Dança das cadeiras

Maio quente

Este mês anda quente não só nas temperaturas… O mercado anda movimentado e há muita movimentação de profissionais e estagiários na indústria da comunicação e do marketing.

Formado em Relações Públcas, Thiago Silva começou um novo emprego em Abaré – Estratégias de marketing e vendas (localizafa em São José dos Campos), exercendo a função de Growth Hacker.

O jornalista Jonatan Felipe acabou de ingressar na TV APARECIDA, onde passa a responder pelo cargo de Assistente de Produção.

O ainda aluno de sétimo semestre de Publicidade e Propaganda da Unitau, Vinícius Santos, acaba de assumir o posto de Analista de marketing no Grupo Interfira.

E, por fim, a jornalista Maitê Andrine bate asas para o mercado paulistano e assume a posição de Assistente de Marketing na Olist Pax.

Estratégia de imagem adotada por Juliette é o segredo do sucesso, alega especialista em marketing Carol Guimarães

A especialista aponta que marca pessoal e direcionamento de imagem foram essenciais para a construção da narrativa da paraibana dentro e fora do reality

O reality show mais popular do país caminha para encerrar os mais de 100 dias de confinamento do Big dos Bigs — a edição mais longa do Big Brother Brasil já realizada. Marcada por grandes rejeições, como o histórico 99,17% da rapper Karol Conká, o programa também foi palco do surgimento de um fenômeno: Juliette Freire. Além do carisma, assim como a narrativa pela qual o programa seguiu, não há como negar que o trabalho nas redes sociais da paraibana foram fundamentais para consolidar o favoritismo.

Juliette Freire

Com formação em publicidade e propaganda, especializada em marketing e comunicação visual, além de consultora de imagem, Carol Guimarães analisa que todo reality se vale da construção de uma história, onde existem personagens fundamentais para a trama, daí os vilões, os mocinhos, os coadjuvantes e os que ficam de lado, as chamadas plantas.

“Há algumas edições, a internet não era um fator tão decisivo na construção dessas narrativas, que ficavam restritas à uma pequena parcela da audiência que assinava o pay per view, mas principalmente à Rede Globo, que é responsável pela edição e exibição do programa. Com o crescimento das redes, o posicionamento midiático se tornou fundamental para ir bem no jogo. Como exemplo temos Manu Gavassi na edição passada, que usou de uma narrativa criativa pré-estabelecida, e agora a maquiadora Juliette, que se vale dos artifícios de marca pessoal para cativar o público”, explica.

Segundo Carol Guimarães, foi realizada uma estratégia de posicionamento de imagem para construir o quebra-cabeça do personagem Juliette, que não deixa de ser uma peça na história contada pela edição 2021. “Os administradores das redes sociais usaram, por exemplo, diversos momentos engraçados, sensíveis e de acolhimento dela para construir uma imagem popular e carismática, que foi apresentada através de pequenas tiras em formato de postagens nas redes, montando um quebra-cabeça sobre quem é Juliette”, analisa a especialista.

A equipe da paraibana também se utilizou fortemente do fator identificação e causas, ao retratar com afinco questões como xenofobia e psicofobia, que causaram nos internautas o sentimento de empatia. “Juliette, logo no começo do programa, brigou com Karol Conká, que sempre se referia a ela como uma pessoa com problemas mentais e psicologicamente instável. Em outros pontos, era a origem da participante e seu modo de falar que geraram incômodo nos integrantes da casa. Nesse caso, a equipe dele se aproveitou para lançar vários conteúdos nas redes, como forma de aproximação e entendimento, um exemplo é uma série que existe em seu Instagram chamada dicionário juliettês”, analisa.

A especialista destaca que apesar de outras pessoas também terem sofrido preconceitos dentro da casa, Juliette foi a que melhor soube utilizar disso para branding marketing. “Temos o caso da participante Thaís, que foi colocada como uma pessoa burra e lerda devido aos seus problemas em se expressar. Ninguém problematizou isso, ou se utilizou disso para falar de maneira assertiva sobre introspecção ou glossofobia, que é o medo de falar em público”.

“Essa imagem foi muito bem trabalhada pelas páginas de fofoca, que diariamente soltavam postagens sobre como a Juliette é uma pessoa boa, que de fato é, mas é preciso enxergar a maximização disso. Podemos observar que foi feito o inverso com a Viih Tube, onde as mesmas páginas que vinham mostrando uma imagem positiva da Juliette se atentaram a assuntos para o lado negativo, como na questão da falta de banho, onde ela fica com uma imagem de pessoa suja. Ou com relação a puxação de saco dela com os líderes, passando a ideia de falsa. A questão é, todo mundo tem aspectos positivos e negativos, mas um lado é mais enfatizado que outro a depender de quem seja”, finaliza.

Sem esse tipo de posicionamento de imagem, é pouco provável que advogada tivesse crescido tanto em número de seguidores. Além disso, o trabalho com relação à marca pessoal Juliette conquistou uma base sólida de fãs, que se enxergam na participante. “A característica dessa torcida também foi moldada pelo trabalho dos administradores. São pessoas altamente engajadas e que passam a atuar como grandes divulgadores e captadores de seguidores, uma propaganda boca a boca”, pontua Carol Guimarães.

Para a especialista, a estratégia de Juliette está bem consolidada e provavelmente será adotada no pós-reality também. “Na minha visão está tudo planejado, há marcas com contratos engatilhados. Não há como negar que Juliette vende”, diz ela que pontua que esse pode ter sido um dos motivos que está fazendo a emissora rever como os administradores usam a imagem dos participantes nas redes, visto que em alguns casos eles se tornaram maiores que o programa em si.

Fonte: Bueno Imprensa e Comunicação

Taubaté Shopping amplia horário de funcionamento a partir desta quarta-feira (5)

Centro de compras estará aberto ao público das 9h às 20h

Para oferecer mais opções de horários aos clientes, durante as compras para o Dia das Mães, o Taubaté Shopping amplia o seu período de funcionamento.

De quarta-feira (5) a sábado (8), o centro de compras passa a operar das 9h às 20h. Operações da Praça Alimentação seguem funcionando das 11h às 20h.

Campanha ‘Amor em dose dupla’

O Taubaté Shopping lançou na última semana a campanha ‘Amor em dose dupla’, que irá sortear seis vales-compra no valor de R$ 1.500 e quatro iPhones 12, um dos smartphones de alta tecnologia mais desejados pelo público. A ação celebra duas datas importantes para o varejo: o Dia das Mães e o Dia dos Namorados.

Até 13 de junho, a cada R$ 150,00 em compras, os clientes poderão cadastrar os cupons fiscais das lojas do Taubaté Shopping, no aplicativo Prizor ou Chatbot (WhatsApp 11 94232-7782), para receber um número da sorte e concorrer aos prêmios. As compras realizadas de segunda a quinta-feira terão chances em dobro.

O primeiro sorteio acontecerá em 11 de maio e o segundo em 13 de junho, ambos com base na extração dos números gerados na Lotomania. Em cada um deles serão entregues três vales-compra no valor de R$ 1.500 e dois iPhones 12.

Os clientes também podem utilizar os sistemas de delivery e drive-thru, que continuam em funcionamento. Para receber o contato das operações participantes basta enviar um “oi” para o número 12 98888-1111 ou conferir as principais novidades pela vitrine virtual: www.taubateshopping.com.br/vitrine.

Os clientes do centro de compras também podem aproveitar para registrar um momento especial em família em um painel decorado exclusivamente para celebrar a data. O mural está localizado próximo à Livraria Leitura.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Live Commerce é reviravolta para o varejo

Venda ao vivo de produtos na internet conta com celebridades e transforma a relação dos consumidores ao comprarem das marcas.

Em 2021, as vendas do e-commerce na China devem corresponder a 52,1% do resultado do varejo no país, segundo o site eMarketer. O que fará da potência mundial, a primeira do mundo a registrar mais da metade das transações do setor varejista no ambiente online. Diversos elementos contribuem para esse recorde, entre eles, um dos mais curiosos e atrativos é, certamente, o Live Commerce. “É uma forma nova e interativa de ampliar o e-commerce, como não esperávamos fazer tão cedo. Todas as empresas estão de olho em como incluir esse formato no seu negócio digital. E para o consumidor é uma forma de juntar as compras ao puro entretenimento. Praticamente, uma reviravolta na maneira como enxergamos o comércio eletrônico”, diz Carolina Soares, co-fundadora da produtora de imagem Fotopontocom.

O que é Live Commerce?

Em poucas palavras, o Live Commerce é a venda ao vivo de bens de consumo, por meio de uma transmissão por streaming, seja em plataformas dedicadas, em apps ou nas redes sociais, como Instagram e Youtube. Durante a live, o comprador assiste um representante da marca falar sobre um ou mais produtos, tira dúvidas através do chat e compra o item que quiser, ali mesmo, com descontos exclusivos. A sensação em torno do formato foi tamanha, que no último ano as empresas passaram a contratar influenciadores para liderar os eventos. Em alguns casos, os próprios CEOs assumem a posição e interagem em tempo real com a audiência.

A explosão do modelo se deu na China, com a gigante Taobao, do Alibaba, e o e-commerce JD.com, embora especialistas já vejam um futuro próspero para as plataformas audiovisuais, como Douyin (semelhante ao TikTok no país) e Kuaishou (app de compartilhamento de vídeos curtos). Nos Estados Unidos, os consumidores já acessam a Amazon Live, que agrega em uma única página as transmissões disponíveis no momento nas diferentes categorias de produtos. As ofertas podem ser incluídas no carrinho de compras e, em questão de segundos, o pedido é fechado. No país, as redes sociais já têm lançado funcionalidades para atender à nova demanda, como o Instagram Live Shopping. O recurso permite que o lojista que possui uma conta de negócios e tem um catálogo no Shops da plataforma promova e venda na hora, durante a transmissão.

No Brasil, muitas empresas se adiantaram para adotar a estratégia. Um bom exemplo é o da C&A, atual patrocinadora do reality show Big Brother Brasil, transmitido pela TV Globo. Além de fornecer os looks que são usados pelos brothers dentro da casa, a marca encabeçou ativações únicas. Entre elas, um desfile com modelos em hologramas e promoções em tempo real para os telespectadores que escanearam o QR da tela, associando a omnicanalidade ao e-commerce. Além disso, live commerces nas redes sociais da varejista engajam e convertem ainda mais.

Gigantes como Americanas, Riachuelo, Chilli Beans, Reserva e muitas outras também já aproveitaram as vantagens do formato que aproxima a marca do consumidor. Ao gerar entretenimento e diversão na compra online, a empresa dissipa a impessoalidade da tela. Outro benefício é a relação de confiança entre o comprador e quem lidera a live que, normalmente, fortalece a imagem do produto. Mesmo quando a venda não é fechada no momento, vale ressaltar a oportunidade valiosa de educar sua audiência sobre o seu mix e mercado.

Cuidados com o novo formato

Diferentemente da televenda feita por tantos anos na TV brasileira, o Live Commerce pressupõe um formato mais leve, descontraído e informal. Seria quase um bate-papo íntimo entre a marca e os usuários. No entanto, apesar de não exigir equipamentos robustos, é preciso haver planejamento e preparação. O conteúdo deve ser pensado com carinho e as ofertas, assim como a plataforma ou rede social, selecionadas de forma estratégica para o tipo de público que se busca conquistar.

Segundo Carolina Soares, a estrutura e a condução da live também merecem um olhar especial. “Iluminação, câmera e áudio de qualidade, boa conexão com a internet, cenário agradável e que converse com a proposta devem ser levados em conta. Quem estará à frente de todo esse projeto é outra peça-chave. O escolhido precisa engajar a audiência, conhecer o produto e ainda estar apto a tirar dúvidas”, explica. O apresentador pode, inclusive, ter fichas de apoio para ajudar nas informações técnicas, caso precise. Vale lembrar que a aparência do item apresentado deve estar impecável.

Não perder o foco da live é mais questão importante. O usuário está ali em busca de benefícios, então, fique atento. Seja o seu objetivo fazer o lançamento de uma coleção ou liquidar estoque, ofereça vantagens que mostrem valor para que o seu comprador participe. No entanto, não esqueça que o desconto está diretamente ligado ao inventário. Quanto mais atrativa for a oferta, maior precisa ser a capacidade de suprir a demanda para não gerar frustração. Destaque também de forma simples e clara como pode ser feita a compra – por link, direct, Whatsapp ou outros meios. Aqui, o ideal é ter o apoio de outras pessoas do time no atendimento simultâneo.

Em um caso recente, a loja virtual não teve esses cuidados e, com o alto volume de contatos durante a live, o suporte foi falho. Os produtos acabaram rapidamente, pois o cálculo de estoque não foi assertivo, o que gerou uma crise para a marca que foi acusada de fraudulenta. Um problema inicialmente de organização, mas com sérias consequências para a reputação da empresa. Por isso, é importante estudar o seu público e a sua operação com antecedência, para tirar o melhor dessa experiência.

Para quem nunca havia pensado em aplicar o Live Commerce na sua estratégia de vendas, esse pode ser um bom momento. Entenda se o formato faz sentido para as novas necessidades do seu consumidor e, se a resposta for “sim”, invista na criatividade.

Fonte: Salto Comunicação – Tayce Bandeira