Coluna Propaganda&Arte

Oi, sumido! O e-mail marketing ainda é forte?

O e-mail ou correio eletrônico é quase como um avô das comunicações pela internet, porém, ele pode ser aquele avô bem descoladão, sabe? Afinal, temos tecnologia e maior compreensão de comportamento que antes. Vejam algumas estratégias para manter a força do e-mail marketing nos dias de hoje.

Faça e-mails com personalização

Quem não gosta de ser chamado pelo nome, de receber informações e ofertas personalizadas para seus gostos? Isso segue no ambiente do e-mail. Agora o desafio é fazer as automações, que colocam nosso nome em tudo, assim como outras informações preenchendo campos automaticamente, não soarem mecânicas demais. Essa bucha eu deixo para os copy que precisam buscar humanização acima de tudo.

Crie chamadas impactantes (e verdadeiras)

Não crie aqueles títulos de assunto de e-mail forçados só para conseguir clique e abertura de e-mail, fica evidente a sua estratégia e com o tempo cansa o público. Mesmo assim, podemos abordar algum tema de formas diferentes, gerando alguma urgência, por exemplo. Sexy sem sem vulgar!

Faça o uso de textos como principal formato (teste algumas imagens)

Quem faz e-mails todos em formato imagem corre um sério risco de não ser visto, pois em algumas plataformas as imagens podem não abrir automaticamente, deixando toda sua criatividade e inteligência em segundo plano. Quem não abrir ou não liberar a visualização não irá saber da sua oferta incrível. Mescle e teste os elementos, foto, texto, links etc.

Crie um relacionamento e segmentação de perfis

Não dispare e-mails sem direção ou sem uma régua de conteúdo. Algumas ferramentas oferecem automações simples que você poderá criar com uma sequência de interesse e de evolução do relacionamento, ao invés de oferecer um produto genérico para todas as pessoas do mailing. Compreender que cada cliente é único, mas que ele pode estar em fases parecidas é um primeiro passo para segmentações mais inteligentes e para maiores taxas de conversão.

Entregue conteúdo e ofertas de valor

Não adianta encher linguiça. Busque conteúdos, dicas e ofertas que façam a pessoa se sentir atendida, mesmo que ela não queira naquele momento comprar. Ao ter acesso ao seu e-mail, criamos uma lembrança, geramos interesse e abrimos portas para algo realmente relevante.

Isso sim é olhar para o vovô e-mail com carinho, e ainda mais, para seus clientes que podem vir de indicações dele. Esse cara tem história e tem respeito, viu?

5 dicas para gerar uma landing page que converte

*por Rafael Wisch

No ambiente digital, uma das principais buscas das empresas é pela captação de novos clientes. Com o auxílio das estratégias de marketing digital, a landing page pode ser uma alternativa eficaz para aumentar a conversão de leads. A página inicial de um site costuma ser mais genérica, porém, com a landing page você pode ser mais objetivo, despertar interesse e atingir seu público específico, aumentando as chances de conversão.

Imagem de Elionas do Pixabay

Um dos fatores a se levar em consideração, está em ser assertivo na comunicação com o público-alvo e na escolha da entrega do conteúdo, que é o passo anterior ao criar a landing page. É necessário identificar os objetivos da persona (cliente ideal) para que o conteúdo disponibilizado apoie e solucione. Dessa forma, o material será relevante e despertará o desejo do visitante em recebê-lo, aumentando assim, as chances de conversão.

Abaixo, confira algumas dicas para aumentar a conversão da sua landing page:

1 – Seja objetivo

O primeiro passo é cumprir com sua principal função, que é converter: seja objetivo e direto para não ter distração do lead. Para que isso aconteça, a estrutura dessa landing page não precisa ser extensa, apenas trazer como foco o que será ofertado. Os principais elementos são:

O material de valor: conteúdo gratuito que o visitante terá acesso ao se cadastrar. Pode ser uma imagem com ilustração de e-book, um vídeo ou o convite de um evento online que irá acontecer.

Headline persuasiva: tenha um título atrativo que apresente o benefício que aquele conteúdo proporcionará ao visitante.

Formulário de cadastro: o campo que a pessoa insere seus dados para receber o conteúdo, como nome, e-mail e telefone.

Botão Call to Action (chamada para ação): botão localizado abaixo do formulário que confirma o cadastro e incentiva o visitante a realizar a ação.

2 – Versão mobile

É preciso otimizar a página para a versão mobile. Se um visitante acessar a página e essa não estiver receptiva ao uso em um celular, a empresa pode não passar credibilidade e há chances de abandono por não prover uma boa experiência ao cliente.

3 – Velocidade

Na criação da landing page, é preciso levar em consideração a velocidade de carregamento. O próprio Google, com sua rede neural, fez uma análise de landing pages mobile sobre o tempo de carregamento dos sites. A análise é com base na probabilidade do visitante abandonar as páginas ao ter que aguardar segundos de carregamento. Por exemplo, se a página levar de 1 a 5 segundos para carregar, a probabilidade de abandono cresce em 90%. Quanto mais rápido sua página carregar para o visitante, maior a retenção. Imagens com tamanhos altos, muitos elementos desorganizados e uma plataforma de criação de landing page não otimizada são fatores que influenciam no carregamento

4 – Prova social

Se a landing page ofertar um conteúdo de e-book, por exemplo, é interessante inserir na página depoimentos de pessoas que já consumiram o conteúdo e compartilharam seus feedbacks positivos. É uma maneira de gerar ainda mais valor sobre o material e o visitante se converter em lead.

5 – Ferramentas de monitoramento

Ferramentas de mapas de calor como o Heatmap, por exemplo, ajudam a identificar o comportamento do usuário na landing page, dessa forma, indica quais lugares ele mais passou o mouse, onde clicou, entre outros recursos. Ter isso claro, apoia ao analisar como está a experiência do usuário naquela página.

*Rafael Wisch é CEO da G Digital, startup de desenvolvimento de softwares voltados para marketing e vendas.

Fonte: Agência Contatto – Laura Imene

Agile Marketing: uma estratégia de otimização para o seu negócio

por Ari Lisjak, CEO da Isource Marketing

Responda rápido: sua equipe ainda desenvolve planos de marketing anuais? As reuniões duram mais de 50 minutos? Se você respondeu sim pra uma dessas perguntas, você precisa continuar lendo este artigo. Vou mostrar pra você como fazer marketing de um jeito ágil, com uma estratégia que promete trazer mais eficiência, rapidez e produtividade ao seu negócio.

Imagem de Dirk Wouters do Pixabay

Adaptar-se às mudanças, trabalhar colaborativamente e aprender com o fracasso são alguns dos princípios do Agile Marketing, uma filosofia que começou há quase uma década e recentemente se tornou uma necessidade para as empresas com a chegada da Covid-19.

O 3º Relatório Anual sobre o Estado do Marketing Ágil trouxe números interessantes sobre o impacto da ferramenta no mercado de trabalho. Para se ter uma ideia, a adoção da metodologia saltou de 32% em 2019 para 42% em 2020.

Os profissionais que trabalham com essa metodologia na empresa lidam melhor com o ritmo acelerado que é cada vez mais comum nas organizações. Além disso, estão mais alinhados, tanto na estratégia quanto na visão de negócios. Além do mais, os funcionários são mais propensos a aproveitar as novas oportunidades.

Existem vários motivos pelos quais os profissionais de marketing adotam a metodologia ágil em sua rotina. Para 58% dos especialistas, a ferramenta é indicada porque tem o poder de melhorar a produtividade no trabalho. 54% deles acreditam que otimiza a capacidade de gerenciar prioridades em mudança.

Pela nossa experiência na indústria de marketing, vemos como alguns clientes geram várias campanhas ao mesmo tempo e de forma automatizada, mostrando que uma metodologia ágil que melhora velocidade, previsibilidade, transparência e adaptabilidade deve ser uma prioridade.

A seguir, listamos 7 ideias a serem levadas em consideração ao adotar uma abordagem na área de Agile Marketing:

1. Crie uma equipe de marketing pronta para atacar

Reúna um pequeno grupo de pessoas talentosas que trabalham rapidamente e possuem habilidades multifuncionais. Por exemplo, se for um projeto de campanha de e-mail marketing, a sala deve incluir um redator, um designer de UX, um programador e um estrategista de marketing. Suas responsabilidades incluem a execução colaborativa de testes A / B para encontrar o melhor caminho criativo e narrativo para o sucesso de suas campanhas de e-mail marketing.

Imagem de mohamed Hassan do Pixabay

2. Escolha ferramentas que melhorem a comunicação e a eficácia da equipe

É fundamental contar com ferramentas e processos eficazes que ajudem a fortalecer a comunicação e a sinergia entre as partes interessadas da área. Algumas dessas ferramentas podem ser Asana, Monday, BaseCamp, para citar alguns.

3. Priorizar hipóteses sobre opiniões e convicções

O marketing é uma área puramente intelectual e criativa, o que o torna intrinsecamente complexo e não linear. Portanto a sua execução deve ser realizada através de um processo de feedback de táticas e estratégias que contemple a implementação, medição e aprendizagem contínua.

4. Colaboração com foco no cliente

Não é segredo que o marketing deve estar focado nas necessidades do cliente, por isso a tomada de decisão deve estar sempre focada neles, de forma integral – não isolada – ou nunca de uma posição hierárquica.

5. Desenvolva campanhas adaptáveis ​​mais como “mega-campanhas”

Pensar em pequenas estratégias e executá-las rapidamente em um esquema não linear e adaptativo é altamente conveniente. Por exemplo, o teste A / B fornece informações valiosas para um conhecimento real dos clientes e permite ajustar o planejamento de acordo com o que realmente funciona.

6. Descubra o cliente sem previsões estáticas

Levando em consideração o foco adaptativo, é possível conhecer os clientes de forma dinâmica por meio de suas interações.

7. Planeje de forma flexível e contínua

Não há nada de errado em planejar quando se pensa em mudanças. Por exemplo, quando um projeto inclui uma alta carga de criatividade em ambientes complexos e mutáveis, os planos rígidos são especulativos e não refletem a realidade, portanto, não agregam valor.

Mas, como surgiu a metodologia de Marketing Agile?

A metodologia ágil como a conhecemos remonta a 2001, em resposta às abordagens em cascata de gerenciamento de projetos, que são normalmente organizadas como uma série de sequências lineares. Consequentemente, um grupo de desenvolvedores de software escreveu o Manifest for Agile Software Development, com uma nova abordagem para o desenvolvimento de software que inclui quatro características fundamentais:

· Pessoas e interações antes de processos e ferramentas

· O software em operação, antes da documentação exaustiva

· Colaboração com o cliente antes da negociação contratual

· A resposta à mudança, em vez de adesão a um plano

Fonte: Comunique-se

Dados, máquinas e pessoas

Fronteiras digitais: como o protagonismo dos dados pode impor nova convergência entre máquinas e pessoas

Por Débora Morales*

A transformação digital de empresas em todos os setores é um fenômeno. As empresas são desafiadas a ter sucesso ao abraçar a transformação por meio da inovação digital para alcançar vantagens competitivas. O negócio digital envolve a criação de novos modelos que confundem as fronteiras entre mundo digital e físico, devido à convergência de pessoas, negócios, coisas, máquinas e serviços inteligentes.

Este é um momento crítico para a transformação dos negócios digitais na história do desenvolvimento e adoção de inteligência artificial (IA). Hoje em dia, as tecnologias de IA impactam a maioria das categorias de aplicativos e muitos desafios de negócios. A IA torna-se útil quando enriquece a tomada de decisão que é aprimorada pela aplicação do Big Data (BD) e Advanced Analytics (AA).

As empresas precisam considerar os dados como matéria-prima para a tomada de decisões. Os dados e análises precisam ser pensados em termos de processamento de plataformas de negócio digitais corporativas, assumindo assim um papel mais ativo e dinâmico no fortalecimento das atividades de toda a organização.

A tomada de decisão de negócios contemporânea deve direcionar o compartilhamento de diferentes recursos para exploração, descoberta, construção ou teste de ideias e ser baseada em dados que, quando estruturados e processados, criam informações e conhecimento. Dessa forma, podemos pensar em como os dados podem ser coorganizados e gerenciados em uma estrutura conceitual multidimensional estratégica para a tomada de decisões, com níveis relacionados de melhoria nas cadeias de valor da inovação.

Para avaliar o provável crescimento da automação baseada em IA, é importante avaliar a interação de humanos e máquinas nesses níveis e entender quem analisa os dados, quem decide com base nos resultados da análise e quem age com base na decisão.

Lembre-se: na atual Era Digital, quando os ativos intangíveis estão se tornando cruciais para o desempenho das empresas, as novas dimensões de valor de IA baseadas no BD e AA podem apoiar os líderes de negócios e suas equipes de gestão e fornecer medição e gerenciamento mais eficazes de seus ativos de capital intelectual e informativo.

*Débora Morales é mestra em Engenharia de Produção (UFPR) na área de Pesquisa Operacional com ênfase a métodos estatísticos aplicados à engenharia e inovação e tecnologia, especialista em Engenharia de Confiabilidade (UTFPR), graduada em Estatística e em Economia. Atua como Estatística no Instituto das Cidades Inteligentes (ICI).

Fonte: Central Press