (54%), é o principal empecilho. “O frete é um dos pontos mais sensíveis do comércio online. Muitas pessoas desistem da compra quando veem que a taxa pode encarecer o valor total a ser desembolsado, o que torna um desafio de custo e de logística para quem vende. Com o perfil cada vez mais exigente do consumidor digital, o frete grátis passa a ser um diferencial decisivo para os negócios dos varejistas na internet”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Outra informação observada na pesquisa é a fidelidade do cliente online. Quando a experiência de compra é positiva, o consumidor tende a visitar novamente a loja online para novas aquisições. Exemplo disso, é que 91% dos entrevistados já compraram mais de uma vez em um mesmo site ou aplicativo, sobretudo em virtude da confiança na marca (53%) e pelos melhores preços (43%). Outro dado é que quando querem comprar um produto em uma loja online desconhecida, 67% pesquisam o seu índice de reclamação em sites e aplicativos.

Na hora de ir às compras, os conteúdos que os clientes mais esperam encontrar na internet sobre o produto ou serviço desejado são a ficha técnica e especificações (60%), depoimentos de pessoas que já comparam (56%) e fotos dos detalhes e ângulos do produto (44%).

“No mundo digital, os protagonistas são os consumidores e não as marcas. São eles quem participam ativamente do processo de construção de reputação das empresas, que devem promover um relacionamento mais próximo e de confiança com seus clientes. É o compartilhamento de experiências que influencia a decisão de outras pessoas e não, meramente, a propaganda” explica Pellizzaro Junior.

85% dos internautas ficaram satisfeitos com sua última compra online; entrega fora do prazo e não recebimento do produto são principais queixas

De modo geral, os resultados da pesquisa apontam que o comércio online já conquistou a confiança de grande parte dos consumidores conectados. Levando em conta a última aquisição que fizeram pela internet, 85% dos internautas ficaram satisfeitos, contra apenas 10% de compradores que se dizem arrependidos.

Imagem: Pixabay

Além disso, em cada dez consumidores ouvidos, oito (78%) afirmam não ter enfrentado problemas em sua última compra feita pela internet. Outros 21% não passaram por uma experiência positiva, sendo que as queixas mais comuns foram a entrega fora do prazo (12%) e o não recebimento do produto (6%). Entre os que lidaram com algum contratempo, 44% conseguiram, de algum modo, solucionar o problema. Nesse caso, 16% receberam o produto com atraso, 14% tiveram o dinheiro devolvido e 7% ficaram com crédito na loja. Outros 45% não conseguiram resolver o problema, sendo que 19% até mesmo desistiram da situação.

Internauta fez, em média, quatro compras online no último trimestre; 57% receberam oferta de desconto caso pagassem à vista

A pesquisa revela que, nos últimos três meses, cada comprador online fez, em média, quatro aquisições na internet. Os itens mais adquiridos nesse período foram peças de vestuário, calçados e acessórios (40%), artigos para casa (26%), eletrodomésticos (26%), ingressos para atividades de lazer (25%), perfumes e cosméticos (25%) e também celulares (23%). E o valor desembolsado para levar os produtos para casa na última compra foi, em média, de R$ 323,84. Para o pagamento, 58% utilizam o cartão de crédito parcelado diretamente com a loja e 56% o boleto bancário.

A pesquisa ainda mostra que a internet ganha força quando o assunto é parcelar as compras. Entre os consumidores que realizaram compras nos últimos três meses, sete em cada dez (71%) dividiram alguma dessas aquisições, sendo que, em média, foram cinco prestações.

Apesar de a maioria ter optado pelo parcelamento nesse período, 57% dos internautas disseram ter recebido oferta de desconto caso o pagamento fosse à vista, principalmente no boleto bancário (40%) e no cartão de crédito em parcela única (21%). “O parcelamento é um mecanismo útil para o consumidor adquirir bens de maior valor, mas é comum varejistas oferecerem descontos para pagamento à vista nas compras online, especialmente via boleto bancário. Se a pessoa pesquisar, pode ser mais vantajoso optar por esse meio de pagamento, desde que o valor não ultrapasse os limites do orçamento pessoal. Mas se a opção for o parcelamento, vale ficar atento para não ceder às compras por impulso que desajustam as finanças”, alerta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de imprensa SPC Brasil – CNDL

Um breve relato sobre o Digital Summit da Digital House

Evento gratuito promovido pela escola atraiu grande público

Neste último sábado, dia 30/07, participei do Digital Summit promoviso pela Digital House.

O evento foi gratuito e contou com muitas, mas muitas palestras simultâneas. O foco, claro, foi o marketing e a comunicação digital e também atrair atenção para os cursos ministrados pela escola. Vários professores da própria Digital House e vários convidados palestraram por uma hora. O evento começou às 09h00 e terminou às 17h00.

Contratempos a parte – havia excesso de inscritos o que fez com que se formassem filas enormes para cada sala/palestra e muita gente ficasse em pé ou sentada no chão – o conteúdo, a organização e a estrutura estavam muito bons.

Não pude acompanhar o evento todo. Mas vou falar – escrever – um pouquinho sobre o que presenciei por lá.

Comecei assistindo a palestra do Mauricio Sarmento sobre “Storytelling e geração de conteúdo”. Mauricio fez algumas colocações importantes sobre a produção audiovisual para plataformas digitais. Entre elas: o que vai realmente fazer diferença não é a plataforma e nem a quantidade de mensagens/conteúdos e sim o refino, a qualidade e importância das mensagens/conteúdos. As marcas e os publicitários devem fazer produção de bom nível, com qualidade realmente profissional. Isso faz e fará diferença. Outra: a importância do storytellig. A importância de saber contar boas histórias. Como a consequência a importância de boas ideias e bons roteiros.

Mauricio Sarmento

Como sou educador fui acompanhar depois a palestra “Aprender e ensinar após a revolução digital”, proferida pelo ótimo Cesar Michelin. Ele mostrou um histórico da educação para atestar o quanto a escola parou no tempo. Trouxe cases de países que estão buscando novos modelos de educação e de escola. Citou uma série de palavras-chave levantadas pelo Fórum Mundial de Davos acerca das novas demandas educacionais: relacionamento, solução de problemas, inovação, colaboração etc. E, claro, mostrou que a presença da tecnologia em sala de aula é e será fator fundamental para promover mudanças substanciais nos modelos educacionais.

Logo em seguida acompanhei a palestra da Vanessa Pontes sobre “Brand perfomance: o impacto da construção de marca na perfomance”. O tema é relamente relevante para um momento de mercado em que empresas e agências parecem muito focadas em resultados imediatos no digital, muitas vezes esquecendo do quanto a construção de marca é importante para a obtenção de resultados. Ela trouxe exemplos e um case para demonstrar sua linha de pensamento e mostrou como trabalhar com o conhecido funil de vendas dentro de uma ótica de marca, de branding. Muito útil!

Vanessa Pontes

Por último acompanhei “O mercado de big data analytics, data science e otimização, com Elmer Dotti. O Elmer é formado pelo ITA, de São José dos Campos, e sua empresa, a Otimizza, realiza e aplica projetos tailor made baseado em dados para otimizar resultados de empresas. Em outras palavras, a otimização busca melhorar rendimento, gerar mais lucro e crescimento. Uma área vasta e bastante técnica.

O que mais me impressionou foi a quantidade de público. Mesmo sabendo que o evento foi gratuito e tinha alto potencial de atração, a quantidade de jovens ligados à área de digital de agências e empresas presentes ao evento é admirável. Entre eles encontrei alguns poucos do Vale do Paraíba.

Parece mesmo que o marketing digital atrai muita gente.