TIM para o Natal

TIM lança campanha de Natal para o segmento pré-pago

Turbo 7 oferece 700 mega de internet por semana e mensagens no WhatsApp; ação contará com filme para TV e o personagem Super Chip na mídia digital

tim1A TIM acaba de lançar sua campanha de fim de ano voltada para o segmento pré-pago. O destaque é o Turbo 7, que oferece para os clientes 700MB de internet por sete dias (100MB por dia) e ligações de TIM para TIM ilimitadas, além do mensagens de texto, áudio, imagens e vídeos no WhatsApp à vontade, tudo por R$ 9 semanais (sem renovação recorrente). A campanha estreia com filme na TV, desenvolvido pela agência Z+. Também trará de volta, em breve, o personagem Super Chip – dublado pelo ator e comediante Marcos Veras – na mídia digital, em peças desenvolvidas pela WMcCann e CUBOCC.

O filme estreia uma nova linguagem da comunicação da companhia, com uma locução feminina e mais próxima dos telespectadores, em forma de bate-papo com os personagens da campanha. “Cê já sabe que na TIM é tudo diferente. Por isso o Turbo 7 tem tudo o que você precisa pra deixar a internet do seu pré bombadaça”, é a primeira fala do filme. O objetivo é reforçar ainda mais a aproximação da marca com os consumidores, em um tom leve e informal. Em seguida, a locutora apresenta as características da oferta, destacando a navegação no WhatsApp à vontade e que o cliente ainda fala ilimitado de TIM para TIM.

Já na mídia digital, a TIM volta a brincar com o personagem Super Chip. Nas novas peças, ele aparece treinando e ganhando mais megabytes para, no fim, surgir “bombado”, com ainda mais internet para os clientes. O ator e humorista Marcos Veras gravou mais uma vez a voz do chip para o filme que deve estrear na internet no dia 14/11.

“Colocar minha voz e dar vida a um personagem de desenho é uma experiência única. Já havia feito locução antes, mas me tornar um Super Chip, charmoso, galanteador e agora ‘bombado’, é a primeira vez. Acho super divertido, todos os vídeos da campanha têm bastante humor, o que faz com que me identifique e incorpore ainda mais o personagem”, destaca Marcos Veras.

A campanha conta ainda com mídia exterior e material nos pontos de venda, além de ações táticas na mídia regional.

Fonte: Alameda Comunicação – Laís Reis

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Dos 30″ ao Branded Content

Como as séries de TV podem ajudar o seu Branded Content

Narcos. Sopranos. House of Cards. Friends. Modern Family.

Neste curso oferecido pela APP Brasil os participantes vão entender como são construídas as séries de TV e as técnicas de storytelling que estão por trás dessas narrativas incríveis.

RICARDO GRYNSZPAN

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É roteirista e professor. Escreveu a mini-série “Zé do Caixão” (TNT e Space), eleita Melhor Produção Artística de 2015 no Festival Internacional de Televisão de São Paulo e episódios das séries “Lili, a ex” e “Tempero Secreto”, ambas na GNT.
No rádio, escreve juntamente com Felipe Xavier o programa de humor “Chuchu Beleza”, transmitido diariamente pela Rádio Jovem Pan FM. É professor de Roteiro para TV da Academia Internacional de Cinema de São Paulo.

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Coluna Propaganda&Arte

Como a música pode salvar os comerciais de TV

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A TV aberta nunca desafinou tanto no Brasil. Se antes ela era questionada sobre seus números inflados, hoje sofre com a queda de anunciantes e até gera dúvidas quanto a sua relevância para o público, uma vez que mais de 80% dos brasileiros consideram a internet o meio mais importante em sua rotina, principalmente usando smartphones. (Fonte: IAB Brasil)

Segundo informações do PNT – Painel Nacional de Televisão, a audiência da TV aberta vem caindo consideravelmente nos últimos cinco anos. Destes dados vale ressaltar o declínio de 16% da maior emissora brasileira, enquanto a TV paga se mostra forte com um crescimento de 135%. Apesar disso, o brasileiro tem navegado muito mais do que zapeado, mesmo nos canais pagos.

Por isso, como publicitário e eterno estudante, divago…

Que estamos vendo menos TV tradicional, isso nós já desconfiávamos. Que o smartphone virou a “segunda tela”, nós também percebemos. Diante dessa confusão, orquestrada principalmente pela revolução tecnológica, o que pode ser feito para reconquistar a atenção dos comerciais de TV? Ainda mais na TV aberta?

A resposta pode estar em uma das artes mais antigas do mundo: a música.

Empresas de telefonia, estão apostando em temas musicais repetitivos, com diversas versões e estilos, para conquistar o gosto do público e gerar lembrança de marca. Hora eletrônica, hora uma mistura de sons tecnológicos, nos vemos em um tipo de jogo em que devemos preencher, em nossa cabeça, as notas faltantes da melodia já conhecida.

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Nesse momento, acontece algo diferente. Nossa atenção é atraída, paramos de olhar para o celular, mesmo que por instantes e interagimos de alguma forma com a TV. Foi aí que deu aquele “estalo”: a ideia que inspirou esse artigo! (sim, até as ideias tem som).

Será que eles perceberam que o sucesso dos comerciais agora depende muito mais da música?
Se a TV está ligada, mas ninguém olha para ela, porque estão jogando ou checando aplicativos de mensagens nos celulares, é preciso fazer alguma coisa! Fazer barulho! De preferência um barulho bom. Aí você percebe que algumas marcas estão fazendo algo nesse sentido, criando linguagens sonoras fortes e próprias, como por exemplo grandes bancos e telefonias, mas ainda assim, é muito pouco.

Resumo da ópera: chegou a hora de investir mais em jingles, usar nossa criatividade e musicalidade brasileira em trilhas realmente interessantes. É preciso dar ouvidos às novas tendências e comportamentos dos consumidores, caso contrário o comercial de TV vai se tornar um show cada vez mais sem graça em que o público vai embora, bem no meio da música.

E você? Qual melodia de comercial não sai da sua cabeça ultimamente?

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