Teads, SKY e Ampfy apresentam pela primeira vez no Brasil a tecnologia haptic de publicidade mobile

“Na Rota do Rock” um dos projetos da SKY para o Rock In Rio, foi a escolhida para o lançamento

A Teads, inventora da publicidade de vídeo outstream e marketplace número 1 do mundo em publicidade de vídeo, em parceria com a Immersion, empresa americana líder na experiência digital pelo tato, veicularam a campanha “Na Rota do Rock” da SKY especialmente para o Rock in Rio, maior festival de música do mundo. Inédita no Brasil, a tecnologia haptic acompanha os sons e batidas dos vídeos por meio de vibrações no celular, ampliando a experiência sensorial do usuário. Agregar o tato ao formato publicitário cria interatividade e proporciona uma vivência imersiva do anúncio.

“Buscamos na inovação dos nossos formatos oferecer a melhor experiência para o usuário e vimos nessa campanha da SKY a oportunidade ideal para trazer a tecnologia haptic para o Brasil. A vibração do celular acompanhando o ritmo da publicidade cria uma experiência tátil única, um ótimo exemplo de quanto o potencial do vídeo no celular continua se expandindo para novos níveis, com a introdução também dos vídeos interativos, 360º, entre outros”, afirma Bertrand Cocallemen, Head do Teads Studio Latam.

A campanha da SKY desenvolvida pela agência Ampfy para o Rock In Rio, conta a história de quatro cantores independentes que saem de São Paulo rumo à Cidade do Rock. Apaixonados por música, eles viajam em uma motor home com o sonho de tocar no espaço da SKY no festival. O projeto de branded content desenvolvido pela marca teve seis episódios, seguindo uma estratégia focada em mobile. Depois do teaser para lançamento da campanha, os quatro episódios seguintes apresentaram a história de cada artista. O compacto final exibiu os melhores momentos da experiência e a apresentação deles na SKY Rock Station que a SKY montou no festival. “Com um conteúdo de qualidade e que emociona pela sua verdade, a SKY se fortalece como sinônimo de entretenimento. Além de uma produção inovadora, buscamos novos formatos de mídia de impacto, que engajem positivamente a nossa audiência, complementa Alex Rocco, Diretor de Marketing da SKY.

A campanha completa rodou com exclusividade no celular durante 10 dias, contribuindo para um volume total de mais de 2,7 milhões de views e aumentando a retenção e tempo de interação com a marca. “Estávamos certos que tornar o anúncio da SKY para o Rock in Rio uma experiência sensorial e imersiva no conteúdo premium, aumentaria o engajamento. Mas todas as nossas expectativas foram superadas pelos resultados reais”, afirma André Chueri, Presidente da Ampfy.

O projeto desenvolvido pela Teads, em parceria com a Ampfy, contribuiu para um resultado histórico da SKY que obteve 58 milhões de views totais na ação de marketing digital realizado pela empresa para o Rock in Rio, que contou ainda com duas web-séries e uma cobertura nos perfis da operadora durante o festival.

Resultados que demonstram que a combinação da tecnologia haptic com vídeos outstream posicionados no conteúdo editorial premium, impacta a audiência com anúncios mais marcantes e eficazes. Ao permitir uma conexão com os consumidores através de múltiplos sentidos, ao mesmo tempo em que promove uma experiência de usuário positiva, essa inovação alcança resultados que ultrapassam as métricas médias de efetividade dos mercados.

Fonte: Comuniquese – Ana Julia

Conferindo a RM Vale TI

Um evento interessante e importante

Josué Brazil

Estive ontem a tarde no Parque Tecnológico de SJCampos para visitar a 4ªFeira de Tecnologia e Inovação – RM Vale TI.

O evento tem quatro áreas de concentração: Smart City, Indústria 4.0, Varejo e Agro Negócio. Ontem, segundo dia de feira, o foco era em Indústria 4.0 e Agro Negócios.

Tive a oportunidade conversar pessoalmente com o pessoal da Click Now, agência digital e de live marketing. A conversa girou em torno de novas tecnologias e comunicação.

Também passei pelo stand da resultage, nova empreitada de Eduardo Costa (que também comanda a Phocus Interact). A nova empresa está localizada no Parque Tecnológico Univap e seu core business é marketing digital. Aliás, tive a chance de acompanhar uma pocket palestra no stand da resultage com Everton Vianna, youtuber e titular do canal android4all.

Também estive no espaço do Meon. E lá pude rever um antigo amigo, Ivo Santaniello. Ele está há pouco na área comercial do portal, atuando como executivo de contas.

Por fim, devo lembrar que fui muito bem recebido pela Elaine Rodrigues,jornalista e assessora de imprensa do parque tecnológico de SJCampos.

Josué Brazil e Elaine Rodrigues

A feira acaba hoje e está recheada de palestras e painéis muito interessantes. Vale a visita!

Confira o vídeo do segundo dia da Feira:

Levantamento feito pela Adobe traz dados importantes

Conteúdo personalizado e marketing orientado por dados são base para boa experiência de compra no varejo, aponta levantamento da Adobe
Após experiências personalizadas em diferentes canais de uma marca, 78% dos consumidores dizem que estão propensos a comprar – saiba mais

Cada vez mais, a experiência de compra tem que ser rápida, fluida e personalizada. Um levantamento da Adobe mostra que, no varejo, não há mais espaço para conteúdo sem relevância e marketing intuitivo: 78% dos consumidores dizem que a personalização influencia suas decisões de compra; 71% preferem comprar produtos com boa nota nos rankings on-line; e 75% esperam uma experiência consistente com uma marca independentemente do canal.

Nesse contexto, a personalização deve ser profunda: 70% dos consumidores consideram a personalização superficial quando ela se restringe ao e-mail marketing; 66% dizem que trocariam uma marca se sentissem que estão sendo tratados como um número; e 73% estão dispostos a substituir uma marca se a experiência de compra não for boa.

Empresas inovadoras estão atentas a esse momento e vêm transformando a forma de se conectar com o público: 78% dos varejistas consultados combinam marketing digital com Analytics; 72% aumentarão o investimento em mobile marketing; e 75% investirão em personalização no contexto mais robusto do marketing orientado por dados, ou seja, personalização multicanal.

O fato é que a boa experiência de compra garante conversão: dos varejistas que apostam em data-driven marketing com foco nas necessidades dos consumidores, 73% aumentam o engajamento de seus clientes nos canais digitais; 53% ampliam as taxas de conversão; 45% registram aumento das taxas de aquisição de novos clientes; e 34% relatam crescimento da receita de seus e-commerces.

“Basta de conteúdo sem sentido. É preciso apostar em conteúdo personalizado, com velocidade, independentemente do canal. O marketing intuitivo morreu. As empresas, hoje, devem investir em marketing orientado por dados. Essa é a melhor maneira de saber o que o cliente espera e precisa”, afirma Gabriela Viana, diretora de Marketing na Adobe Brasil para América Latina.

Confira o Infográfico

Fonte: RMA Comunicação – Vanessa Domingues

Artigo trata do uso de robôs

Você será substituído por um robô?
*Por Ronaldo Cavalheri

Você será substituído por um robô? Essa é uma pergunta que muitos profissionais se fazem ou que deveriam começar a pensar a respeito. O mundo passa por grandes transformações desde a revolução rural, onde tudo era mais controlável e previsível. Passamos pela era industrial, onde máquinas entraram em cena com uma produção abundante. Veio a era digital onde a informação e a conectividade impulsionaram ainda mais o consumismo. São evoluções naturais que impactam o mercado de trabalho. E agora estamos vivendo uma mudança de era, na qual começamos a passar por uma revolução exponencial, porém mais acelerada, com tecnologia de ponta disponível. Termos como computação em nuvem, IoT, Big Data, robótica, inteligência artificial, impressão em 3D e nanotecnologia se tornaram comuns no nosso dia a dia. Mas como isso vai impactar na vida dos profissionais?

Uma coisa é certa, nos próximos anos teremos muitas e rápidas mudanças. Segundo uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em torno de 57% das vagas de emprego estão suscetíveis à robotização e automação. Mais da metade das funções hoje exercidas pelo homem podem ser substituídas por máquinas. Outra previsão bastante curiosa é do Fórum Mundial Econômico que diz que 65% das crianças vão trabalhar em empregos que ainda não existem. Crianças em idade escolar sendo preparadas para algo que ainda não sabemos como será. Temos um futuro cheio de incógnitas em relação ao que irá acontecer com os profissionais. Quais serão as profissões do futuro? O ser humano terá espaço? Como os profissionais devem se preparar para tudo isso?

Não me arrisco a dizer quais serão as profissões mais requisitadas, pois elas ainda não existem. Porém, com toda a certeza me arrisco a dizer quais serão os profissionais mais requisitados pelo mercado. Parece complexo, mas a resposta é muito simples. Todo trabalho que envolva atividades repetitivas e com uma lógica previsível, que não precise de socialização e intervenção criativa, que não resolva nenhum tipo de problema complexo e que ainda coloca em risco a vida será substituído por uma máquina.

Com isso fica fácil concluir que os profissionais mais disputados serão aqueles com características inerentes dos seres humanos como criatividade, capacidade de aprendizado e de adaptação, visão do momento e facilidade para se relacionar. Estou falando de soft skills, que são as competências e habilidades mais desejadas para os profissionais do século XXI. Mais relevante do que uma coleção de diplomas e certificados técnicos, as características comportamentais e sociais é que manterão o espaço das pessoas no mercado combinada com toda a tecnologia disponível. Estou falando de um cenário muito mais inteligente. O que é desafiador e prazeroso o homem faz, o contrário será direcionado para um robô.

Ronaldo Cavalheri, autor deste artigo

E como desenvolver as soft skills? Algumas pessoas têm habilidades natas e outras precisam correr atrás. E sim, é possível desenvolver essas características, mas para isso é preciso treino. Erroneamente muitos profissionais só enxergam o ensino tradicional como ambiente de capacitação. Falamos de comportamento, logo temos que estar em contato com outras pessoas onde possamos exercer essas competências. É preciso viver experiências diferentes.

Em um trabalho voluntário é possível desenvolver habilidades como relacionamento interpessoal e o espírito colaborativo. Em um Hackathon, que são iniciativas que estimulam a inovação, os participantes colocam a prova o seu potencial de resolver problemas complexos e extrapolar sua visão empreendedora. Em um curso de Fotografia é possível desenvolver um pensamento crítico e estimular o olhar criativo. Ou até mesmo em uma formação para chef de cozinha você vive experiências na qual ajudam a desenvolver suas características de líder e de trabalho em equipe. Independente da área de atuação é preciso se colocar em situações desafiadoras que auxiliem no desenvolvimento de características fundamentais para qualquer profissional de sucesso.

O avanço da tecnologia é inevitável, a robotização em massa será uma realidade, as pessoas devem assumir o que de fato é da sua natureza. Somos dotados de uma grande capacidade de criar e de se reinventar. Pode ser que nem todos acompanhem essa evolução. Naturalmente essa mudança trará perdedores e ganhadores. Meu papel aqui é a provocação para que todos enxerguem essa necessidade e tenham atitude para serem ganhadores. Não devemos temer as máquinas, e sim usá-las a nosso favor. A vida é feita de escolhas, nós somos feitos de escolhas. Você vai ser substituído por um robô?

*Ronaldo Cavalheri é Engenheiro Civil, Diretor do Geral do Centro Europeu – primeira escola de economia criativa do Brasil e Business Development Manager do Microsoft Innovation Center Curitiba.

Aplicativo para não perder a bagagem

Jovens criam aplicativo que permite rastrear bagagens de avião

Sabemos que a cada ano, o número de passageiros das companhias aéreas vem aumentando e um dos maiores receios deles é em relação ao extravio de suas bagagens, o Back2’U. Pensando nisso, alunas de Engenharia de Produção do Instituto Mauá de Tecnologia desenvolveram um rastreador de bagagens aéreas nacionais, que permita ao usuário ter acesso da localização de seus pertences, por meio de um sistema implementado.

E como ele funciona?

Com a aquisição Back2’U e ao inseri-lo em sua bagagem, o usuário terá acesso a localização de sua mala a partir de um aplicativo instalado no celular. Desta forma, ele terá a possibilidade de monitorar seus pertences e, em caso de extravio, encontrá-los mais rápido.

Diferenciais:

Para o futuro, o grupo estuda disponibilizar o produto por um valor que varia de R$ 50,00 a R$ 100,00, o que é um grande diferencial competitivo, uma vez que aplicações similares disponíveis no mercado costumam chegar a 400 reais, mais a taxa de mensalidade.

O trabalho completo será apresentado na 23ª Edição da Eureka, evento que reúne trabalhos de conclusão de curso altamente inovadores das áreas de Engenharia, Administração e Design.

Alunos: Amanda Carvalho Fernandes, Beatriz Cutlak Schiavi, Clara Santandrea Augusto e Juliane Jampolsky.

Fonte: RMA Comunicação – Assessoria de Imprensa do Instituto Mauá de Tecnologia – Lis Assis/Francine Vechio

Brasileiro estoura o pacote de dados

Pesquisa da Deloitte detalha uso de smartphones; oito em cada dez brasileiros estouram pacote de dados

· 87% dos participantes do estudo têm smartphones, sete pontos percentuais a mais do que em 2016;
· 45% dos jovens entre 18 e 24 anos checam suas mídias sociais na madrugada;
· Interesse pela compra de tablets recua de 32% para 28%.

Oito em cada dez brasileiros que possuem smartphone acabam estourando seus pacotes de dados antes do final do período programado para utilização. Essa é uma das conclusões da pesquisa Global Mobile Consumer Survey 2017, realizada pela Deloitte com 2.000 entrevistados no Brasil. O estudo destaca as características de uso intenso dos celulares, assim como a costumeira falta de planejamento de gastos dos consumidores.

De acordo com o levantamento, mais da metade (51%) das pessoas consultadas que contratam serviço de dados para acessar a internet possuem pacotes limitados, menores que 3GB de capacidade, enquanto 20% dos participantes não sabem sequer qual é o tamanho do plano contratado com sua operadora.

Diante do uso intenso, três de cada cinco brasileiros que responderam à pesquisa disseram que tentam reduzir ou limitar o uso de seus smartphones. Vinte e nove por cento afirmaram que desligam a conectividade de dados de seus aparelhos para economizar. Outros 28% desativam as notificações de áudio, enquanto que um percentual idêntico simplesmente desliga os aparelhos durante a noite.

“O fenômeno da afinidade e do apego do brasileiro em relação às tecnologias móveis realmente merece estudo. Com os resultados da Global Mobile Consumer Survey 2017, constatamos que nossa sociedade vive mudanças de hábitos e costumes que têm transformado a maneira como as pessoas se comportam, como trabalham, estudam, se divertem e se relacionam. Para além das curiosas conclusões de nosso estudo, traçamos um importante retrato dos tempos atuais, das potencialidades e perspectivas que se abrem para o futuro”, afirma Marcia Ogawa, sócia-líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação da Deloitte no Brasil.

A atual edição do estudo foi feita concomitantemente pela Deloitte em 22 países, incluindo o Brasil. A consulta foi feita por meio de questionários eletrônicos com mais de 40.000 pessoas, das quais 2.000 brasileiras, sobre seus hábitos de consumo de tecnologias móveis.

Smartphone segue como “sonho de consumo”

Apesar de 87% dos participantes da pesquisa terem revelado já possuir ou ter acesso a um smartphone – parcela sete pontos percentuais maior do que a registrada na edição do ano passado (80%) e dez pontos acima da apurada em 2015 (77%) –, esse tipo de aparelho continua sendo o principal “sonho de consumo” entre os brasileiros, como indicam os resultados do levantamento.

Sessenta e dois por cento dos participantes afirmaram que o smartphone é o equipamento móvel mais citado entre aqueles que as pessoas pretendem adquirir no próximo ano (alta de três pontos percentuais ante os 59% de 2016). O segundo aparelho mais desejado é o notebook (com 31% de citações em 2017, pequeno recuo ante os 32% no ano passado), seguido pelo tablet (cujo interesse foi o que mais se retraiu em 12 meses, chegando a 28%, ante 32% do ano anterior).

Brasileiros conectados em todos os momentos

Mais uma vez, os brasileiros que foram consultados pela Global Mobile Consumer Survey 2017 deram mostras de seus hábitos excessivos na utilização dos smartphones. Quase metade (45%) dos jovens entre 18 e 24 anos disse que checa notificações de mídias sociais no meio da noite. Na média geral, entre os participantes de todas as idades, esse hábito noturno afeta 33% dos participantes.

Fazendo a comparação com outros países, 22% dos jovens britânicos até 24 anos têm o costume de checar suas notificações de mídias sociais no meio da noite. Já na média geral de todos consultados na pesquisa do Reino Unido, esse percentual fica abaixo de um terço (10%) do demonstrado pelos brasileiros. Os jovens canadenses (24%) e os australianos (31%) também ficam atrás dos usuários do Brasil quando o assunto é mexer nos smartphones em plena madrugada.

O uso excessivo dos smartphones é notadamente um fator de atrito entre muitos casais. De acordo com a pesquisa da Deloitte, 56% das pessoas que têm um relacionamento estável consideram que seu parceiro ou parceira utiliza demasiadamente seu celular.

A opinião sobre excessos é ainda mais marcante entre os pais, já que 63% deles avaliam que seus filhos usam muito os smartphones. Porém, quando a questão é autocrítica, um percentual menor reconhece seus próprios excessos: exatamente metade (50%) dos participantes do estudo reconhecem hábitos exagerados no uso de seus aparelhos.

Smartphone no trabalho

Quase dois terços (64%) dos brasileiros participantes reconhecem utilizar com frequência seus aparelhos para uso pessoal em pleno horário de serviço. Apenas 4% afirmam nunca fazer esse uso e 31% o fazem eventualmente.

No Reino Unido, metade (50%) dos britânicos consultados pelo estudo reconhece utilizar com frequência seus aparelhos para uso pessoal em pleno horário de serviço, enquanto que 10% afirmam nunca fazer esse uso e 40% o fazem eventualmente.

Já no Canadá, o percentual daqueles que usam seus smartphones no serviço com finalidades pessoas é ainda mais baixo (46%). Somente 10% dizem nunca fazer esse uso e 44% usam esporadicamente. Também os australianos demonstram respeitar mais o ambiente de trabalho que os brasileiros, já que pouco menos da metade (48%) dos participantes tem esse hábito, 44% fazem uso eventual do celular no trabalho e 8% nunca recorrem a seu aparelho nesse ambiente.

Na ponta oposta dessa equação, 48% dos brasileiros consultados afirmaram utilizar por razões profissionais seus smartphones com alguma frequência fora do horário de trabalho. Trinta e nove por cento agem assim eventualmente e 13% não utilizam essa ferramenta para fins de trabalho durante seus períodos de folga.

Os britânicos evitam “levar trabalho para casa”. Apenas 19% deles disseram que consultam seus smartphones por razões profissionais com frequência fora do horário de trabalho, 34% agem assim eventualmente, enquanto que 47% nunca usam essa ferramenta em suas folgas.

Canadenses (22%) e australianos (26%) também são mais reticentes a tratar sistematicamente de questões profissionais fora do ambiente de serviço. Quarenta por cento dos consultados no Canadá e 42% na Austrália levam eventualmente trabalho para casa com seus smartphones, enquanto que 37% e 32%, respectivamente, nunca fazem isso.

Mensagens instantâneas no topo

Os aplicativos (APPs) de troca de mensagens instantâneas são os mais utilizados pelos participantes da pesquisa da Deloitte, e quase totalidade deles (94%) confirmou usar esse tipo de solução em seus smartphones. O segundo grupo de APPs mais lembrado é o de redes sociais, com 89% de citações. Pouco abaixo, vêm os aplicativos de e-mails (com 82% das referências) e as ligações de voz tradicionais (80%).

Já o avanço no acesso às redes de dados móveis de quarta geração (ou 4G) entre os usuários brasileiros de telefonia móvel foi considerável nos últimos dois anos, partindo de 25% dos participantes da pesquisa de 2015 para 44% no ano passado, e chegando aos 61% em 2017 – ou 36 pontos percentuais a mais em 24 meses.

Mesmo assim, o meio de conectividade com a internet preferido pelos brasileiros consultados segue sendo a conexão Wi-Fi, apontada como a mais utilizada por 84% dos que responderam ao estudo. As redes de dados móveis são apontadas como preferenciais por apenas 16% das pessoas.

Outro fator que demonstra o uso intenso das funcionalidades permitidas pelos smartphones e também pelos aplicativos de troca de mensagens instantâneas é o hábito de compartilhar com frequência fotos ou vídeos. Mais de dois terços dos brasileiros participantes (82%) afirmam compartilhar imagens nesses aplicativos ao menos uma vez por semana e 75% compartilham semanalmente vídeos pelo smartphone.

“Pouco interesse” por APPs

Os brasileiros consultados pela Global Mobile Consumer Survey 2017 parecem não demonstrar grande interesse em acumular uma quantidade grande de aplicativos em seus aparelhos. Quase metade deles (48%) indicou “não ver necessidade de ter mais APPs”. Outro fator que restringe a aquisição de APPs, citado por 39% dos consultados, é a falta de memória para armazenamento. Outros 10% dizem utilizar-se do navegador de internet para ter acesso a facilidades oferecidas por alguns APPs e 5% não querem gastar mais com isso.

Hábitos de compra de aparelhos

Apesar de estar constantemente conectado, o brasileiro ainda prefere adquirir seu smartphone em lojas físicas. De acordo com a Global Mobile Consumer Survey 2017, 42% (mesmo percentual de 2016) dos participantes da pesquisa compraram seu aparelho atual em lojas físicas, contra 33% (35% no ano passado) daqueles que o adquiriram em estabelecimentos online.

Entre os estabelecimentos físicos, a preferência foi por lojas varejistas de produtos eletrônicos (33%), seguidas por lojas de departamentos (24%), vendedores exclusivos de telefonia celular (12%), pontos de vendas dos fabricantes (9%), operadores de telefonia móvel (também 9%) e supermercados (6%). Já os estabelecimentos online preferidos foram: lojas de departamentos (38%); lojas varejistas de produtos eletrônicos (25%); sites de e-commerce (10%); supermercados (8%); lojas dos fabricantes (5%); vendedores exclusivos de telefonia celular (4%); e operadores de telefonia móvel (1%).

Em relação aos hábitos gerais de compras, 56% dos brasileiros consultados afirmaram realizar pesquisas online sobre produtos ou serviços pelo menos uma vez por semana. Já 18% do total de respondentes efetivamente realizam no mínimo uma compra de produto por semana.

Smartphone “financeiro”

O estudo detalha a tendência de crescimento do uso do smartphone para realização de operações bancárias pelos brasileiros, já apurada pela Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2017 – produzida pela Deloitte em parceria com a Federação Brasileira de Bancos –, que concluiu que o mobile banking é atualmente o canal preferido pelo brasileiro para realizar transações, com 34% do total.

De acordo com Global Mobile Consumer Survey 2017, quando as pessoas pretendem fazer transferências de dinheiro, os aplicativos de bancos são os preferidos (com 67% das citações). A seguir, vêm os provedores de transferências online de recursos (28%), aplicativos de outras instituições financeiras (19%) e solução do Facebook (11%).

Quando a questão apresentada aos participantes foi relacionada a seus hábitos de uso de serviços financeiros pelo navegador de internet ou pelos aplicativos de seu smartphone, 46% das pessoas disseram que consultam seu saldo, 31% realizam algum outro tipo de operação, 20% concluem uma transferência de dinheiro para outra pessoa no Brasil e 13% realizam transferências internacionais de recursos ao menos uma vez por semana.

Sobre a pesquisa

Além do Brasil, a Global Mobile Costumer Survey 2017 foi realizada concomitantemente em outros 21 países: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Holanda, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Reino Unido, Rússia, Suécia e Turquia.

Para apurar os resultados sobre hábitos de consumo de tecnologias móveis, a Deloitte consultou por meio de questionários eletrônicos mais de 40.000 pessoas, de 18 a 55 anos, das quais 2.000 do Brasil

Fonte: Assessoria de Comunicação da Deloitte – In Press Porter Novelli – Carlos Brazil

Programar também para o mobile é um diferencial

Desenvolvedor web: como migrar para o mobile?

* por Roberto Rodrigues

A demanda por desenvolvedores web ainda é grande, mas como a multidisciplinaridade é uma habilidade requisitada para profissionais de diversas áreas, em TI não poderia ser diferente. Programar também para o mobile é um diferencial, afinal, hoje existem aplicativos disponíveis para as mais diferentes atividades: comunicação, serviços, saúde, finanças, etc. A oferta é grande. Além disso, as empresas também estão interessadas em ter seus próprios apps para melhorar a experiência de seus clientes. Por isso, vale considerar a possibilidade de migrar do desenvolvimento web para o mobile.

Quem se interessa por esta área e já estudou essa alternativa deve ter ouvido falar em apps híbridos, que não são nem móveis nativos e nem puramente web-based, e são criados a partir de frameworks como Ionic ou PhoneGap, por exemplo, que permitem o desenvolvimento multiplataforma. Desta maneira, a partir de um único código-fonte, consegue-se exportar a aplicação para os principais sistemas do mercado. Certamente, este é o caminho mais curto para o profissional interessado em fazer esta transição, mas não é a solução.

Os aplicativos criados com linguagem exclusiva para um sistema operacional, conhecidos como nativos, apresentam mais vantagens para o usuário final. A primeira delas é usabilidade proporcionada pela compatibilidade tecnológica, pois exploram melhor os recursos dos aparelhos, como o envio de SMS, realização de chamadas, acesso à câmera, GPS e notificações push, e desta forma conseguem melhorar a experiência do usuário. Além terem acesso às APIs necessárias para tirar fotos, obter dados de sensores e modificar configurações do sistema.

Outro benefício é o funcionamento off-line, pois estão armazenados no dispositivo. A velocidade também deve ser destacada, pois os apps híbridos dependem da velocidade da internet; e a performance também é aprimorada nos apps nativos – erros e falhas de segurança são menos frequentes. Ou seja, um app nativo é mais rápido e confiável do que os demais.

Certamente, a decisão entre criar um app híbrido ou um nativo depende de diversos fatores, como a necessidade de um processo de criação simplificado, os recursos disponíveis, o tipo de dispositivo utilizado pelo público-alvo ou o tipo de recurso que se pretende implementar.

Contudo, para tomar a decisão é necessário ter habilidade técnica para atuar em ambas as frentes. E desenvolver um app nativo requer conhecimentos específicos, como conhecer programação orientada ao objeto; estudar a linguagem nativa, que pode ser Swift para iOS e Java para Android; conhecer a plataforma de desenvolvimento (IDE, do inglês), para iOS é o xCode e para o Android é o Android Studio, entre outros recursos.

Apenas dominando estas competências o desenvolvedor web consegue ter um bom desempenho na criação de apps e se destacar, estando apto para aproveitar as oportunidades disponíveis no mercado.

*Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro – centro de treinamento focado no universo mobile, sendo seus carros-chefe cursos de desenvolvimento de aplicativos em sistemas iOS e Android.

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

ConectCar terá novo dispositivo

ConectCar cria novo dispositivo unindo tecnologia e qualidade para aprimorar a experiência dos clientes

Empresa com presença em todas as rodovias pedagiadas do Brasil anuncia que adesivos serão vendidos tanto no e-commerce como nos Postos Ipiranga


A ConectCar, que fornece serviço de pagamento automático de pedágios e estacionamentos, anuncia o lançamento do adesivo, que substituirá o tag atual. Os novos adesivos serão vendidos tanto no e-commerce da empresa como nos Postos Ipiranga. Os clientes que já possuem o dispositivo continuarão com o produto funcionando normalmente, sem a necessidade de realizar a troca.

A substituição do tag para o adesivo, mais discreto e na cor preta, está alinhada ao objetivo de ampliar o olhar à experiência dos clientes. A ConectCar se preocupou em desenvolver um produto altamente tecnológico e que valoriza o carro.

“Estamos no caminho para transformar a experiência dos nossos clientes, para que essa seja mais digital, fluída e transparente. O lançamento do adesivo, é parte de uma evolução que estamos fazendo no mercado com o lançamento de soluções para tornar a vida dos nossos clientes ainda mais fácil”, explica Felix Cardamone, CEO da ConectCar.

Uma das primeiras transformações desse novo momento da empresa foi a reformulação da loja virtual. “Fizemos uma primeira renovação do nosso e-commerce, que agora permite a compra do serviço da ConectCar em apenas três passos”, comenta o executivo.

Cardamone reforça que se hoje o produto principal é o dispositivo eletrônico que está no carro dos brasileiros, em breve o portfólio se ampliará para novas facilidades, visando conectar e simplificar os deslocamentos das pessoas.

Fonte: FirstCom Comunicação – Cintia Yamashiro

Como os CEOs podem lidar com a transformação digital

Transformação Digital e os CEOs

Atualmente o termo “Transformação Digital” está apavorando os CEOs de grandes empresas. Esse termo está sendo utilizado em todas áreas de negócios e em todos os lugares, mas por que causa tanto apavoramento?

Antes de explicar o porquê, vamos entender melhor o significado de Transformação Digital.

Fabio Correa

Transformação Digital é um processo em que as empresas se utilizam da tecnologia para aumentar a velocidade de resposta, fornecer um atendimento personalizado, melhorar o desempenho e aumentar o alcance da sua marca, priorizando seus clientes e funcionários.

Para as empresas aplicarem a transformação digital, elas precisam dar atenção a todo o processo, em especial à:

· Experiência do Cliente
Um dos itens mais importantes no processo, pois interfere na decisão final dos consumidores. Para uma melhor análise, as empresas utilizam ferramentas para identificar oportunidades, segmentar seu público alvo, monitoramento de rede social, marketing de precisão, a adoção de processos simplificados e atendimento ao cliente;

· Processos Operacionais
Um pouco mais complicado que o primeiro,tende a ser mais eficiente e envolve muitas áreas. Para que os processos operacionais sejam estruturados é necessária umarápida comunicação, integração entre as áreas, transparência organizacional e decisões em base de dados;

· Modelo de negócio
Outro item não menos importante que os demais,os modelos de negócio ganham novos formatos ao serem incluídos no mundo digital como: a ampliação de oferta de produtos e serviços, a transição do físico para digital ea criação de produtos digitais e serviços compartilhados;

Por esta razão os CEOs tendem a ficar preocupados, pois para fazer uma pequena transformação é necessário investimento em novas ferramentas, muito esforço de todos na companhia e o principal, agradar os consumidores os quais mudam de opinião a todo momento.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities.

Fonte: Conecte Comunicação – Eliane Tanaka

Conheça o Empresômetro

Empresômetro oferece informações sobre o mercado em tempo real

Com metodologia diferenciada e atualização constante de dados, empresa oferece ferramentas que auxiliam os empresários a terem mais assertividade

As dificuldades enfrentadas pelos empresários na hora de identificar novos clientes, quando se trata de Business to Business (B2B, relação em que o público-alvo é uma empresa, e não o consumidor final) recai na falta de informações técnicas suficientes para que se atinjam as metas e novos mercados sejam descobertos. Buscando alimentar essas empresas é que nasceu o Empresômetro. A iniciativa partiu da visão do empresário e hoje diretor executivo do empreendimento, Otávio Amaral.

O projeto Empresômetro foi gerado dentro do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT, tradicional instituto e referência em projetos sociotecnológicos na área tributária e fiscal. “Inicialmente o projeto se mostrou um verdadeiro censo das empresas e entidades públicas/privadas atuantes no mercado nacional, capaz de contabilizar em tempo real o número de novas empresas e apresentar estatísticas atualizadas por setor, atividade, tipo jurídico, estado, cidade, matrizes e filiais”, conta Amaral.

Vislumbrando a mercantilidade e a necessidade cada vez mais pujante do empresariado brasileiro pela capacidade de mapear mercado, reduzir o tempo de captação de clientes, fornecimento de informações fidedignas, o Empresômetro se tornou uma organização a parte do IBPT. “Hoje somos uma equipe que trabalha exclusivamente com a inteligência de mercado, oferecendo soluções como o Empresômetro Listas, além de consultorias mais detalhadas como Estudos e Pesquisas de Mercado, e listas de empresas que compõem nossas Prospecções Qualificadas, de acordo com a necessidade do cliente”, destaca Otávio.

Com sede na capital paranaense, conta com equipe altamente qualificada, que gerencia incessantemente as informações obtidas, muitas vezes, através de requisições aos órgãos relacionados às matérias fiscais e tributárias.

Utiliza metodologia IBPT, no cruzamento de informações empresariais com dados fiscais e tributários, inovando num mercado em que poucos detêm o know-how para trabalhar com inteligência de mercado. “Sendo uma spin off do IBPT, usou-se muito da experiência do Instituto para se chegar a um método e modelo de trabalho que sempre forneça as informações atualizadas acerca do mercado brasileiro, e de forma personalizada. Buscamos oferecer aos nossos clientes toda a precisão de informações qualificadas, pois entendemos que assim, o mercado aquece, as empresas crescem e o país se desenvolve”, informa o empresário.

Com a missão de oferecer sempre as mais sofisticadas soluções ao mercado B2B, visando potencializar a competitividade empresarial no Brasil, sempre pautada pela excelência, respeito, ética moral, sustentabilidade e responsabilidade social.

Tratando de responsabilidade social, o Empresômetro tem sua parcela. É apoiador de diversas causas, além de apoiar diretamente o Instituto Amigas dos Sonhos, entidade que realiza os sonhos de crianças, mulheres e idosas em situação de vulnerabilidade. Outra iniciativa apoiada pela empresa é a campanha “Contrate um Desempregado”.

Com mais de 21 milhões de empresas cadastradas nas bases de dados do Empresômetro, estes atualizados a todo momento, é uma empresa sem igual no mercado, com toda a expertise de uma equipe renomada e multidisciplinar, em que o objetivo maior, é o fomento da economia e o avanço da Inteligência de mercado no país.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7300 ou pelo site WWW.empresometro.com.br.

Fonte: Descomplica Agência de Mídias