Consumidores optarão, na Páscoa, por compras online e em pequenos produtores

Pesquisa revela que, nesta Páscoa, consumidores optarão por compras online e pequenos produtores irão brigar com grandes marcas

Segundo a The Insiders, responsável pelo levantamento, o marketing com foco em pessoas reais irá impulsionar o setor, já que 86% dos entrevistados disseram ser diretamente influenciados pela opinião de amigos e parentes na hora da escolha

Mesmo com a redução de renda e desemprego em alta, a perspectiva é que a Páscoa neste ano deve continuar a movimentar o comércio. Segundo pesquisa realizada pela The Insiders, empresa de marketing que conecta marcas a pessoas reais, 68% das mais das 5.400 pessoas entrevistadas vão comprar ovos de páscoa e, destes, 72% pretendem fazer suas compras online. O compilado dos dados também revelou que grandes marcas brigarão de igual para igual com mercado informal de pequenos produtores, que ganharam um espaço relevante na lista de preferência de ovos de Páscoa: 56% declararam optar pelos chocolates caseiros no lugar das tradicionais do varejo.

Imagem de S. Hermann & F. Richter do Pixabay

Este movimento traz, em contrapartida, uma outra informação também abordada na pesquisa: o marketing com foco em pessoas reais irá impulsionar o setor, uma vez que 86% dos entrevistados disseram ser diretamente influenciados pela opinião de amigos e parentes na hora de escolher o produto, contra apenas 15% que levam em consideração a opinião dos grandes e famosos influencers que atuam nas mídias sociais. “O comportamento das pessoas mudou e influenciadores reais, com quem se tem uma genuína troca no ambiente online, têm muito peso na decisão dos consumidores, ainda mais em uma data afetiva como a páscoa. Pensar em pessoas reais para alavancar as campanhas de marketing para esse dia pode ser a chave para o aumento das vendas e do lucro em meio a uma época de crise”, comenta Joel Amorim, diretor da The Insiders na América Latina.

Não é à toa que essa análise ganha mais peso frente às estratégias de marketing popularmente utilizadas. No levantamento, 49% dos respondentes afirmaram que irão se informar sobre preços e produtos por meio de blogs e redes sociais. “A compra pela internet já é uma realidade muito forte, principalmente neste período de pandemia. Apostar em marketing de influência, ainda mais em uma figura real, com que o público se identifique, é com toda certeza uma maneira de atrair compradores e fazer com que as vendas sejam impulsionadas durante o período”, explica Amorim.

Para o diretor, a estratégia, nesse caso, deve ser bem estruturada e mais do que procurar na rede social uma vitrine para a marca, deve-se apostar em vantagens a ser compartilhada com o consumidor, já que 94% declararam gostar de cupons de descontos ou benefícios na hora da compra. Apesar do momento delicado em que o país vive, a pesquisa revela que a Páscoa ainda acessa uma memória afetiva importante na vida dos clientes. A data é vista como um dia de celebração da vida, em que mesmo distantes fisicamente, as pessoas querem se fazer presentes, amenizando os impactos que o distanciamento social tem causado no dia a dia das famílias.

Fonte: Markable Comunicação

O que está na lista de Páscoa das favelas brasileiras?

Aplicativo Outdoor Social Inteligência prevê como serão as compras de Páscoa das 15 maiores favelas do Brasil

Em pesquisa feita pelo Outdoor Social inteligência, que mapeia dados de consumo da população periférica brasileira, cerca de 50% dos entrevistados vão comprar ovo de Páscoa em loja de departamento. Em seguida, 22,5% farão a compra em super mercado fora da comunidade. Os ovos caseiros, que são fonte de renda para muitas famílias, conquistam 16,3% dos entrevistados, e, indo na contramão do momento atual de compras online, apenas 1,4% afirmam que farão a compra dos ovos pela internet.

Image by anncapictures from Pixabay

Dentre as marcas de chocolate preferidas, a Garoto segue na frente com 59%,2%, seguida de Lata (56,7%), Diamante Negro (35,8%) e Kinder (27,4%). Nessas regiões, a tradição dos ovos segue mais forte com as crianças e adolescentes: 69% dos ovos comprados serão entregues aos jovens dessa faixa de idade.

A pesquisa também revela que o costume de comer peixe na Sexta-Feira Santa é comum para 26% dos entrevistados. Entre o peixe favorito, a Tilápia é o mais mencionado.

A pesquisa ouviu 400 pessoas das favelas: Baixada Nova Jurunas e Condor, Belém (PA); Cidade de Deus, Manaus (AM); Pirambú, Fortaleza (CE); Coroadinho, São Luís (MA); Casa Amarela, Recife (PE); Complexo de Amarelinha (englobando os bairros: Chapada do Rio Vermelho, Santa Cruz e Vale das Pedrinhas, em Salvador (BA); Sol Nascente, Brasília (DF); Aglomerado da Serra, Belo Horizonte (MG); Rocinha e Rio das Pedras, Rio de Janeiro (RJ); Heliópolis e Paraisópolis, São Paulo (SP); São Domingos Agrícola, Curitiba (PR); e Cruzeiro do Sul, Porto Alegre (RS).

Sobre o Outdoor Social®

Criado em 2012, o Outdoor Social® é um negócio de impacto que atua no mercado brasileiro de publicidade como uma mídia OOH para a comunicação com a periferia e no desenvolvimento de pesquisas de opinião e consumo com este público. Presente em 6.200 comunidades em todo o país, a empresa conta com 150 agentes comunitários, responsáveis pela análise do local, cadastramento e contato junto a moradores de comunidades que cedem seus muros para a colação de painéis publicitários, grafites ou promoções, de forma remunerada. Com uma economia circular e gerando renda dentro das favelas, o sistema já beneficiou mais de 30 mil famílias. Para mais informações: www.outdoorsocial.com.br ou pelo Instagram @outdoorsocial

Tide Social – Assessoria de Imprensa do Outdoor Social®

47% dos brasileiros têm comprado mais online desde o início da pandemia, mostra Ipsos

Em decorrência da Covid-19, entrevistados do mundo todo estão frequentando o comércio local com menos frequência do que antes

A crise do novo coronavírus, e o consequente isolamento social a nível global, trouxeram mudanças significativas nos hábitos de consumo da população, com impacto especialmente em economias locais. Segundo a pesquisa Shopping During The Pandemic, realizada pela Ipsos com entrevistados de 28 países, 47% dos brasileiros têm feito mais compras online do que faziam antes da pandemia de Covid-19. No mundo todo, são 43%.

Os respondentes que mais aumentaram a frequência com que fazem compras online, desde o início da crise sanitária, foram os do Chile (59%), Reino Unido (55%), Turquia e Coreia do Sul (54%). Enquanto 47% das pessoas no Brasil estão comprando mais pela internet, 17% relataram comprar menos e 36% compram tanto quanto antes.

Com o aumento das compras em plataformas digitais, 36% dos entrevistados no país disseram que estão comprando menos em lojas pequenas, de comércio local, se comparado ao período pré-pandemia. Por outro lado, 49% afirmaram ir a lojas tanto quanto antes e 15% têm frequentado tais estabelecimentos com mais frequência do que antes da crise do novo coronavírus. No que diz respeito aos hábitos de compra, o brasileiro tem evitado frequentar lojas locais mais do que a média das nações. No mundo todo, o percentual de pessoas que tem saído menos para comprar em comércios da proximidade é de 30%.

Globalmente, as pessoas com poder aquisitivo mais alto tiveram o crescimento mais significativo nas compras online: 49% fazem mais compras pela internet do que antes. Entre os respondentes de baixa renda, são 37%; na classe média, são 43%.

O perfil que mais aderiu às compras online durante a crise de Covid-19, além de ser de alta renda, é também majoritariamente feminino e jovem. De todas as participantes do estudo, 45% disseram estar comprando mais pela internet, contra 41% dos homens. Além disso, 45% dos entrevistados com menos de 35 anos aumentaram o consumo online na pandemia, contra 40% entre os mais velhos, de 50 a 74 anos.

“Enquanto 49% das pessoas de classe alta aderiram às compras online no mundo, no Brasil o número chegou a 59%. Além disso, as mulheres brasileiras também foram mais seduzidas por esta modalidade de compra (53%, contra 45% globalmente). Sendo assim, é importante que as marcas que querem chegar até o consumidor digital do Brasil pensem em estratégias que atraiam estes públicos”, analisa Rafael Lindemeyer, diretor de negócios na Ipsos.

Restaurantes versus delivery

Assim como a ida às lojas físicas, o brasileiro tem evitado comer fora mais do que o resto do mundo. Dos respondentes do país, 67% declararam estar indo a restaurantes locais com menos assiduidade do que antes. Considerando todas as nações, são 63%.

Apesar da queda da clientela nos salões dos restaurantes de bairro, apenas 1 entre cada 4 brasileiros (25%) disse ter pedido mais delivery no período pandêmico. Em contrapartida, 35% estão comprando menos comida por delivery e 40% escolhem a modalidade de entrega em casa tanto quanto faziam antes.

Image by Please Don’t sell My Artwork AS IS from Pixabay

De 28 países, apenas 8 apresentam um índice de pessoas que aumentaram o consumo por delivery mais alto do que o de pessoas que diminuíram o consumo por delivery. São eles: Chile, Colômbia, Malásia, Estados Unidos, Bélgica, Coreia do Sul, Alemanha e Holanda. Na média do mundo todo, 23% têm recorrido com mais frequência à entrega de refeições, contra 32% que estão pedindo menos delivery e 45% que não mudaram seus hábitos.

“Os indicadores refletem comportamentos adquiridos durante o confinamento. Comprar menos por delivery não significa que o mercado de aplicativos esteja prejudicado, pois está em plena expansão, mas sim que restaurantes que não se adequam a este novo canal perdem apelo ao consumidor. É importante que as empresas do ramo tenham uma estratégia para não ficar de fora do leque de decisão do comprador”, ressalta Lindemeyer.

As pessoas que menos têm saído para comer são mulheres: 66% do total de participantes do sexo feminino diminuíram suas idas a restaurantes, enquanto 59% dos homens fizeram o mesmo. A faixa etária de 50 a 74 anos está se prevenindo mais, pois 68% relataram queda na frequência com que comem fora. Entre aqueles com idade de 35 a 49 anos, são 64% e, entre os entrevistados com menos de 35 anos, 57%.

A pesquisa on-line foi realizada com 20.504 entrevistados de 28 países, com idades de 16 a 74 anos, entre os dias 20 de novembro e 04 de dezembro de 2020. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: Giusti Comunicação – Jéssica Díez Corrêa

Novas operações: empreendedores investem no Taubaté Shopping e anunciam abertura de lojas no primeiro trimestre de 2021

Centro de compras também reforça o sistema de vendas online e disponibiliza canal de comunicação para facilitar o atendimento aos clientes

No primeiro trimestre de 2021, oito novas operações serão inauguradas no Taubaté Shopping. Os empreendimentos abrangem variados segmentos e chegam para ampliar o mix de lojas do centro de compras. “Mapeamos o comportamento de compra dos nossos clientes e buscamos constantemente as melhores marcas para compor o complexo”, comenta Ana Cristina Ribeiro, Gerente Geral do Taubaté Shopping.

Em breve, o público poderá conferir as delícias da KFC (Kentucky Fried Chicken), rede de restaurantes fast-food especializada em frango frito; da Port’s Burguers, que traz em seu cardápio variados e deliciosos lanches; além dos produtos da Design 18k Joias, especializada em peças criadas de forma artesanal, mas com processos altamente tecnológicos e da loja Luz da Lua, uma das principais marcas de bolsas, calçados e acessórios.

Logo mais também estarão disponíveis as principais novidades da Kings Sneakers, marca que reforça o estilo de vida urbano e traz o tênis como seu carro chefe; da Me.Linda, rede que oferece aos clientes mais que cosméticos e perfumaria, promovendo a filosofia de que “beleza é ser feliz”; da Vialaser, clínica de depilação que traz a tecnologia dos dois principais lasers do mundo; da Escova Express, operação com foco em escova de cabelos, maquiagem e estética facial.

Sistemas delivery e drive-trhu
Várias operações intensificaram suas vendas online e continuam atendendo os clientes com conforto e segurança. O centro de compras também possui um canal de comunicação para enviar a lista de lojas que realizam entregas pelos sistemas delivery ou drive-thru. Para receber a relação basta enviar um “oi” para o número (12) 98888-1111.

Mais oportunidades para quem quer empreender
A AlugueOn é a nova plataforma de marketplace do Grupo AD, em parceria com o Taubaté Shopping, para locação de áreas comerciais, como lojas, quiosques e espaços de mídias. A ferramenta digital amplia as oportunidades de negócios de locação em apenas um clique, traz modernidade, praticidade e agilidade ao cliente no processo. Um dos grandes diferenciais da AlugueOn está na consultoria especializada, que conta com a expertise varejista e que poderá auxiliar o locatário a identificar a melhor oportunidade para o cliente.

Fonte: Communicare – Giovanni Rodrigues