Com Outback e novas marcas, Taubaté Shopping reforça estratégia de crescimento em 2025

Centro de compras, lazer e serviços terá 16 novas operações até o fim de 2025, fortalecendo seu mix e atraindo novos empreendimentos

Mais do que acompanhar tendências, o Taubaté Shopping, administrado pelo Grupo AD, vem se destacando ao criar espaços que vão além do consumo, entregando vivências completas que transformam o centro de compras, lazer e serviços em um verdadeiro destino de experiências. Essa estratégia também impulsiona a atração de novos empreendimentos: só no primeiro semestre de 2025, 13 operações foram inauguradas, e até dezembro outras grandes marcas chegam para fortalecer ainda mais o mix.

Com 35 anos de história, o Taubaté Shopping é referência em oferecer variedade. Entre os destaques do ano esteve a aguardada chegada do Outback, tradicional steakhouse inspirada na cultura australiana, famosa pelos cortes de carne especiais e pelo icônico aperitivo Bloomin’ Onion. O segmento gastronômico também foi reforçado com a chegada do Cheirin Bão, empório mineiro de cafés e produtos típicos; o My Best Choice, focado em lanches saudáveis (zero açúcar, zero trigo e zero lactose); e o Pasterello, conhecido pelos salgados generosamente recheados.

No setor de moda, acessórios e saúde, os clientes ganharam opções como: Blend, moda para mulheres modernas; Vila Adulte, alfaiataria feminina com sofisticação; Wepink, perfumaria e beleza; Miró, malas e bolsas; Amie Kids, acessórios infantis; The Candle Store, perfumaria de ambiente; e Óticas Diniz, especializada em óculos de grau e sol. Já em conveniência e serviços, as novidades incluem máquinas de autoatendimento, como a Box Mania, com surpresas premiadas; e a Photo Now, para impressão instantânea de fotos.

“Essas inaugurações refletem o posicionamento do Taubaté Shopping como um espaço plural, onde as pessoas encontram não apenas produtos e serviços, mas também experiências que fazem parte do dia a dia delas”, afirma Ana Cristina Ribeiro, Gerente Geral do Taubaté Shopping.

Até novembro, mais novidades chegam para diversificar ainda mais o mix: a Gold Games, eletrônicos e diversão; a Sunset, moda feminina; e a Palmeiras Store, que traz a tradição e a paixão do clube em camisas e artigos oficiais.

“O Taubaté Shopping vive um ciclo de expansão sólido e estratégico, que fortalece o relacionamento com a comunidade e amplia as oportunidades para os empreendedores da região. Essa dinâmica nos permite crescer junto com nossos clientes, parceiros e a cidade”, reforça João Martinelli, Coordenador Geral do Grupo AD.

Taubaté Shopping e a comunidade

Compreender as transformações do segmento e investir em experiências é um dos compromissos do Taubaté Shopping. “O consumidor de hoje busca mais do que compras: ele deseja vivências que encantem e criem memórias. Por isso, trazemos eventos e ações que dialogam com esse novo momento e geram conexão com diferentes públicos”, destaca Lilian Giacomini, Coordenadora de Marketing do Taubaté Shopping.

Nos últimos meses, o centro de compras realizou eventos que marcaram a agenda cultural da cidade e da região. Entre eles, o retorno do Taubaté Shopping Jazz & Blues Festival, que trouxe nomes nacionais e internacionais da música em uma estrutura completa, com palco concha e opções exclusivas de vinhos e chope para uma experiência especial. Outro sucesso foi a Festa do Morango, que conquistou os visitantes com pratos doces e salgados ligados à fruta, além de programação musical diversificada.

A semana Silver Week chama atenção ao unir solidariedade e bem-estar. O público pôde participar de ações como doação de fraldas geriátricas em troca de tatuagens, aferição de pressão e glicemia, apresentações de dança com grupos de idosos e shows musicais, reforçando o compromisso do shopping com a valorização do público 50+.

Fonte: Communicare

Dia Internacional do Podcast: a celebração da voz que conecta

Por Josué Brazil (com aquela forcinha da IA)

Em 30 de setembro, o mundo inteiro se reúne para celebrar o Dia Internacional do Podcast. A data nasceu em 2014, inicialmente como National Podcast Day, nos Estados Unidos, e rapidamente conquistou o cenário global, refletindo a força desse formato que cresceu para muito além do entretenimento: hoje é espaço de educação, debate, informação e criatividade.

O podcast se tornou uma das mídias mais democráticas do nosso tempo. Com um microfone e boas ideias, qualquer pessoa pode dar voz a histórias, opiniões ou conhecimentos, alcançando ouvintes em qualquer lugar do planeta. É um fenômeno que mistura intimidade e alcance: ao mesmo tempo em que você escuta sozinho, é parte de uma comunidade conectada pelo áudio.

Mais do que uma tendência, o podcast virou hábito. Milhões de pessoas ao redor do mundo já incorporaram episódios ao dia a dia — seja para aprender durante o trânsito, relaxar em casa, se inspirar no trabalho ou até mesmo se entreter em uma pausa. O áudio se encaixa na rotina com naturalidade, acompanhando diferentes momentos da vida.

Por trás de cada episódio existe também dedicação: roteiros escritos com cuidado, entrevistas marcantes, horas de edição e uma vontade genuína de compartilhar algo relevante. Por isso, essa celebração também é um agradecimento aos criadores, que transformam paixão em conteúdo e constroem pontes sonoras que aproximam pessoas.

Podcasts da área de propaganda e marketing

Vou elencar aqui alguns podcasts da área de propaganda e marketing que acho importante que você, caro leitor, dê uma escutada:

1 – APPCast, o podcast da APP Brasil (Associação de Profissionais de Propaganda) uma das mais longevas associações ligadas à propaganda no Brasil (88 anos) e que traz convidados de primeira linha;

2 – Amigos do Mercado – podcast do Amigos do Mercado que é um grupo que reúne mais de três mil usuários em grupos de WhatsApp segmentados por região e área de atuação; mais de 50 mil membros no grupo fechado do Facebook e quase três mil seguidores no Instagram, e tem por objetivo tornar o mercado publicitário mais amigável;

3 – A ideia – uma série de podcasts produzidos pela Meio&Mensagem, a maior publisher do segmento ublicitário brasileiro. Muito bem conduzido e com nomes de peso do mercado publicitário;

4 – W/Cast foi um projeto que marcou a presença de Washington Olivetto no digital e traz o que ele conta como ninguém: histórias.
Nele, Washington revira o baú e compartilha suas lembranças, aventuras, alguns acertos e muitos erros – de tudo um pouco, pra quem sabe inspirar você com histórias que marcaram não só a publicidade, mas também a cultura brasileira. Depois da despedida do W desse plano, tornou-se ainda mais obrigatório;

5 – Podbrifar – o podcast da APP Vale do Paraíba. Diversificado, leve e com entrevistas conduzidas por diferentes diretores regionais, o Podbrifar pode acrescentar muito conhecimento para quem ouvir.

Convite

Neste 30 de setembro, o convite é simples: compartilhe o podcast que marcou sua vida, recomende aquele episódio que te inspirou ou agradeça aos criadores que fazem parte do seu cotidiano. Afinal, cada play é um gesto de reconhecimento. E cada voz compartilhada é um passo a mais nessa revolução do áudio.

Quantidade X qualidade: Como os micro-influencers se tornaram os queridinhos para parcerias?

Acabou o tempo em que só a quantidade de seguidores era vista para identificar a capacidade de um influencer de influenciar, hoje, vale mais influencer de nicho, afirma a MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global, Jennifer de Paula

Durante anos, a lógica das redes sociais parecia algo inquestionável: Quem tinha mais seguidores tinha mais valor. Grandes números significavam grande alcance e isso bastava para atrair parcerias com marcas e ter bons resultados com isso, mas esse modelo está ficando para trás.

No marketing digital, uma nova era vem ganhando força e está sendo conhecida como “pós-influencer”, agora a atenção está voltada aos micro-influencers, perfis com audiências menores, mas altamente engajadas e específicas, algo que as marcas têm buscado cada vez mais.

“Hoje, o que vale mesmo é a capacidade de criar conexões reais com uma comunidade, algo raro no mar de pessoas que existe na internet. O micro-influencer tem isso como vantagem competitiva”, explica Jennifer de Paula, MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global.

Mais seguidores nem sempre é igual a mais engajamento

De acordo com Jennifer de Paula, essa virada é tanto cultural quanto estratégica. O público está mais exigente.

“Os consumidores se cansaram de discursos genéricos e passaram a buscar perfis com autenticidade, consistência no que dizem, não se trata mais de quantidade de seguidores, mas sim da qualidade nas interações”, reforça.

Jennifer de Paula

As marcas perceberam que o impacto real vem de quem gera conversas de valor, mesmo que para um grupo menor de pessoas. E o mercado respondeu rápido, hoje, campanhas de grande impacto são montadas com dezenas de micro-influencers, cada um falando diretamente com seu nicho.

Além disso, o custo-benefício é outro atrativo, micro-influencers geralmente cobram menos que grandes nomes, mas entregam resultados proporcionalmente maiores em termos de engajamento e conversão.

“Estamos vivendo a chamada era pós-influencer, não é mais sobre gritar para todos ouvirem, é sobre saber o que dizer e para quem dizer”, conta Jennifer de Paula.

As marcas buscam influência direcionada

Na prática, isso significa que marcas que antes buscavam o “influencer da vez” agora estudam com atenção a coerência do conteúdo, a linguagem adotada e o tipo de relação construída com a audiência.

O cenário atual é de um marketing cada vez mais humano e direcionado, mais segmentado e, acima de tudo, mais estratégico e alinhado ao público da empresa.

“A influência, hoje em dia, não está nos números enormes. Ela está na confiança e os micro-influencers entenderam isso antes de todo mundo”, afirma Jennifer de Paula.

Sobre Jennifer de Paula

Jennifer de Paula é uma Premiada Estrategista de Marketing, Pós-Graduada com MBA em Marketing e Negócios Interativos. Diretora de marketing e gestão da MF Press Global, agência de comunicação internacional, atua na construção de autoridade, posicionamento estratégico e gestão de imagem de grandes marcas e personalidades. Com um portfólio que inclui profissionais que somam milhões de seguidores, Jennifer é referência no universo digital, combinando estratégia, inovação e alta performance para transformar presença online em influência real.

Pesquisa VANPRO mostra que a maioria das agências manteve crescimento no 1º semestre

Sondagem, realizada pelo Ecossistema Sinapro/Fenapro, aponta que 42,8% elevaram sua receita no primeiro semestre, e que 63,3% preveem um futuro melhor. Já 31,9% registraram estabilidade, e 25,3%, queda de receita, mostrando um cenário diversificado por conta dos desafios

As expectativas das agências para os seus negócios e o setor de publicidade seguem positivas, segundo indica a nova edição da pesquisa VanPro, realizada pelo Ecossistema SINAPRO/FENAPRO, junto a 229 agências de 20 Estados e do Distrito Federal. Os dados, relativos ao primeiro semestre, mostram que 42,8% das agências elevaram sua receita no primeiro semestre de 2025. Por outro lado, mais de um terço (31,9%) apontaram estabilidade na receita, e 25,3% registraram queda, na comparação com o primeiro semestre de 2024.

Entre as agências que cresceram, 28,6% elevaram sua receita em até 10%; 36,7% registraram aumento entre 10% e 20%, e 34,7% ultrapassaram os 20%. Já entre as 25,3% que tiveram queda de receita, esta foi de até 10% para 12,1% das agências; de 10% a 20% para 34,5% delas, e superior a 20% para 53,4% das empresas entrevistadas.

Apesar das pressões sobre a receita, o horizonte de futuro é visto de forma relativamente positivo por 63,3% das agências. A maior parte delas (44,1%) classifica suas perspectivas como boas, e outras 19,2% como muito boas. Aproximadamente 27,1% acreditam que o futuro será estável, e 6,1% enxergam um cenário ruim. Há também uma minoria (3,0%) que não consegue prever ou considera a situação muito ruim.

“A pesquisa VanPro oferece um retrato atualizado do ambiente de negócios e tem confirmado que o otimismo em relação ao futuro predomina entre as agências, e também o crescimento das receitas, embora haja muitos desafios hoje na gestão dos negócios”, afirma Daniel Queiroz, presidente da Fenapro.

Daniel Queiroz, presidente da Fenapro

Avaliando-se as perspectivas por região, a pesquisa mostra que o otimismo é maior no Sudeste – com 71% apontando expectativas boas e muito boas, índice próximo ao do Centro-Oeste (70%) – e é menos acentuado no Nordeste – onde as expectativas otimistas foram registradas junto a 60,6% das agências – e na região Sul, onde, mesmo com melhores resultados, as expectativas otimistas são apontadas por 62,9% das agências.

“Os dados regionais são relevantes como vetor que ajuda a nortear as políticas setoriais, os debates institucionais e atuação dos Sinapros que compõem o nosso ecossistema”, destaca Roberto Tourinho, presidente do Sinapro-SP e integrante do GT da Fenapro. “Por ser uma pesquisa conduzida por uma entidade nacional representativa do setor, a VanPro ganha ainda mais legitimidade devido à proximidade com a realidade vivida pelas agências”, ressalta Tourinho.

Roberto Tourinho, presidente do Sinapro-SP e integrante do GT da Fenapro

Além das expectativas para os negócios, a pesquisa mostra “tendências e desafios que precisam ser enfrentados, servindo como bússola para decisões estratégicas e o fortalecimento das agências”, segundo o presidente da Fenapro. Queiroz conta que o estudo apontou as principais dores das agências, entre as quais destacaram-se cinco tópicos: Pessoas e mão de obra, Cultura do mercado e Cliente, Tecnologia e IA, Precificação, mercado e concorrência e Contexto político e econômico. “São questões que influenciam diretamente hoje os negócios das agências”, observa.

As principais dores das agências

A VanPro mostrou que a carência de profissionais qualificados é a dor mais recorrente entre as agências entrevistadas, agravada pela dificuldade de remunerar em patamares compatíveis com suas expectativas. Essa escassez é especialmente citada em regiões fora dos grandes centros, onde a competição por talentos é ainda mais intensa.

“Às dificuldades de contratação somam-se a relatos de equipes instáveis, desmotivadas ou emocionalmente fragilizadas, o que tem tornado a gestão ainda mais desafiadora”, conta Ana Celina, diretora da Fenapro, ao ressaltar que “a rotatividade e a dificuldade de retenção de capital intelectual aparecem inclusive como ameaças diretas à continuidade do negócio”. A chegada da IA adicionou a isso uma nova camada: muitas empresas do setor reconhecem que os profissionais atuais ainda não têm preparo para lidar com as novas ferramentas, exigindo um processo de requalificação.

Ana Celina, diretora da Fenapro

Cultura do mercado e clientes

Há uma forte percepção de desalinhamento entre expectativas de clientes e a forma de trabalho das agências. Resistência dos clientes em aceitar o planejamento de longo prazo e preferir os resultados imediatos, a frustração com contratos que se limitam a entregas pontuais e as disputas muito focadas em preços, sem valorização de diferenciais, também despontam entre as principais dores das agências.

Roberto Tourinho, comenta que “as agências relatam frustração com contratos que se limitam a entregas pontuais e com disputas muito focadas em preço, sem valorização de consistência ou diferenciais”. Também foram citadas, com menor frequência, queixas sobre erosão da confiança e da reputação do setor, dificuldades de relacionamento em processos de concorrência e clientes que absorvem serviços internos, reduzindo as demandas para as agências.

Precificação, mercado e concorrência

Segundo Daniel Queiroz, a dificuldade em estabelecer preços justos para os serviços é um ponto que desafia o setor, sendo citada de forma recorrente. “Muitos descrevem um mercado ‘desequilibrado’, com valores muito diferentes entre agências, o que compromete margens e cria insegurança”, conta o presidente da Fenapro. Ele acrescenta que também foi identificada a ausência de padrões de referência setoriais claros e a desconfiança quanto à sustentabilidade financeira de concorrentes que praticam preços muito baixos.

A concorrência com o negócio das agências aparece sob várias formas: houses internas de clientes, influenciadores, freelancers e prestadores informais que oferecem serviços de comunicação sem registro ou estrutura profissional. “Esse movimento não só reduz o espaço para as agências, mas também compromete a imagem do setor, já que práticas amadoras geram desconfiança e desvalorização”, observa Queiroz.

Outro ponto relatado com alguma frequência foi a dificuldade de converter prospecções em novos contratos de maior porte, com alto esforço de prospecção e baixa taxa de conversão.

Contexto político e econômico

As oscilações políticas e econômicas são apontadas como fatores que afetam diretamente a previsibilidade das agências, levando à retração de anunciantes em períodos de crise e incerteza política, a postergação de investimentos e a cautela em liberar verbas. “A percepção é de um setor altamente exposto a variáveis externas, que influenciam fortemente os resultados comerciais e a receita”, conta Roberto Tourinho.

Com menos frequência, foram lembrados ainda os impactos da instabilidade cambial sobre custos de mídia digital, variações regionais na dinâmica de investimentos públicos em comunicação e insegurança sobre mudanças regulatórias.

Setores de atuação e perfil das agências

Com relação aos setores de atuação, a pesquisa revela ampla presença em âmbito nacional da atuação das agências em: serviços (77,0%), governo (74,9%), indústria (53,0%), saúde (55,5%) e varejo (55,0%). Em seguida, vêm incorporação imobiliária (49,3%), agronegócio (29,3%), terceiro setor/ONGs (28,8%) e setor financeiro (26,6%). Moda (24,0%), tecnologia (21,8%) e startups (11,4%) aparecem em posições intermediárias, enquanto bets e jogos de azar (4,8%) e educação (2,2%) têm presença limitada.

O “top 5”de cada região em termos de presenças das agências no mercado:

O perfil predominante dos participantes da pesquisa VanPro é similar ao das sondagens anteriores. A maioria opera como full service (97,4%), com poucas dedicadas exclusivamente ao digital (2,6%). No foco de atendimento, 55% não distinguem entre clientes públicos ou privados, 32,3% concentram-se somente no setor privado e 12,7% somente no setor público.

O perfil das empresas revela maturidade. Mais da metade existe há mais de 21 anos, e apenas 6,1% têm até cinco anos de atividade. Já com relação ao tamanho das equipes, quase 54% estão entre 11 e 40 pessoas, com menor concentração nos extremos de estruturas pequenas (6,1% até 5 pessoas) ou grandes times (10% com mais de 80 pessoas).

O perfil da receita anual é distribuído de forma bastante heterogênea. Cerca de um terço (33,4%) faturam até R$ 1 milhão, outro terço (35,7%) ficam entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, e o terço final (30,8%) acima de R$ 5 milhões.

Fonte: GPCOM Comunicação Corporativa