L’Occitane au Brésil lança campanha transformando o ato de presentear no Dia dos Namorados
Com estética inspirada nos filmes girly dos anos 90, a campanha “O Doce Perfeito Para Presente” propõe uma nova forma de celebrar o amor com presentes sensoriais e cheios de significado
Neste Dia dos Namorados, a L’Occitane au Brésil, marca franco-brasileira de cosméticos, convida os apaixonados a transformarem o ato de presentear em um gesto criativo, sensorial e cheio de afeto. Estrelada pelo coletivo Rebimboca, formado pelos atores e diretores Raíssa e Samuel, a nova campanha traz humor, estética pop e referências nostálgicas para contar, de forma divertida, como sair do óbvio e surpreender quem se ama.
No filme principal, ambientado em um cenário vibrante em tons de rosa e vermelho, Raíssa e Samuel vivem um casal em que ela, precavida e sutil, tenta deixar pistas sobre o presente perfeito, enquanto ele, perdido, busca acertar. Narrado com leveza e ironia por uma voz feminina, que acompanha as cenas com comentários espirituosos, o filme mergulha no universo do romance com pitadas de humor vintage e sensorialidade.
A virada acontece quando entra em cena a sugestão ideal: os produtos de cuidados corporais da linha Compotas. Com aromas envolventes, texturas surpreendentes e embalagens inspiradas na brasilidade, eles representam muito mais do que um presente. São convites ao autocuidado, ao toque, à pausa e à conexão: são rituais que transformam momentos comuns em lembranças inesquecíveis.
Uma loção pode carregar o cheiro de uma memória a dois. A cremosidade de um hidratante pode lembrar o toque carinhoso de quem se ama. E um banho perfumado pode ser o começo de um encontro íntimo entre pele, cheiro e emoção.
“O Rebimboca traduz com autenticidade e criatividade o espírito desta campanha: transformar presentes em experiências. Acreditamos que cuidado também é uma forma de dizer ‘eu te amo’, e nossos produtos são um convite a criar essas memórias sensoriais que ficam na pele e no coração”, afirma André Abramo, Head de Comunicação e Marca do Grupo L’Occitane no Brasil.
Com esta campanha, a L’Occitane au Brésil reforça seu propósito de celebrar vínculos afetivos com brasilidade, sensibilidade e bom humor, porque presentear pode (e deve) ser ainda mais gostoso.
Grupo que reúne empreendedores e lideranças empresariais recebeu representantes de São José dos Campos, Taubaté, Jacareí e Caçapava para traçar estratégias voltadas ao fortalecimento da região e compartilhamento de soluções entre prefeituras
Compartilhar tecnologias, soluções e infraestrutura. Adotar soluções padronizadas no atendimento público e processos internos. Tornar pleitos e diálogos institucionais mais potentes, a partir da cobrança conjunta de vários municípios.
Essas foram algumas das propostas debatidas na última semana de maio, no Golden Tulip São José dos Campos, que vão passar a ser objeto de encontros temáticos e alinhamento entre cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, a RMVale. O Desenvolve Vale promoveu encontro com lideranças do poder público para tratar de um plano unificado entre prefeituras a fim de alinhar pautas e estratégias conjuntas que colaborem com o desenvolvimento sustentável da região.
Representantes de São José dos Campos, Taubaté, Jacareí e Caçapava – cidades conurbadas que têm uma população somada de 1,34 milhão de habitantes – estiveram no evento, realizado no Hotel Golden Tulip São José dos Campos. A iniciativa mostrou o engajamento de todos em prol de soluções que alavanquem o crescimento econômico.
“O ordenamento territorial é multidisciplinar e requer um pacto com a sociedade. O Desenvolve Vale tem toda a legitimidade de discutir e propor soluções, pois podemos exercitar e antecipar soluções conjuntas enquanto o PDUI segue em debate”, afirmou o secretário de Urbanismo e Sustentabilidade de São José dos Campos, Marcelo Pereira Manara.
Além dele, o evento contou com a presença do prefeito de Taubaté, Sérgio Victor, e dos secretários de Planejamento Urbano, Marcela Franco, e Meio Ambiente da cidade, Gabriel Alcântara; do secretário de Meio Ambiente e Planejamento de Jacareí, Rogério Costa Manso; e do secretário de Planejamento Urbano e Meio Ambiente de Caçapava, Antônio Potiguara; além dos conselheiros e members do Desenvolve Vale e convidados, como o ex-prefeito e ex-deputado estadual de Caraguatatuba, Antônio Carlos, e a presidente da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba), Maria Rita Singulano.
Plano de desenvolvimento integrado
O PDUI (Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado) é um instrumento legal que estabelece regras e objetivos para o desenvolvimento de uma região metropolitana. Contudo, a RMVale segue sem plano aprovado desde sua criação, em 2012.
Para o CEO e founder do Desenvolve Vale, Kiko Sawaya, o encontro foi um primeiro passo para organizar propostas objetivas, que possam trazer resultados em curto e médio prazos, beneficiando a região.
“Pela primeira vez, a sociedade civil, empreendedores e poder público se unem para debater metas concretas. O Desenvolve Vale tem o compromisso com o crescimento moral, ético e legal da nossa região, e sabemos da capacidade dos secretários e suas equipes em atuarem para melhorar a geração de emprego, renda, capacitação e investimentos”, destacou.
“Quem gera emprego e riqueza são vocês, empresários. Nossa missão, como poder público, é facilitar, com regras claras, objetivas, que tragam segurança e crescimento organizado. Se trabalharmos em conjunto, se um grupo como esse nos cobrar, nos provocar, trazer ideias, temos uma grande oportunidade de evoluir juntos”, disse o prefeito de Taubaté.
Durante o encontro, cada secretário mostrou conquistas, desafios e problemas enfrentados em cada cidade, compartilhando aprendizados e soluções.
Para Marcelo Manara, o momento é propício para antecipar conversas sobre temas comuns aos municípios e aproveitar o potencial da RMVale, localizada entre as maiores regiões metropolitanas do país.
“Temos 74 RMs (Regiões Metropolitanas) no Brasil, mas só 15 têm comportamento de RM. E apenas uma faz parte de uma macroconurbação com mais de 30 milhões de habitantes, das mais pujantes do mundo, que reúne três regiões metropolitanas: São Paulo, Vale e Rio de Janeiro. Podemos avançar em debates que não evoluem em outras regiões e países”, afirmou Manara.
Propostas
“O objetivo do Desenvolve Vale não é apenas fazer um diagnóstico, mas receber e gerar informações para ajudar o poder público. Em nosso encontro mais recente, recebemos a Sabesp, e foi muito produtivo. A próxima será a EDP. A gente precisa desse diálogo para avançar no desenvolvimento da região”, completou Sawaya.
Além de articular diálogos institucionais e mediar soluções, o Desenvolve Vale também elencou durante o encontro alguns temas importantes que vão pautar as primeiras mesas de debates entre as prefeituras. O olhar metropolitano para o aeroporto de São José e para o PIT (Parque de Inovação Tecnológica) é uma das prioridades, compartilhando essa infraestrutura e o saber tecnológico entre as cidades. Outro ponto de trabalho será a busca por soluções em segurança energética para a região.
Debates
Ao longo dos próximos meses, o Desenvolve Vale vai se reunir com outras prefeituras da RMVale para ampliar a discussão e integrar mais prefeitos e secretários neste grupo de trabalho, possibilitando um espaço de trocas e aprendizados.
“Vamos buscar pontos de convergência, troca de experiências, levar os avanços de um município para o vizinho. Vamos propor mecanismos e processos semelhantes nas cidades, o que traz segurança para o investidor”, afirmou Sawaya.
A RMVale foi criada em janeiro de 2012, com o objetivo de promover o desenvolvimento integrado da região, com foco em planejamento e gestão de questões comuns às cidades. A intenção é que o Estado e as 39 cidades integrantes, com população de 2,5 milhões de habitantes, possam trabalhar em conjunto para solucionar problemas e promover o desenvolvimento regional.
O Dia da Imprensa , comemorado em 1º de junho no Brasil, vai além da comemoração de jornalistas e veículos de meu dia . Com nosso mundo sendo dominado por conteúdo instantâneo, algoritmos e notícias falsas, a imprensa profissional segue sendo um dos pilares mais confiáveis para a construção ou a confiança — não o apenas de pessoas públicas, mas também de empresas, marcas e instituições.
A data marca o lançamento do Correio Braziliense, primeiro jornal impresso no Brasil, fundado por Hipólito da Costa em 1808. Mais de dois séculos depois, o cenário da informação o mudou drasticamente, mas a essência do jornalismo responsável é: investigar, apurar, contextualizar e entregar ao público uma visão crítica e embasada dos fatos.
Em tempos de desinformação, o consumidor se torna mais seletivo sobre quem confia. A imprensa , mesmo com todas as transformações no ecossistema midiático, ainda é uma das principais fontes de diversidade.
Segundo o Edelman Trust Barometer 2024 , 64% dos brasileiros afirmam confiar no meu dia tradicional — um número significativamente maior do que o selecionado em redes sociais (35%) ou influenciadores digitais (38%). Além disso, para 81% dos entrevistados, é essencial que uma marca demonstre transparência e responsabilidade pública para que ela conquiste sua confiança.
A presença editorial, quando uma marca é mencionada espontaneamente em uma matéria, reportagem ou entrevista, não tem o caráter comercial da publicidade e, por isso, gera mais confiança, reconhecimento e legitimidade. Segundo pesquisa de 2021 da Nielsen , 88% dos consumidores selecionam recomendações de pessoas que consultam, tornando o boca a boca uma forma de publicidade mais confiável; além disso, 67% investem em conteúdo editorial, como artigos de jornais, enquanto a confiança em anúncios pagos é significativamente menor.
Para as empresas, essa substituição é um ativo intangível valioso. Marcas que constroem presença contínua na imprensa tendem a aumentar o valor percebido de seus produtos e serviços, reduzir riscos reputacionais em momentos de crise, atrair talentos, parceiros e investidores com mais facilidade e até alavancar vendas a partir de um posicionamento confiável.
Mas essa construção o nã o acontece da noite para o dia . Diferentemente da lógica imediatista das redes sociais, a comunicação ou via imprensa requer planejamento, constância e narrativas sólidas. É nesse ponto que entra o papel estratégico de assessoria de imprensa e das áreas de relações públicas, que vai além de “colocar no meu dia ”: esses profissionais ajudam a organizar os discursos da marca, identificar pautas de interesse público, preparar executivos para entrevistas e construir relacionamentos consistentes com jornalistas, desenvolvendo a empresa em uma fonte relevante e confiável.
Com a proliferação de inteligência artificial, bots e conteúdos falsos, a imprensa tradicional tem enfrentado novos desafios, mas também reafirmou seu papel como filtro qualificado. Segundo o Reuters Institute, em seu relatório Digital News Report 2024 , 56% das pessoas já se preocupam com sua capacidade de distinguir o que é fato e o que é falso. Nesse cenário, as empresas que querem ser levadas a sério precisam se posicionar com responsabilidade e verdade — e a imprensa é um canal natural para isso.
No Dia da Imprensa, mais do que parabenizar os jornalistas, devemos refletir sobre como estamos valorizando a informação de qualidade. Para o mercado de comunicação, é também uma oportunidade de fortalecimento que a visibilidade não é suficiente — é uma adição que sustenta marcas no longo prazo.
Estar na imprensa certa, com uma narrativa consistente e transparente, é uma escolha estratégica. Porque, em meio ao ruído, quem tem confiança sólida não o precisa gritar para ser ouvido.
*Beatriz Destefani Augusto é jornalista, pós-graduada em Comunicação o Corporativa, especialista em Relações Públicas e sócia-proprietária da Conteúdo — agência de comunicação o 360° focada em construir e fortalecer a confiança de marcas e negócios. A Comunica atua de forma integrada com soluções como assessoria de imprensa , gestão de redes sociais, produção de conteúdo , diários de gravação e estratégias personalizadas de PR, sempre com foco estratégico e alinhado aos objetivos de cada cliente.
Vivemos a era dos dados. Diariamente, segundo a IBM, o mundo gera 2,5 quintilhões de dados. No entanto, diante dessa quantidade massiva de informações geradas, uma pesquisa da Salesforce mostra que muitos líderes não se sentem preparados para encontrar, analisar e interpretar esses registros, resultando na falta de confiança no uso desses indicadores para tomadas de decisões.
Segundo o estudo, que foi realizado com 500 líderes empresariais nos EUA, fatores desde a economia incerta até corte de custos têm gerado a demanda por insights mais precisos para orientar as estratégias da empresa. Porém, apenas metade dos participantes afirmaram que a extração de dados está alinhada com as prioridades da organização.
A pesquisa ajuda a ilustrar os desafios que os gestores enfrentam atualmente na geração de dados, relacionados principalmente à qualidade, integração e governança. Isso é, ainda hoje, muitas empresas ainda operam com sistemas legados e, com isso, armazenam dados de forma fragmentada em planilhas ou diferentes plataformas – o que dificulta a execução de um processo claro de validação e identificação da real utilidade do material coletado.
Diante desse contexto, dificilmente os dados serão confiáveis e, sem dúvidas, acarretarão prejuízos para o negócio, uma vez que os líderes, ao tomarem decisões com base em suposições ou percepções parciais, podem traçar estratégias equivocadas, investimentos errados e, consequentemente, perder competitividade. E, tendo em vista que, no ambiente de negócios dinâmico atual, a agilidade e precisão são essenciais, a falta de confiança nos dados compromete diretamente a capacidade de inovar e reagir rapidamente.
Neste contexto, o que diferencia empresas que são bem-sucedidas das demais é a capacidade de transformar esses dados em valor. A pesquisa da Salesforce ainda mostra que 76% dos líderes empresariais se sentem cada vez mais pressionados a apoiar seus argumentos e afirmações em dados. Em outras palavras, esse comportamento ajuda a enfatizar a importância insights confiáveis para ajudar otimizar operações, entender clientes, reduzir riscos e antecipar tendências.
Em um cenário altamente competitivo, dados confiáveis se tornaram uma vantagem estratégica. Entretanto, ainda estamos em um momento transição, em que muitas empresas reconhecem a importância de implementar uma governança dessas informações, mas poucas implementaram, de fato, uma estrutura robusta para isso.
Sem dúvidas, a tecnologia é o principal habilitador desse processo. Através de ERPs e plataforma de Business Intelligence, como exemplo, é possível centralizar e padronizar os dados, tornando-os acessíveis em tempo real e com confiabilidade. Isso porque soluções de integrações ajudam a eliminar silos, enquanto recursos de validação automatizada e dashboards visuais facilitam a interpretação e o uso prático dos dados pelos gestores.
Entretanto, de nada adianta ter recursos que ajudem na confiabilidade dos registros, sem que a cultura organizacional esteja alicerçada. Ou seja, para que a tecnologia cumpra o seu propósito, é fundamental que as pessoas confiem nos dados e saibam utilizá-los de forma correta. Para isso, as organizações também precisam realizar o trabalho de educar, capacitar e engajar os times, mostrando as razões pelas quais as decisões orientadas por dados trazem melhores resultados.
As organizações ainda têm pela frente o desafio de conseguirem fazer uma gestão assertiva, identificando lacunas e pontos de melhorias para deixar os processos confiáveis. Neste aspecto, ter o apoio de uma consultoria especializada nessa demanda e na aplicação de tais recursos é um importante fator a ser considerado ao longo dessa jornada.
A confiança nos dados nasce quando há clareza, transparência e domínio técnico, o que só é possível com uma cultura forte e o foco contínuo em formação. Cada vez mais, a busca por insights confiáveis se tornará uma necessidade para que as empresas consigam obter vantagem competitiva e sobreviver em um mercado altamente dinâmico. Por isso, o quanto antes começarem a se preparar, melhor, afinal, o futuro não espera e, para sair na frente, é preciso estar preparado.