Stone e mLabs juntas

Juntando capacidades

No último dia 27/05 tornou-se pública a parceria entre a Stone, empresa de soluções de pagamentos, e mLabs, plataforma de gestão de redes sociais com sede em São José dos Campos.

Caio Rigoldi, CEO da mLabs,  escreveu em uma publicação no LinkedIn:

“A partir de agora a Stone é a única sócia da mLabs. Nós temos o propósito e a cultura muito alinhada e esses foram os fatores principais para decisão de seguir junto com essa gigante do mundo financeiro. Enfrentaremos juntos o que for necessário para trazer o justo e maximizar os resultados para micro e pequenos empresários do país.”

O Publicitando fez três perguntinhas para o Caio sobre a fusão e a temperatura dos negócios em tempos de pandemia. Confira na sequência:

Publicitando: Como surgiu a ideia da parceria? Ela vem sendo preparada há quanto tempo?

Caio Rigoldi: A ideia veio após um encontro entre as duas empresas e o desejo de ambas de entregarem mais valor ao seu cliente final. Nós sempre entendemos que em algum momento teríamos que agregar mais soluções aos nossos clientes do que apenas redes sociais. Temos de fato que cumprir nosso propósito que é ajudar os pequenos negócios a terem resultados. E para ter resultados precisamos falar de vendas, pagamentos, mídia paga. Então nada melhor que uma empresa do mercado financeiro com a expertise da Stone nos ajudando a criar essas soluções.

Caio Rigoldi, CEO da mLabs

Publicitando: Quais os ganhos da parceria para as empresas coligadas e para os clientes?

Caio Rigoldi: Os principais ganhos para ambas as empresas é o agregado de soluções. A Stone passa a ter uma presença muito forte no marketing e nas redes sociais dos seus clientes e a mLabs com soluções financeiras. Na outra ponta estão os maiores beneficiados, os clientes de ambas as companhias que poderão usufruir de soluções integradas para maximizar os seus resultados.

Publicitando: A mLabs teve crescimento inesperado durante a quarentena?

Caio Rigoldi: Durante a pandemia a mLabs teve sim cancelamentos, empresas que infelizmente fecharam as portas ou diminuíram muito os seus negócios. Por outro lado desde que se iniciou a pandemia temos recordes de novos cadastros e clientes na plataforma. De 15/03 até 28/05 estamos com um aumento de 20% a 30% nos novos usuários utilizando a mLabs e nesse período, segundo o Google Trends, houve o pico máximo de buscas para os termos Marketing Digital e para mLabs também. Entendemos que diante do cenário a maioria das empresas entenderam o valor do digital e a importância da presença online. É um caminho que não tem mais volta e estamos muito otimista com o futuro.

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Internet fixa cresce

Busca por planos de internet fixa cresce 17% em abril

Desde que se iniciou o isolamento social a procura por serviços de internet cresceu no Brasil. De acordo com levantamento do site Portal de Planos (https://portaldeplanos.com.br/) – plataforma que reúne em um único lugar todos os planos de internet, celular, TV e telefone – no mês de abril a busca por internet fixa teve um aumento de 16,97%, com relação a ao mês anterior de março.

Image by Tumisu from Pixabay

Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres foram as que mais procuraram o serviço, representando 57,9% das buscas do último mês, enquanto os homens representam 42,1%.

Já os estados com maior procura por esses serviços foram:

São Paulo – 41,5%

Rio de Janeiro – 10,8%

Minas Gerais -7,6%

Paraná – 6,1%

Rio Grande do Sul – 5,6%

Outros estados – 28,4%

“O isolamento social mostrou a todos o quanto é importante ter em casa um serviço de internet de qualidade, seja para trabalhar em home office, para estudar, assistir filmes e séries, seja para falar com os amigos e familiares. Notamos que muitas pessoas que não tinham banda larga buscaram por esse serviço e por isso tivemos um grande pico na procura no primeiro mês de isolamento, em março. Também percebemos um crescimento na procura por melhorias nos planos atuais nos últimos meses”, comenta Yuri Kaminski, especialista em marketing digital do Portal de Planos.

Outros serviços

Ainda segundo o levantamento do Portal de Planos, outros serviços de telecomunicações já não estão mais sendo tão procurados pelos consumidores quanto no início da quarentena. A busca por TV por assinatura caiu 8,27% em abril com relação a março e a procura por Internet Móvel também apresentou queda de 10,28%.

De acordo com o especialista, essa queda pode estar relacionada ao fato das pessoas estarem mais em casa do que na rua e, por isso, não precisaram contratar ou aumentar seus planos de telefonia móvel. Em relação a TV, muitos brasileiros apostam nas plataformas de streaming, além do uso gratuito de alguns canais – muitas operadoras liberaram o seu sinal durante a pandemia.

Fonte: Agência NoAr – Mariah Freitas

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Dicas para um evento virtual de sucesso

Sete dicas para fazer eventos virtuais de sucesso

Com o isolamento social, um dos setores que mais teve impacto direto foi o de eventos. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc Brasil), 98% das empresas foram impactadas com a crise, tendo uma média de 12 eventos cancelados e sete remarcados.

Neste cenário, alternativas foram encontradas para que alguns acontecimentos tivessem continuidade, como lives no Youtube feitas por cantores no mundo inteiro. Isso mostrou que os shows podem ser feitos diretamente de suas casas, alcançando e arrecadando milhões em doações. O universo acadêmico se adequou para promover aulas on-line, gravadas e ao vivo, permitindo aos alunos o andamento de seu semestre letivo e a continuidade dos estudos. Os eventos corporativos e acadêmicos passam a se reinventar neste ambiente on-line, por meio de lives, videochamadas e conteúdos gravados e escritos.

Segundo Flávia Roberta Fernandes, professora tutora do curso de Assessoria Executiva Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, para que estes eventos mantenham qualidade e atratividade ao público, fatores como a qualidade da transmissão e etiqueta virtual devem ser levados em consideração.

1 – Selecione uma plataforma que permita a transmissão ao vivo e a interação dos participantes via chat, já que isso gera proximidade. Lembre-se de, ao longo da transmissão, incentivar os participantes para que interajam.

2 – A conexão com a internet, tanto dos palestrantes quanto do público deve ser estável, para que não haja cortes e interrupções (se possível, opte por uma conexão via cabo e não wifi).

3 – O microfone e a webcam devem estar configurados para a recuperação do som e imagem. Cuidado com os ruídos e tente um bom ângulo.

4 – A iluminação do ambiente deve ser equilibrada, nem clara ou escura demais, porque reflete diretamente nesta recuperação da imagem. Cuidado redobrado com as transmissões que começam no fim da tarde, pois a alteração de luz pode atrapalhar. Adapte sua iluminação ao horário escolhido do dia.

No que diz respeito à etiqueta virtual, Rafaela Aparecida de Almeida, professora tutora do curso de Secretariado da Uninter, ressalta outros cuidados:

5 – Caso não tenha um escritório em casa, reserve um espaço para realizar a transmissão. Evite locais onde poderá ser interrompido, que tenha interferências sonoras externas, quarto de dormir ou dos filhos. Lembre-se de evitar a exposição de sua vida pessoal. Embora as lives sejam informais, é preciso ter cautela.

6 – Cuidado com a aparência. Não é porque estamos em home office, que devemos descuidar da imagem. Para homens, cabelo penteado, barba feita e uma roupa adequada. Para mulheres, cabelo penteado, roupas discretas, maquiagem compatível.

7 – Postura diante da câmera. Escolha um local confortável, evitando movimentos bruscos, risadas altas ou comentários inoportunos e escolha o melhor enquadramento, se possível mais fechado mostrando mais o participante que o ambiente ao seu redor.

Para as professoras e especialistas da Uninter, o momento exige uma adaptação no modo de se trabalhar a organização de um evento, seja ele empresarial, acadêmico ou artístico. “Mas o que parece ser uma solução pontual e momentânea para reuniões de todos os tipos e a troca de ideias entre estes grupos, pode ser também uma prática que permaneça nos próximos anos e modifique muitos de nossos encontros”.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lola Dias

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CorelDRAW 2020 para uso doméstico

Corel anuncia abertura de licenças corporativas do CorelDRAW 2020 para uso doméstico durante a Covid-19

Iniciativa engloba empresas e instituições de ensino com contrato de manutenção ativo; ação vale até 31 de maio, mas o prazo pode ser prorrogado em decorrência de lockdown ou extensão de quarentena durante a pandemia

Na linha de frente da iniciativa global de ajuda a empresas e funcionários durante o período de quarentena para combate à Covid-19, a companhia canadense Corel, líder de mercado no segmento de plataformas, suítes e aplicativos de design gráfico, anuncia a flexibilização para uso doméstico de licenças corporativas da suíte CorelDRAW 2020.

Na prática, qualquer empresa, escola, universidade ou instituição de ensino com contrato de manutenção ativo poderá distribuir suas licenças corporativas para colaboradores e integrantes de suas equipes usarem o software em esquema home office. A política de uso doméstico é temporária e válida até 31 de maio, mas poderá ser prorrogada de acordo com o comportamento da pandemia em todo o mundo.

Para empresas e instituições de ensino interessadas em solicitar as licenças temporárias para uso doméstico, basta acessar este endereço e preencher o formulário com as informações que correspondem ao último pedido de licença. Os dados devem ser exclusivamente os mesmos, incluindo o número do pedido e o e-mail associado a ele. Ao solicitar as licenças temporárias para uso doméstico, a empresa deverá fornecer também a quantidade necessária para as plataformas Windows e Mac, lembrando que o número não deve ultrapassar o total de licenças por plataforma contratados no último pedido.

Após receber o formulário devidamente preenchido, a Corel validará as informações e fornecerá às empresas, escolas e universidades um e-mail separado com as chaves de licença e um link de download para que cada usuário seja habilitado individualmente e possa usufruir do CorelDRAW Graphics Suite 2020 em versão Mac ou Windows no conforto e na segurança de suas casas.

“Esperamos que a iniciativa facilite o suporte das equipes aos usuários, funcionários, estudantes e professores durante os períodos de lockdown ou quarentena por conta da Covid-19”, diz Flávio Tedesco, Head de Canais da Corel no Brasil e Cone Sul. “Ao longo de seus 35 anos de história, a Corel sempre priorizou entender as necessidades de seus clientes e parceiros de negócios – e não seria diferente agora. Diante dos diários e incontáveis desafios únicos que o mundo está vivenciando na pandemia, a flexibilização das licenças corporativas para uso doméstico tem sido nosso principal objetivo”.

Para mais informações, a Corel disponibiliza sua página de suporte comercial aqui 

Na web, a Corel Brasil está em www.corel.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa Corel Brasil

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CX: lições da pandemia para melhorar a experiência do cliente

Com a continuação do distanciamento social e a dependência maior do e-commerce em detrimento dos pontos físicos, experiência se torna essencial

É possível dizer que a pandemia da COVID-19 terá consequências para atuação das marcas mesmo depois que o vírus for controlado. Primeiramente, fica visível a importância de um propósito maior do que apenas vender, com empresas em todo o mundo se solidarizando com as vidas dos seus colaboradores e consumidores. E por último, a necessidade de uma presença digital forte, por meio de conteúdo e um e-commerce preparado.

Mas depois que muitas empresas tentaram melhorar sua estrutura – ou mesmo “correr atrás do prejuízo”, um novo desafio surge: o da experiência. Em época de distanciamento social, com lojas fechadas e menos viagens aos varejistas, e uma vez que as emoções são mais do que nunca responsáveis ​​por gerar as melhores experiências e satisfação do consumidor, o que as marcas devem fazer?

“Para qualquer estratégia de experiência do cliente, há três desafios: primeiro, projetar as jornadas; depois, absorver os dados entre esses pontos e, no final, elaborar uma estratégia entre esses pilares de contatos principais, sempre seguindo o objetivo da marca”, afirma Daniel Machado, diretor de CX da Kantar para a América Latina. “Uma experiência bem pensada fornece resultados de curto e longo prazo para qualquer empresa.”

Em tempos de emoções e preocupações fortes, torna-se ainda mais vital colocar o consumidor no centro. De acordo com os estudos que realizamos com a Kantar os clientes preferem até 10 vezes mais a uma marca quando percebem que ela é centrada no cliente e as chances de recomendar essa marca para as pessoas próximas são dobradas.

Para Machado é preciso analisar a experiência em três níveis: na sua indústria; no commerce (dos varejistas, empresas digitais e mesmo da indústria) e entre seus colaboradores.

Repensando seu mercado

Com a pandemia, muitas marcas precisaram repensar o jeito tradicional como faziam seus negócios. A jornada do cliente muda completamente quando lojas estão fechadas e pessoas estão se isolando. O desafio, então, se torna entender as novas jornadas e pontos de contatos das pessoas e como se inserir nelas – ou mesmo ajudar a criar novas jornadas.

Isso pode significar criar conteúdos e interações novas, assim como novas parcerias para driblar todos os desafios criados pela crise do coronavírus.

O uso da tecnologia de forma humanizada

A pandemia tornou-se um período para compradores digitais de primeira viagem, além de ter proporcionado um crescimento no e-commerce como um todo.

E apesar de 47% dos brasileiros acharem que a compra no digital é mais satisfatória que a física, segundo a onda mais recente do nosso Barômetro COVID-19, ainda há muito o que fazer em termos de experiência. Com a progressão da pandemia, tempo e dinheiro perdem relevância para a conveniência e energia gasta no processo de compra digital. “Os e-commerces ainda são complexos para a maioria das pessoas. Trabalhar fluidez é fundamental”, diz Machado.

Para o especialista, no caso do e-commerce é preciso tomar três importantes passos:

1 – Melhorar ainda mais o que é positivo;
2 – Entender as dores dos compradores de primeira viagem;
3 – Tentar transpor pontos positivos da experiência física para o digital.

O bem-estar em primeiro lugar

O ponto final de uma boa estratégia de CX é garantir uma boa experiência interna, para os colaboradores da empresa. Sob uma crise como a atual, saber o que os funcionários sentem, pensam e como estão lidando com a situação é vital para as empresas. Segundo nosso Barômetro COVID-19, 83% dos brasileiros esperam que essas companhias se preocupem com a saúde de seus colaboradores; 65% esperam que elas flexibilizem o modelo de trabalho.

Modelo de trabalho, por sinal, é uma das maiores mudanças ocasionadas pela pandemia, já que levou a um crescimento do trabalho remoto. Segundo o projeto Stay-At-Home da Kantar, 24% dos entrevistados puderam passar mais tempo com a família com um modelo mais flexível proporcionado pela quarentena; 15% focaram em seu bem-estar; 15% falaram que conseguiram manejar melhor sua rotina.

“A empresa precisa garantir as condições para que o trabalho remoto funcione da melhor maneira possível”, diz Machado. “Isso inclui metodologias para administração de tempo, financiamento para uma estrutura ideal – como internet e hardware -, avaliações constantes e outros.”

Fonte: Karina Rodrigues – Assessora de Imprensa

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Plataforma apoia vendas de pequenos comerciantes da região

Comerciantes do Vale do Paraíba ganham reforço nas vendas

Pequenos empreendedores, empresários, autônomos e informais agora podem contar com um braço a mais na divulgação de seus produtos e serviços

Com a quarentena pelo novo coronavírus, causador da Covid-19, veio o isolamento social e o fechamento de comércios e empresas por todas as cidades do Vale do Paraíba. Os comerciantes, que dependem das vendas para manterem seus negócios funcionando, se viram em um beco sem saída para continuarem com o faturamento aceitável.

Buscando driblar a situação, a Helpis, martech de Taubaté, criou a comunidade “Cansadino”. Uma página na internet em que as pessoas podem se cadastrar, criar seus negócios online, anunciarem produtos e serviços para venda e aprender um pouco mais sobre o marketing digital. “Nós vemos muitas pessoas falando por aí que criar uma página nas redes sociais é o bastante para este momento, e nós sabemos que não é”, explica Patrik Melero, diretor de criação da empresa.

A comunidade, que tem uma comunicação visual totalmente jovem e animada, é de uso totalmente gratuito a quem quiser de cadastrar. O novo usuário pode começar como cliente, apenas para fazer compras, ou se transformar em vendedor, para criar sua lojinha e expor produtos e serviços. “O uso é totalmente gratuito. O site é um intermediador de negociações, de forma que o cliente pode comprar da lojinha do vendedor e ele, por sua vez, ficará responsável por entrar em contato com o cliente para finalizar a venda, combinando pagamento e entrega”, conta Gabu Camacho, diretor financeiro da Helpis, que também administra o Cansadino.

Além da mãozinha nas vendas, o Cansadino também auxilia as empresas que precisam de uma presença online mais forte. Segundo Melero, o marketing é algo que deve ser feito a todo tempo, não somente na crise. “Quem se lembra do marketing só agora, sofre bem mais que quem já tinha um serviço sério ativo antes. É preciso criar conteúdos estratégicos, saber cativar os consumidores e transformar a abordagem offline para a abordagem online”, completa.

Os novos usuários podem se beneficiar das funcionalidades do Cansadino e compartilhar suas experiências com outros usuários dentro da própria plataforma. A intenção é que ela continue mesmo após a pandemia e desperte a necessidade de um marketing bem feito nos comerciantes e empresários da região.

Serviço

Site: Cansadino.com

Disponível no Vale do Paraíba e região.

Desenvolvido por helpis.com.br

Uso gratuito e sem fins lucrativos.

Fonte: Helpis Comunicação – Isadora Scama

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Instagram libera nova funcionalidade no Brasil

Usuários do aplicativo no país já podem utilizar o sticker de pedidos de refeição

O Instagram havia liberado a funcionalidade de pedidos de refeição para os Estados Unidos e ontem (27/04) chegou ao Brasil. O sticker de delivery já está ativo para os usuários e tem funcionalidade simples, como explica a professora de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis.

“No seu Instagram, crie um story. Acione o botão de stickers para verificar quais estão disponíveis, e o de ‘pedidos de refeição’ deve aparecer. Você pode escolher se quer cadastrar um prato ou um restaurante do Rappi ou Uber Eats, os dois parceiros do nessa novidade. Depois é só inserir a URL do prato ou do restaurante que quer compartilhar com seus amigos e pronto. Quando eles assistirem seu story, podem clicar na figurinha e ir direto para o link escolhido por você”, orienta Maria.

A especialista aponta os principais benefícios da nova funcionalidade: quem tem menos de 10 mil seguidores consegue inserir um link externo; quem já tem mais de 10 mil e tem a funcionalidade “arrasta para cima”, pode inserir links de restaurantes manualmente, mas esse novo sticker ajuda aqueles negócios menores. Os usuários comuns também podem utilizar para estimular seus seguidores a pedirem o mesmo prato ou conhecerem um restaurante específico.

“A ferramenta também encurta o caminho para o usuário, que é a principal característica dos negócios na internet, fornecer uma boa experiência. O usuário não precisa abrir o aplicativo, procurar pelo restaurante, navegar pelo menu e escolher o prato. Com dois cliques ele faz o pedido, usando o sticker. Aumentam as possibilidades de parcerias com microinfluenciadores”, afirma.

Para a professora, o único ponto negativo é que nem todas as cidades do Brasil podem contar com a funcionalidade, já que Uber Eats e Rappi não têm atuação em todas as cidades brasileiras. As empresas de tecnologia vêm pensando em ótimas soluções para apoiar os negócios durante a crise causada pela pandemia.

Dicas para o uso:

  • Explore fotos e vídeos que sejam atrativos e que estimulem a vontade de comer. O usuário que assiste pode agir rápido quando vê que o caminho é simplificado.
  • Faça stories diversificados usando o sticker. Nem só foto, nem só vídeo, nem só boomerang. Use conteúdos multimídia.
  • Organize seu cardápio no Instagram usando o sticker, através dos destaques. Como após 24h o story some, use os destaques para mostrar aos usuários quais produtos existem no seu restaurante.
  • Aos usuários, não deixem de compartilhar o conteúdo dos seus restaurantes favoritos, para apoiar durante esse período complicado.
  • Não poste muitos stories em um mesmo dia. Isso pode cansar seu seguidor.
  • Aproveite para mostrar bastidores: pratos sendo preparados, legumes sendo colhidos para o preparo, o motoboy entregando e tomando os devidos cuidados, o processo de fabricação, matéria-prima, explore sua criatividade.

Fonte: Página 1 Comunicação – Ana Paula Scorsin

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Plataforma on-line para conectar ecossistema de Internet das Coisas

ABINC lança plataforma on-line para conectar ecossistema de Internet das Coisas

Com acesso gratuito, Conexão IoT busca fomentar o intercâmbio de informações, o fomento de negócios e o networking com profissionais de todo o Brasil

Future of internet UI concept of internet of things IOT

Com o objetivo de unir e aproximar de forma digital todo o ecossistema de Internet das Coisas brasileiro, a ABINC – Associação Brasileira de Internet das Coisas – lança a plataforma digital e comunidade on-line Conexão IoT. Pioneiro na área, o programa conecta as forças de diversos setores econômicos, públicos e privados, aos usuários finais, fornecedores e pesquisadores de todo o Brasil.

A ideia, segundo Paulo Spacca, Presidente da ABINC, é proporcionar o intercâmbio de informações, fomento à negócios e o networking profissional: “Desde o início da ABINC temos realizado eventos para estimular a conexão entre as pessoas e acelerar o desenvolvimento do mercado. Mas para promovermos o networking entre pessoas e empresas em todos os cantos do país, estava faltando um espaço no ambiente digital”, afirma. “A Conexão IoT vai contribuir não só para nos mantermos informados e conectados em tempos de distanciamento social, mas também servirá como um meio constante de atualizações sobre o mercado”.

Cada usuário poderá configurar um perfil pessoal e ter acesso a notícias e comunicados sobre o setor, conteúdo de valor gerado pela comunidade, comitês e associados ABINC, casos de sucesso, lições aprendidas em casos de insucesso, além de encontrar pessoas com os mesmos interesses ou do mesmo setor de atuação, conferir eventos, oportunidades de trabalho e cursos para quem está buscando aprender ou aprimorar os seus conhecimentos: “Utilizamos o potencial da internet para conectar o ecossistema de IoT no Brasil e assim manter o contínuo desenvolvimento de competências e negócios do setor”, destaca Paulo.

Como fazer parte
O acesso à plataforma é gratuito e pode ser feito por meio de um convite ou inscrição no site. Em ambos os casos, o acesso será revisado e aprovado pela ABINC.

Sobre a ABINC
A ABINC, Associação Brasileira de Internet das Coisas (http://www.abinc.org.br), foi fundada em dezembro de 2015 como uma organização sem fins lucrativos, por executivos e empreendedores do mercado de TI e Telecom. A ideia nasceu da necessidade de se criar uma entidade que fosse legítima e representativa, de âmbito nacional, e que permitisse a atuação em todas as frentes do setor de Internet das Coisas. A ABINC tem como objetivo incentivar a troca de informações e fomentar a atividade comercial entre associados; promover atividade de pesquisa e desenvolvimento; atuar junto às autoridades governamentais envolvidas no âmbito da Internet das Coisas e representar e fazer as parcerias internacionais com entidades do setor.

Para mais informações, entrevistas e/ou ajuda com pautas sobre IoT, entre em contato:

Fonte: Motim.cc – Bruno Lino

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Levantamento aponta crescimento no alcance e nos likes de centenas de criadores de conteúdo

Quarentena aumenta em 60% comentários em posts de influenciadores no Instagram

Levantamento feito pela Celebryts nas últimas semanas mostra ainda crescimento de quase 16% no alcance e 9% nos likes de centenas de criadores de conteúdo que estão trabalhando em campanhas com a startup de marketing de influência

A Celebryts, startup focada em marketing de influência, fez um levantamento com centenas de criadores de conteúdo nesta época de quarentena e identificou aumento de 60,89% nos comentários em diferentes posts dos perfis no Instagram destes influenciadores. Além disso, os perfis analisados mostram crescimento de 15,73% de alcance e 9,06% de aumento nos likes dos conteúdos postados.

Os dados foram enviados por influenciadores que estão trabalhando em campanhas com a Celebryts atualmente. Foram analisados três posts de cada criador de conteúdo que correspondem ao período de três semanas: a passada, cuja quarentena começou, e as duas anteriores. O objetivo da análise é identificar o comportamento do mercado neste período, conta Leandro Bravo, co-fundador e CMO da Celebryts. “Temos plena consciência da situação delicada e acreditamos que um dos nossos papéis essenciais é o consultivo. Identificando como o mercado está se comportando, conseguimos ajudar nossos clientes e parceiros a pensar em ações criativas para fortalecer os criadores e as marcas num momento tão delicado como o da pandemia que estamos vivendo”, explica.

Outro ponto identificado foi a diversificação de conteúdos. Os criadores passaram não só a falar de outros temas, além dos nativos de seus canais, mas também apresentaram os conteúdos em novos formatos. “O uso das lives passou a ganhar força tanto pelo fato das pessoas terem mais tempo de consumir os conteúdos, como também como alternativa para que os criadores, principalmente aqueles que trabalham em equipe, possam manter sua produção em dia em tempos de isolamento”, conta Leandro.

Outro movimento interessante observado pela Celebryts foi o crescimento de procura de marcas que nunca trabalharam com marketing de influência. “Notamos um crescimento de cerca de 25% nos pedidos de orçamentos e campanhas por empresas que nunca fizeram ações com influenciadores”, ressalta o especialista.

A análise também foi essencial para a base de clientes da Celebryts. Com os dados em mãos e a identificação do cenário atual foi possível traçar uma estratégia para adaptar as campanhas no ar. “Sabemos da delicadeza do momento e que o principal foco é a saúde das pessoas, mas entendemos que apesar de sabermos que todas as vidas importam, precisamos fazer nossa parte para ajudar a economia e o marketing de influência se firma como uma das principais soluções. Entendemos que é chegada a hora de criar oportunidades sem ser oportunista e tratar a situação com o cuidado e sutiliza que merece, tentando conciliar a segurança de todos com ações que movimentam o mercado”, diz.

Os dados da análise foram cedidos por influenciadores que estão trabalhando em campanhas da Celebryts em diversas marcas. Todas as informações foram tabuladas e analisadas pela equipe de inteligência de mercado da Celebryts juntamente às informações da plataforma proprietária. “Sabemos das incertezas, mas acreditamos que seja pontual e, por isso, não podemos nos deixar abalar. Então, estamos trabalhando de forma criativa para nos movimentar e ajudar toda nossa cadeia”, conclui.

Fonte: Luísa Pinheiro | Comunicação

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O crescimento dos marketplaces no Brasil

Estudo aponta tendência de crescimento dos marketplaces online brasileiros

Apesar da liderança do Mercado Livre e B2W, mercado brasileiro apresenta grande fragmentação do setor, com destaque para o investimento feito pela Amazon no Brasil. Resultado indica forte tendência ao crescimento do setor nos próximos cinco anos

Gabriel Lima, CEO da Enext: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos”

Nos últimos anos o mercado de comércio eletrônico tem sido impulsionado pelos marketplaces, lojas virtuais que fazem a intermediação da compra entre o consumidor e o vendedor. Este modelo de intermediação de vendas online tem ajudado o mercado de e-commerce a manter os altos índices de crescimento, e para entender o comportamento da indústria no setor, a Enext, empresa focada em soluções para negócios digitais, realizou a 1º edição do estudo “O comportamento da Indústria nos Marketplaces Online Brasileiros”. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2020.

O segmento de moda, esportes e acessórios teve a maior representatividade, com 23% das respostas, seguido pelo setor de serviços (que contempla serviços financeiros, viagens, entre outros ) com 18%. Em terceiro lugar, com 15%, houve um empate entre os setores de alimentos & bebidas e eletroeletrônicos & telefonia. Também tiveram relevância no estudo as empresas das áreas de beleza & saúde, com 10% das respostas, e materiais de construção, com 5% dos respondentes. Outros setores que apareceram na pesquisa foram os de móveis & acessórios, automotivo, químico, livros e brinquedos.

Quando perguntadas sobre quais marketplaces costumam utilizar para a venda de seus produtos, o Mercado Livre e a B2W apareceram como os principais players, com 68% e 60% das respostas, respectivamente. Nomes de grande relevância no mercado, como Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon, apareceram logo em seguida, todos com 44% das respostas. De acordo com Gabriel Lima, CEO da Enext, estes números mostram a grande fragmentação do setor no mercado nacional, pois as empresas acabam comercializando através de diversos marketplaces, diferente do que ocorre em mercados mais desenvolvidos como os Estados Unidos e a China, onde a Amazon e Alibaba detêm quase que a totalidade do mercado, respectivamente: “No entanto, podemos perceber o resultado do investimento que a Amazon tem feito no Brasil, pois em pouco tempo conseguiu uma grande relevância e já tem o trafego de seu website superior a grandes varejistas”, afirma.

Ao analisar o estudo, Gabriel destaca ainda que há muito espaço para as empresas comercializarem seus produtos por meio destas plataformas, pois quando perguntadas se atualmente estão vendendo seus produtos em marketplaces, 45% afirmaram que ainda não utilizam o canal online para vendas: “Este número pode ser considerado bastante elevado, visto que a presença online das categorias e dos segmentos analisados já possuem vendas online quase em sua totalidade”, avalia.

Ao buscar entender os motivos pelos quais as empresas ainda não comercializam por meio de marketplaces, 38,9% afirmaram não ter conhecimento ou recursos disponíveis. Já as questões de ser irrelevante para o mercado, assim como o problema de conflito de canal, aparecem em segundo lugar, com 1/3 dos motivos pelos quais não são feitas vendas, deixando o quesito margem de vendas em último lugar, com pouco mais de 20% das respostas.

Apesar de ver os marketplaces como concorrentes, empresas reconhecem a importância dos players para os seus negócios

A maior parte das empresas que vendem por meio de marketplace preferem fazer de forma direta. 87% responderam que elas mesmas vendem e operam o relacionamento com o cliente: “Essa prática é feita pela maioria tanto para capturar as margens dos intermediários, eliminando os processos de distribuição, quanto para ter um relacionamento mais próximo com o seu consumidor, buscando entender o seu comportamento com uma quantidade e qualidade maior de informações e atendê-los com melhor nível de qualidade de acordo com as características de sua marca e posicionamento”, ressalta Gabriel.

Com relação à competição, 72,5% das empresas entendem que há uma concorrência entre os mesmos produtos por parte de elos diferentes da cadeia dentro de um mesmo marketplace, mas 80% delas acreditam que o canal se tornará um modelo relevante de negócios nos próximos cinco anos, sendo que mais da metade acredita que mais de 25% das buscas acontecerão por meio desse canal, enquanto mais de 1/3 acredita que 40% ou mais das buscas virão dos marketplaces: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos Marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos, assim como a relevância e importância do negócio”, avalia Gabriel, ao afirmar que o estudo realizado pela Enext mostra que o Marketplace, efetivamente, já é uma realidade para as empresas, mas que existe uma oportunidade latente: “Muitos players não estão comercializando seus produtos no canal, e os que estão ainda têm um grande desafio para potencializar a adoção”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Motim.cc – Bruno Lino

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