O papel dos microinfluenciadores no marketing

Porque os microinfluenciadores são importantes para o marketing

por Maria Carolina Avis*

Você já precisou de indicação de alguém para resolver algum assunto ou adotou algum hábito por influência de uma celebridade? E quantas vezes você foi influenciado por alguém de prestígio na sua cidade, faculdade ou rede de amigos, por exemplo?

A autoridade exercida por blogueiros e influencers nas estratégias de marketing é cada vez maior, não dá para negar. Enquanto o poder de influência das grandes celebridades está diminuindo, os microinfluenciadores são cada vez mais procurados pelas grandes marcas.

Os microinfluenciadores são aquelas pessoas com até 100 mil seguidores — e tornaram-se a minha aposta para o marketing daqui para frente. São usuários de redes sociais que compartilham conteúdos sobre seus interesses.

Mesmo com poucos seguidores, conseguem uma alta taxa de engajamento e principalmente de conversão, se compararmos com os grandes influencers. Além disso, os microinfluenciadores têm maior proximidade com o público e relacionamento mais próximo com os seguidores, já que seu fluxo de mensagens é menor do que o dos “grandes” influencers.

De acordo com pesquisa da Markerly, quanto mais seguidores um influenciador tem, menor é seu número de curtidas e comentários. A empresa analisou mais de 8.000 contas no Instagram que tenham mais de 1.000 seguidores.

As contas que têm entre 1.000 e 10.000 seguidores alcançaram 4% de engajamento, enquanto aquelas com mais de 10.000 atingiram apenas 2,4%. Para os perfis com mais de 1.000.000 de seguidores o engajamento é de apenas 1,7%.

Outro ponto a se considerar é que geralmente os grandes influenciadores cobram caríssimo para uma única publicação e não querem experimentar os produtos. Já um microinfluenciador está disposto a entender sobre a marca, experimentar os produtos e divulgá-los caso goste.

Um levantamento da Expercity mostrou que microinfluenciadores alcançam 22,2 vezes mais conversões do que influenciadores comuns ao recomendar um produto. A mesma pesquisa mostrou que 82% dos consumidores estão dispostos a seguir indicações de um microinfluenciador.

Os grandes influenciadores têm uma vida totalmente diferente de muitos de seus seguidores, enquanto os microinfluenciadores são “gente como a gente”: produzem um conteúdo único e autêntico, já que são pessoas com rotinas mais próximas das nossas.

Cada um tem suas características. O microinfluenciador tem um conhecimento em uma área, logo, trabalha conteúdos em nichos. Já o grande influencer tem seguidores de todos os perfis, já que o volume é alto. Portanto se sua marca vende um produto ou serviço para um público específico e tem uma verba diminuída, aposte em microinfluencers.

Ter um alto número de seguidores não garante que o número de vendas também seja alto. Mas ter relevância em um determinado nicho é fundamental para as marcas.

* Maria Carolina Avis é professora do Centro Universitário Internacional Uninter e especialista em marketing digital.

Investimento em publicidade digital cresce e deve movimentar mais de 9 bilhões de dólares na América Latina

Publicidade nativa amplia receita de Publishers e engaja audiência por meio de conteúdo personalizado com base em dados de interesse

A publicidade digital, apontada como uma das principais estratégias adotadas para fortalecer ainda mais a interação das organizações com seus públicos, impulsiona um mercado que deve ter investimento de mais de 35 bilhões de reais na América Latina neste ano, segundo pesquisa do eMarketer ‘Latin American Ad Spending 2019’. O levantamento também aponta que o Brasil registrará mais de metade (53,7%) dos gastos na região por de meio de anúncios mobile. De acordo com Luiz Biagiotti, Country Manager da Outbrain, plataforma pioneira em descoberta de conteúdo personalizado, estratégias focadas em native ads que oferecem conteúdo relevante, confiável e personalizado ganham destaque, pois reúnem características que são valorizadas pelos consumidores.

Luiz Biagiotti, Country Manager da Outbrain / Créditos foto: Eugênio Goulart

“Os fatores de sucesso são uma imagem e um headline para capturar a atenção do consumidor”, diz, ressaltando o cuidado com tom comercial, já que o anúncio nativo está integrado de forma harmoniosa a um conteúdo editorial. Biagiotti também enfatiza que funcionalidades que permitem a recomendação de vídeos e a possibilidade de compra programática de espaços nativos também tendem a atrair mais anunciantes. “Conteúdo audiovisual tem alto engajamento e consegue passar a mensagem com emoção e de maneira mais impactante; já a mídia programática pode conseguir uma resposta muito mais segmentada para cada usuário em tempo real, o que resulta em um maior engajamento e em taxas de conversão maiores”, finaliza o diretor.

Sobre a Outbrain

Outbrain (www.outbrain.com) é a principal plataforma de descoberta por meio de formatos nativos do mundo, que oferece conteúdo relevante, personalizado e confiável para a audiência, enquanto ajuda publishers a entenderem seu público por meio dos interesses reais do leitor. Em uma década desde que Outbrain abriu suas portas, a empresa se transformou em um negócio que atende mais de 250 bilhões de recomendação de conteúdo personalizado a cada mês e chega a meio bilhão de visitantes únicos de todo o mundo. A expansão da Outbrain para algumas das maiores propriedades globais da web é um reflexo do seu rápido crescimento e suas inovações bem sucedidas no apoio a uma nova era de publicação digital. Publicações de primeira linha que atualmente alavancam a plataforma Outbrain incluem: Infoglobo, Editora Globo, Folha de S. Paulo, CNN, The Guardian, The Telegraph, Sky News, Le Monde e Time Inc.

Fonte: OUTBRAIN COMMUNICA BRASIL – Marcela Martinez

Final de Game of Thrones divide opinião de fãs no Twitter

A Scup, plataforma de monitoramento de redes sociais, registrou os principais comentários sobre a série feitos na rede social

Um dos seriados mais populares da história do entretenimento chegou ao fim. Depois de 70 episódios de Game of Thrones, a HBO exibiu o último deles ontem (19) e rendeu muitos comentários nas redes sociais. Segundo estudo realizado pela Scup, plataforma de monitoramento de redes sociais, foram registrados 818 mil tweets sobre o último episódio da série feitos durante o domingo (19) e a madrugada de segunda-feira (20). O pico de menções aconteceu durante a exibição do episódio, entre 22h e 23h.

Os top 3 assuntos mais citados

O termo “final”, se referindo ao final da série, foi o mais utilizado pelos usuários: 62,8% dos tweets falavam sobre o desfecho de GOT. Só que nem todo mundo gostou de como as coisas acabaram em Westeros: 7,7% dos usuários achou o final ruim, e o “Não gostei” foi o veredicto que mais apareceu nos posts.

Além do final da série, os personagens Daenerys e Jon Snow foram os outros assuntos mais comentados no Twitter. Muita gente ficou triste com o fim da mãe dos dragões, mas também teve quem gostou de como a personagem acabou por conta de suas atitudes violentas. Sua trajetória foi lembrada por muitos, afinal, foram 8 temporadas acompanhando-a viajar em busca do Trono de Ferro. Já com relação a Jon Snow, dentre os tópicos que revoltaram os usuários, seu destino final, sua verdadeira identidade, sua cena com o dragão Drogon e a falta de vingança de Verme Cinzento foram os temas mais recorrentes.

Apesar da grande popularidade, Daenerys e Jon não foram os únicos personagens citados: Arya Stark foi a terceira pessoa mais citada pelos usuários e Bran Stark também apareceu no ranking, mas ficou atrás de Drogon.

Lista dos personagens mais citados

Considerando apenas os tweets que citavam algum personagem, o ranking de menções foi:

– Daenerys – 31,5%

– Jon Snow – 18,2%

– Arya Stark – 18,2%

– Drogon – 16,7%

– Bran Stark – 15,5%

Criaturas

Quando o assunto eram as criaturas de Westeros, os dragões levaram a melhor: eles apareceram em 78,6% dos tweets sobre esse assunto, ganhando dos lobos (15,9%) e do cavalo branco do quinto episódio (5,4%). Drogon foi a criatura mais citada, seguido por Fantasma.

Lugares

Dos tweets que citam alguma localização de Westeros, o Norte teve o maior número de menções, com 46,7%, seguido da Muralha (31,2%) e de Winterfell (12,9%). As casas foram pouco comentadas durante o episódio final. A que teve mais menções foi a Casa Stark, seguida pela Casa Targaryen e então a Casa Lannister.

As mortes

A morte foi um assunto frequente nas oito temporadas de Game of Thrones. No último episódio, 4,5% dos tweets falaram sobre o tema. A personagem mais associada à morte foi Daenerys Targaryen: quase metade dos posts sobre esse assunto citavam a rainha. O segundo lugar ficou com Jon Snow, e o terceiro, Arya Stark.

O trono de ferro

Apesar de o último episódio revelar quem ficaria com o Trono de Ferro, poucos usuários comentaram o tema: menos de 5% dos tweets falavam diretamente sobre a cadeira feita de espadas.

Loucura

Apenas 1% dos tweets continham o assunto loucura, mas, desses, 58,8% citavam a “Rainha Louca”. A maioria dos posts sobre o assunto foi neutro (73,34%), mas os negativos foram mais que o dobro dos positivos: 18,22% contra 8,44%, respectivamente.

O serviço da HBO Go

A HBO Go foi pouco citada durante o último episódio, mas as menções negativas marcaram o tema: 22,22% dos tweets falando do serviço de streaming foram negativos. A maioria foi neutra (68,52%), e os positivos somaram 9,26%.

Fonte: Motim.cc – Bruno Lino

Para evitar erros no e-commerce

Especialista destaca 5 erros comuns nos sites de comércio eletrônico

Erros técnicos, de navegabilidade e até de SEO são capazes de prejudicar os negócios onlines; saiba como se prevenir

Imagem de justynafaliszek por Pixabay

O número de vendas pela internet está crescendo exponencialmente, seja por meio das lojas virtuais ou dos marketplaces. De acordo com previsão da Abcomm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 16% até o final de 2019 e o volume de vendas deve chegar a R$ 79,9 bilhões.

Cada vez mais, o nível de concorrência que os empreendedores enfrentam no mundo digital também aumenta e para driblar esse cenário é preciso estar atento às novidades do mercado e tecnologias que ajudam o lojista durante sua jornada empreendedora – além de construir uma estratégia eficaz para as vendas pela internet.

“O lojista online pode perder vendas por conta de detalhes pequenos e por isso é fundamental estar de olho em toda jornada do cliente. Problemas com rastreabilidade, imagens dos produtos e estrutura de URL são comuns em sites de e-commerce e podem ser resolvidos antes de causar um problema maior para o empreendedor”, explica Frederico Flores, especialista em marketplace e head de Negócios da Becommerce – maior plataforma para gestão de vendas em marketplace da América Latina.

A Becommerce em parceria com o Mercado Pago e a SEMRush – ferramenta de web analytics responsável por entregar dados consolidados sobre buscas de usuários e posicionamento no Google – preparou um e-book com os 80 Erros Mais Comuns nos Sites de E-commerce. Foram analisados cerca de 1300 lojas online, procurando 80 erros técnicos e de SEO capazes de prejudicar as vendas pela internet. Frederico Flores separou abaixo os 5 principais erros e dá dicas de como os lojistas podem otimizar seus negócios.

Rastreabilidade: é importante que seu site seja fácil de rastrear. Se o seu conteúdo/página não puder ser rastreado por quaisquer motivos, ele não será indexado no Google e o seu site não será exibido nos resultados de pesquisa dos consumidores. Esse é um erro comum que deve ser visto como prioridade por quem vende pela internet.

Estrutura de URL: o Google recomenda manter a estrutura da URL simples, para que tanto os rastreadores – robôs – quanto os humanos possam lê-los. Uma dica é usar hífens ao invés de underlines, e garantir URLs curtas e com poucos parâmetros pode ajudar também a melhorar a legibilidade do seu site.

Segurança de implementação de HTTPS: a segurança do site é uma alta prioridade para lojas virtuais. Um navegador que sinaliza uma conexão insegura pode assustar seus clientes e impedir a compra. Migrar para HTTPs pode ser um desafio, mesmo para as grandes empresas de comércio eletrônico. A maioria dos sites analisados possui páginas com links para a versão antiga (HTTP) e páginas com conteúdo misto, portanto, os mecanismos de pesquisa não sabem se a página é segura.

Desempenho de site: a velocidade de carregamento do seu site afeta a experiência do usuário e sua classificação nos mecanismos de pesquisa. Os relatórios mostram que, para cada segundo de demora no tempo de carregamento, você pode ver uma redução de 7% nas conversões.

Imagens: imagens quebradas podem causar problemas para qualquer site, mas quando se trata de e-commerce, a falta de imagens quase sempre resulta na perda de dinheiro. Imagens amadoras, tremidas ou desfocadas também podem afastar o seu consumidor na hora de fechar a compra. Invista em fotos profissionais dos produtos, aposte em ângulos diferentes e não esqueça de colocar as infos do item, como tamanho, altura, etc – isso ajuda o consumidor a ter uma visão mais real do produto que irá receber.

Fonte: Agência NoAr – Henrique Rodrigues

As novas utilidades do reconhecimento facial

De identificar emoções até personalizar menus, as possibilidades da tecnologia de reconhecimento facial estão só começando a se concretizar

por Ubiratan Resende (*)

Mais conhecido pelas aplicações na área de segurança, o reconhecimento facial vem se popularizando em celulares e aplicativos como o Facebook, e também no marketing, na publicidade, nas vendas e no relacionamento com clientes. Nesses campos, ele vem sendo explorado para testar, identificar e medir reações das pessoas, facilitar compras, fazer pagamentos e fidelizar clientes.

Imagem de Jonny Lindner por Pixabay

Já existem portas de metrô interativas que exibem anúncios e monitoram a reação das pessoas à publicidade apresentada nas portas. Além de medir quantas pessoas viram os anúncios, os sensores de reconhecimento facial embutidos nas portas podem segmenta-las por idade e/ou sexo, ou classificar seu comportamento em quatro tipos: feliz, insatisfeito, surpreso ou neutro.

A tecnologia do reconhecimento facial avança aos saltos: o mercado de US$ 3,85 bilhões deve atingir US$ 9,78 bilhões em 2023, segundo a ResearchAnd Markets. À medida que a tecnologia progride, avançam os diversos usos do reconhecimento facial já disponíveis, como reconhecer emoções, fazer pagamentos, ver quem está atento na aula, acordar um motorista sonolento, menus personalizados e marketing dirigido.

Como o reconhecimento facial consiste na análise de certos pontos da face de uma pessoa para a identificar, o mesmo processo pode ser utilizado para mapear as relações entre os mesmos pontos a fim de detectar emoções. Juntamente com as chamadas “microexpressões”, é possível ao software determinar emoções mais simples, como surpresa, alegria, raiva, tristeza, desgosto e outras.

Hoje, a detecção de emoções pode tanto avaliar um sentimento despertado por uma determinada marca ou campanha publicitária, contribuir para um teste de produto, como para identificar pessoas que dão sinais de agressividade em aeroportos e outros locais púbicos de forma a ajudar serviços de segurança a detectar possíveis agressores.

A face já é ingresso em diversos parques temáticos chineses e eventos de tecnologia. A pessoa também pode retirar passagens de trem depois de identificada por reconhecimento facial e até mesmo fazer transferências de dinheiro para outra pessoa, e sorrindo para ela, com apps para smartphones como Alipay. Clientes do HSBC na China podem fazer pagamento com uma selfie e não deve demorar muito para outras instituições financeiras copiarem a solução.

Hoje, a Ásia lidera a adoção de novas tecnologias e um relatório da Trust in Technology afirma que mais de 60% dos chineses acreditam que a biometria, como o reconhecimento facial ou digital, serão o único meio de acessar serviços bancários dentro de 10 anos.

Imagem de teguhjati pras por Pixabay

O reconhecimento facial, porém, não se limita a identificar pessoas; também pode ser empregado para impedir que um motorista durma ao volante. A campanha Think, do governo britânico, mostrou que cerca de 20% dos acidentes nas principais rodovias do país tem a ver com o sono e que 40% daqueles 20% envolvem veículos comerciais. Sistemas de detecção de sinais de sono por reconhecimento facial funcionam pelo monitoramento de movimentos da cabeça e dos olhos, alertando e acordando o motorista antes de cair no sono.

O mesmo princípio de monitorar movimentos dos olhos e da cabeça pode ser usado para identificar desatenção em salas de aula e centros de treinamento, mas não para punir os desatentos, e sim para selecionar as aulas que mais motivam os estudantes, localizar alunos problemáticos e determinar que tipo de distrações podem ser removidas para melhorar o ambiente de ensino.

Casas de fast food na China usam reconhecimento digital em menus digitais para sugerir pratos a clientes usuais, dispensando cartões fidelidade e logins demorados, inclusive na hora de pagar. Lojas de departamentos identificam clientes pelo reconhecimento facial e a fim de exibir anúncios segmentados em displays inteligentes que casam com as preferências e hábitos daquele cliente. Mesmo na primeira vez que uma pessoa entra na loja, é possível segmentar a publicidade dirigida a ela nos displays digitais com base em sua idade, gênero e outras características faciais.

(*) Ubiratan Resende é diretor-geral da VIA Technologies no Brasil

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa

Startups transformam mercado de comunicação e marketing

Mais de 6.200 martechs nasceram no mundo em 2018 e Brasil também vive “boom”

A nova era pós-industrial proporciona uma transformação na forma como as empresas usam a tecnologia para otimizar serviços e, ao mesmo tempo, se tornam acessíveis a pequenos e médios negócios. Surgem daí as “techs”, que nada mais são do que startups que estão mudando a realidade de vários segmentos. Na comunicação e marketing não poderia ser diferente e as chamadas martechs começam a tomar conta do mercado.

O termo pode parecer estranho e pouco conhecido, mas já é uma realidade em um setor que já sofre enorme desestruturação com o avanço da internet. De acordo com estudo do Chief Marketing Technology Blog, mais de 6.200 martechs surgiram em 2018, valor equivalente ao registrado entre 2011 e 2016.

Todas elas têm em comum o fato de utilizarem ferramentas digitais para melhorarem sua performance, como big data, inteligência artificial, análise de métricas digitais, algoritmos, microtargeting, geolocalização, entre outras.

“Boom” de martechs no Brasil

O Brasil também mergulha nessa onda, com novas empresas surgindo em diversas categorias da comunicação e do marketing. É o caso da StartHub Press, startup de São Paulo que está revolucionando o mercado de assessoria de imprensa com serviço de alto impacto, garantia de publicações e baixo preço, como principal target as pequenas e médias empresas. “A internet impactou diretamente o tradicional modelo de comunicação, quando tudo estava ancorado em grandes companhias de jornais, rádios e TVS. O que vemos agora é uma fragmentação generalizada, o que também desestruturou o negócio das assessorias de imprensa”, diz Luiz Fernando Moraes, um dos fundadores da StartHub Press.

Moraes ainda complementa que esse é um cenário transformador. “A atividade não vai acabar, mas é preciso que se encontre alternativas que atendam às demandas corporativas e estejam alinhadas à nova realidade”, afirma. O novo modelo da StartHub Press vem chamando atenção. A empresa é indicada como finalista na categoria Startup do Ano (2019), do Prêmio da ABCOMM – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, que reúne associados como Magazine Luiza, Hering, TriFil, ComSchool, entre outros.

O marketing de influência também é outra área que ganha notoriedade com a incorporação de novas tecnologias. Para Ségio Tristão, CEO da First 4 Digital é necessário incorporar tecnologias ao processo de trabalho. “Essas ferramentas possibilitam a modernização da empresa, melhoria no atendimento e sistema de informações, controle e gerenciamento capazes de gerar menores custos. O grande diferencial das martechs é otimizar os resultados e custos do cliente, e a possibilidade de um novo modelo de negócios”, explica Sérgio.

A cidade de São Paulo concentra cerca de 42% das martechs brasileiras, de acordo com levantamento da Liga Ventures, mais outros centros também despontam como hubs dessas startups, como Florianópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, São José dos Campos, Recife, Londrina e Goiânia.

Fonte: Cunha Vaz Brasil

Dados para orientar tomada de decisões

Perspectivas para o marketing digital

A Digitalks, em parceria com a Hello Search e a SMWSP, convidou os participantes da SMWSP 2018 para responderem a uma pesquisa que apontou suas Perspectivas para o Mercado Digital em 2019.

Com tantos caminhos e opções e tecnologias, escolher os melhores canais, recursos e tecnologias para definir uma estratégia está cada vez mais complexo.Fica difícil saber onde apostar nossas fichas no Marketing Digital.

A iniciativa também contou com o apoio da mLabs, empresa do Grupo Focusnetworks, aqui do Vale do Paraíba -SJCampos.

Veja algumas informações valiosas para guiar escolhas em 2019 no infográfico desenvolvido a partir dos dados levantados na pesquisa.

Lições do caso Empiricus-Bettina

O que o caso da Empiricus pode nos ensinar sobre associação de marca

Quando a Empiricus Research lançou a campanha com o depoimento de Bettina, uma jovem de 22 anos que afirma ter 1 milhão e 42 mil de patrimônio acumulado conquistados a partir de compras de ações na Bolsa de Valores, certamente queriam chamar atenção para a marca. O que eles não contavam, no entanto, é que a grande repercussão do vídeo trouxesse mais visibilidade para a personagem, Bettina, do que para a marca. Nas redes sociais, foi isso o que aconteceu: Em um estudo sobre a campanha, a Sprinklr, plataforma social número 1 do mundo, monitorou as menções à Bettina e cruzou os dados com as menções que levavam, também, o nome da Empiricus, além da jovem milionária. A conclusão foi que a marca Empiricus foi pouco associada de forma direta à “garota de um milhão de reais”, já que 76,7% das menções foram feitas à Bettina sem associação nenhuma com a marca, e apenas 23,3% relacionavam a personagem à Empiricus.

Para Eduardo Apolinário, Diretor de Operações de Client Success para Sprinklr Latam, ao monitorar as campanhas digitais, as marcas devem ter uma visão 360 graus dos termos e associações que podem ser feitas pelos usuários das redes sociais para conseguir levantar dados consistentes e conseguir formular hipóteses e quantificar os impactos de comunicação sobre a marca: “A maioria dos internautas comentaram sobre o patrimônio da personagem sem necessariamente envolver a marca. Isso mostra que, apesar do efeito viral conquistado, o vídeo acabou focando mais na personagem do que na combinação dela com a marca. Dessa forma, pode ser possível que daqui a algumas semanas ou meses, a Bettina possa até ser lembrada, mas a marca não estará tão presente na lembrança dos consumidores quanto a personagem em si”, afirma.

Repercussão negativa da campanha

O monitoramento da Sprinklr também confirmou algo que já estava perceptível: a campanha trouxe uma imagem negativa para a marca nas redes sociais. Em uma perspectiva de visitação e interação, as páginas da Empiricus experimentaram um volume de quase 100 mil usuários somente em 15/3, dia em que o vídeo da campanha viralizou, que renderam um alcance potencial de 142 milhões de pessoas. Apesar de um número alto, sobretudo comparando às visitas e interações que as páginas recebiam nos dias anteriores e que dificilmente chegavam a 10 mil, a avaliação qualitativa dos comentários mostra que a imagem da campanha não surtiu o efeito esperado. Dos comentários realizados, foram detectados um sentimento negativo ou neutro em 11 mil deles, contra apenas 3 mil comentários em tom positivo.

Na iminência de arranhar a imagem de uma marca a partir de críticas e comentários negativos, Apolinário destaca a importância do monitoramento das redes sociais com integração de dados provenientes de fontes distintas, além da customização da disposição visual dos dados e também a agilidade na elaboração de gráficos que geram insights rápidos, para entender a repercussão das campanhas e criar ações focadas em solucionar qualquer erro ou mal entendido detectado: “Ouvir o que os seus potenciais consumidores têm a dizer sobre você é o primeiro passo para traçar uma boa estratégia de marketing e criar ações que condizem com as suas expectativas”, afirma.

Do digital para o offline

No caso da Empiricus, a discussão foi parar, também, nos meios offline. Pautado pelas redes sociais, o assunto ganhou notoriedade e chamou a atenção da grande imprensa, que passou a publicar matérias sobre o caso, sobretudo depois que o Procon e a CVM requisitaram à Empiricus esclarecimentos sobre o modus operandi da Cia.

De olho em uma oportunidade para reverter o quadro e intensificar a campanha, a personagem Bettina foi a programas de rádio e televisão com o objetivo de promover os métodos praticados pela Empresa: “Muitos assuntos que começam nas redes sociais acabam virando pauta da grande imprensa por causa da sua repercussão abrangente. No caso da Empiricus, essa cobertura ajudou a fazer a relação entre a personagem e a Empresa, mesmo que os internautas comentem sobre o patrimônio da garota sem necessariamente envolver a marca”, destaca Eduardo.

Casos que geram oportunidades

A repercussão do caso Bettina transcendeu a opinião pública e serviu de inspiração para que outras marcas aproveitem a oportunidade e promovam seus produtos ou serviços. A Skol, por exemplo, viu neste caso uma oportunidade para promover a Skol Hops, cerveja puro malte e que “jamais terá um milhão”, pois a sua fórmula não contém xarope de milho.

Para Eduardo, isso mostra que, tão importante quanto monitorar a página da marca é também entender o que está acontecendo nas redes sociais como um todo: “As redes sociais são hoje as maiores fontes para entendermos o comportamento do consumidor, pois lá estão diversos comentários e interações que dizem muito sobre uma tendência e ajuda na identificação de oportunidades”, conclui.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino

Transformação digital já é realidade no varejo brasileiro

Investimento em transformação digital já é realidade no varejo brasileiro, afirma estudo da SBVC

Por outro lado, cultura organizacional é principal dificuldade para a implementação da transformação digital.

Desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com Oasis Lab Innovation Space, o estudo “Transformação Digital no Varejo Brasileiro” faz uma radiografia de como andam os investimentos em transformação digital, automação e treinamento dos funcionários que atuam nas empresas do varejo brasileiro, assim como ferramentas de inteligência artificial nos pontos de venda.

Entre as principais conclusões que o estudo identificou, está a melhora da percepção dos consumidores em relação à loja física, segundo opinião dos varejistas. A experiência do consumidor e a rapidez em sua tomada de decisão aumentaram. Porém para as empresas do varejo, os investimentos em ferramentas utilizadas para a contribuição na transformação digital nas lojas físicas não traduzem em redução de custos, mas sim retorno financeiro de longo prazo e diferencial competitivo. Esse investimento em T.D., segundo os varejistas entrevistados, resumem-se em média 0,42% sobre o faturamento bruto.

Investimento TD

Ainda de acordo com a análise feita pela SBVC, 100% dos varejistas acreditam que líderes são co-criadores, e trabalham em parceria com seus funcionários. “Para verejistas, cultura de co-criação entre funcionários e líderes é essencial para o desenvolvimento cultural, digital e de relacionamento, que de alguma forma transparece ao mercado”. assegura Hélio Biagi, Fundador e CEO OasisLab Innovation Space.

Outro tema que merece atenção especial dos varejistas são as start-ups, 20% já investem em parcerias, e 80% pretende investir nos próximos 12 meses. “Sem dúvida são conclusões reveladoras e que sugerem uma reflexão para as empresas. Num momento em que eficiência e produtividade máxima tornam-se palavras de ordem, investir em parcerias passa a ser obrigatório”, afirma Eduardo Terra, presidente da SBVC.

Metodologia

Para a avaliação, as empresas ouvidas foram divididas por faturamento: 41% delas tinham faturamento até 500 milhões; 18% com faturamento entre 500 milhões e 1 bilhão de reais e 41% com faturamento acima de 1 bilhão de reais. E representam os maiores players do mercado, de 7 diferentes segmentos do varejo, como moda, calçados e artigos esportivos, super, hiper, atacarejo e conveniência, lojas de departamento, artigos do lar e mercadorias em geral, drogarias e perfumarias, foodservice, livrarias e papelarias e outros segmentos.

Download do Estudo

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas

E-commerce deve crescer 16% em 2019

O aumento nas vendas movimentará R$ 79,9 milhões em mais de 87 mil lojas virtuais até o mês de dezembro

As novidades e tendências do mundo da tecnologia interferem diretamente na compra e venda de produtos e serviços. Com isso, também há uma mudança na experiência de compra no ambiente on-line, fazendo com que as pessoas consumam mais.

Imagem: Unsplash

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), estima-se que o faturamento das vendas no setor chegue a R$ 79,9 bilhões em 2019, um crescimento de 16% em comparação a 2018. O aumento nas vendas deve alavancar o setor e movimentar mais a economia do país. Ainda segundo a ABComm, o comércio eletrônico deve registrar um ticket médio de R$ 301 com um total de 265 milhões de pedidos até o fim de dezembro, totalizando 87 mil lojas virtuais. Micro e pequenas empresas também devem aumentar a sua participação no faturamento, chegando a 29%.

Com o cenário favorável, quem quiser aproveitar e surfar nessa onda precisa estar atento às novidades e oferecer inovações para seus usuários. “As tendências vão facilitar a vida do cliente na hora da compra, proporcionando uma experiência bem diferente, se comparada ao mercado tradicional. O uso da Realidade Aumentada (AR), por exemplo, é uma alternativa para atrair consumidores, pois permite que eles experimentem a sensação de comprar, sem precisar estar necessariamente em uma loja ou onde o produto está”, explica Danillo Saes, coordenador dos cursos de tecnologia da Educação a Distância (EAD) da Unicesumar.

Entre as possibilidades para se destacar neste mercado, o professor também lembra da chatbots, tecnologia que propõe mais qualidade para o atendimento; o blockchain, utilizado para acrescentar confiança e transparência de informações e dados para consumidores e lojistas, além dos pedidos por voz, como as famosas Siri ou Google, mas aplicados às compras. “Lojas virtuais devem continuar focando na experiência do consumidor, especialmente em dispositivos móveis, com a expectativa de que 33% das vendas sejam feitas por meio de smartphones ou tablets”.

Mas quem são esses consumidores? Saes explica que, os e-shoppers podem ser divididos em algumas categorias, definidas pela Officina Sophia, empresa paulistana especializada em conhecimento aplicado aos negócios.

Segundo a Officina Sophia, o cliente experience tech é aquele que apresenta baixo índice de fidelidade, sendo que 30% realiza mensalmente mais de uma compra pela Internet. Já o oportunista, se preocupa com as condições de entrega da mercadoria e sua confiabilidade. O experimentador é aquele consumidor impulsivo, mas que abandona a compra ao perceber que o valor ultrapassa o esperado. O fiel, por sua vez, apresenta o menor índice de abandono do carrinho virtual. Por fim, o negociador, que possui alto poder de barganha, faz pesquisa on-line para negociar em lojas físicas.

Mas, independentemente do perfil do consumidor, é preciso estar atento e tomar alguns cuidados básicos ao fazer compras em e-comemrces. “Nãos e pode esquecer de checar a idoneidade virtual da loja. Além disso, é muito importante verificar a existência de política de segurança, como o uso do “s” após o http – este “s” significa segurança. Outra boa alternativa é consultar o Ebit, que concede selos e mede a reputação de lojas virtuais e dados para o mercado on-line, E, por fim, é importante buscar a opinião de pessoas que já adquiriram produtos pelas lojas de interesse do consumidor”, completa Danillo Saes.

Fonte: NQM Comunicação – Assessoria de Imprensa Unicesumar – Andressa da Rosa