Shopping abre oito lojas novas no primeiro semestre

Colinas Shopping abre oito lojas novas no primeiro semestre de 2024

Mix de lazer, compras e gastronomia amplia oferta de lojas com a chegada da Natura, Zeiss, Hashi Express, Spellúcias, Lovis, Flor de Vanilla e Ma Cave, além da ampliação da Track & Field

O Colinas Shopping, em São José dos Campos (SP), vai fechar o primeiro semestre com mais oito operações, que vão ampliar o mix de lazer, compras e gastronomia do mall. O resultado é reflexo do mercado aquecido e da transformação do complexo Colinas Shopping, que dia após dia vê um movimento mais qualificado a partir da ocupação da Colinas Green Tower.

Além do restaurante Vasto, inaugurado em abril, mais sete operações começam a funcionar até junho: Natura (cosméticos), Zeiss (lentes oftálmicas), Hashi Express (culinária japonesa), Spellúcias (máquinas de bichos de pelúcia), Lovis (óculos de sol e armações de grau), Flor de Vanilla (confeitaria e chocolateria) e Ma Cave (vinhos). Além delas, também há a ampliação da Track & Field (vestuário fitness), que passou a ocupar uma área maior.

“É um número expressivo, que se aproxima da nossa meta de cerca de 10 a 13 novas operações por ano. E, mais importante que isso, esses novos parceiros representam negócios que prezam pela qualidade e experiências únicas e estão alinhados à nossa cultura empresarial“, afirma Elza Mota, superintendente do Colinas Shopping.

No começo deste ano, a Colinas Green Tower – torre comercial interligada ao shopping – chegou a 98% dos espaços locados, se consolidando como referência empresarial da região. Clientes como Boeing, Ball, Nefrostar, SulAmérica Saúde, PwC, Urgo Medical e TV Band Vale, entre outros, ocupam 20 dos 22 andares corporativos da torre, a única Triple A da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, a RMVale.

Com esse novo panorama, o Complexo Colinas vem registrando aumento na circulação de pessoas. Atualmente, são mais de 1 milhão de pessoas que passam mensalmente pelo shopping.

Fonte: Cabana – Filipe Manoukian

Vaga para redator

Tem vaga aberta para redator

Confira tudo sobre a vaga na arte abaixo:

Vem aí a Terceira temporada do podcast “Cérebro do Namura”

Produção do mês de junho traz conteúdos sobre os segmentos de Educação, Alimentos, Consórcios e Vestuário

Estreia no próximo dia 3 de junho a terceira temporada do podcast “Cérebro do Namura”, que pode ser acessado por meio do canal do YouTube do engenheiro e empresário, bem como pelas principais plataformas de áudio. O especialista ancora os programas com uma linguagem leve, bem ao estilo bate-papo com seus convidados. A ideia é trocar experiências com grandes empresários de destaque na região do Vale do Paraíba e de representatividade nacional. Os episódios terão a intervenção do também empreendedor e apresentador de rádio e tv, Danilo Magri. Os novos episódios entram no ar todas às segundas-feiras às 18h59 e serão exibidos até o final de setembro.

A equipe de produção realizou o cenário e design do estúdio, que segue a linha futurista e vai ao encontro de um dos pilares dos negócios comandados pelo CEO do grupo Vitae Brasil, que é a inovação.

A programação obedece o cronograma de capítulos do livro de Luis Namura, “Yes, You Can! – como fazer sua empresa decolar”, um guia abrangente para empreendedores que buscam iniciar ou aprimorar seus negócios. Fazendo uma alusão a um plano de voo, o multifacetado profissional, que também é piloto de helicóptero, orienta os empresários sobre como obter sucesso em suas empreitadas, dos iniciantes aos experientes.

Os tópicos do livro que serão abordados na terceira temporada serão os seguintes: “Como investir com segurança”, “Se você é jovem, saiba o que fazer para ficar rico”, “O que privilegiar em nossas empresas”, “O que quebra uma empresa”, “Preste atenção aos detalhes”, “Tendências para os próximos anos”, “Como será o futuro”, “Líder ou Chefe”, “Colaborador ou Funcionário”, “Como prosperar continuamente”, “O que eu descobri há 30 anos”, “Meu pai, meu herói”, “Cons(c)ertando a Educação”, “Estratégia para melhoria contínua”, “Aconselhamento”, “Cuidado, não se esqueça de você” e “Mensagem Final”.

Luis Namura está animado com mais esse desafio porque é movido por inquietações. “Dessa vez, estamos focando principalmente nas novas gerações, que estão enxergando diversas oportunidades de crescimento a partir de suas experiências pessoais e muita criatividade. Teremos um mix de cases, insights e dicas preciosas para todos que desejam alçar grandes voos”, pondera.

Destaques da Programação

Luiza Marques, que é Especialista em Educação Financeira e fundadora da franquia da MBA Kids & Teens de São José dos Campos, abre a temporada da próxima segunda (3 de junho), trazendo sua bagagem para o episódio 36 sobre o tópico “Como investir com Segurança”. A empresária apostou em um negócio bastante inovador, que é a primeira escola do Brasil em Empreendedorismo, Educação Financeira e Liderança infantojuvenil destinada a atender crianças e adolescentes de 7 a 17 anos.

No dia 10 de junho é a vez de Bruno Alvarenga, proprietário do Mr Moo Churrasco compartilhar seus conhecimentos sobre o universo das carnes nobres no episódio 37 que aborda o tópico “Se você é jovem, saiba o que fazer para ficar rico.” Na semana seguinte, dia 17 de junho, Renato Souza, que é especialista nas áreas Financeira, Administrativa e CEO da Pontz Consórcios, revela alguns insights no episódio 38 sobre “O que privilegiar em nossas empresas”. Por fim, o último convidado do mês, o consultor de Moda Masculina e empresário Felipe Coelho, que acabou de inaugurar seu Ateliê no Boulevard Alphamare, fala sobre o potencial de crescimento desse mercado no episódio 39 sobre o tópico “O que quebra uma empresa”.

Para quem ainda não conhece o podcast “Cérebro do Namura”, a dica é maratonar as duas primeiras temporadas no próximo feriado para entender o contexto do livro que deu origem ao podcast neste link.

Fonte: Agência Maria Fumaça – Patrícia Lima

Hiperpersonalização: a próxima fronteira em martech

Por Lyse Nogueira*

O uso de dados para entender os consumidores consolidou-se na rotina dos profissionais de marketing. No entanto, o cenário mudou significativamente, com uma quantidade sem precedentes de dados e tecnologias disponíveis para analisar e extrair insights dessas informações, apoiando a criação e oferta de experiências altamente personalizadas aos clientes.

Imagem de Stefan Schweihofer por Pixabay

A hiperpersonalização está se tornando uma estratégia essencial para empresas que desejam destacar-se em mercados competitivos. Neste artigo, apresento uma visão sobre o potencial dos dados nesta abordagem dentro do marketing, e como essas tecnologias estão moldando o futuro das interações entre empresas e consumidores.

Existem diversos métodos analíticos que organizações podem utilizar para implementar a hiperpersonalização de forma efetiva. Entre eles, o uso de modelos supervisionados e não supervisionados, análise de recomendações e busca por perfis similares. A ideia é encontrar perfis que se assemelhem a um tipo específico de cliente, seja em termos de comportamento ou aspectos socioeconômicos, e combinar esses insights com novos dados para entregar comunicações extremamente relevantes, que promovam a compra ou a lealdade à marca, entre outros objetivos.

Também é essencial incorporar contexto à hiperpersonalização. Ela vai além de apenas personalizar a comunicação, ao incluir o contexto e preferências específicas de um indivíduo. Isso pode envolver ofertas específicas, mas também ações e até um tom de voz apropriado para aquele consumidor. Não adianta, por exemplo, promover ofertas de roupas de verão se sabemos que a navegação do cliente é focada em roupas de inverno, ou comunicar-se com a Geração Z como se fossem Millennials. Esses detalhes são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de personalização.

A capacidade de antecipar os desejos dos consumidores e melhorar significativamente sua experiência é outra grande vantagem da hiperpersonalização. Ao analisar padrões e comportamentos, é possível identificar tendências entre os diversos grupos de consumidores e tomar medidas específicas para atender às suas expectativas. Isso inclui, por exemplo, compreender o tipo de comportamento que geralmente leva uma pessoa a cancelar um serviço de streaming e agir proativamente para evitar essa situação. Essa capacidade preditiva envolve o uso de dados sintéticos para aprimorar a análise, além da geração de conteúdo personalizado como estratégia para reduzir a taxa de cancelamento.

Contudo, a jornada de hiperpersonalização requer atenção a alguns aspectos, principalmente o uso ético dessas técnicas. As organizações precisam considerar fatores como transparência e consentimento, comunicando aos clientes como seus dados serão utilizados. Isso não é trivial e enfrenta a complexidade dos termos e condições de uso, que são apresentados aos usuários, mas raramente lidos. Portanto, simplificar essas informações sobre o rastreamento de comportamentos é importante. Também é válido pensar em oferecer incentivos ou benefícios aos consumidores em troca dos dados fornecidos. Nesse contexto, é crucial lembrar que, se o cliente se sentir enganado, existe um risco significativo de quebra de confiança. Portanto, é crucial avaliar os trade-offs entre o que é recebido e o que é oferecido nesta jornada.

Além disso, é necessário considerar as métricas de sucesso de projetos de hiperpersonalização, que variam de acordo com o foco da campanha e podem estar relacionadas a engajamento, satisfação do cliente ou retorno sobre o investimento. É essencial estabelecer métricas básicas antes de implementar um plano cujo objetivo é oferecer uma experiência altamente personalizada. Definir claramente os resultados esperados da campanha, como mais cliques, visualizações, conscientização, retenção, conversões, ou outros objetivos, é fundamental.

Olhando para o futuro, as organizações que desejam liderar devem adaptar e evoluir suas estratégias de hiperpersonalização, atualizando-se sobre as técnicas em uso. Não é necessário esperar a coleta de todos os dados, de todos os canais, para iniciar a estratégia; é possível começar com pequenas ações.

Por exemplo, se uma plataforma de streaming conhece o time pelo qual seu assinante torce, pode personalizar a tela inicial com informações desse time, partindo do mínimo de informação e incrementando a oferta ao longo do tempo. É útil revisitar periodicamente o que foi construído, com base nas novas informações fornecidas pelo cliente.

Por fim, além de qualquer abordagem tecnológica, as empresas precisarão estar atentas às mudanças nas preferências de sua base para criar campanhas altamente relevantes. Manter uma abordagem centrada no cliente será essencial para garantir a eficácia de uma estratégia de hiperpersonalização.

*Lyse Nogueira é customer advisor do SAS Brasil.