No ano passado, a receita total gerada por aplicativos brasileiros apresentou 145% de crescimento em comparação ao mesmo período em 2020
O mobile marketing está em crescimento constante e, segundo o relatório 2021 State of App Marketing realizado pela consultoria AppAnnie em parceria com a plataforma AppsFlyer, nos últimos anos, o número de apps que executam campanhas de marketing no Brasil aumentou em 85%. A pesquisa ainda revela que os profissionais de marketing aumentaram 20% seus orçamentos e a média de instalações não-orgânicas por app.
“Com o mercado do marketing em constante evolução, empresas acabam investindo mais no setor para estar sempre construindo novos projetos”, declarou Bruno Niro, co-fundador, Diretor Financeiro & Marketing Strategy das startups Inflr e Adaction. “Estamos na era da tecnologia, pessoas acabam passando muito tempo com apps e ferramentas nos smartphones e tablets. Temos que aproveitar esse grande movimento da melhor forma”, completa ele.
Outra informação importante que foi divulgada neste relatório, foi o grande crescimento na receita total gerada por aplicativos brasileiros, que apresentou 145% de aumento no primeiro trimestre de 2021, quando comparado com o mesmo período do ano de 2020.
As categorias que mais receberam downloads no primeiro trimestre de 2021 foram Jogos, em primeiro lugar com mais de 1,1 bilhão de downloads, seguido por Finanças, que contou com 162,5 milhões de downloads no mesmo período. “Estas categorias, por conquistarem um grande número de downloads, devem receber atenção do setor de marketing para campanhas que devem ser rentáveis para as empresas”, destaca Niro.
A pesquisa ainda revela que a pandemia do novo coronavírus foi um dos fatores que contribuiu para o aumento da receita dos apps, uma vez que os consumidores passaram mais tempo do que nunca conectados. A receita de compras in-app chegou a 145% na receita de compras in-app entre o 1ºT de 2020 e o 1ºT de 2021. “A tendência é que a popularidade dos apps continue em curva crescente nos próximos anos. E consequentemente, o investimento no setor também”, finalizou o empresário.
“Faustão na Band”, “Perrengue” e “Mil e Uma Perguntas” estão entre os destaques
Em um evento voltado para o mercado publicitário e para a imprensa, a Band anunciou nesta quinta-feira (30) a grade de programação de 2022. Entre as novidades, anunciadas pelos mestres de cerimônia Glenda Kozlowski e Zeca Camargo, estão o programa de Fausto Silva, o Perrengue na Band, e o game show Mil e Uma Perguntas, comandado pelo próprio Zeca.
Glenda Kozlowski e Zeca Camargo apresentam as novidades da programação 2022. Crédito: Kelly Fuzaro/Band
“O mercado pode esperar uma grade muito mais interativa com o público de casa, mais participativa. Os anunciantes terão uma janela para criar e participar de tudo que está acontecendo. A Band é uma televisão que vem se transformando e se movimentando. Mostramos para o mercado que trabalhamos para sermos melhores do que nós mesmos todos os dias. A Band, a partir de agora, precisa ser olhada de um outro patamar porque o resultado que ela vai trazer é muito maior do que trouxe até hoje”, avalia Cris Moreira, diretor geral de Comercialização do Grupo Bandeirantes.
O momento mais esperado do encontro foi o anúncio do retorno de Fausto Silva à Band após mais de três décadas. “O Faustão na Band já é uma realidade para todos nós, que estamos vivendo aqui, no dia a dia, construindo um dos maiores projetos da nossa carreira. Muitas novidades estão sendo preparadas por mais de 300 profissionais das mais diversas áreas. Vamos trazer um programa voltado para a família brasileira. Não um simples programa, mas sim uma programação com retorno da alegria aos lares brasileiros. Essa é a nossa maior missão”, garante Cris Gomes, diretor da atração.
Crédito das fotos: Kelly Fuzaro/Band
A partir de janeiro, Faustão na Band vai ao ar de segunda a sexta-feira, em horário nobre, diferente a cada dia. “Teremos muitas histórias, brincadeiras, humor, música e diversão na tela Band, além de recursos 3D, as melhores câmeras e computação gráfica. A alegria já tem hora e dia para voltar”, conta o diretor.
Um dos principais pilares da Band sempre foi o Jornalismo. A emissora une credibilidade e análise dos fatos com o compromisso de levar a melhor informação, além de ser o primeiro canal a entrar ao vivo todos os dias, às 3h45, abrindo as transmissões com o 1º Jornal, comandado por João Paulo Vergueiro. Ao todo, são 12 horas de jornalismo ao vivo diariamente. Isso sem falar das emissoras espalhadas por todas as regiões do Brasil, dos correspondentes internacionais e do maior número de parcerias com agências de notícias do mundo.
No ano que vem, a Band promete chegar mais uma vez na frente com a cobertura das eleições e os debates. “O compromisso do Jornalismo da Band com as eleições cresce de dois em dois anos. A cada cobertura, novos saltos de qualidade são acrescentados para atender as expectativas do nosso telespectador, que também cresce. É uma pressão saudável. Para 2022, vamos captar com a nossa rede de emissoras próprias e afiliadas as necessidades e anseios da população durante toda a campanha e nesta perspectiva nossos debates, que também terão novidades e inovações como nas últimas eleições. Vamos expor mais completamente os candidatos e suas ideias dando melhores condições de escolha aos eleitores”, afirma Fernando Mitre, diretor nacional de Jornalismo.
O jornalismo da Band também tem seu viés social. Neste ano, a emissora fez a maior campanha do país para combater a fome, em que foram arrecadados mais de R$ 100 milhões em doações com ajuda das grandes empresas do Brasil e da audiência. Não à toa, uma pesquisa do Datafolha apontou o Grupo Bandeirantes de Comunicação como uma das marcas mais solidárias durante a pandemia.
Crédito das fotos: Kelly Fuzaro/Band
Um dos projetos mais inovadores da Band esse ano foi o Microfone Aberto, que teve uma entrega inédita de streaming na televisão brasileira. O reality show marcou ineditismo ao conectar a audiência da TV à chegada de uma nova plataforma de vídeos curtos no Brasil: o Kwai. A busca pelo novo comentarista do Jogo Aberto gerou mais de 1,8 milhões de views e engajou mais de 97 mil inscritos a sonhar com uma vaga na mesa redonda mais irreverente do país.
Não há dúvidas que a Band é o Canal do Esporte. São quase 40 horas semanais de programação dedicada às mais diversas coberturas do esporte mundial. Destaque para as mulheres brilhando na transmissão do futebol feminino, que gerou a melhor noite de domingo em termos de audiência no dia 26 de setembro durante a final entre Corinthians e Palmeiras. No ano que vem, tem mais campeonato feminino exclusivo na TV aberta.
A NBA estará de volta para mais uma temporada do melhor do basquete mundial já a partir de 21 de outubro. E não dá para falar de esporte sem lembrar que a Band se tornou a plataforma do automobilismo brasileiro. Tem Copa Truck, Porsche Cup, Stock Car e, é claro, a Fórmula 1, que tem sido um dos grandes trunfos com números históricos aos domingos.
Tudo o que o público via de longe na Fórmula 1, e talvez não entendesse, agora pode mergulhar com Mariana Becker por um passeio pelos bastidores e grids de largada. “A F1 está vivendo um momento histórico e aqui na Band nós trazemos quem está nos assistindo para dentro desse grande espetáculo”, explica a repórter.
“Em 2022 teremos uma Fórmula 1 totalmente nova, com muito mais competidores, novos carros e talvez até 10 equipes competindo pelas vitórias e pelo título”, completa o comentarista Reginaldo Leme que participou do evento ao lado do narrador Sergio Mauricio.
Edu Guedes, que além de pilotar as panelas, é piloto na Porsche Cup, vem com mais uma temporada de The Chef em 2022.
Ticiana Villas Boas também seguirá mostrando se as mães dos famosos realmente entendem de cozinha no Duelo de Mães. Ainda tem Catia Fonseca, no Melhor da Tarde, com muito mais novidades, e uma nova temporada do MasterChef Brasil, que já é uma marca consolidada na audiência. “Em 2021, a edição teve o maior resultado de entregas comerciais da história, sempre inovando e contando com a criatividade da equipe, como o anúncio da jurada Helena Rizzo, que foi feito em primeira mão no TikTok e repercutiu em toda a imprensa”, destaca a apresentadora Ana Paula Padrão.
Para deixar as noites ainda mais divertidas, Zeca Camargo passa a comandar o game show Mil e Uma Perguntas. “Vai ser um programa diferente. Queremos envolver os participantes e os telespectadores de outra maneira. Serão sempre duplas competindo, com muita animação e um pouquinho de tensão. A ideia é encerrar a noite com muita alegria e cultura pop”, adianta o apresentador.
Aos domingos, o clima de descontração fica por conta de Tatola Godas, Dennys Motta, Ricardinho Mendonça e Ângelo Campos, que chegam para apresentar uma atração com muito humor. “Estamos muito felizes e emocionados de estarmos aqui porque a Band é um canal de televisão que sempre assistimos. É a realização de um sonho de quatro amigos de verdade, que se conhecem há muitos anos”, ressalta Tatola, líder da trupe.
Publicação passará a utilizar o Taboola Feed para aumentar monetização, engajamento e público de sua versão online
A Taboola, maior plataforma de descoberta e recomendação de conteúdo do mundo, anunciou uma parceria exclusiva com a Folha de S.Paulo. A parceria terá duração inicial mínima de 2 anos, com implementação na versão web e no aplicativo do Publisher.
A Folha, que completou 100 anos em fevereiro, passará a utilizar o Taboola Feed para aumentar a monetização, engajamento e público de sua versão online. A solução oferece a experiência de rolagem de notícias de forma personalizada e integrada à interface nativa da página. A parceria irá gerar uma linha de receita contínua, além de uma poderosa ferramenta de recirculação de conteúdo, que aumentará o engajamento e o número de páginas vistas por usuário.
Para Artur Siviero, Head de Negócios Digitais da Folha de S.Paulo, a parceria é mais um passo da empresa no caminho da inovação e constante atualização da versão digital do veículo.
“É crucial que nossas soluções de publicidade estejam alinhadas com a constante evolução da indústria”, disse Artur. “A parceria com a Taboola confirma a oferta da melhor experiência de anúncios nativos para nossos leitores”.
Segundo Adam Singolda, CEO da Taboola, a parceria com a Folha de S. Paulo deve gerar mais de 100M de PVs mensalmente, se tornando um dos principais parceiros do Brasil, em termos de volume de páginas vistas. “Estamos muito contentes em anunciar esta parceria com a Folha de S.Paulo, um dos jornais mais conceituados do Brasil”, disse Singolda.
“Esse acordo reforça nosso foco em nos alinharmos com publicações e marcas de grande reconhecimento e credibilidade do mercado. Temos confiança que nossas soluções vão ajudar a aumentar a monetização e o engajamento da Folha de S.Paulo de forma inédita.”
O Taboola Feed, solução de rolagem contínua de descoberta de conteúdo, permite que o parceiro tenha total controle sobre recomendações orgânicas e patrocinadas, apresentando uma interface com diversas opções de formatos, vídeos, integrações e informações.
A Taboola possui cerca de 9 mil publishers e mais de 13 mil anunciantes em todo mundo, somando mais de 500 milhões de usuários ativos por dia.
Brasil lidera ranking mundial de produtores, mas monetização do conteúdo ainda é um desafio para podcasters
O Brasil lidera o ranking mundial de países produtores de podcasts, segundo relatório da State of the Podcast Universe publicado em 2020. Em segundo e terceiro lugares estão Reino Unido e Canadá, respectivamente. O aumento da produção acontece paralelamente ao crescimento da audiência, estimada em 34,6 milhões de ouvintes, conforme dados da Associação Brasileira de Podcasters (abPod). Mas apesar da expansão, o cenário ainda apresenta um desafio: a monetização do conteúdo.
Foto: Magda Ehlers/Pexels
De acordo com a PodPesquisa Produtor 2020/2021, realizada pela abPod, a maioria dos produtores (65,7%) faz o podcast como um hobby. Os demais têm algum tipo de receita, sendo que para 14,6%, esses recursos pagam apenas o custo de produção. Já para outros 4,7% funcionam como complemento da renda mensal.
Apenas 2,8% dos produtores têm o podcast como principal fonte de renda, enquanto outros 2,6% vivem exclusivamente desse trabalho. A pesquisa revelou, ainda, que dentre aqueles que monetizaram o conteúdo, o financiamento coletivo foi apontado como a principal forma de remuneração.
Perfil
O levantamento também apresentou o perfil de quem produz os podcasts no país. Em geral, são homens (75,7%), brancos (58,8%), heterossexuais (81,3%), com renda familiar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil (28,5%) e moradores da Região Sudeste (54,21%).
Na avaliação por gênero, as mulheres correspondem a 23,3% do total de produtores, enquanto não binários são apenas 0,1%. A presença da comunidade LGBTQIA+ ainda é pequena, sendo 8,8% de bissexuais, 6,1% de homossexuais e 3,8% de pessoas que se identificam de outra forma.
Já a participação de acordo com a autodeclaração por cor ou raça mostrou que 22,7% dos produtores são pardos; 12,9% pretos; 2,4% amarelos; e 3,2% escolheram a opção “outros”.
Caminhos para monetizar o conteúdo
Ao cruzar as informações de que a maioria dos produtores não recebe dinheiro com podcasts, apesar de muitos terem uma renda mensal de até R$ 3 mil, é verificado um gargalo na monetização do conteúdo, uma dificuldade em como converter o crescimento da audiência em ganhos para quem trabalha na área.
Um dos caminhos para ganhar dinheiro com o formato é o uso da ferramenta Spotify Podcast Ads. Na prática, ela funciona de forma similar ao Google Adsense, permitindo a inserção de anúncios compatíveis com o público a partir da remuneração, como se fosse um “aluguel” do espaço.
Outra possibilidade para os produtores é a monetização indireta por meio da venda de produtos. Assim, os anúncios são feitos durante o podcast, que torna-se um meio de divulgação de produtos e serviços de terceiros. Nesse sistema, a remuneração pode ser feita por comissão.
Há, ainda, a oportunidade de buscar patrocínio. Nesse caso, os anunciantes são citados no expediente do programa. Os ganhos estão diretamente relacionados à audiência do conteúdo.
Por fim, há a opção do financiamento coletivo e das doações, que é a principal forma utilizada hoje pelos produtores. Nesse modelo, a própria audiência remunera de forma voluntária o conteúdo para garantir a sua manutenção.