Você já deve ter estudado sobre Marketing, sobre a importância de um bom atendimento, de entender os seus clientes e posicionar uma marca no mercado. Então, em algum momento você deve ter ouvido falar de Marketing Olfativo. Se não, já deve ter ao menos sentido esse mercado. O perfume, nesse caso, pode ser a essência de uma marca.
Empresas grandes e médias já utilizam cheiros personalizados: Nike, Natura, Danone, Castelo Ra-tim-bum, Novotel, só para citar alguns casos. Como podemos ver as marcas não utilizam apenas as essências diretamente em seus produtos, mas também em seus ambientes e lojas.
Sabe aquela loja de roupas que ao entrar você sente um perfume marcante? Que faz nos sentir modernos, atualizados e dispostos a comprar algo para confirmar isso?
Se já sentiu algo parecido, você estava sob o efeito do Marketing Olfativo da melhor qualidade. A ideia dessa estratégia é agregar às mensagens visuais e sonoras, seja de uma loja ou de um hotel, mais sensações incríveis e únicas.
Uma lembrança inesquecível. Um cheiro marcante. Uma marca inesquecível.
Seguindo essa lógica, o aroma de uma marca/produto tem forte poder de emocionar, convencer e criar um ambiente diferenciado de experiência de marca. Afinal, o olfato está ligado aos mecanismos do cérebro que regem as emoções. Por isso, alguns cheiros nos remetem a lembranças da infância, acontecimentos ou pessoas marcantes.
Nesse momento, em que vivemos bombardeados de anúncios, músicas, jingles e outros elementos comunicacionais, o olfato parece o mais sutil e, ao mesmo tempo, o mais eficiente para personalizar e aproximar as marcas de seus clientes.
Você já pensou em trabalhar nessa área, como avaliador olfativo? Se você se interessou saiba que é preciso muito estudo e não basta ter “faro para negócios”. As escolhas desse ramo são muito mais estratégicas, envolvendo profissionais de áreas exatas, como química e engenharia, e podem dar um novo ar para uma marca que busca se reposicionar ou se aproximar de seu público, criando vínculos inesquecíveis.
Youpper apresenta pesquisa “Construindo laços fortes de consumo” em redes sociais
Estudo indica que Coca-Cola, Natura, Adidas, Netflix, Dafiti, Magazine Luiza, Netshoes, Samsung, Nestle e Itaú são as marcas que melhor entenderam como criar verdadeiros laços fortes com consumidores por meio das mídias sociais
Capitaneada por Diego Oliveira e Marcelo Santos, a empresa de consultoria transdisciplinar de comunicação Youpper – Consumer & Media Insights lança o estudo “Construindo Laços Fortes de Consumo”, cuja apresentação dá início a um roadshow pelas principais cidades do Brasil. A pesquisa parte do principio da informação de que, com a tecnologia digital e as redes sociais, tanto os laços sociais e quanto os de consumo mudaram.
Diante disso, o objetivo da pesquisa foi descobrir como as atuais formas de construir laços por meio de redes sociais digitais afetam as relações de consumo das pessoas. De acordo com o estudo, o boca-a-boca, que sempre existiu, é potencializado pelas novas mídias e aproxima atores que jamais se relacionaram fora da rede digital, inclusive as próprias marcas e consumidores. Entre as conclusões está o fato de que os hábitos de consumo no Brasil, com relação às redes sociais, é dominado pelos Smartphones. E conclui que dentro dessas redes de contato a interação e conversa com os mais próximos são as máximas prioridades no aspecto social.
Ou seja, mais do que nunca o boca a boca se tornou fator decisório em qualquer planejamento de comunicação que pretende ser eficiente e, com isso, cada vez mais as marcas precisam estar aptas a explorar todo o potencial da nova arquitetura da participação popular nas redes sociais. 95% das pessoas ouvidas pela Youpper utilizam, por exemplo, o Facebook e o WhatsApp para se comunicar principalmente com parentes e amigos, mas também com marcas e corporações.
O estudo também indica que 7 a cada 10 consumidores usam as redes sociais para obter dicas de seu interesse ou buscar informações sobre determinados assuntos, ver vídeos para se divertir, pesquisar informações antes de efetivar uma compra, assim como participar de promoções, além de acompanhar perfis de marcas e produtos. Os usuários das redes sociais tecem laços principalmente com amigos e parentes para falar sobre notícias, coisas divertidas e práticas de consumo e, cada vez mais, o que eles gostam é de interagir com as marcas.
Ainda sobre as redes sociais, a pesquisa conclui que as marcas precisam explorar todo o potencial dessa arquitetura da participação criada pelo meio digital, o que remete a uma cobertura maior entre os consumidores para gerar mais chances de envolvê-los na jornada de consumo.
Outro aspecto abordado foi o comportamento dos usuários em relação aos “ídolos”, pois segundo o estudo a maioria das pessoas apenas segue e observa o perfil dessas celebridades e 25% delas nem mesmo os seguem.
Com relação aos amigos e parentes, o comportamento das pessoas nas redes sociais se dá muito mais com seus contatos mais próximos, sendo que a maioria interage com comentários ou curtindo nas postagens. E tiram proveito das mídias sociais as marcas que melhor entendem como se posicionar diante de comentários aos quais são relacionadas e também o timing para começar a falar com cada pessoa e também para finalizar uma conversa.
“Quando se fala de marcas e empresas, a maior parte das marcas usam as redes sociais de maneira similar aos famosos, criando a sensação de distanciamento. Por isso os consumidores concentram sua interação em laços fracos, reativos, apenas observando e curtindo os conteúdos. Eles não se sentem convidados a participar de conversas com as marcas. Esse é um sinal claro de que, com maior abertura, é possível se conectar intimamente com o consumidor”, afirma Diego Oliveira, CEO da Youpper.
Comportamento de consumo e relacionamento com marcas
A pesquisa da Youpper conclui que os consumidores estão de olhos e mentes abertos para serem impactados e motivados pelas marcas. Segundo o estudo, 9 a cada 10 consumidores já descobriram marcas e produtos pelas redes sociais, assim como 7 a cada 10 consumidores já deixaram de seguir o perfil de alguma marca pelo tipo de postagens que consideram “irrelevantes” ou “chatas”. Das pessoas ouvidas no estudo, 70% acabaram comprando um produto por recomendações de outras pessoas.
Quando o assunto é tirar dúvidas e saber detalhes, 8 em cada 10 entrevistados pela Youpper afirmaram que vão às redes sociais para buscar informações sobre como os outros consumidores avaliam marcas e produtos. Sendo assim, as corporações precisam estar preparadas para não apenas fornecer conteúdo, mas também responder quem navega nas redes.
“As mídias sociais transformaram os laços de consumo, pois potencializaram o boca a boca. Antes uma pessoa não gostava de um determinado produto, ela compartilhava a sua opinião com uma dúzia de amigos, parentes ou vizinhos mais próximos. Hoje, essa opinião é reverberada à enésima potência com a utilização das redes sociais”, explica Oliveira.
O estudo mostra ainda que os sites das marcas, assim como os mecanismos de buscas, são os canais de acesso preferidos dos consumidores, provando ainda haver diversas oportunidades de negócios a serem exploradas nas redes sociais. Para os ouvidos pela pesquisa, os canais preferidos são site (55%), redes sociais (23%), e-mail institucional (10%), loja física (7%) e telefone (5%). “Por mais que as marcas migrem para as redes sociais, elas não são, de forma alguma, seus ambientes proprietários. Se um player qualquer nas redes sociais é fechado, por exemplo, a marca deixa de ter aquele ponto de contato com seus consumidores, o que não aconteceria nunca com seus sites”, analisa o CEO.
Quando questionados por que as redes sociais mudaram seu comportamento na relação com as marcas, os consumidores alegam que é pela rapidez, praticidade, facilidade, recomendação, interatividade, opinião, acessibilidade e cobertura e comodidade. E como são vistos os posts patrocinados? A maioria não se importa com a característica do “patrocinado”, desde que o conteúdo seja relevante e gere identificação, fazendo jus ao espaço cedido na sua timeline. “Entende-se que seja uma oportunidade para se pensar no potencial da mídia programática, mas também não fazer com que a mídia programática se transforme em mídia problemática, pois a abordagem aos consumidores precisa ser realizada de maneira inteligente e correta”, completa Oliveira.
Para o consumidor, os perfis das marcas nas redes sociais precisam ser atraentes, contagiantes, originais, inovadores, transparentes, passar confiança, oferecer promoções e descontos, objetividade, interação, qualidade, conteúdo e caráter.
O estudo da Youpper indica também quais marcas já entenderam como usar as redes para uma comunicação capaz de criar verdadeiros laços fortes com seus consumidores e, dentre elas, estão as top 10: Itaú, Nestle, Samsung, Netshoes, Magazine Luiza, Dafiti, Netflix, Coca-cola, Adidas e Natura.
SOBRE A YOUPPER
A Youpper nasceu de um sonho e de uma necessidade. O sonho era de poder construir uma marca que valorizasse a relação com os clientes e consumidores, entendendo essas construções como os principais ativos da empresa, estando bem acima das questões burocráticas ou processuais às quais grande parte das agências e consultorias se prendem. A necessidade era de ter um espaço de expressão para testar inovações, para compartilhar insights, para agregar pessoas diversas de todas as idades e culturas, com ideias incríveis e claro que precisava ser um espaço moderno, que inspirasse sujeitos e marcas. Além disso, esse espaço teria que primar pelo respeito às diferenças de idade, sexo, gênero e todas as demais, pois teria que ser um espaço em que a soma das diferenças se fizesse maior e mais significativa que as individualidades que podem ser excludentes.
Claro que tanto esse sonho quanto essa necessidade foram sendo cultivados ao longo de mais de 15 nos de atuação de seu criador, Diego Oliveira, no mercado de pesquisa, onde teve o privilégio de conhecer grandes profissionais das mais diferentes áreas, como mídia, agências, anunciantes e consultorias, sempre trabalhando para marcas, em projetos desafiadores. A Youpper encara seus trabalhos como desafios produtivos, plenos de motivação, com respeito e consideração pelas pessoas, agregando diferentes talentos em busca de soluções inusitadas, pertinentes e valiosas. Por isso, atua em três dimensões de plataformas de serviços: analitics, consumer e experience. Para cada plataforma oferece algumas atividades que estão sempre focadas na capacidade de gerar insights e promover experiências.
Consumidor prevê gastar até R$ 200 nas compras para o Dia das Mães
Pesquisa ACI-Unitau revela de quase 80% dos consumidores de São José planeja comprar presentes nas lojas da cidade neste Dia das Mães
Uma boa notícia para o comércio: apesar dos efeitos da crise, quase 80% dos consumidores de São José dos Campos pretende comprar presentes para o Dia das Mães nas lojas e shoppings da cidade. O tíquete médio de compras deve girar na faixa de R$ 100 a R$ 200.
As informações constam de pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, feita em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), sobre a expectativa de compra dos consumidores da cidade para o Dia das Mães. A pesquisa ouviu 463 pessoas em diversas regiões da cidade –praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e shoppings CenterVale e Vale Sul.
O levantamento foi realizado entre 24 e 28 de abril e a margem de erro é de 4,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
“O resultado da pesquisa ACI-Unitau traz ânimo para o comércio de São José dos Campos frente a uma data importantíssima, o Dia das Mães. Confirmados os números, teremos uma recuperação nas vendas, um sinal de que a economia está reagindo e as pessoas estão recuperando, mesmo que aos poucos, seu poder de compra”, disse Humberto Dutra, presidente da ACI.
O resultado é um raio X da expectativa do consumidor em relação a uma das datas mais importantes para o comércio.
Dos 463 entrevistados, 364 (78,6%) disseram que pretendem comprar presente para o Dia das Mães. Dos 21,4% que responderam negativamente, parte (37,4%) está desempregada, sem ocupação ou sem remuneração fixa.
E o que os consumidores pretendem comprar? Roupas e acessórios dominam a preferência dos consumidores, com 32%, seguido de perfumes e cosméticos (18,7%), bolsas e acessórios (10,1%), calçados (9,4%), jóias e bijuterias (4,2%) e eletrodomésticos e móveis (3,9%). 21% responderam que pretendem comprar outros tipos de presentes.
Entre os consumidores que planejam comprar presentes, 86,8% pretendem gastar até R$ 200. Esse universo é formado por 34,3% que esperam ter um tíquete de R$ 100,01 a R$ 200, 27,5% que planejam gastar de R$ 50,01 a R$ 100, 18,7% que admitem compras de R$ 30,01 a R$ 50 e 6,3% que disseram ter em mente um gasto de até R$ 30. Do total, 13,2% planejam gastar mais de R$ 200.
Pagamento
A pesquisa ACI-Unitau aponta ainda que a maioria dos consumidores deve optar pelo pagamento à vista (72,9%), principalmente por meio de cartão de débito ou dinheiro (70%). Nenhum dos entrevistados se manifestou por fazer pagamento por meio de cheque.
O levantamento também levantou onde os consumidores planejam fazer as suas compras para a data. A maioria dos entrevistados respondeu que pretende fazer compras nos shoppings (46,2%), seguida da opção lojas do centro (36,5%).
Na geografia das compras, uma curiosidade: a maior parte das mulheres ouvidas prefere fazer suas compras no centro (47%), enquanto os shoppings são preferidos por 100% dos adolescentes.
TOTVS acaba com as filas nos supermercados com solução de self checkout
Solução de autoatendimento resolve o maior índice de reclamações no varejo alimentar e permite que o cliente faça suas compras 30% mais rápido
O empoderamento do consumidor trouxe novos desafios ao varejista alimentar. Quando vira uma exigência do público ser atendido com mais conveniência, rapidez e com menos intermediários possíveis, é natural que as filas longas sejam o maior índice de reclamações dos clientes de um supermercado, cerca de 37% dos frequentadores deste tipo de comércio, de acordo com estudo da CVA Solutions. Atenta às necessidades de negócios dos seus clientes, a TOTVS utilizou a tecnologia para resolver essa grande dor do segmento e lança hoje a oferta de self checkout. A novidade é tema da participação da companhia na APAS Show 2017, que vai de 02 a 05 de maio, em São Paulo, e será demonstrada no seu estande.
O empresário que apostar no autoatendimento proporcionará ao consumidor a possibilidade de entrar em um supermercado, passar os produtos por um terminal de vendas específico, realizar o pagamento e sair da loja – tudo sem a intervenção de nenhum funcionário e gastando 30% a menos de tempo, normalmente perdido nas filas. Além disso, o espaço físico e o material humano são melhores aproveitados, em comparação ao modelo tradicional, pensando que é possível colocar três self checkouts, com apenas um fiscal, no lugar de um único caixa.
A oferta de self checkout da TOTVS é totalmente preparada para essa nova realidade do varejo alimentar, com todos os registros necessários para a operação, como a leitura dos códigos de barras, a pesagem de hortifruti, os meios de pagamento para cartão de crédito e débito, entre outros. Além disso, a companhia utilizou técnicas de Design Thinking para desenvolver um layout único, disponibilizando uma interface 100% adaptada para o autoatendimento, em que o cliente consegue iniciar e finalizar a sua compra sem a necessidade de apoio. A solução também já nasce totalmente integrada às soluções de backoffice da TOTVS para o segmento.
Para garantir a segurança das transações, os equipamentos de autoatendimento possuem câmeras acopladas, que permitem um monitoramento em tempo real. Além disso, a base que suporta os sacos plásticos possui uma balança embutida. Dessa forma, quando o cliente passa o produto pelo scanner e o coloca na sacola, o sistema compara o peso registrado naquele momento com o que consta no sistema, previamente cadastrado para cada item. Em caso de divergências, o fiscal é acionado.
Para Ronan Maia, vice-presidente de Distribuição e Varejo da TOTVS, o self checkout é um ótimo exemplo do uso de tecnologia a favor dos negócios. “As necessidades dos nossos clientes e de seus clientes finais são os direcionadores para a criação das nossas soluções. Por isso, estudamos os novos comportamentos do consumidor e aplicamos a tecnologia para atender esse anseio por melhores experiências de compra, resolvendo também um problema crítico para o supermercadista hoje. Afinal, com um dia a dia cada vez mais corrido, ninguém mais quer enfrentar filas e sim fazer suas compras da forma mais simples e conveniente possível. Nosso novo produto endereça diretamente este desejo”, comenta o executivo.
Serviço APAS Show 2017
Data: de 02 a 05 de maio
Local: Expo Center Norte
Estande TOTVS: Pavilhão Verde – Rua N6