Redes sociais ou blog? Afinal, qual é a melhor opção para destacar sua marca?

Porque as redes sociais não são tão sustentáveis como a consolidação por meio de um blog ou site especializado

Ao contrário do que as tendências atuais nos mostram, a construção de uma imagem, seja marca ou perfil, via redes sociais não é tão sustentável como a consolidação por meio de um blog ou site especializado.

Imagem de Werner Moser do Pixabay

Especialista em comunicação digital, Jennifer de Paula destaca que “a grande explicação é o volume de conteúdos que circulam nas redes sociais a todo instante e a velocidade com que eles surgem e desaparecem para o público”.

Além disso, os blogs permitem que empresas e pessoas tenham tempo e espaço para destacar seus pontos positivos sem a concorrência feroz que existem nas plataformas como Instagram, Twitter, Facebook, Tik Tok, etc. “Nos sites e blogs, é possível criar estratégias consolidadas e sólidas”, destaca a especialista: “A demora para a construção da imagem pelos blogs e sites especializados, muitas vezes, pode ser um ponto negativo para algumas marcas, porém, o trabalho bem-feito, ainda que moroso, é mais garantido que o feito rapidamente”.

Diante deste cenário, Jennifer lembra que “a melhor forma de se destacar é se tornando uma referência sobre o assunto que você trabalha. Por exemplo, um profissional do ramo da gastronomia, na rede social, apesar de alcançar um número grande de seguidores, não fideliza aquele público, muito menos o torna em cliente, já que as publicações acabam se misturando com outras do feed ou stories”. Por outro lado, “a pessoa interessada em comprar um produto ou serviço, vai buscar o conteúdo no Google e ter como resultado um site ou blog segmentado. Uma vez dentro do site, cativar o cliente é muito mais fácil, do que através de postagens em redes sociais”, completa.

Além disso, o especialista em produção web, Bendev Júnior, ressalta que “não somente a quantidade de conteúdo nas redes sociais podem ser um contratempo para uma empresa ou perfil profissional que precisa de engajamento ou alcançar mais pessoas, mas também para pesquisar. Afinal, um post em rede social não gera um conteúdo para o google indexar ou te deixar no topo das pesquisas”, explica.

Aliás, o programador lembra que, “querendo ou não, muitas pessoas buscam empresas ou profissionais pela barra de pesquisa, e isso pode sim aparecer o seu Instagram, Facebook, etc…” Mas, por outro lado, o que os buscadores mais valorizam são textos e blogs com material próprio, que não seja linkado a redes sociais: “Isso gera confiança e mais engajamento”, acrescenta Bendev.

Ele orienta ainda que uma página que apresente aquele conteúdo, ou o famoso “sobre”, que é tipo de uma biografia daquela empresa, “ficará facilmente no topo das pesquisas”, completa. “O google tem um sistema de painel de informações onde mostra o grau de relevância, por exemplo. Embora pareça ser algo muito complexo para seu empreendimento, é possível que um site criado por um especialista seja indexado pelo buscador e traga os melhores resultados quando este tipo de conteúdo for buscado na web”, salienta.

Afinal, como ele pondera, “um blog, além de trazer relevância e mostrar que domina o conteúdo, traz todas as respostas para seu produto”, observa. Um exemplo disso: “Se você vende chinelo, as pessoas querem saber detalhes essenciais do produto, como a matéria-prima, etc. No blog, é possível criar um artigo falando sobre o tema e quando este assunto for alvo de buscas no Google a sua página estará lá sendo mostrada, o que atinge este objetivo que estamos delimitando aqui”, reforça o programador.

Do lado oposto, ele ressalta, “a rede social pode trazer muita concorrência sobre este assunto, além de não exibir o seu texto com relevância no buscador, por isso investir no blog neste caso pode ser um grande diferencial à seu favor”, finaliza o especialista.

Fonte: MF Press Global

Coluna “Discutindo a relação…”

Estão automatizando a propaganda

Há alguns dias ouvi um podcast que tratava de automação de propaganda e suas vantagens, principalmente no que se refere à customização, individualização e extrema segmentação de conteúdo.

Também tive a oportunidade de acompanhar, na última quinta feira, o webinar Hiperpersonalização da Automação de Marketing, organizado pela ABRADI.

Em ambas as oportunidades ficou claro o quanto a automação de partes do processo publicitário pode e poderá trazer ganhos significativos para anunciantes e agências de comunicação.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Os recentes e vertiginosos avanços tecnológicos nas áreas de Inteligência Artificial, Big Data, Machine Learning e Computação em Nuvem têm aberto novas possibilidades para que possamos entregar uma mensagem publicitária realmente One to One, ou, como muitos têm preferido chamar, Human to Human.

Um dado que corrobora tudo isso foi trazido recentemente pela newslettering Morse News: as Martechs brasileiras levantaram US$ 20 milhões em 2021. A Morse traz informações de levantamento realizado pela Distrito, que aponta que nos primeiros dois meses deste ano, as startups de tecnologia em marketing (as martechs) levantaram US$ 20 milhões em aportes. O melhor início de ano para o setor. O período ultrapassa o primeiro bimestre de 2016, recordista até então, quando a plataforma de automação Pipefy levantou US$ 16 milhões.

Aos publicitários da velha guarda como eu essas novas práticas causam um certo estranhamento e, confesso, um certo receio. Causam aquela sensação de que “não vou conseguir acompanhar tudo isso”. Normal, não é?! Realmente é muita coisa nova para tentar compreender em pouco tempo.

De todo modo podemos entender de que sempre desejamos enviar a mensagem certa para a pessoa certa e no momento mais adequado. E que agora isso é amplamente possível.

Lembro também de ter assistido no último Fest’up presencial (acho que foi em 2019) a palestra de Walter Longo que levou o mesmo título de seu último livro: O fim da idade média e o início da idade mídia. O que ele colocou em sua fala foi o conceito de antes a propaganda trabalhava com a média. A média de seu público. A média de seus gostos, de seus desejos, de seus hábitos etc. E que agora, graças às novas tecnologias poderia, finalmente, trabalhar de forma individualizada e customizada.

Tudo leva a crer que este é um caminho sem volta, principalmente nos ambientes digitais. É melhor que todo publicitário ou “aspirante a “ comece a tentar entender as novas possibilidades. Não precisa ser um técnico, um expert em tecnologia. Nada disso. Precisa é conhecer e entender que essa mudança chegou.

Vaga de estágio em redes sociais

Vaga aberta de estágio em Redes Sociais

A PSPonto está buscando um estagiário para cuidar de social media.

Esta vaga é para quem é apaixonado por redes sociais e sempre atento às tendências do mundo online.

Os currículos estão sendo recebidos por email: pspontocomunicacao@gmail.com

O mobile streaming conquista o grande público, abrindo oportunidades publicitárias imperdíveis em vários mercados

O novo Relatório da Adjust sobre o Mobile Streaming descobriu que 52,5% dos consumidores pelo mundo usaram seus smartphones para ver streaming de conteúdos de vídeo desde o surto da Covid-19

O streaming por Over The Top (OTT) explodiu durante a pandemia mundial, de acordo com um novo relatório lançado hoje pela plataforma global de app marketing analytics Adjust, revelando uma mudança decisiva nos padrões de consumo em direção ao mobile. Quebrando o mito de que a maior parte do mobile streaming acontece durante viagens no transporte público, 84% dos consumidores nos países pesquisados usam seus smartphones para assistir a streamings na mesma quantidade ou mais desde o começo da pandemia.

Em média, mais da metade dos consumidores entrevistados (52,51%) disse assistir mais ao streaming de vídeos desde o lockdown. Apenas 12% dos consumidores estão vendo menos streamings — o que significa que quatro vezes mais consumidores estão usando seus smartphones para o streaming de vídeos.

Com base em uma pesquisa com mais de 8 mil entrevistados, nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Singapura, Coréia e China, o Relatório sobre o Mobile Streaming 2021 também encontrou fortes hábitos de streaming em todas as gerações nos países “mobile first”. Ao todo, quase 90% dos usuários com ou mais de 55 anos na China (89,8%) e na Turquia (88,9%) disseram assistir a streamings pelo celular todos os dias ou, pelo menos, uma vez por semana.

“Essa mudança drástica para um mobile streaming que faz parte da rotina do mundo todo e de várias gerações criou grandes oportunidades publicitárias e um novo papel para o mobile analytics”,disse Dr. Gijsbert Pols, Estrategista de Produto na Adjust.

“Entendendo como e quando os consumidores assistem a streamings, assim como quais canais e campanhas entregam o maior impacto de marketing, o potencial para criar bases de usuários grandes e leais com um LTV alto é praticamente ilimitado.”

Outras descobertas do relatório incluem:

A maioria dos consumidores assiste a um mobile streaming pelo menos uma vez por dia. Usuários na China (93,75%) e na Turquia (91,9%) veem um streaming com mais frequência — todos os dias uma vez por semana — comparados com 69,4% nos Estados Unidos e 45,7% no Reino Unido.

Usuários de todas as gerações e regiões assistem a um streaming, pelo menos, por uma hora por sessão, uma prova de que os espectadores não estão mais consumindo somente conteúdos curtos — eles estão maratonando episódios e filmes inteiros.
Os millennials, os maiores usuários de mobile streaming, também assistem por mais tempo. A duração da sessão leva, em média, 90 minutos (94,2), enquanto a Geração Z vem logo em seguida, pouco abaixo dos 90 minutos (87,6).
Segundo os dados, os usuários com ou mais de 55 anos são menos intensos, porém com 65 minutos em média por sessão, esse público parece estar aquecendo.

Os consumidores estão gastando uma quantia considerável em serviços de entretenimento de streaming e sob demanda. A Coreia sai na frente com US$ 42,68 por mês em comparação com US$ 33,58 nos Estados Unidos e US$ 34,82 no Reino Unido.

A CTV abre oportunidades novas para a segunda tela

A pesquisa da Adjust também destaca quão disseminada a segunda tela se tornou pelo mundo, com a ascensão da Connected TV (CTV). Em média, mais de três quartos (76%) dos entrevistados usam seus celulares mobile ao assistir à televisão; esse comportamento de audiência é mais pronunciado em Singapura e na China (ambos com 85%), seguidos de perto pelos Estados Unidos (83%).

Os aplicativos sociais são a escolha número 1 de quem usa uma segunda tela — a opção de 65,4% dos entrevistados, em média —, seguidos pelos aplicativos de banking (54,9%) e jogos (44,9%). Os usuários de segunda tela na Ásia-Pacífico têm um apetite saudável por aplicativos de delivery de comida, com o uso mais forte na China (65,2%), Coreia (36,6%) e Singapura (48,2%).

Image by mohamed Hassan from Pixabay

Os anunciantes podem explorar a tendência da segunda tela colocando um CTA nos anúncios de TV, por exemplo, com o download do aplicativo via um código QR. Isso tem o potencial de criar uma experiência totalmente nova e interativa com a marca em dois dispositivos.

Para mais insights, baixe o relatório completo aqui.

Metodologia

O Relatório Mobile Streaming 2021 baseia-se em uma pesquisa de consumo conduzida pelo Censuswide em nome da Adjust, a partir de uma pesquisa global com 8.000 consumidores de streaming de TV/vídeo com mais de 16 anos. A pesquisa usa amostras representativas nacionalmente de 1.000 consumidores de streaming de TV/vídeo em cada um dos seguintes países: Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Cingapura, Coréia e China entre 6 de novembro de 2020 e 10 de novembro de 2020, e os EUA entre 23 e 29 de setembro de 2020.

Fonte: aboutCOM