Taxa de penetração das redes sociais na América Latina é de 66%

Dados apontam que o Instagram é a rede preferida dos brasileiros e que o número de usuários aumentou em 230%

Dar aquela “olhadela” nos aplicativos sociais durante as folgas do dia já virou rotina. Por isso, o Cuponation, plataforma de descontos online, reuniu os melhores dados sobre o Instagram – que é uma das redes sociais mais utilizadas.

O Statista, portal online de estatísticas, revelou um levantamento feito este ano sobre a taxa de penetração das redes sociais em regiões do mundo todo. No ranking, a penetração das mídias sociais na América Latina ficou em 3º lugar, com cerca de 66% da região usufruindo dos apps do gênero.

Surpreendentemente, a Ásia Oriental e a América do Norte disputam o primeiro lugar da lista, com 70% de inserção das redes nas regiões. O segundo lugar ficou com o Norte da Ásia, com 67%. Por último ficou a África Central, com apenas 7% da população utilizando esse tipo de serviço de comunicação. A taxa da média global ficou em 45%.

Uma segunda pesquisa também feita pelo Statista registrou que em janeiro de 2019 o Instagram, em conjunto com a ferramenta Stories, já havia conquistado 500 milhões de usuários ativos diariamente pelo mundo. Ao comparar este número com o último dado levantado em junho de 2018, em que o número de usuários alcançava 450 milhões, o aumento é de 11,11%.

Entretanto, se compararmos o começo de 2019 com o mesmo período do ano de 2017 (na qual o número de usuários era de 150 milhões), verificamos que em apenas 2 anos a rede social cresceu e ganhou visibilidade em mais de 230%.

O portal ainda divulgou em abril deste ano que os maiores públicos do Instagram são Estados Unidos, Brasil e índia. Em confirmação com este dado, o Statista revela o Instagram é a mídia preferida pelos brasileiros.

O relatório Digital In 2018 já havia publicado que o brasileiro está entre os dois primeiros países no ranking da população que fica mais tempo nas redes sociais, sendo em média mais de 3h e meia por dia.

O Cuponation estimou, em um estudo feito no meio deste ano com 329 jovens brasileiros de classe média com idade entre 18 e 25 anos, que estes costumam passar cerca de 1h30 por dia apenas no Instagram.

No entanto, o aumento de usuários do aplicativo não se dá apenas por causa dos jovens, pois é preciso ressaltar que a mídia social está inovando com novidades para o mercado. Depois de perceber que a forma mais rápida de chegar ao público é por meio das redes sociais, o lojista agora faz sua própria loja online – idéia que agrada à equipe do Instagram, que apoiando o lojista e o consumidor/usuário se beneficia com a tráfego da rede e uma possível monetização.

Hoje em dia, até mesmo marcas como Amaro, Renner, C&A, Zara, entre outras, já possuem um perfil de venda na rede mesmo tendo o próprio site como plataforma oficial. “A ideia é lançarmos, também, campanhas publicitárias destinadas ao público final, inclusive com a realização de eventos”, afirma Beatriz Bottesi, country marketing manager do Instagram no Brasil, em entrevista para o UOL.

Fonte: Cuponation – Giovanna Rebelatto

Os melhores aplicativos para vídeo no celular

Especialista aponta 5 aplicativos para fazer vídeos incríveis usando o celular

Os celulares hoje em dia têm apresentado câmeras com cada vez mais resolução e qualidade de vídeo, o que ajuda a capturar os melhores momentos daquela sua viagem especial com amigos, família e até mesmo sozinho. No entanto, editar estes vídeos sem o auxílio de um computador pode ser uma tarefa difícil se você não tiver o aplicativo certo para a tarefa.

O filmmaker Gabriel Queiroz, conhecido pelo projeto WeGoFilm, revela que para fazer boas edições pode não ser necessário ser um expert em softwares profissionais e nem mesmo ter um computador à mão: “com o aumento do uso do celular e também do poder de processamento dos mesmos, é possível fazer boas edições usando o próprio aparelho, sem necessariamente ser um expert. Dentro das limitações do formato e de captação, é possível fazer bons videos usando apenas o celular sim”, comenta

Gabriel Queiroz

Gabriel conta que com os mais recentes softwares disponíveis nas lojas de aplicativos das principais plataformas, como iOS e Android, é possível transformar todo o conteúdo gravado com o celular em vídeos com efeitos de transição, apresentações em slides e até mesmo trilha sonora.

O filmmaker fez uma lista com cinco dos aplicativos melhor avaliados pelos usuários e disponíveis para iPhone e celulares Android. Confira:

1- Quik

O Quik é um aplicativo de edição desenvolvido pela GoPro, que pode ser usado com vídeos feitos em praticamente qualquer aparelho, não somente com a famosa câmera GoPro. Através do app é possível juntar vídeos, fazer apresentações com fotos, aplicar transições, colocar uma trilha sonora, legendas, textos, sem precisar ter prévia experiência com edição de vídeos, de uma forma intuitiva.O app é totalmente gratuito.

2 – FilmoraGo

O FilmoraGo procura trazer para a experiência mobile a mesma interface e experiência do usuários das suas versões para Windows e macOS e permite a edição de vídeos e apresentações até mesmo a partir de postagens do Facebook e do Instagram.

O app é um editor de vídeo poderoso e traz diversas ferramentas especializadas e filtros, embora seja bastante simples de usar graças a opções de automatização e sugestões. O FilmoraGo é gratuito, mas oferece compras no app de filtros adicionais.

3- Adobe Premiere Clip

Disponível para Android e iPhone, o Premiere Clip tem uma interface intuitiva e simplificada, oferecendo recursos automatizados, O app é gratuito e oferece 2 GB de armazenamento gratuito na nuvem, através da conta Creative Cloud.

4- YouCut

Exclusivo para usuário do sistema Android, o YouCut é um dos aplicativos mais bem cotados desta lista. Suas ferramentas permitem cortar e unir vídeos, inserir trilha sonora, molduras, efeitos e transições em suas apresentações. Ele conta com um compressor de vídeo, voltado especificamente para o compartilhamento dos arquivos em apps de mensagens instantâneas, como WhatsApp e Telegram, principalmente para evitar o consumo da franquia de dados desnecessariamente. O YouCut é gratuito, mas mostra propaganda durante a utilização. Para se livrar dos anúncios é preciso pagar R$ 9,99.

5- iMovie

Exclusivo para os usuários de iPhone, o iMovie é uma ferramenta poderosa e feita sob medida para os usuários do iOS. Com o iMovie, é possível fazer edições e até mesmo trailers com aspecto cinematográficos usando seus videos gravados no aparelho, com direito a trilhas sonoras licenciadas. A vantagem do aplicativo é sua integração com o macOS e o iOS, assim se você tem um Mac, tem acesso facilitado à sua biblioteca e ao conteúdo armazenado no iCloud, O iMovie se tornou gratuito desde 2017.

Fonte: MF Press Global – Fabiano de Abreu

Plataforma desenvolvida na região integra Google

mLabs integra Google Meu Negócio à sua plataforma

Completando a missão de inclusão de pequenos negócios no universo digital, a mLabs, startup que oferece recursos para gerenciamento de redes sociais e que há pouco recebeu um aporte de R$ 4 milhões da Domo Invest, anuncia a integração do Google Meu Negócio, plataforma do Google para as pequenas e médias empresas gerenciarem sua presença on-line na Busca e no Google Maps, à sua solução.

Com pouco mais de quatro anos de operação, a mLabs já contabiliza quase 100 mil companhias fazendo uso da solução — entre agências de publicidade, social media e jornalistas. A empresa oferece agendamento de posts, analytics, produção de relatórios, workflow para aprovação de posts e funções exclusivas no LinkedIn. Agora, a empresa passa a ser uma das plataformas de gestão de redes sociais a incorporar o Google Meu Negócio.

Segundo o Rafael Kiso, fundador da mLabs, a nova ferramenta ajudará o micro e o pequeno negócio a completar efetivamente sua presença digital. “Um pequeno empresário deve ser encontrado no Google, e, com essa integração, a jornada estará completa”, afirma Kiso. Prova de que a função vem para ajudar os empresários é a recente pesquisa divulgada pelo próprio Google, que aponta que 96% dos brasileiros usam a Busca do Google antes de escolher uma empresa para ligar ou visitar. Para mais detalhes de como usar a plataforma clique aqui.

Mais informações sobre os benefícios do Google Meu Negócio:

  • Oferece a oportunidade de inserir informações precisas e atualizadas sobre a empresa, como horário de funcionamento, site, número de telefone e local;
  • Ajuda na interação com os clientes, por meio da postagem de fotos (produtos e serviços), além de permitir troca de mensagens e resposta aos comentários dos clientes;
  • Auxilia na conquista de novos clientes, pois direciona os interessados para o site, telefone ou loja física da empresa.

Fonte: Emanoella Leite – Assessora de Imprensa

Martech para eliminar fake cliques

Martech israelense chega ao Brasil para eliminar fake cliques

Clickcease usa inteligência artificial e monitoramento de tráfego para bloquear fraudes em publicidade digital; golpes correspondem a 20% de acessos em anúncios

Responsáveis por prejuízos de US$ 35 bilhões em 2018, segundo a Juniper Research, as fraudes na publicidade digital são uma dor de cabeça para os anunciantes. Para atacar esse problema, a martech israelense Clickcease, que acaba de chegar ao Brasil, desenvolveu um produto que identifica e bloqueia tráfego inautêntico no Google Ads e Bing.

De acordo com análises da empresa, até 20% dos cliques em anúncios de texto na internet são falsos, por terem sido feitos por robôs, usuários que não têm interesse real por aquele conteúdo e concorrentes da empresa anunciante.

Para evitar que esse tipo de golpe pese no orçamento da empresa responsável pela propaganda, a Clickcease usa machine learning para estabelecer quais acessos não são espontâneos. Isso significa medir quanto tempo a pessoa se mantém no site depois de acessá-lo a partir de um ad, assim como estabelecer padrões de comportamento que denotam fraudes.

“A partir daí, temos a capacidade de bloquear esses IPs e fazer uma abertura de reembolso junto ao Google, por exemplo”, diz Michel Primo da martech. Ele ressalta, no entanto, que este não é um processo estático: “As pessoas que operam este tipo de golpe estão sempre mudando os canais de acesso, então a defesa precisa ser constante, porque novos IPs serão utilizados”.

Na avaliação do executivo da Clickcease, o Brasil é um mercado especialmente vulnerável nesse sentido. Isso porque ainda não há no país uma consciência estabelecida sobre o potencial de prejuízo que problemas do tipo podem causar. “No melhor dos casos, notamos que um quinto do orçamento de marketing digital vai para o ralo por conta de fake cliques”, afirma.

A Clickcease atende tanto empresas quanto agências que produzem e intermedeiam campanhas para terceiros. Para demonstrar o quanto esses ads são explorados, há um demo grátis de até 14 dias. No Brasil desde meados de 2019, a expectativa da martech é chegar ao fim do ano com mais de mil clientes.

Fonte: Press Works

Pesquisa detalha consumo das redes sociais no Brasil

Cerca de 88% dos brasileiros acessam as redes sociais

O consumo de redes sociais é o mais alto da América Latina, superando Argentina (83%) e México (80%). De acordo com a Comscore, no Brasil há 121 milhões de pessoas online

Mais de 114 milhões de pessoas acessam as redes sociais por mês no Brasil. O levantamento feito com dados de abril de 2019 pela Comscore, por meio da ferramenta Media Metrix Multi-Plataform, aponta as seguintes tendências no país:

● O acesso a redes sociais por meio de dispositivos móveis e outros multiplataforma chega 98 milhões de pessoas. Enquanto que 68 milhões acessam exclusivamente por mobile;

● A faixa etária que mais consome redes sociais é a de adultos com mais de 45 anos (275), seguida por adultos entre 25 e 34 anos (25%);

● A região sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro nas primeiras posições, concentram metade do consumo das redes sociais de todo o país;

● Levando em conta o acesso por aplicativo e browser, o WhatsApp alcança 85% entre os usuários de aplicativos de mensagens, considerando o acesso mobile por browser e aplicativos. Já o Facebook Messenger chega a 50%;

● Os brasileiros gastam aproximadamente 4 horas por mês nas redes sociais através de múltiplas plataformas (mobile, desktop e tablets);

● O Instagram é a rede social que gera maior quantidade de engajamento com os conteúdos (74%), seguido pelo Facebook (21%) e Twitter (5%);

● Com relação à presença das marcas nas redes sociais o Brasil é o país com a maior quantidade de conteúdos pagos (38%) do continente, à frente do México (24%), Argentina (20%) e Chile (20%);

● As cinco principais categorias de influenciadores são:

– Músicos

– Atletas

– Política

– Artistas

– Jornalistas

● Anitta, Gustavo Lima e Marília Mendonça são os três maiores influenciadores no âmbito musical.

Alcance das redes sociais no Brasil:

“As redes sociais se converteram em plataformas de alcance transversal e multiplataforma. Isso impulsiona o crescimento de um mercado publicitário pujante. Portanto, é essencial desenvolver métricas que permitam detectar e interpretar as principais tendências de usuários e consumidores. O branded content, vídeos e celular são três formatos que ganham força em nosso país em tudo e no mundo”, completa Eduardo Carneiro, diretor da Comscore Brasil.

Fonte: Comscore – Denilson Oliveira

Instagram: Plataforma monetiza stories privados de influenciadores digitais

Bume cria sistema de assinaturas para seguidores terem acesso a conteúdo exclusivo

Lançada pelo Instagram em novembro de 2018, a função “Melhores Amigos” facilitou a vida de quem, muitas vezes, tinha de criar um perfil exclusivo para interagir somente com amigos mais próximos ou bloquear determinados seguidores um a um antes de postar. De olho nessa atualização, a plataforma Bume, de gestão e crescimento na rede social, desenvolveu uma ferramenta voltada a influenciadores, produtores de conteúdo e empresas, que permite a automatização de uma rede de assinantes para stories privados mediante pagamento de mensalidade.

A ferramenta permite que marcas e criadores de conteúdo tragam mais engajamento às suas redes sociais. É possível, por exemplo, desenvolver workshops especiais, de acordo com a área de atuação do influenciador. Foi o caso da FII’s, plataforma de fundos imobiliários que abriu um curso sobre o mercado financeiro e dicas para prosperar no ramo, em que disponibilizaram 100 vagas na função Melhores Amigos.

Além de automatizar e gerenciar a nova funcionalidade do Instagram, o software também disponibiliza uma landing page para os influenciadores enviarem convites aos interessados em se tornarem “melhores amigos” no Instagram. “Os seguidores que desejam fazer parte da rede exclusiva se registram diretamente no link e, uma vez concluído o processo, em até dois minutos terão acesso ao Melhores Amigos”, explica Pedro Villalobos, gerente de produto do Bume. A assinatura pode ser mensal ou anual, mas o valor a ser pago e o limite de participantes são definidos pelo próprio criador de conteúdo.

Demais funcionalidades

As assinaturas complementam uma série de funções disponíveis no Bume para gestão de contas no Instagram. O software auxilia a segmentar o púbico; agendar posts e stories; gerar interações e enviar mensagens diretas automáticas; elaborar relatórios de crescimento, entre outras. Para dar um boom nas redes sociais e desfrutar das funcionalidades da plataforma, o usuário pode escolher entre três tipos de plano: semestral (R$ 347), trimestral (R$ 197) e mensal (R$ 79).

Fonte: Press Works

O papel dos microinfluenciadores no marketing

Porque os microinfluenciadores são importantes para o marketing

por Maria Carolina Avis*

Você já precisou de indicação de alguém para resolver algum assunto ou adotou algum hábito por influência de uma celebridade? E quantas vezes você foi influenciado por alguém de prestígio na sua cidade, faculdade ou rede de amigos, por exemplo?

A autoridade exercida por blogueiros e influencers nas estratégias de marketing é cada vez maior, não dá para negar. Enquanto o poder de influência das grandes celebridades está diminuindo, os microinfluenciadores são cada vez mais procurados pelas grandes marcas.

Os microinfluenciadores são aquelas pessoas com até 100 mil seguidores — e tornaram-se a minha aposta para o marketing daqui para frente. São usuários de redes sociais que compartilham conteúdos sobre seus interesses.

Mesmo com poucos seguidores, conseguem uma alta taxa de engajamento e principalmente de conversão, se compararmos com os grandes influencers. Além disso, os microinfluenciadores têm maior proximidade com o público e relacionamento mais próximo com os seguidores, já que seu fluxo de mensagens é menor do que o dos “grandes” influencers.

De acordo com pesquisa da Markerly, quanto mais seguidores um influenciador tem, menor é seu número de curtidas e comentários. A empresa analisou mais de 8.000 contas no Instagram que tenham mais de 1.000 seguidores.

As contas que têm entre 1.000 e 10.000 seguidores alcançaram 4% de engajamento, enquanto aquelas com mais de 10.000 atingiram apenas 2,4%. Para os perfis com mais de 1.000.000 de seguidores o engajamento é de apenas 1,7%.

Outro ponto a se considerar é que geralmente os grandes influenciadores cobram caríssimo para uma única publicação e não querem experimentar os produtos. Já um microinfluenciador está disposto a entender sobre a marca, experimentar os produtos e divulgá-los caso goste.

Um levantamento da Expercity mostrou que microinfluenciadores alcançam 22,2 vezes mais conversões do que influenciadores comuns ao recomendar um produto. A mesma pesquisa mostrou que 82% dos consumidores estão dispostos a seguir indicações de um microinfluenciador.

Os grandes influenciadores têm uma vida totalmente diferente de muitos de seus seguidores, enquanto os microinfluenciadores são “gente como a gente”: produzem um conteúdo único e autêntico, já que são pessoas com rotinas mais próximas das nossas.

Cada um tem suas características. O microinfluenciador tem um conhecimento em uma área, logo, trabalha conteúdos em nichos. Já o grande influencer tem seguidores de todos os perfis, já que o volume é alto. Portanto se sua marca vende um produto ou serviço para um público específico e tem uma verba diminuída, aposte em microinfluencers.

Ter um alto número de seguidores não garante que o número de vendas também seja alto. Mas ter relevância em um determinado nicho é fundamental para as marcas.

* Maria Carolina Avis é professora do Centro Universitário Internacional Uninter e especialista em marketing digital.

Investimento em publicidade digital cresce e deve movimentar mais de 9 bilhões de dólares na América Latina

Publicidade nativa amplia receita de Publishers e engaja audiência por meio de conteúdo personalizado com base em dados de interesse

A publicidade digital, apontada como uma das principais estratégias adotadas para fortalecer ainda mais a interação das organizações com seus públicos, impulsiona um mercado que deve ter investimento de mais de 35 bilhões de reais na América Latina neste ano, segundo pesquisa do eMarketer ‘Latin American Ad Spending 2019’. O levantamento também aponta que o Brasil registrará mais de metade (53,7%) dos gastos na região por de meio de anúncios mobile. De acordo com Luiz Biagiotti, Country Manager da Outbrain, plataforma pioneira em descoberta de conteúdo personalizado, estratégias focadas em native ads que oferecem conteúdo relevante, confiável e personalizado ganham destaque, pois reúnem características que são valorizadas pelos consumidores.

Luiz Biagiotti, Country Manager da Outbrain / Créditos foto: Eugênio Goulart

“Os fatores de sucesso são uma imagem e um headline para capturar a atenção do consumidor”, diz, ressaltando o cuidado com tom comercial, já que o anúncio nativo está integrado de forma harmoniosa a um conteúdo editorial. Biagiotti também enfatiza que funcionalidades que permitem a recomendação de vídeos e a possibilidade de compra programática de espaços nativos também tendem a atrair mais anunciantes. “Conteúdo audiovisual tem alto engajamento e consegue passar a mensagem com emoção e de maneira mais impactante; já a mídia programática pode conseguir uma resposta muito mais segmentada para cada usuário em tempo real, o que resulta em um maior engajamento e em taxas de conversão maiores”, finaliza o diretor.

Sobre a Outbrain

Outbrain (www.outbrain.com) é a principal plataforma de descoberta por meio de formatos nativos do mundo, que oferece conteúdo relevante, personalizado e confiável para a audiência, enquanto ajuda publishers a entenderem seu público por meio dos interesses reais do leitor. Em uma década desde que Outbrain abriu suas portas, a empresa se transformou em um negócio que atende mais de 250 bilhões de recomendação de conteúdo personalizado a cada mês e chega a meio bilhão de visitantes únicos de todo o mundo. A expansão da Outbrain para algumas das maiores propriedades globais da web é um reflexo do seu rápido crescimento e suas inovações bem sucedidas no apoio a uma nova era de publicação digital. Publicações de primeira linha que atualmente alavancam a plataforma Outbrain incluem: Infoglobo, Editora Globo, Folha de S. Paulo, CNN, The Guardian, The Telegraph, Sky News, Le Monde e Time Inc.

Fonte: OUTBRAIN COMMUNICA BRASIL – Marcela Martinez

Final de Game of Thrones divide opinião de fãs no Twitter

A Scup, plataforma de monitoramento de redes sociais, registrou os principais comentários sobre a série feitos na rede social

Um dos seriados mais populares da história do entretenimento chegou ao fim. Depois de 70 episódios de Game of Thrones, a HBO exibiu o último deles ontem (19) e rendeu muitos comentários nas redes sociais. Segundo estudo realizado pela Scup, plataforma de monitoramento de redes sociais, foram registrados 818 mil tweets sobre o último episódio da série feitos durante o domingo (19) e a madrugada de segunda-feira (20). O pico de menções aconteceu durante a exibição do episódio, entre 22h e 23h.

Os top 3 assuntos mais citados

O termo “final”, se referindo ao final da série, foi o mais utilizado pelos usuários: 62,8% dos tweets falavam sobre o desfecho de GOT. Só que nem todo mundo gostou de como as coisas acabaram em Westeros: 7,7% dos usuários achou o final ruim, e o “Não gostei” foi o veredicto que mais apareceu nos posts.

Além do final da série, os personagens Daenerys e Jon Snow foram os outros assuntos mais comentados no Twitter. Muita gente ficou triste com o fim da mãe dos dragões, mas também teve quem gostou de como a personagem acabou por conta de suas atitudes violentas. Sua trajetória foi lembrada por muitos, afinal, foram 8 temporadas acompanhando-a viajar em busca do Trono de Ferro. Já com relação a Jon Snow, dentre os tópicos que revoltaram os usuários, seu destino final, sua verdadeira identidade, sua cena com o dragão Drogon e a falta de vingança de Verme Cinzento foram os temas mais recorrentes.

Apesar da grande popularidade, Daenerys e Jon não foram os únicos personagens citados: Arya Stark foi a terceira pessoa mais citada pelos usuários e Bran Stark também apareceu no ranking, mas ficou atrás de Drogon.

Lista dos personagens mais citados

Considerando apenas os tweets que citavam algum personagem, o ranking de menções foi:

– Daenerys – 31,5%

– Jon Snow – 18,2%

– Arya Stark – 18,2%

– Drogon – 16,7%

– Bran Stark – 15,5%

Criaturas

Quando o assunto eram as criaturas de Westeros, os dragões levaram a melhor: eles apareceram em 78,6% dos tweets sobre esse assunto, ganhando dos lobos (15,9%) e do cavalo branco do quinto episódio (5,4%). Drogon foi a criatura mais citada, seguido por Fantasma.

Lugares

Dos tweets que citam alguma localização de Westeros, o Norte teve o maior número de menções, com 46,7%, seguido da Muralha (31,2%) e de Winterfell (12,9%). As casas foram pouco comentadas durante o episódio final. A que teve mais menções foi a Casa Stark, seguida pela Casa Targaryen e então a Casa Lannister.

As mortes

A morte foi um assunto frequente nas oito temporadas de Game of Thrones. No último episódio, 4,5% dos tweets falaram sobre o tema. A personagem mais associada à morte foi Daenerys Targaryen: quase metade dos posts sobre esse assunto citavam a rainha. O segundo lugar ficou com Jon Snow, e o terceiro, Arya Stark.

O trono de ferro

Apesar de o último episódio revelar quem ficaria com o Trono de Ferro, poucos usuários comentaram o tema: menos de 5% dos tweets falavam diretamente sobre a cadeira feita de espadas.

Loucura

Apenas 1% dos tweets continham o assunto loucura, mas, desses, 58,8% citavam a “Rainha Louca”. A maioria dos posts sobre o assunto foi neutro (73,34%), mas os negativos foram mais que o dobro dos positivos: 18,22% contra 8,44%, respectivamente.

O serviço da HBO Go

A HBO Go foi pouco citada durante o último episódio, mas as menções negativas marcaram o tema: 22,22% dos tweets falando do serviço de streaming foram negativos. A maioria foi neutra (68,52%), e os positivos somaram 9,26%.

Fonte: Motim.cc – Bruno Lino

Para evitar erros no e-commerce

Especialista destaca 5 erros comuns nos sites de comércio eletrônico

Erros técnicos, de navegabilidade e até de SEO são capazes de prejudicar os negócios onlines; saiba como se prevenir

Imagem de justynafaliszek por Pixabay

O número de vendas pela internet está crescendo exponencialmente, seja por meio das lojas virtuais ou dos marketplaces. De acordo com previsão da Abcomm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 16% até o final de 2019 e o volume de vendas deve chegar a R$ 79,9 bilhões.

Cada vez mais, o nível de concorrência que os empreendedores enfrentam no mundo digital também aumenta e para driblar esse cenário é preciso estar atento às novidades do mercado e tecnologias que ajudam o lojista durante sua jornada empreendedora – além de construir uma estratégia eficaz para as vendas pela internet.

“O lojista online pode perder vendas por conta de detalhes pequenos e por isso é fundamental estar de olho em toda jornada do cliente. Problemas com rastreabilidade, imagens dos produtos e estrutura de URL são comuns em sites de e-commerce e podem ser resolvidos antes de causar um problema maior para o empreendedor”, explica Frederico Flores, especialista em marketplace e head de Negócios da Becommerce – maior plataforma para gestão de vendas em marketplace da América Latina.

A Becommerce em parceria com o Mercado Pago e a SEMRush – ferramenta de web analytics responsável por entregar dados consolidados sobre buscas de usuários e posicionamento no Google – preparou um e-book com os 80 Erros Mais Comuns nos Sites de E-commerce. Foram analisados cerca de 1300 lojas online, procurando 80 erros técnicos e de SEO capazes de prejudicar as vendas pela internet. Frederico Flores separou abaixo os 5 principais erros e dá dicas de como os lojistas podem otimizar seus negócios.

Rastreabilidade: é importante que seu site seja fácil de rastrear. Se o seu conteúdo/página não puder ser rastreado por quaisquer motivos, ele não será indexado no Google e o seu site não será exibido nos resultados de pesquisa dos consumidores. Esse é um erro comum que deve ser visto como prioridade por quem vende pela internet.

Estrutura de URL: o Google recomenda manter a estrutura da URL simples, para que tanto os rastreadores – robôs – quanto os humanos possam lê-los. Uma dica é usar hífens ao invés de underlines, e garantir URLs curtas e com poucos parâmetros pode ajudar também a melhorar a legibilidade do seu site.

Segurança de implementação de HTTPS: a segurança do site é uma alta prioridade para lojas virtuais. Um navegador que sinaliza uma conexão insegura pode assustar seus clientes e impedir a compra. Migrar para HTTPs pode ser um desafio, mesmo para as grandes empresas de comércio eletrônico. A maioria dos sites analisados possui páginas com links para a versão antiga (HTTP) e páginas com conteúdo misto, portanto, os mecanismos de pesquisa não sabem se a página é segura.

Desempenho de site: a velocidade de carregamento do seu site afeta a experiência do usuário e sua classificação nos mecanismos de pesquisa. Os relatórios mostram que, para cada segundo de demora no tempo de carregamento, você pode ver uma redução de 7% nas conversões.

Imagens: imagens quebradas podem causar problemas para qualquer site, mas quando se trata de e-commerce, a falta de imagens quase sempre resulta na perda de dinheiro. Imagens amadoras, tremidas ou desfocadas também podem afastar o seu consumidor na hora de fechar a compra. Invista em fotos profissionais dos produtos, aposte em ângulos diferentes e não esqueça de colocar as infos do item, como tamanho, altura, etc – isso ajuda o consumidor a ter uma visão mais real do produto que irá receber.

Fonte: Agência NoAr – Henrique Rodrigues