Novos recursos no hello

Rede social hello ganha recurso de compartilhamento de links

Usuários agora podem postar seus conteúdos favoritos de sites, vídeos e outros

A Hello Network, rede social do empreendedor Orkut Buyukkokten, acaba de lançar um novo recurso no app hello, o compartilhamento de links, que reforça a conexão dos usuários com comunidades formadas por pessoas que dividem dos mesmos interesses. Agora, os seguidores de uma comunidade podem compartilhar um link para o próprio site, vídeo, blog favorito ou matéria de um portal de notícias.

O recurso tem como finalidade aproximar ainda mais os usuários e estimular a interação. “Os membros de nossas comunidades adoram compartilhar descobertas na rede hello: agora podem indicar sites que amam, artigos que os inspiraram ou vídeos para outras pessoas verem” explica o criador da rede Orkut Buyukkokten.

Com um toque no “botão mais” amarelo localizado na parte inferior da tela é possível encontrar a opção “link”. Ao chegar na tela, basta colar a URL completa na caixa de texto e clicar em “seguinte” para visualizá-la. O link abrirá em um navegador dentro do aplicativo para que o seguidor não saia de sua posição no app hello. Para ver os comentários em um jot, basta tocar em “voltar” e checar o que outras pessoas estão falando sobre o link.

“Sugerimos que os usuários marquem uma comunidade ou persona, uma vez que isto ajuda outras pessoas com as mesmas paixões a descobrir aquele conteúdo. Nós recomendamos compartilhar links de coisas que você ama, artigos que o inspiram, lugares que você quer que outras pessoas explorem ou até mesmo links para o seu próprio blog e criações, afinal a hello é uma rede social para compartilhar paixões”, finaliza Orkut.

Na hello as comunidades são abertas a todos, permitem fóruns de discussões, não tem apenas um dono (tem líderes, são democráticas) são divertidas e móveis e seu conteúdo torna-se público, para que todos possam participar.

Para fazer o download do hello, acesse: Google Play ou iTunes.

Fonte: HUG Comunicação Corporativa – Thamiris Rezende

Desquebre apoia consumo consciente

Aplicativo Desquebre é alternativa para quem aposta em consumo consciente

Consertar eletrodomésticos é uma forma de fazer economia, mas esta boa prática vai além disso. Prolongar a vida útil destes produtos oferece benefícios nos âmbitos social e ambiental e vai ao encontro das diretrizes de diferentes movimentos focados no consumo consciente. Entre os exemplos mundiais está a iniciativa do governo da Suécia, que propõe que os contribuintes sejam restituídos em 50% pelos gastos realizados com mão de obra para reparos de produtos de linha branca. Outra tendência é o Repair Café (café de consertos), que surgiu em 2009 na Holanda, com a proposta de mecânicos aposentados ou amadores dedicarem parte do tempo a consertar, de graça, itens que vão de cafeteiras a luminárias, com o objetivo de reaproveitar os equipamentos e evitar o descarte desnecessário.

O consumo consciente também faz parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que corresponde ao conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seus países membros. Aliado a este contexto, a crise econômica que o Brasil ainda enfrenta também fez muitos brasileiros tornaram-se adeptos da “cultura do reparo”. Pensando em incentivar a população a se adequar aos novos hábitos de consumo, o aplicativo Desquebre nasceu com o objetivo de recuperar eletrodomésticos de linha branca de uma maneira mais simples, cômoda e rápida para o usuário.

De uso intuitivo e ágil, a ferramenta ajuda o consumidor a ter seu equipamento funcionando novamente, já que inclui dicas de ações para auxiliá-lo a diagnosticar e solucionar pequenas falhas. Porém, em caso de necessidade de ajuda profissional, o app localiza técnicos especializados, que estejam mais próximos da residência do cliente.

“Para o consumidor final é uma boa opção, pois cada atendimento se inicia com o acesso a dicas gratuitas para que o cliente possa consertar seu próprio aparelho, mas se não conseguir, terá um profissional qualificado, que pode ser pago por cartão de crédito, em até 12 vezes, após acordo com o técnico. Para o profissional cadastrado, também é um excelente negócio, pois ele não perde tempo entre um serviço e outro, com horas no trânsito, já que o aplicativo o direciona para os chamados mais próximos de sua região de atuação, e para sua especialidade, o que otimiza sua agenda”, conclui Luciano Palma, fundador da Desquebre.

O Desquebre está disponível nas versões Web, Android e iOS (iPhone) e atualmente conta com uma rede de profissionais associados que atende toda a cidade de São Paulo e os principais municípios do entorno, como Alphaville, Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Guarulhos.

Fonte: Texto & Imagem Assessoria de Comunicação – Liliane Pires

Adobe é a primeira a oferecer dados analíticos para áudio offline e online

Adobe Analytics Cloud permite que as marcas obtenham mais informações sobre podcasts, streaming de música e livros digitais

 No Adobe Summit, realizado em Las Vegas agora em março, a Adobe revelou seu Analytics para streaming de áudio. Pela primeira vez, as marcas poderão obter informações detalhadas sobre o áudio online e offline. Parceira das dez maiores marcas de mídia e entretenimento, como CBS Interactive, Pandora, Spotify, Time Warner e Viacom, a Adobe Analytics Cloud permite que as marcas entendam como o ouvinte interage com podcasts, streaming de músicas, audiolivros e muito mais, no fim das contas, isso as ajuda a tomar decisões mais bem informadas para oferecer a melhor experiência ao cliente. O Adobe Analytics mede a batida e a monitora em tempo real fornecendo um nível avançado de insights sobre o streaming, o que permite que as marcas obtenham métricas essenciais.

“Com um mercado lotado e a possibilidade de ouvir áudios a qualquer hora e em qualquer lugar, as marcas geralmente ficam no escuro quando se trata de entender como o áudio é consumido. Os profissionais de marketing basicamente chutam o orçamento”, disse Jeff Allen, diretor de marketing de produtos, Adobe Analytics Cloud. “Nenhuma outra solução de dados analíticos permite esse nível de insights para podcasts, streaming de áudio e livros digitais”.

Os novos recursos de áudio na Adobe Analytics Cloud incluem:

Entenda os ouvintes: as marcas podem mensurar se um ouvinte terminou o podcast ou o audiolivro, se um anúncio foi ignorado, quando a entrega ocorreu e como erros (buffering, por exemplo) afetam a experiência, tanto para áudio baixado quanto áudios transmitidos ao vivo. A Adobe também permite que as marcas mensurem o conteúdo de áudio em todos os dispositivos e se um podcast ou audiolivro for ouvido em diferentes dispositivos. Com o Audience Marketplace do Adobe Audience Manager, as marcas podem se conectar a fontes de dados secundárias e de terceiros para entender o comportamento do usuário em marcas parceiras ou para avaliar a localização, a demografia ou a psicografia do público-alvo. Essas informações ajudam os editores de áudio com recomendações, decisões de publicidade e programação, levando a uma melhor experiência do consumidor.

Garanta a melhor experiência de áudio: com tantas opções de conteúdo, os consumidores podem rapidamente mudar de ideia, especialmente se a experiência não atingir o padrão esperado. Por meio do Adobe Sensei, a estrutura de IA ​e de machine learning da empresa, o Adobe Analytics alerta a marca quando uma anomalia está ocorrendo, como buffering muito demorado, e monitora o tempo entre o clique e a inicialização do áudio.

Gere receita na entrega: ao capturar as escolhas de conteúdo e os comportamentos dos ouvintes, as marcas podem segmentar melhor os anúncios para os consumidores e fornecer uma experiência de áudio personalizada para garantir que os ouvintes permaneçam engajados. As marcas podem mensurar os anúncios que os ouvintes iniciaram e concluíram, se houve uma desistência, e quais os pontos ideais para o anúncio no áudio. Com o Adobe Audience Manager, as marcas podem monetizar seus ativos de dados no Audience Marketplace e distribuir seus públicos-alvo em canais de entrega de conteúdo e de entrega de anúncios centrados em dispositivos móveis em todo o ecossistema de publicidade e marketing.

Acelere o carro conectado: para fabricantes de automóveis e desenvolvedores de aplicativos para carros, o Adobe Analytics garante a personalização e recursos de anúncios, propiciando às marcas a capacidade de oferecer experiências únicas no carro. Playlists personalizadas, recomendações de rota e anúncios de áudio podem ser usados para recomendar e exibir diferentes tipos de conteúdo. As marcas também podem ser alertadas instantaneamente se uma interação de voz do carro falhar.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Plataforma digital de transmissão de futebol tem novo investidor

Go4it Capital investe no mycujoo, plataforma digital para transmissões de futebol

A empresa de investimentos em negócios e tecnologia do esporte Go4it Capital, anuncia aporte no mycujoo, plataforma que tem a missão de democratizar as transmissões de futebol pelo mundo. A empresa, que já tem participações na Strava, Keemotion e Tappp no segmento de sports tech e Gamers Club e G2eSports, em esportes eletrônicos, está animada com seu primeiro passo no mercado futebolístico.

“O volume de conteúdo de competições de futebol gerado no mundo é enorme. Para dar uma noção real da oportunidade, hoje 90% dos jogos organizados por federações ao redor do mundo não são transmitidos em nenhuma mídia e no Brasil não é diferente. Desta forma, conseguimos conectar milhões de torcedores com as suas paixões” – comenta Cesar Villares, sócio fundador da Go4it Capital.

Com esse investimento, o mycujoo pretende expandir sua presença no mercado brasileiro e acaba de contratar Victor Machado como diretor para América do Sul. O executivo traz grande experiência nos mercados de esporte, mídia e tecnologia, com passagens pelo Esporte Interativo, Band, SportPar, Flowics e como investidor em startups como Superela, Volanty e Priced.

O mycujoo estima a existência de quatro milhões de clubes e 400 milhões de jogadores ao redor do mundo e foca em parcerias com os conteúdos que hoje não são transmitidos, tornando-se uma grande alternativa para partidas do futebol de base, feminino e divisões inferiores.

Em 2017, foram 4 mil partidas e um total de 40 milhões de videoviews com um tempo de navegação médio acima de 8 minutos em todo o mundo, com parceiros como UEFA e a Confederação Asiática de Futebol. No Brasil, clubes e federações transmitiram 830 jogos ao vivo de 48 competições nacionais envolvendo 200 times.

“Nosso objetivo é transmitir 3 mil partidas ao vivo em 2018 no Brasil. Vamos gerar cada vez mais valor para todo esse ecossistema, envolvendo federações, times, jogadores, patrocinadores, grupos de mídia e torcedores que vão se beneficiar desse processo de democratização das transmissões de futebol” – explicou Victor Machado.

A tecnologia desenvolvida pela empresa permite a produção e transmissão das partidas com baixo custo, possibilitando a geração de imagens com celulares, criação rápida de replays de gols e melhores momentos, geração de caracteres como placar em tempo real e inserção de patrocinadores. Apenas entidades esportivas e grupos de mídia podem criar canais de transmissão na plataforma que faz questão de proteger os donos dos direitos do conteúdo. A Federação Paulista é a principal parceira com mais de 580 jogos transmitidos.

“Nossa meta é ampliar a quantidade e, neste momento, a qualidade das transmissões, para gerar melhor experiência aos torcedores do futebol paulista. Já fizemos 125 transmissões da Copa São Paulo em um formato melhor, com qualidade, narração, comentários. Só assim vamos conseguir melhorar o futebol paulista e auxiliar os clubes a gerar mais receitas.” – completou Bernardo Itri, diretor de comunicação da Federação Paulista de Futebol.

Sobre o Mycujoo

Mycujoo é uma plataforma de streaming de futebol ao vivo que oferece conteúdo de todo o mundo. A plataforma é adaptada para o futebol global, ajudando competições e clubes em vários níveis a transmitir seus jogos e conteúdos e oferecer futebol ao vivo e on-demand aos torcedores de qualquer lugar.

Fundado em 2014, mycujoo já ganhou a confiança de parceiros-chave no mundo do futebol, como a UEFA, Confederação Asiática de Futebol, a Federação Portuguesa de Futebol, a Federação Paulista de Futebol, a CBF, entre outros.

O modelo do mycujoo é oferecer um serviço de transmissão específico de futebol ao menor preço possível, permitindo que clubes e competições em qualquer nível facilmente configurem suas transmissões e comecem a atingir novas audiências.

Atualmente, o mycujoo transmite em média 120 jogos ao vivo por semana e atrai mais de um milhão de usuários mensais.

Fonte:DJL Comunicação

Nova plataforma de streaming de quadrinhos será lançada ainda neste semestre

Através de site oficial, plataforma já recebe cadastro para obras de artistas independentes e editoras

Compatível com dispositivos móveis (smartphones e tablets com sistema operacional IOS e Android) e ambiente desktop através de qualquer web browser, a plataforma para leitura de quadrinhos, Digital Comics , tem previsão de lançamento para junho deste ano. Diferente de outras soluções presentes no mercado, a plataforma está sendo desenvolvida com o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança digital e garante uptime de 99,99%. “Com uma infraestrutura baseada em DR ( Disaster Recover ) onde, se por algum motivo, todos os nossos servidores fiquem fora do ar, imediatamente é acionada uma infraestrutura idêntica em outro Datacenter de forma automática, garantindo assim nenhuma queda aparente para os usuários” explica Fábio Júnior, CEO da Digital Comics.

Modelo de negócio – Com valor fixo para assinatura, R$19,90 por mês e 15 dias gratuitos para testar, a plataforma estima receber 7 mil assinantes já em seu primeiro semestre de atuação. Além de ser um modelo acessível ao público fã de quadrinhos, a Digital Comics é o caminho para que autores e artistas independentes consigam publicar suas obras para apreciação do público com redução de custos. “Nosso modelo de negócio se baseia na quantidade de páginas lidas de cada obra. Ao final do mês é gerado um relatório com as estatísticas de cada artista/editora, mostrando o desempenho das obras cadastradas. Quanto mais páginas lidas, maior é a porcentagem de pagamento no rateio final” acrescenta Fábio Júnior. Em fase final de desenvolvimento, a plataforma já está recebendo inscrições de obras desde o final do ano passado. Os artistas e editoras interessadas podem fazer o cadastro de seu conteúdo pelo site https://digitalcomics.com.br/cadastro/.

Fonte: Luar Conteúdo – Agência de comunicação – Vanessa Luckaschek

Entendendo as fintechs

Entenda o mercado de fintechs no Brasil

A revolução digital está proporcionando inúmeras mudanças no mercado financeiro, e uma resposta a isso são o crescimento das fintechs no Brasil. Com a proposta de ser uma plataforma online e sem burocracias, ela vem ganhando espaço e fazendo grandes instituições financeiras se preocuparem e acompanharem seus passos. Vamos entender agora como anda esse mercado e suas vantagens, nesse infográfico preparado pelo site Rebel

Veja como ficou o infográfico:

Fonte: Marketing Ninja – Nayrison da Costa

Passo importante para a IoT no Brasil

Abinc une-se à LoRa Alliance e dá passo importante para a popularização do uso do IoT no Brasil

Associação Brasileira de Internet das Coisas une forças com a instituição internacional para padronizar a tecnologia de transmissão dos dispositivos de IoT no país e ajudar a reduzir custos, estimular a produção e inovação nacional e acelerar a proliferação do uso da tecnologia

A Associação Brasileira de Internet das Coisas anunciou nesta semana que uniu-se à LoRa Alliance, entidade internacional que trabalha no desenvolvimento de um padrão global para a Internet das Coisas, a fim de desenvolverem em conjunto uma definição padrão da frequência utilizada para a comunicação de dispositivos de IoT.

O anúncio vai de encontro com os avanços que o setor pretende promover nos próximos meses com a regulamentação da portaria da Anatel que homologa o uso da tecnologia Lora no Brasil, que passará a valer a partir de Abril.

Com a colaboração entre as duas entidades, empresas brasileiras associadas da Abinc poderão promover as tratativas para desenvolvimento de uma rede de comunicação padrão para o país e para a América Latina. “Essa padronização vai permitir a interconectividade entre os dispositivos de IoT, estimular a produção e desenvolvimento de tecnologia nacional e ajudar na popularização do uso das tecnologias por todos os setores da economia e para o usuário final com custos mais acessíveis”, avalia o diretor de Tecnologia da Abinc, Luis Viola.

A LoRa Alliance promove um padrão aberto para redes baseadas em LoRa denominadas LoRaWAN. O padrão foi desenvolvido pela Semtech e os proprietários da tecnologia do chip são a IBM Research e a Actility. Fazem parte da LoRa a Cisco, KPN, Orange, ZTE entre outros.

Em uma solução de IoT, a conexão direta de “coisas” (sem utilizar um gateway) para distâncias superiores a 300 metros (Wide Area) é feita em grande parte utilizando-se as redes celulares nas suas diversas tecnologias (GPRS/EDGE, 3G e 4G). Estas redes foram projetadas para comunicação entre pessoas e apresentam um custo de conexão e consumo de bateria que limitam a viabilidade de sua utilização na conexão de “coisas”. As redes Low Power Wide Area (LPWA) surgiram para conectar milhões de “coisas”, com redes de melhor cobertura, menor custo de conexão e menor consumo de bateria, ampliando desta forma o leque de soluções de IoT.

Fonte: Motim.cc – Silas Colombo

Aplicativos que são sucesso

Os aplicativos que são um sucesso financeiro

Desde a pré-história, o homem inventa para suprir suas necessidades ou apenas para satisfazer os seus desejos. Na era atual não é diferente. Baseando-se nas conexões e interações da vida, alguns indivíduos criaram ‘‘ferramentas” que se tornaram muito populares na propagação instantânea da rede.

Conheça 5 das ‘‘ferramentas” chamadas APP’s ou aplicativos, que levaram seus criadores à altíssimas cifras de dinheiro, nesse infográfico preparado pelo site Sirius App.

Você está vivendo Black Mirror? 7 coisas que não parecem mas são reais

Conheça 7 episódios de Black Mirror que provam que já estamos vivendo dentro desse universo

Você assiste a série Black Mirror da Netflix? Se sim, sabe que a obra apresenta muitas criticas a sociedade. Porém, será que além dessas críticas, nós já não estamos vivendo o que se passa na série? Separamos 7 episódios desse fenômeno para te mostrar que as coisas podem ser mais reais do que você imagina, dá uma olhada:

1. Nosedive

Ainda falando em redes sociais, o episódio Nosedive da terceira temporada reflete exatamente o que estamos passando. Julgamos as pessoas pela quantidade de amigos e likes que cada uma possui, damos uma avaliação para tudo, inclusive ao pegar um Uber. Somos números que dependem da aprovação de terceiros. Uma boa crítica também é a superficialidade e falsa imagem que passamos nas redes sociais.

Em Nosedive, a personagem é convidada para o casamento de uma amiga que possui uma pontuação maior que a dela e faz de tudo para que seus pontos também aumentem, sendo um desses caminhos ir ao casamento da suposta amiga. Ao longo do episódio, as situações em que ela se coloca para agradar e ganhar uma grande pontuação são absurdas. Não estamos distantes do ocorrido.

2. Be Right Back

Robôs substituindo pessoas? Sim, isso está começando a acontecer. Recentemente, um robô foi demitido de um supermercado na Escócia, mas ele não é o único empregado ao redor do mundo. Apesar de ainda não existir um robô com as mesmas características humanas, estamos cada vez mais próximos desse momento.

A trama mostra uma esposa que perde o seu marido e após isso começa a conversar por mensagens com uma simulação do parceiro. Isso a incentiva a comprar seu robô, que vive no dia a dia com a mulher como se fosse seu marido.

3.Fifteen Million Merits

Sabe quando você trabalha a sua vida inteira todos os dias para alcançar o sucesso? Você pode estar querendo ser um grande blogueiro, youtuber, empresário, simplesmente famoso. É isso o que as pessoas fazem em Fifteen Million Merits.

No episódio os personagens vão para suas bicicletas diariamente para gerar “pontos”. Com esses pontos eles podem comprar todas as coisas necessárias para sobreviver e chegar ao tão esperado “sonho”. Essa realidade transforma todos em pessoas fanáticas e sem identidade própria. É o que resume o “tudo pela fama”.

4.Arkangel

Pais que controlam todos os passos dos filhos e censuram todas as suas ações, que dificultam seu desenvolvimento. Você conhece algum assim? Aquele que protege demais. Isso pode afetar muito a vida de uma criança ou adolescente e a internet abriu essa possibilidade de bisbilhotar tudo o que acontece.

Quer mais provas de que estamos vivendo em Black Mirror? No episódio Arkangel, uma mãe consegue essa medida preventiva da filha, onde consegue monitorar tudo o que ela faz, com quem conversa, o que ela vê e entre outras coisas. A filha é muito afetada por isso e tem toda a sua maturidade prejudicada.

5.USS Calister

Jogos de realidade virtual estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. As pessoas querem estar dentro dos jogos de uma forma cada vez mais fiel ao que passamos na nossa rotina.

O USS Calister mostra um jogo chamado Infinity, que colocamos na têmpora e podemos sentir tudo o que acontece. As pessoas terão consciência de que estão dentro desse universo. Falta pouco tempo para chegar até esse momento, não acha?

6.White Bear

Já parou para pensar como atualmente muitas pessoas filmam um espancamento, um assalto ou outras atrocidades, mas ninguém ajuda? Todos seguram suas câmeras ao invés de dar atenção e prestar socorro. Já estamos vivendo uma parte do que é passado no episódio White Bear.

Além disso, a trama ainda envolve a questão dos direitos humanos de um criminoso. Até que ponto não estamos nos tornando iguais ao tomar algumas atitudes?

7.The Entire History of You

Que os relacionamentos ficaram mais complicados após as redes sociais virarem parte do dia a dia já sabemos. Mas, o que o episódio The Entire History of You traz é justamente uma reflexão de até que ponto isso está nos afetando. Esse episódio mostra uma crítica sobre a tecnologia está afetando as relações e nos deixando paranoicos.

No episódio, as pessoas possuem um dispositivo que grava todas as memórias. A trama gira em torno de uma família, que é desfeita após descobertas de situações passadas através do dispositivo. Parece que já estamos vivendo esse momento com fotos curtidas, comentários, conversas de WhatsApp e outras redes, não é?

Hoje em dia a tecnologia está cada vez mais ligada à saúde e aos nossos corpos, por exemplo: podemos ser atendidos por um médico sem estarmos em sua presença, recebemos laudos a distância. As evoluções robóticas como as de Black Mirror estão cada vez mais próximas de se tornarem algo real.

Fonte: Link Builder da SEO Marketing e DiagRad– Luana Santos

Artigo trata de omnichannel

A alavanca do omnichannel

por Anselmo Bragantini

Em 2011 criamos, eu e mais dois sócios, uma loja virtual de modelo dailydeal e sonhamos ficar ricos em pouco tempo. Não ficamos, mas felizmente meu objetivo principal de entender o modelo de vendas em plataformas digitais foi cumprido integralmente. Como eu já tinha uma vasta experiência na construção e gestão de canais físicos de vendas, a associação entre on e off passou a fazer parte do meu mindset na modelagem de negócios de qualquer natureza. Na época, o Brasil tinha 23 milhões de e-consumidores e menos de 15% dos celulares era composto por smartphones.

Corta! Estamos em 2018 e nesse soluço de tempo houve “alguma” evolução nas discussões e implementações de projetos de comércio digital. Vimos crescer a combinação dos ambientes on e off buscando transformar a jornada do consumidor numa experiência cada vez mais rica e repleta de significados, além de buscar criar identidade com as marcas e fidelizá-lo aos produtos. A era do marketing de massa foi substituída pelo marketing um-para-um, caminho que cada vez mais empresas de todo e qualquer segmento tentam percorrer, uma vez que nos parece inevitável a personalização da comunicação diante das mudanças no padrão de comportamento das pessoas, apontando a necessidade de se ter formas distintas de se fazer negócios.

É por este motivo que nos projetos que estamos desenvolvendo, e onde a modelagem da solução aponta para o omnichannel, nos questionamos a todo momento: quais são os elementos centrais para tornar esse conceito uma realidade nas operações dessas empresas?

Não existem receitas prontas, mas se considerarmos que o rastro que o consumidor deixa no seu dia-a-dia fornece uma série de informações relevantes para entender muita coisa sobre ele, e que hoje em dia o equipamento que mais pode nos fornecer informações sobre hábitos, comportamentos, características e padrões de deslocamento é o smartphone, existe aqui um ponto de inflexão provável.

Nesse contexto, projetos de transformação digital como implantar um ambiente omnichannel para uma empresa de varejo físico de equipamentos eletrônicos, desintermediar com responsabilidade a distribuição dos produtos de uma fábrica de moda ou colocar um produto congelado de uma das maiores empresas do mundo na mesa do cliente com agilidade e confiança, exige empresas com visão de futuro e internautas munidos de equipamentos cada vez mais sofisticados e com aplicações que permitem a aproximação do cliente à empresas que não se cansam de inovar.

Vamos pinçar alguns números que, avaliados em conjunto, podem nos trazer lucidez em meio a esse grande caldo que a onda da tecnologia nos aplica há algum tempo:

· Em 2016 vendemos R$44.4 bi no e-commerce B2C no Brasil. Para 2021 a projeção é de R$82.9, representando um aumento de 87%.

· No Brasil, neste mesmo ano, 19% das vendas do e-commerce B2C foram realizadas por dispositivos móveis. Em 2017 foram 26%¹.

· Fechamos 2017 com 47 milhões de e-consumidores, que serão 67 milhões em 2021.

· 28% da população mundial tinha um smartphone me 2016, sendo que em 2020 esse percentual será de 37%. Quase 10pp de diferença.

· Quase 60% das vendas feitas no e-commerce global em 2017 foram feitas em smartphones/tablets.

Vejam que sairemos de R$8.4 bi movimentados por dispositivos móveis em 2016 para R$21.5 bi em 2021 no Brasil, e cada vez mais a jornada desses e-consumidores estará no ambiente onmichannel, a medida que as experiências no on e off irão amadurecer suas verdadeiras vocações para entregar o que esse consumidor espera de cada um desses ambientes. Ou seja, sem alavancar a quantidade de dispositivos pessoais móveis que possibilitam saber por onde o consumidor anda, o que ele gosta de fazer, e o que ele está fazendo em determinado momento, o círculo virtuoso que começa no consumidor e termina no ponto de venda, não importa de qual tipo, não cumprirá com a sua missão de criar a conectividade neurológica tão sonhada por todas as marcas que querem entregar o produto onde o cliente preferir, mesmo quando ele próprio não esteja certo sobre o melhor momento e local para receber sua encomenda.

Além disso, é necessário que as empresas estejam preparadas e consigam surfar na onda omnichannel, com interação, usabilidade e interfaces que sejam corretamente entendidas pelo cliente final, uma vez que a transformação digital está acontecendo agora e é necessário correr contra o tempo para entender como cada empresa pode participar desse ambiente.

Anselmo Bragantini é especialista em Omnichannel da TopperMinds

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Ana Finatti