Vaga para auxiliar de marketing

Vaga aberta para auxiliar de marketing

Confira tudo sobre a vaga na arte abaixo.

Estágio em social media

Vaga de Estágio em Social Media no Estúdio

O Estúdio acredita que Criar é verbo diário — e agora querem alguém pra crescer com eles. Se você ama comunicação, ideias na ponta da língua e vontade de aprender na prática, essa vaga é pra você!

O que a empresa espera de você:

– Estar cursando Comunicação, Publicidade, Design ou áreas correlatas
– Noções básicas em edição de vídeo
– Olhar criativo e estratégico para redes sociais
* Heavy user
– Organização e responsabilidade
– Boa escrita e vontade de aprender com um time que ama o que faz

O que você vai fazer lá:

– Participação nos processos criativos do Estúdio
– Edição de vídeos para as redes sociais
* Fluxo e organização dos planejamento de social media
– Interação com comunidades e insights de performance
– Pesquisa de referências

Híbrido (presencial em Taubaté + home office)
Bolsa auxílio + ajuda de custo + muito aprendizado
Horário: 6h por dia (manhã ou tarde)

Curtiu? Envie seu currículo e portfólio (se tiver) para:
contato@estudiodesign.co com o assunto: Estágio Social Media.

Dança das cadeiras

Frio, né? Mas não no mercado de comunicação e marketing

Julho está uma friaca só, mas no mercado de propaganda, marketing e comunicação as coisas estão aquecidas.

Confira algumas das movimentações dos profissionais:

Bruno César dos Santos, publicitário com origem no Vale do Paraíba, acabou de assumir a posição de Head de Brandformance na Loja do Mecânico (SP).

A designer gráfica Bianca Ramos começou a trabalhar como Designer gráfico na Verge Studio e Comunicação Ltda.

O jornalista Lucas Ferreira passa a atuar como Analista Júnior de Eventos na PIT – Parque de Inovação Tecnológica São José dos Campos.

Formado em Produção Audiovisual, Lucas Santos está começando em um novo cargo de Social Media na Unhas Cariocas Group.

Danilo Freitas, também publicitário com origem na nossa região, passa a responder como Analista de comunidades na comuh (SP).

Consumidores confiam mais em publicidade tradicional do que em marketing de influência, aponta estudo

Queda na confiança levanta alerta sobre a necessidade de mais autenticidade, transparência e responsabilidade entre os criadores de conteúdo

Apesar do marketing de influência ser uma das estratégias mais utilizadas pelas marcas nos Estados Unidos, um novo estudo mostra que a confiança dos consumidores nesse modelo caiu em relação à publicidade tradicional. O levantamento “Influencer Trust Index”, realizado pelo BBB National Programs, aponta que enquanto 87% dos consumidores expressam confiança em anúncios veiculados em canais tradicionais de mídia — como TV, rádio e revistas —, apenas 74% confiam nas recomendações feitas por influenciadores. O estudo mostra também que 26% dos consumidores não confiam em influenciadores, mais que o dobro dos 11,3% que desconfiam da publicidade em geral.

A pesquisa revela ainda que, para 71% dos consumidores, transparência e honestidade sobre a associação à marca são os fatores mais cruciais para estabelecer confiança, ao passo que 79% valorizam avaliações honestas, mesmo que não sejam positivas sobre o produto/serviço anunciado. No entanto, a percepção de que muitos influenciadores promovem produtos nos quais não acreditam ou omitem que se trata de publicidade tem gerado desconfiança, dificultando a conversão e o engajamento do público. 80% dos respondentes perdem a confiança quando os influenciadores não são genuínos, honestos ou transparentes. A não divulgação dos relacionamentos com as marcas também gera desconfiança para 64% dos entrevistados.

Para Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da Viral Nation e especialista no mercado de marketing de influência há mais de dez anos, essa queda na confiança é um reflexo direto da saturação e da falta de profissionalismo de parte do mercado. “A banalização das publis sem contexto ou conexão real com o influenciador enfraqueceu a credibilidade de muita gente. Hoje, o público está mais exigente, percebe quando a recomendação é forçada e cobra coerência entre o discurso e a prática”, avalia.

Ele reforça que a confiança é o principal ativo de um criador de conteúdo: “Diferente da publicidade tradicional, que se apoia na autoridade de um veículo, o marketing de influência depende da relação construída com a audiência. Quando essa relação é quebrada — seja por excesso de publicidade, falta de posicionamento ou escolha equivocada de campanhas —, a consequência vem em forma de desengajamento e perda de valor comercial.”

Na avaliação de Fabio, o caminho para reconquistar a confiança está na coerência entre conteúdo e produto, transparência nos acordos comerciais e foco em experiências reais. “As marcas precisam investir em influenciadores que conhecem de verdade seu público e que só promovem aquilo que faz sentido dentro de sua narrativa. A era da publi pela publi está chegando ao fim — e isso é positivo, porque abre espaço para um marketing mais maduro, ético e sustentável.”

Ele finaliza destacando como as agências precisam se adaptar a esse novo momento. “Na Viral Nation, temos trabalhado com nossos talentos para fortalecer a confiança com a audiência, posicionando-os como marcas pessoais com valores bem definidos. Incentivamos que digam ‘não’ a campanhas que não têm fit e que cultivem parcerias de longo prazo com as empresas. Nosso foco é ajudar os criadores a entregarem resultados reais sem comprometer a relação com quem mais importa: sua comunidade.”

METODOLOGIA

O estudo Influencer Trust Index foi conduzido pelo BBB National Programs, em parceria com a University of Georgia e o McLean Hospital. A pesquisa analisou as percepções dos consumidores norte-americanos sobre autenticidade, transparência e confiança no marketing de influência, comparando os resultados com o desempenho da publicidade tradicional. O relatório completo está disponível aqui.