Novo portal aborda conteúdos do mercado de comunicação e opiniões de colunistas da área.
O Creativosbr – que teve início em 2009 como Blog do Crespo e se tornou também uma agência em 2017 – levou ao ar seu portal no último dia 17 com uma nova proposta. Reunindo diversas notícias sobre o mercado publicitário e de comunicação em geral, o portal também destaca opiniões e até mesmo crônicas em uma área especial disponibilizada para colunistas convidados.
“O novo portal tem nova disposição e um formato mais organizado, clean e moderno. Isso faz com que o leitor tenha uma experiência única e ainda mais agradável. Esse é o objetivo do nosso novo portal”, diz Filipe Crespo, idealizador e mantenedor do site Creativosbr.
Na seção de colunistas, grandes nomes do mercado figuram entre os convidados, como Marcos Braga (CEO do Amigos do Mercado), Rafael Garey (Globo), Thiago Cruz e Victor Amerio (ACC Advogados), Erick Messa (FAAP) e Fernando Russel “Tucano” (Nerdcast).
As novidades não param por aí. O Creativosbr também conta com uma nova editora-chefe, a jornalista Maria Souza, que chega para contribuir com o crivo dos conteúdos diários do portal.
Estudo da VidMob mostra que a eficácia dos elementos criativos varia de acordo com o contexto, o segmento e a plataforma
A VidMob, plataforma líder em Inteligência Criativa, realizou uma pesquisa que mostra como a direção do olhar de um personagem nos primeiros segundos de um anúncio em vídeo pode afetar significativamente as métricas de desempenho de uma campanha.
No estudo inédito, a VidMob aplicou tecnologia de Inteligência Artificial proprietária para detectar a direção específica do olhar fixo e sua relação com o engajamento do anúncio.
A tecnologia da VidMob analisou minuciosamente os anúncios, e os dados foram agrupados em duas categorias: Olhar Direto, em que o modelo olha diretamente para a câmera, estabelecendo contato visual com o consumidor, e o Olhar Indireto, quando o modelo olha em qualquer direção que não seja diretamente para a câmera.
As conclusões foram geradas a partir de uma análise de 1,1 milhão de anúncios nas redes sociais, totalizando mais de 2 trilhões de impressões veiculados no Facebook, Instagram, Snapchat e YouTube, e mostram que a variação no olhar pode influenciar as taxas de cliques, de visualização, de instalação (para anúncios de apps, por exemplo) e o retorno sobre o gasto com publicidade (ROAS).
“Os dados mostram como o público responde de maneira diferente a determinados elementos criativos e que uma marca deve implementar uma estratégia de análise criativa para entender como esses elementos podem ser usados para influenciar positivamente os resultados de sua campanha”, diz Beth Gostanian, VP de produto da VidMob. “Para entregar o maior retorno sobre seus gastos com publicidade, as marcas e os anunciantes precisam explorar seus próprios dados criativos para melhorar a eficácia de seus anúncios.”
Os destaques da pesquisa incluem:
Olhares diretos foram associados a taxas de cliques mais altas quando as marcas buscavam engajar os espectadores propositalmente no diálogo, como em conteúdos educacionais e de jogos.
Olhares indiretos aumentaram as taxas de cliques e visualizações nos segmentos de esportes, estilo de vida e conteúdo médico.
Combinar olhares diretos com expressões faciais positivas teve um impacto positivo no desempenho de campanhas para instalação de aplicativos.
“Quando realizado de forma inteligente, o olhar fixo pode ter um efeito positivo no desempenho do anúncio, mas seu impacto é influenciado pelo posicionamento do anúncio, pela narrativa e pelo objetivo da campanha, por isso é tão complexo e só com a tecnologia somos capazes de analisar tantos dados e variáveis”, explica Beth.
Uma marca global de jogos para celular incluída neste estudo descobriu que apresentar personagens no jogo com olhar direto no começo do anúncio em vídeo no Facebook resultou em uma redução de 10% no custo por instalação (CPI). Se esses mesmos personagens olhassem diretamente para a câmera e tivessem expressões faciais felizes, o CPI diminuía mais 35%.
Da mesma forma, uma grande marca de serviços financeiros descobriu que, quando o modelo olhava diretamente para a câmera, aumentava as taxas de visualização de 3 segundos para conteúdo educacional em impressionantes 59%. Enquanto isso, olhares indiretos, associados a imagens de estilo de vida casual, foram associados a um aumento de 44% nas taxas de cliques para anúncios sobre produtos ou serviços específicos, como fundos de investimento, cartões de crédito e empréstimos.
“Em outras indústrias, como a de aluguel de carro, o talento olhando diretamente para a câmera contribuiu na redução do custo para CPM em 13%. Temos observado a importância do olhar do talento em campanhas de CPG com foco em awareness e video views”, comenta Mariana Lagares Alegria, Strategic Client Manager da Vidmob.
“O impacto do contato visual é apenas um exemplo de como o criativo pode influenciar o desempenho geral da publicidade”, acrescentou Beth. “As equipes de publicidade e criação podem e devem usar esse processo criativo inteligente para analisar e compreender os elementos criativos que irão impulsionar o desempenho, melhorar a experiência do anúncio e produzir melhores resultados de negócios”.
Pesquisa ACI/Unitau revela que 74% dos empresários de São José dos Campos esperam um melhor desempenho da economia este ano
Uma boa notícia: o empresário de São José dos Campos está bastante otimista com o desempenho da economia em 2022.
Isso é o que revela a mais recente pesquisa da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos feita em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais). O levantamento foi feito entre os dias 10 e 26 de janeiro e ouviu 85 empresários, com lojas instaladas em grandes eixos comerciais da cidade: imediações da praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, eixo da Avenida Andrômeda (região sul) e nos shoppings Centro e Vale Sul.
Os números da pesquisa ACI/Unitau apontam que 74% dos entrevistados estão esperando um desempenho melhor na economia em 2022, com 62,96% se declarando otimistas e 11,11% dizendo estar muito otimistas. Outros 23,4% esperam um ano igual e 2,47% se declararam pessimistas.
Para a ACI de São José dos Campos, o resultado do levantamento é positivo após dois anos turbulentos na economia, reflexo da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. “Após um período de muita incerteza em razão da covid-19, 2021 já desenhou um cenário melhor, que, com certeza, contribuiu para essa otimismo do empresário de São José dos Campos. Tivemos um saldo bastante positivo de empresas abertas na região no ano passado, o comércio registrou índices positivos de venda e tudo isso forma uma base sólida para enfrentarmos os desafios de 2022”, disse Eliane Maia, presidente da ACI.
O levantamento ACI/Unitau também mediu o desempenho do comércio no Natal, com resultados bastante positivos.
A maior dos lojistas entrevistados comemorou o patamar de vendas, com 67,9% deles classificando o volume como bom e 8,64% considerando as vendas excelentes. O que soma 76,54% de aprovação, frente a 19,75% que acharam as vendas ruins e 3,71% que se declararam bastante pessimistas. Mais: 38,27% dos entrevistados apontaram ainda que as vendas de 2021 foram melhores que o patamar alcançado no Natal de 2020, quando as lojas funcionaram sob regras rígidas de horário e limitação de público, frente a 33,33% que classificaram as vendas como iguais. Frente às vendas de 2019, o otimismo foi bem menor.
Tíquete
A pesquisa também revelou que os consumidores optaram, nas lojas, por gastar um tíquete médio de R$ 101 a R$ 200 (33,33%), segundo de um valor entre R$ 51 e R$ 100 (30,86%). Acima de R$ 201 ficaram 25% dos consumidores. Em número de presentes, a maioria dos consumidores, segundo os lojistas, optou por duas compras (44,44%). A forma de pagamento preferida foi o cartão de crédito (50,62%), seguida do cartão de débito (44,44%).
Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho
Pesquisa foi realizada no Brasil e em outros 28 países; Governo ficou na última posição
Dados da edição mais recente do “Monitor Global de Confiança”, feito pela Ipsos, revelam que as empresas de tecnologia e do setor farmacêutico são as que mais despertam confiança entre os brasileiros. Ao todo, nove setores da economia foram avaliados no Brasil e em outros 28 países. O Governo registrou o índice mais baixo.
As empresas de tecnologia (exceto as empresas de redes sociais, avaliadas separadamente) são consideradas confiáveis por 39% dos brasileiros entrevistados, índice acima da média global (34%). Os países que atingiram maior nível de confiança neste segmento são Malásia (56%), Índia (55%) e Arábia Saudita (51%). Já França (23%), Holanda (23%) e Grã-Bretanha (22%) registraram os menores.
Os demais segmentos avaliados foram: indústria farmacêutica, instituições bancárias, indústria automotiva, companhias de óleo e gás, empresas de redes sociais, serviços públicos, governo e mídia tradicional.
Indústria farmacêutica
Consideradas confiáveis por 38% dos brasileiros, as companhias que produzem medicamentos e ocupam a segunda colocação no ranking. O percentual está acima da média global (31%) e é o sexto maior entre os 29 países que integram a pesquisa. A Malásia registrou o maior índice (55%) e o Chile (12%), o menor.
Serviços bancários e indústria automotiva
Na terceira posição, empatadas, estão as instituições bancárias e a indústria automotiva, ambas tidas como confiáveis por 30% dos respondentes do Brasil, nível acima da média de todos os países que participam do levantamento – 28% para bancos e 27% para fabricantes de automóveis.
Os chineses são os que mais confiam nos bancos de seu país (63%), enquanto os espanhóis têm o menor nível de confiança nas instituições financeiras (13%). Já a indústria automotiva é considerada confiável por 50% das pessoas na Malásia e apenas 14% dos habitantes da Suécia, maior e menor índices para este segmento, respectivamente.
Mídia
O Brasil registrou o quinto maior índice de confiança na mídia tradicional entre as nações pesquisadas: 23% dos entrevistados no país confiam nos jornais impressos, revistas, emissoras de rádio, TV e portais de notícias. A Arábia Saudita atingiu o maior índice (37%) e a Grã-Bretanha, o menor (9%). A média global é de 19%.
Já as empresas de mídias digitais, que administram redes sociais na internet, além de aplicativos de trocas de mensagens, por exemplo, são consideradas confiáveis por apenas 19% dos brasileiros – índice um pouco acima da média global (17%). Juntas, Malásia e Índia lideram o ranking de confiança nestas empresas (33%). O menor percentual foi registrado entre os franceses entrevistados (8%).
Governo
Levando em conta os entrevistados de todos os países que participam do “Monitor Global de Confiança”, dois em cada dez (20%) afirmam que o Governo de seu país é confiável. O Brasil tem um dos cinco piores índices de confiança no governo entre os países pesquisados: apenas 14% dos brasileiros entrevistados confiam no seu governo. Os maiores níveis de confiança foram identificados na Alemanha (31%) e na Holanda (30%); já os mais baixos estão na Colômbia (8%) e no Peru (9%).
Outros setores
A Ipsos também mediu o nível de confiança em outros dois setores da economia: serviços públicos e companhias de óleo e gás. Para 24% dos brasileiros, os serviços públicos são confiáveis – abaixo do índice global (28%). A confiança nas companhias de óleo e gás no Brasil (21%) também está um pouco abaixo da média dos países que integram o levantamento (22%).
Sobre a pesquisa
Entre os dias 25 de junho e 9 de julho de 2021, a Ipsos entrevistou 21.503 adultos on-line, com idades entre 16 e 74 anos, de 29 países, sendo aproximadamente 1.000 no Brasil. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.
Além do Brasil, integram a pesquisa: Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, China , Colômbia, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Holanda, Peru, Polônia, Romênia, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia e Estados Unidos.