Via Vale lança campanha “Quem ama cuida” para celebrar o Dia dos Namorados
Desafios do distanciamento social, encontros virtuais, chamadas de vídeo ou namoro à distância. Apesar da nova realidade, uma coisa não mudou entre os apaixonados: o amor em forma de cuidado. O Via Vale Garden Shopping lança campanha de Dia dos Namorados inspirada no cuidado, sem deixar de revelar a paixão dos casais. “Quem ama cuida” é a nova aposta e acontece até 13 de junho, com toda a segurança que o momento exige.
Para quem busca o math perfeito quando o assunto é presentar, o Via Vale tem opções especiais. Os lojistas estão empenhados em oferecer a melhor e a mais segura experiência de compra para quem faz questão de escolher o presente ao vivo. Para os mais digitais, o Shopping está preparado com diversos canais de atendimento, como o Vitrine Garden ou Compras Imperdíveis – onde os produtos estão em uma prateleira virtual ao alcance de um click do cliente. Basta acessar o site do shopping na aba “Compras Imperdíveis”, escolher a loja de interesse e receber o atendimento exclusivo da marca para a compra. A retirada pode ser feita via agendamento ou nos formatos drive-thru e delivery. Tudo em segurança e com muita praticidade. Para conferir, basta acessar este link.
“Mais do que nunca, precisamos valorizar cada momento ao lado de quem amamos e retribuir todo o cuidado que recebemos. Nossa expectativa com essa campanha é, além de ressaltar a importância do cuidado, apoiar nossos lojistas nessa data tão importante para o varejo”, completa Aline Duarte, Gestora de Marketing do Shopping.
Romance no ar
No Via Vale, a programação de Dia dos Namorados envolve entretenimento e muito amor. Os clientes podem contar com espaços cenográficos para muitas fotos apaixonadas, tanto no piso 1 – próximo à praça de alimentação, quanto no piso 2 – praça de eventos. O letreiro “Amo Taubaté” também ganhou um toque especial – um espaço para que os clientes possam eternizar os laços de amor, escrevendo o nome do casal na fitinha e fixando no coração. E no domingo, 13, os clientes vão fazer suas compras ao som da Orquestra Filarmônica do Vale, com uma apresentação na praça de eventos.
Ajor: Associação de Jornalismo Digital será lançada dia 7 de junho
Organização reúne iniciativas envolvidas no jornalismo digital no Brasil
No próximo dia 7 de junho, data em que se comemora o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, será lançada oficialmente a Ajor – Associação de Jornalismo Digital, que já reúne 30 organizações de todo o país.
Para comemorar o lançamento, o Conselho da Ajor convidou o professor Rosental Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas para uma live no dia 10 de junho, às 19h. Rosental, que contribuiu para a articulação que levou à formação da Ajor, vai conduzir a conversa com os representantes da nova associação.
A fundação da Ajor acontece num momento de transformação da forma como o jornalismo é produzido e consumido no Brasil e no mundo. Novas organizações de mídia digital têm se consolidado como geradoras de mudanças na sociedade, firmando posições em defesa de direitos humanos e contra a desinformação e abusos de poder.
A primeira presidente da Ajor, Natalia Viana, é diretora executiva da Agência Pública de Jornalismo Investigativo, e priorizará em sua gestão a consolidação das mudanças pelas quais passou o jornalismo no Brasil. “Os veículos digitais estão há alguns anos liderando a inovação no jornalismo brasileiro. A associação vem para fortalecer esse cenário e portanto melhorar o nosso jornalismo como um todo em um momento em que ele enfrenta sérios desafios.”
A principal missão da organização é o fortalecimento do jornalismo brasileiro, e suas atividades organizam-se em três eixos de atuação: a profissionalização e fortalecimento das associadas (orientações sobre melhores práticas e construção de parcerias para formação), a defesa do jornalismo e da democracia (monitoramento de decisões do poder público, criação de ferramentas de defesa legal e organização de eventos) e a promoção de diversidade. Mais de 20 das 30 organizações fundadoras têm mulheres e pessoas negras em posição de liderança.
Mesmo antes do lançamento oficial, marcado para 7 de junho, as organizações associadas à Ajor estão realizando algumas atividades. Um exemplo são as Conversas em Off, reuniões quinzenais entre associadas para discutir questões estratégicas relacionadas aos negócios e buscar soluções inteligentes a partir das experiências de cada organização.
A partir de julho, a Ajor realizará Conversas Abertas transmitidas via Facebook Live, Linkedin e canal do YouTube com um/a convidado/a, que compartilhará o processo de construção de um conteúdo ou produto que seja um case de sucesso do jornalismo digital brasileiro.
Para o início do ano que vem, o conselho da Ajor planeja a realização da 3ª edição do Festival 3i, evento pioneiro no continente voltado para a inovação e empreendedorismo, questões essenciais para esta nova geração do jornalismo digital.
As 30 organizações que fundaram a Ajor são uma pequena amostra da diversidade dos novos veículos de mídia do país. Há associadas em todas as regiões do país, com diferentes modelos de negócio e tipos de produção de conteúdo. Entre elas estão organizações como Agência Pública, Congresso em Foco, Meio, Nexo, Repórter Brasil e Jota.
“Sabemos que o jornalismo digital brasileiro está em uma fase vibrante e por isso já lançamos a Ajor com o desafio de ampliar o número de associadas, buscando representatividade dos quatro cantos do país”. diz a presidente Natalia Viana
A Ajor
Ajor – Associação de Jornalismo Digital, reúne as organizações e iniciativas relacionadas ao jornalismo digital no Brasil.
Presidida por Natalia Viana, codiretora da Agência Pública de Jornalismo Investigativo, a associação tem como principal missão o fortalecimento do jornalismo digital brasileiro. Suas atividades baseiam-se em três eixos de atuação: a profissionalização e fortalecimento das associadas, a defesa do jornalismo e da democracia e a promoção da diversidade.
As 30 organizações que fundaram a Ajor são uma pequena amostra da variedade dos novos veículos de mídia do país. Entre elas estão Agência Pública, Congresso em Foco, Meio, Nexo, Repórter Brasil e Jota.
Camila Silveira explica que o cliente também é um vendedor
Qualquer que seja a área de atuação ou meta de uma organização, se esta não tiver resultados positivos, não conseguirá sobreviver no mercado. E para que a empresa consiga êxito neste quesito é de extrema importância o marketing estratégico.
De acordo com a especialista em evolução empreendedora e marketing digital, Camila Silveira, o segredo de estruturar um marketing estratégico será pensar em seu cliente como a chave mestra para todo o desenvolvimento de suas ações e não apenas no produto ou serviço oferecido. Todas as atitudes da empresa devem passar a estar totalmente focadas em solucionar as dificuldades do seu consumidor e saber demonstrar esta importância gerando uma conexão próxima e fiel ao seu consumidor.
A criadora da Comunidade Marketing e vendas para mulheres empreendedoras africanas e Inteligência Emocional para a Alta Performance listou 9 pilares para um marketing estratégico:
1.) Clientes não compram produtos
Eles compram realização de sonhos e o grau de seu crescimento será proporcional ao grau de encantamento e admiração que conquistar.
2.) Cada cliente é, também, um vendedor
Quando passar a lhe admirar, será seu melhor vendedor sem estar na folha de pagamento, pois vai falar de seu bom negócio com uma experiência de consumidor a todos.
3.) Todos os seus colaboradores da empresa independente da função são vendedores.
Isto não é exclusivo da área comercial pois vão fazer parte da satisfação completa do cliente.
4.) Todos que possuem clientes do mesmo interesse devem ser avaliados com atenção por nós
Parceiros podem triplicar diariamente seus clientes.
5.) Em toda estratégia de marketing a ser planejada, rasgue seu papel de vendedor e vista o papel de comprador
Assim, será assertivo em seus pensamentos.
6.) Vender sozinho torna um trabalho árduo, pouco rentável e dificilmente amplia seu potencial empresarial como o esperado.
Comece agora a pensar quem são as pessoas que podem tornar-se distribuidor e parceiros “caça clientes”, que podem começar a triplicar seus lucros e atuar de maneira interligada a sua empresa.
7.) Esteja ciente, com clareza, de qual sentimento você vende e todas as suas ações de marketing devem estar transmitindo a mesma ideia.
Lembre-se dos 3D´s= Desejo, Dúvidas, Dores.
8.) Use tecnologia a favor dos clientes sem ser um robô.
A tecnologia é mais uma forma de surpreender e deve ser utilizada para facilitar a vida do cliente e não apenas para vantagens à empresa.
9.) Todos na empresa, do porteiro ao presidente, são responsáveis pelo relacionamento com o cliente.
Logo, é fundamental que todos estejam capacitados e motivados, sabendo transmitir os valores e conceitos da empresa.
De acordo com Camila, no marketing, no momento que vende e importa é o valor percebido pelo cliente e o significado que terá na vida dele.
“Aprender a falar a língua do cliente, entender o que eles dizem e falar da forma que eles entendam. Conectar-se com a imaginação e sonhos de seus clientes para surpreendê-los e mostrar que seu profissionalismo supera suas expectativas. Planejar a oferta (promoção) agregando o máximo de serviços e possíveis vínculos futuros. Refletir e dedicar forças para ter visão completa dos diferentes grupos de consumidores que necessitam de seu trabalho. Entenda que seus clientes estão em mudanças contínuas. Estimule a criatividade de forma constante para que seus clientes acompanhem este processo e sintam a necessidade de visitar para ter acesso a novidades e gerem efetividade nas relações comerciais. Represente o futuro para o seu cliente”, conclui.
Com amplo poder de escolha que a internet proporciona, estratégia é ideal para encantar e manter laço mais próximo com o público-alvo em meio a tantos concorrentes
Conhecido por estimular e fidelizar o relacionamento com o cliente, o marketing de experiência cria estratégias para encantar os consumidores por meio dos sentidos e das emoções, e tem sido aplicado em áreas como varejo, branding e marketing de eventos e turismo. Hoje, segundo a empresa Salesforce, 89% dos clientes dizem que a experiência vivenciada com as marcas é tão importante quanto os produtos e serviços e 94% gostam de ser tratados como pessoas, e não números.
No Brasil, ainda vemos muitas dessas ações associadas a grandes empresas, sendo que uma experiência não precisa necessariamente ser grandiosa para tocar as pessoas e emocionar. Isso ocorre porque muitas empresas ainda desconhecem as aplicações do marketing de experiência, e tendem a manter o tradicional ao invés de surpreender, mesmo que com pequenas e significativas ações.
Imagem de Gerd Altmann do Pixabay
Segundo Manuela Schmidt fundadora da Happy Help – plataforma que nasceu com o objetivo de facilitar a criação de redes de colaboração- as empresas poderiam ter um melhor aproveitamento do marketing de experiência para se destacarem em um mundo onde há cada vez mais concorrência, e onde os consumidores estão mais exigentes e buscando por diferenciais no momento de comprar ou consumir determinado produto ou serviço.“ As ações de marketing estão cada vez mais abundantes e as pessoas estão buscando valorizar seu tempo e dinheiro com experiências que façam sentido e que caibam em suas vidas e em seus valores”, explica.
Além do mais, o marketing de experiência é considerado um diferencial competitivo por fidelizar clientes a partir das emoções. “Ao usar as emoções e os sentidos para se conectar com as pessoas, as marcas criam uma relação além do consumo fazendo com que os clientes consigam ver e sentir a presença delas em suas vidas”, aponta Manuela. “Cada estratégia constrói um pequeno laço com o cliente. Daí a importância da oferta contínua de experiências memoráveis, de todas as formas possíveis”, completa.
A maneira mais simples e utilizada de aplicação de marketing de experiência é a partir do estímulo dos cinco sentidos. “Associar sons, perfumes, imagens e texturas a cada contato do cliente com a marca pode ser caracterizado como marketing de experiência, quando feito com propósito”, explica Manuela. Há também aquelas formas de fazer o cliente se sentir especial, extrapolando a relação para além do básico. “Um bom atendimento, um pós venda atencioso, um presente em uma data importante, uma surpresa – cada detalhe conta para emocionar os clientes”, conclui.
O valor do marketing de experiência para a comunidade
Quando uma pessoa vivencia uma boa experiência em um negócio local, tende a falar disso. Caso contrário, deixa de consumir a marca. Segundo pesquisa “2021 Global Marketing Trends”, dos quase 2.500 entrevistados, uma a cada quatro pessoas declarou que se afastou de marcas que mostraram agir apenas por interesse próprio.
Considerando que atualmente a maioria dos negócios possui alguma presença digital – e muitos migraram para plataformas digitais por causa da pandemia – o alcance desses depoimentos se expandem consideravelmente, assim como a atenção (positiva ou negativa) sobre empresas e profissionais. Isso, somado à mudança do perfil dos consumidores que estão mais exigentes e mais conscientes do poder de sua opinião, mostra a importância de uma boa impressão a cada contato.
Um exemplo de como proporcionar uma boa experiência é a ferramenta que a Happy Help está lançando em breve, os Happy Places & Partners – uma forma inovadora de conectar empresas que querem impactar positivamente as pessoas e comunidades, com atuais e futuros clientes que estão abertos e interessados em vivenciar novas maneiras de se relacionar com produtos e serviços. “Nossos usuários são estimulados a falar sempre a verdade das marcas e estabelecimentos e compartilhar organicamente em suas redes sociais sobre o relacionamento e a experiência que tiveram no local. Dessa forma, outros usuários poderão escolher ir ou não nesses locais”, explica a fundadora.
De acordo com Manuela, uma boa impressão é o cartão de visita que fala por si só, assim como o boca a boca – o marketing mais antigo e que gera uma credibilidade quase inquestionável. “As pessoas estão retomando o valor das comunidades locais e querem consumir de empresas que valorizem a vizinhança, respeitem e criem laços com as pessoas. Os negócios acabam virando um bem comum, que serve e cuida da comunidade”, explica.
Sobre Manuela Schmidt
*Manuela Schmidt, Fundadora da Happy Help. Com mais de 17 anos de carreira, é formada em Publicidade pela Unisul, com mestrado em Direção Criativa pelo Istituto Europeo di Design de Roma, e certificada em Empreendedorismo pela Harvard BSO. Após uma experiência pessoal desafiadora, viveu a necessidade de uma rede de apoio ativa e assim criou a Happy Help.
Sobre a Happy Help
A Happy Help é uma plataforma que nasceu com o objetivo de facilitar a criação de redes de colaboração. Disponível na web e aplicativo (IOS e Android), permite o compartilhamento de talentos, conhecimentos e habilidades entre os usuários. Conta com uma moeda interna para mediar trocas indiretas de ajuda, como terapias, ensino de idiomas, consultorias para pequenos empreendedores e diversas outras formas de apoio ao próximo.