56 anos de Embraer, uma empresa com alma que ainda impacta o mundo

Uma indústria que mudou a visão sobre o Brasil, que influencia antigos e atuais colaboradores e que se mantém firme na revolução e inovação aeronáutica

No próximo dia 19 de agosto a Embraer completa 56 anos de fundação. Muito se fala dos avanços tecnológicos, das vendas e das conquistas do mercado aeronáutico global pela Embraer. A companhia reconhece, porém, que essas conquistas somente foram possíveis por conta da excelência das milhares de pessoas envolvidas em todo o processo, é uma empresa com alma. Entre o passado e o futuro, parte dessas pessoas integram a associação INVOZ – Integrando Vozes para o Futuro. Em comum, todos foram impactados de maneira direta ou indireta pela Embraer, seja no modo de vida, na profissão ou até mesmo na própria família.

Um dos agentes desta história de mais de meio século é Emílio Kazunoli Matsuo, hoje presidente do Conselho Deliberativo do INVOZ. Por 39 anos trabalhou para a Embraer, iniciou como engenheiro de desenvolvimento de sistemas embarcados e gradualmente assumiu várias responsabilidades como líder de projetos e também como gestor. Liderou projetos de todas as unidades de negócios desde o Xingu, KC390 e Embraer 190E2, chegando ao cargo de Vice-Presidente de Engenharia e Engenheiro Chefe da Embraer. Hoje promove troca de experiências por meio de palestras em eventos a convite da empresa brasileira de aviação e de outros setores do Cluster Aeroespacial.

“Sou muito feliz em encontrar na Embraer pessoas de grande valor pessoal e profissional, com quem aprendi tudo. Pude também contribuir para o crescimento das pessoas e da própria Embraer, através da da cultura aeronáutica de excelência, valores e atitudes positivas, agregadoras, construtivas, colaborativas, equilíbrio, vontade de evoluir sempre e valores morais sólidos, que se transformaram em Cultura Organizacional de Sucesso da Empresa”, mencionou Emílio.

Em um outro momento importante da empresa, Manoel de Oliveira, hoje presidente de honra da associação INVOZ e sócio-diretor da empresa Sygma Tecnologia, atuou por 10 anos na Embraer como gerente de finanças e liderou o time que captou recursos e realizou parcerias financeiras para viabilizar o desenvolvimento do primeiro jato comercial da Embraer, o EMB-145. Outro momento histórico foi a sua articulação e apoio a Ozires Silva, fundador da Embraer, no processo de privatização da empresa. Um passo decisivo para a empresa ser o que é hoje no cenário mundial.

“A Embraer foi impactante na minha vida como um todo, mas em particular com o contato com Ozires Silva, que me ensinou a ‘liderança servidora’. Esse conceito foi fundamental para o desenvolvimento da empresa Sygma Tecnologia onde atuo hoje em dia, e também pelo meu engajamento em atuação em projetos sociais”, revelou Manoel.

Legado: De Pai para Filha

Outro empresário que teve a vida transformada pela Embraer foi Tadeu Hideki Yoshida, que atualmente é sócio proprietário da 55PRO Consulting, especializada em Gestão Empresarial, Inovação e Empreendedorismo, também é educador e palestrante e faz parte do Conselho Deliberativo do INVOZ. Foram 35 anos de atuação direta com a companhia, onde vivenciou transformações e contribuiu para a sua ascensão. Começou em áreas técnicas e gradualmente avançou para posições de gestão e liderança, com o foco na excelência e na busca por resultados, que é o fio condutor na história da indústria aeronáutica. Teve papel importante ao conduzir a inovação aberta e disruptiva na Embraer, construindo parcerias estratégicas com instituições de ponta como MIT, ITA, USP, Startups, Aceleradoras e Incubadoras e também na qualidade corporativa, na cadeia de suprimentos/Filosofia Lean e fornecedores de peças nacionais e internacionais, o que promoveu uma carreira internacional.

“A Embraer fundamentalmente moldou a minha vida e carreira. Os 35 anos dentro de seus portões foram uma jornada de crescimento contínuo, onde cada desafio se transformou em uma oportunidade de aprendizado. Sinto uma imensa gratidão por ter feito parte da história da Embraer. Foi um privilégio trabalhar ao lado de profissionais brilhantes e contribuir para a construção de uma empresa que é motivo de orgulho nacional e referência global. A Embraer me preparou para o futuro, permitindo que hoje eu possa, através da 55PRO, continuar a multiplicar esse conhecimento e impacto positivo. Atualmente tenho minha filha Elisa Motta Yoshida que trabalha na Embraer, como consultora Lean, fazendo com que o meu legado se torne realidade”, completou Tadeu, emocionado.

Estrangeiros

A Embraer modifica a vida de profissionais brasileiros e de estrangeiros. Um exemplo é do aposentado Spiridon Aziz Araman, que trabalhou na empresa entre 1977 e 1982, como assistente técnico. Fala com orgulho de ter participado de projetos excelentes, como o Bandeirante, Xingu, Tucano e Brasília.

“A Embraer me acolheu vindo do Líbano fugindo da guerra. Me ajudou a refazer a minha vida profissional, Sempre apoiei, apoio e apoiarei a Embraer em qualquer situação. Tenho orgulho de fazer parte dessa história”, enfatizou Spiridon.

Preservação da Cultura Aeroespacial

A atual presidente executiva da INVOZ, Neide Pereira Pinto, é arquiteta-urbanista e sócia-fundadora das Empresas Matiz Arquitetura & Design e da Somos Editora. Foi funcionária da EMBRAER de agosto de 1981 a abril de 1996, quando desenvolveu, entre outros trabalhos, o projeto e a implantação do “Parque Aeroespacial Infantojuvenil” no Sesi Ozires Silva de São José dos Campos – CAT e fez a implantação do Centro Histórico da EMBRAER. De 1996 a 1997, implantou os Espaços Culturais nos Aeroportos administrados pela INFRAERO, em Guarulhos, Congonhas, Brasília e Salvador. Hoje, é responsável por editar livros correlacionados à Embraer, a Ozires Silva e sobre a aeronáutica brasileira.

“A Embraer para mim sempre foi um sonho. Desde que vim pela primeira vez a São José dos Campos, sonhei trabalhar na empresa. Tempos depois, consegui um trabalho, no início da minha trajetória profissional. Foi graças à Embraer que conquistei conhecimentos, maturidade profissional e a empresa que tenho hoje. Após encerrar meu contrato como CLT, constituí a empresa Matiz Arquitetura & Design para atender às demandas de projetos de layouts e projetos de arquitetura e, posteriormente, a Somos Editora, com o objetivo de publicar livros sobre as personalidades e a história da indústria aeronáutica”, disse Neide.

À frente do tempo: Mulher Executiva

A Embraer não tinha somente ousadia e excelência, no seu universo corporativo havia lugares para as mulheres. Izilda de Fatima Victor foi a pioneira dentro da empresa a ocupar diversos cargos como a primeira mulher. Antes de ser a CEO responsável pela implantação da unidade em Évora, Portugal, ocupou cargos relevantes: foi chefe de seção, gerente financeira, diretora financeira, diretora estatutária de subsidiária. Ela começou como analista de crédito e estruturação de financiamento de vendas e passou pelas áreas comercial, financeira e de novos negócios.

“Por detrás de cada etapa, vieram os desafios e a liberdade que a direção proporcionou para a minha atuação. Iniciei em dezembro de 1982 e já em julho de 1983 fui responsável pela seleção de convidados da área financeira para o primeiro voo do Brasília, momento de muita emoção e orgulho. As campanhas de venda com pacotes de financiamento foram desafiantes, tanto para o Brasília quanto para os Tucanos na América Latina. Em dezembro de 1994, atuei no processo de privatização, com toda a carga de tensão e responsabilidade. Em seguida, veio o primeiro voo e a campanha de financiamento do ERJ-145, a gerência financeira e depois a transferência para diretoria na ELEB. Por trás de toda responsabilidade veio, juntamente, a realização pessoal. A Embraer me deu experiências e realizações que nenhuma outra empresa me traria, despertou os sentimentos de autoestima, orgulho e, ainda hoje, me proporciona tranquilidade financeira na minha aposentadoria, ocorrida em 2012”, comentou Izilda.

Muitas histórias de outros integrantes do INVOZ ou de antigos e atuais colaboradores da Embraer convergem para este sentimento de transformação e impactos positivos. Que venham outros mais 50 anos carregados de ousadias, oportunidades, crescimentos e de inovação. Do Bandeirante ao “carro voador” eVTOL, que os impactos da Embraer continuem sendo referência para a excelência da indústria aeronáutica e que os resultados continuem prósperos para a empresa e sociedade. A Embraer preserva sua alma inicial e segue o pensamento de seu fundador, o visionário, Ozires Silva, que repete e ensina até hoje: “O futuro não é descoberto. O futuro é construído”.

Fonte: Solução Textual – Renata Vanzeli 

Os bons tempos na publicidade sempre estão por vir. O resto é saudades.

Por Marlon Muraro*

Na vida, sentimos saudade do que vivemos, de quem conhecemos, dos momentos que compartilhamos. Isso é saudável.

Para muitos, a vida passada era melhor, as gerações anteriores eram mais capazes, a publicidade que se fazia era quase perfeita — e até a televisão era mais bem-feita. Isso é saudosismo.

Todos nós conhecemos um tio, uma avó ou mesmo um amigo que vive declamando juras de amor ao que já passou. Para eles, tudo era bom e melhor “naquele tempo”: tudo fazia mais sentido, tudo tinha mais sabor. Sempre que ouço esse tipo de discurso (sim, conheço algumas pessoas assim), tenho a sensação de que a vida seguiu seu curso… e elas se recusaram a continuar a jornada.

É natural sentirmos saudade de muitas coisas do passado — assim como, no futuro, sentiremos saudade do que estamos vivendo agora. Esse é o ciclo natural da vida. Na publicidade, não é diferente.

Talvez estejamos vivendo um vácuo criativo. Há muitos bons profissionais e clientes promissores, mas o que se cria e veicula está, na maioria das vezes, preso ao intervalo entre o medíocre e o pós-medíocre. São raros os exemplos atuais de publicidade que nos surpreendem, emocionam, nos fazem sorrir ou chorar. Mas eles existem. Se ainda não viu, assista ao filme do Boticário para o Dia das Mães (“Tormenta”) ou ao filme “Carta”, da Coca-Cola, para o Natal de 2020.

Quem gosta de publicidade sente saudade dos anos 70, 80 e 90 — épocas em que campanhas como essas surgiam todos os meses. E talvez essa seja a grande diferença: ainda existe publicidade de altíssima qualidade hoje em dia — o que mudou foi a intensidade e a frequência com que ela aparece.

Há explicações para isso: a adoção do algoritmo como guia criativo mais pragmático; a necessidade de rapidez para testes A/B; a volatilidade, a falta de atenção e de tempo do consumidor multitela; o uso indiscriminado da Inteligência Artificial (ou você acha que a I.A. faria um dos dois filmes que citei acima?) e até mesmo o receio dos clientes em correrem riscos e buscarem o novo, o disruptivo, o diferente.

Não sou saudosista a ponto de dizer que a publicidade do passado era melhor ou superior. Acredito apenas que o mercado, os clientes e a comunicação precisaram se transformar e se adaptar ao presente.

Mas que eu sinto saudade do que via nos intervalos comerciais da TV aberta… ah, isso eu sinto mesmo.

*Marlon Muraro é professor do Centro de Comunicação e Letras (CCL) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM).

São José Esporte Clube completa 92 anos com um novo patrocínio

Patrimônio da cidade e símbolo do Vale do Paraíba, o clube ganha o reforço do albert, que passa a integrar o grupo de empresas que apostam em sua representatividade.

O albert é o mais novo patrocinador do São José Esporte Clube e parabeniza o time pelo aniversário de 92 anos, celebrado nesta quarta-feira (13 de agosto). O nome do albert figura agora nos uniformes oficiais da equipe, juntamente com outras grandes empresas.

O albert marcou presença como patrocinador oficial do São José Esporte Clube nos jogos realizados em 27 de julho e 3 de agosto. As ativações aproximaram ainda mais a marca da comunidade esportiva, gerando novos associados e fortalecendo o relacionamento com torcedores, diretoria e equipe administrativa, que demonstraram entusiasmo e apoio à parceria.

O torcedor Daniel Rodrigues reforçou esse vínculo ao elogiar a atuação da equipe: “Parabéns a toda equipe que está fazendo um excelente trabalho de divulgação nos nossos jogos e apoio ao nosso clube de coração”.

Atualmente, o time do São José está em uma ótima fase e disputa a Copa Paulista, cujo campeão escolhe jogar o Campeonato Brasileiro da série D ou a Copa do Brasil em 2026.

“Assim como o futebol é paixão nacional, o São José faz parte da cultura dos joseenses e reúne famílias inteiras para assistirem às partidas nos finais de semanas. O patrocínio é a forma que encontramos para homenagear um time que é patrimônio da cidade e da região do Vale do Paraíba”, explica o idealizador do albert e CEO do grupo Vitae Brasil, Luis Namura.

Durante sua trajetória, o São José vivenciou momentos de altos e baixos, mas um ano especialmente marcante foi 1989, treinado pelo ex-meio-campista da Águia, Ademir Mello, e com um elenco composto por vários atletas de nível nacional, o São José surpreendeu todos os grandes e fez, no Martins Pereira, um dos jogos mais memoráveis de sua história contra o Corinthians. No dia 25 de junho, o time chegava, pela primeira vez, em uma semifinal do Paulistão e, com a vantagem de decidir em casa, buscava reverter o placar adverso da primeira partida na capital. A Águia driblou os corinthianos e garantiu a sua vaga na final com uma vitória de 3 a 0. Na finalíssima, enfrentou o São Paulo em duas partidas no Morumbi e sagrou-se vice-campeão Paulista. Após a bela campanha vitoriosa, o clube fez sua primeira excursão internacional para a Espanha, onde fez 9 jogos amistosos (com 5 vitórias e 4 empates). No mesmo ano, foi vice-campeão Brasileiro da Série B, o que assegurou novamente uma vaga na elite do Brasil.

Vários nomes de peso do futebol já passaram pelo clube e contribuíram para escrever sua história:

Émerson Leão – hoje técnico aposentado e que, como jogador (goleiro), foi campeão da Copa de 70 com a Seleção Brasileira. Ele começou sua carreira no São José, nos anos 60.
Roque Junior – ex-zagueiro da Seleção Brasileira campeão da Copa de 2002. Começou no São José nos anos 90. Ganhou destaque e foi negociado com o Palmeiras. Depois defendeu grandes clubes da Europa como o Milan-ITA e Bayer Leverkusen-ALE.
Dorival Junior – jogou no São José nos anos 90.
Viola – ex-atacante campeão da Copa de 94 com a Seleção Brasileira jogou o São José em 1990. Depois de defender o São José ganhou fama defendendo o Corinthians e mais tarde o Palmeiras.
Donizete Pantera – ex-atacante da Seleção Brasileira defendeu o São José em 1989. Brilhou jogando nos clubes cariocas como o Vasco e o Botafogo nos anos 90.

Mas o maior ídolo da história do clube é o atacante Tião Marino. Jogando com a camisa do São José, ele fez 224 jogos e marcou 82 gols nos anos 80, quando o clube chegou a jogar a elite do futebol paulista e brasileiro contra os grandes clubes do país. Hoje, ele está com 74 anos e mora em Ribeirão Preto.

A construção de um Centro de Treinamento, a administração sob concessão pública do estádio Martins Pereira, investimentos nas categorias de base e o apoio de uma cidade apaixonada pelo São José são alguns dos pilares para assegurar uma estrutura de acordo com as ambições do clube para as próximas décadas.

Sobre o albert:

O albert é uma rede que melhora as relações de consumo, ou seja, de quem vende e de quem compra. O app, está disponível nas regiões do Vale do Paraíba e Grande São Paulo e, segue em expansão. Ele possui esse nome para homenagear Albert Einstein, um dos gênios na história da Física.

Uma das ferramentas usadas pelo aplicativo é o cashback, mas com algo a mais. Além do cliente ganhar o benefício ao efetuar uma compra em um parceiro, é possível ganhar gratificações por meio do Member Get Member, ao convidar os amigos para usarem a plataforma.

Para entrar nessa rede e participar do aplicativo, é necessário receber um convite de um associado ou acessar esse link.

Fonte: Parceria Agência Maria Fumaça e Comunicaê – Patrícia Lima

ChatGPT e gestão de tráfego: como o marketing está mudando com a IA generativa

Na era da inteligência artificial (IA), as estratégias de marketing digital estão se reinventando — e o ChatGPT emergiu como protagonista dessa transformação. A crescente adoção da IA generativa está redefinindo a forma como marcas atraem audiências, otimizam conteúdos e impulsionam a gestão de tráfego digital.

A tecnologia vem ganhando relevância como motor de busca alternativo. Dados da Semrush mostram que a plataforma da OpenAI já gera tráfego de referência para mais de 30 mil sites, sobretudo nos segmentos de educação e tecnologia — um sinal claro de mudança no comportamento dos usuários. Hoje, mais de 54% das consultas são respondidas sem que haja necessidade de recorrer a uma busca tradicional na web, evidenciando a ascensão de um modelo centrado em respostas instantâneas e conversacionais.

No cenário global, ferramentas de busca com IA, como ChatGPT e Perplexity, já capturam 5,6% do tráfego de buscas em desktops nos EUA (junho de 2025), um salto expressivo em apenas 12 meses. Esse avanço impulsiona novas abordagens de otimização, como a Generative Engine Optimization (GEO), que busca tornar conteúdos visíveis e confiáveis para respostas geradas por inteligência artificial — uma evolução do SEO tradicional.

Profissionais de marketing vêm se adaptando rapidamente. Um artigo recente da Forbes destacou cinco prompts eficazes para potencializar o ChatGPT na geração de tráfego, aplicáveis desde pesquisas de mercado e definição de palavras-chave até a criação de rascunhos alinhados ao público-alvo. Na prática, marcas já utilizam a ferramenta para:

● Criar ideias de conteúdo e pautas (content ideation)
● Mapear público e comportamento (audience research)
● Redigir posts, e-mails e roteiros (content creation)
● Explorar oportunidades em eventos ou campanhas sazonais
● Transformar linguagem técnica em textos envolventes e acessíveis

Com mais de 180 milhões de usuários de internet e penetração de 86,6%, o Brasil é um terreno fértil para inovações digitais como o uso do ChatGPT em marketing e gestão de tráfego. A combinação de alto engajamento online e busca por eficiência coloca os profissionais diante de uma encruzilhada: insistir nos modelos clássicos de SEO ou abraçar a criação de conteúdo conversacional otimizado para IA.

“Ferramentas de inteligência artificial conversacional não substituem os buscadores tradicionais, mas inauguram um novo paradigma de engajamento digital”, afirma Matheus Mota, estrategista de conteúdo e Head de Marketing da Portão 3 (P3). “O foco deixa de ser apenas o SEO clássico, centrado em cliques, e passa a valorizar o que chamamos de GEO: a otimização para respostas geradas por IA. Marcas que souberem integrar essas tecnologias em suas estratégias sairão na frente, especialmente em um cenário onde a visibilidade começa já na primeira interação automatizada.”

Fonte: Jangada Consultoria de Comunicação