A Gamificação é uma técnica disruptiva com eficácia comprovada e poderosa para engajar, influenciar, incentivar e reter pessoas. Se utilizada de forma estratégica e planejada melhora a interação com as pessoas, fideliza clientes de maneira sustentável, incentiva funcionários e parceiros, entre outras inúmeras formas para impactar pessoas e negócios.
Porém, o mercado acaba vivendo uma epidemia de “puxadinhos” de Gamificação. Ou seja, o modelo, ao invés de estar alinhado aos objetivos do negócio, torna-se uma colcha de retalhos, totalmente acessório, e que não gera resultados.
Carlos André – CEO da LoySci
Algumas empresas decidem adotar a Gamificação apenas por modismo ou por curiosidade. Quando há apenas a popularização do conceito, faltando o domínio da estratégia, sem o profissionalismo no comando das ações, apenas o óbvio é colocado em prática.
Vemos então que não há uma mudança significativa da estratégia, apenas um adendo, uma adoção tímida, sem critério e sem o conhecimento específico da técnica. É apenas uma nova roupagem do passado, com um instrumento novo para atividades antigas.
O resultado desse movimento, ao invés de fomentar um vínculo de fidelidade e engajamento das pessoas, é justamente a “falta de resultados”. Por ser um adendo, não há retorno de investimentos, pois os benefícios podem ser ignorados pelos clientes, não engajando ninguém. As vantagens esperadas pela utilização da Gamificação, como impactar e reter, também não devem acontecer.
A Gamificação não pode ser aplicada em apenas uma parte do processo. O plano de fidelização precisa ser redefinido, repensado, por meio de estratégia gamificada, de engajamento, aderência à marca, motivação, e não como um improviso, sem critérios ou metas previamente definidas e mensuráveis.
*A LoySci é pioneira na América Latina na implementação de soluções de lealdade baseadas em motivadores humanos, metodologia de Gamificação e gestão tecnológica.
Participe do Prêmio Recall de Criação Publicitária
Vem aí o 18º PRÊMIO RECALL DE CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA. O MELHOR DA PROPAGANDA NO INTERIOR PAULISTA. Premiação realizada pela Revista Recall convoca agências do interior de São Paulo para participar da maior premiação publicitária do interior paulista.
O Prêmio Recall será entregue em nove categorias:
• Vídeo – Qualquer vídeo para TV ou internet, com duração máxima de 4 minutos.
• Impresso – Anúncios em jornal ou revista.
• Áudio – Spots, jingles, trilhas e áudio para internet, com duração máxima de 2 minutos.
• Mídia Exterior – Placas de rua (backlight e frontlight), empenas, fachadas, outdoor, busdoor e mídia indoor de locais públicos.
• Gráfico – Folhetos, folders, mala-direta, relatório anual, convites, projetos editoriais, cartazes, catálogos e outros materiais impressos.
• Promocional – Qualquer peça utilizada como apoio em ponto de venda, como displays, móbiles, adesivos de chão, brindes, adesivamento de veículo promocional, wobblers, entre outros.
• Design – Rótulos, embalagens, calendários e projetos de identidade visual.
• Web – Podem ser inscritos sites, portais, peças de loja virtual, hotsites promocionais, websites institucionais, catálogos virtuais, e-mail marketing e banners.
• Social Media – Campanhas e ações para rede social. Também são aceitos aplicativos para redes sociais.
• Também será entregue um troféu de ouro para a agência que obtiver o maior número de trabalhos no short-list.
As inscrições para todas as categorias só poderão ser feitas pelas agências de publicidade com sede no interior do Estado de São Paulo.
Concorrem trabalhos veiculados ou publicados no período de 1º de setembro de 2017 a 31 de agosto de 2018.
Em caso de dúvida, a comissão julgadora solicitará a comprovação da veiculação, sem a qual a peça será desclassificada.
Prazos para a inscrição dos trabalhos e valores
De 1º a 31 de agosto de 2018
Para todas as categorias: R$ 160,00 por peça
De 1º a 14 de setembro de 2018
Para todas as categorias: R$ 180,00 por peça
Cada peça deverá ser considerada uma inscrição isolada, mesmo que faça parte de uma campanha, e cada uma deverá ter uma ficha de inscrição anexa.
Somente podem concorrer peças criadas por agências com sede no interior do Estado de São Paulo. A produção e a veiculação podem ser realizadas em qualquer local, mas a ideia tem de ser, comprovadamente, concebida por uma agência do interior.
Não serão aceitas versões, dublagens e alterações em roteiros em qualquer peça que tenha sido concebida fora da agência. Em caso de dúvida da comissão julgadora sobre a criação da peça, serão requisitados materiais originais para comprovação da concepção da ideia.
A comissão julgadora tem o poder de desclassificar qualquer peça, em caso de dúvida.
A premiação em cada categoria está dividida da seguinte forma:
Vídeo – Ouro / Prata / Bronze
Impresso – Ouro / Prata / Bronze
Áudio – Ouro / Prata / Bronze
Mídia Exterior – Ouro / Prata / Bronze
Gráfico – Ouro / Prata / Bronze
Promocional – Ouro / Prata / Bronze
Design – Ouro / Prata / Bronze
Web – Ouro / Prata / Bronze
Social Media – Ouro / Prata / Bronze
Maior número de peças do short-list – Ouro
Será realizado um julgamento que escolherá 10% dos trabalhos inscritos em cada categoria, formando, assim, o short-list.
A agência que obtiver o maior número de peças no short-list, somando-se todas as categorias, também será premiada.
A pontuação em cada categoria será contabilizada para a atualização do “Ranking Recall 2018”.
PREMIAÇÃO
A premiação e a divulgação dos vencedores em cada categoria serão realizadas em outubro ou novembro de 2018, durante evento que será informado previamente.
A revelação do short-list e dos vencedores será feita apenas no evento.
JULGAMENTO
O júri será formado por publicitários renomados das principais agências, produtoras de som e imagem, escritórios de design e veículos da capital, escolhidos pela equipe da revista Recall, cujos nomes serão previamente divulgados.
INSCRIÇÃO
Para participar deve ser preenchida a ficha de inscrição no site www.revistarecall.com.br e devem ser observados os seguintes critérios por categoria:
Vídeo
Os vídeos devem ser enviados por e-mail, junto com a ficha de inscrição, no formato MP4.
Áudio
Todas as peças sonoras devem ser enviadas por e-mail, junto, com a ficha de inscrição, no formato MP3.
Impresso
Devem ser enviados montados em um papel cartão, ou similar, no tamanho A2 (42 cm x 59,4 cm). O anúncio pode ser cópia fotográfica em tamanho natural, impressão com qualidade ou mesmo o próprio original do anúncio impresso. Também deve ser enviado por e-mail o arquivo JPG da peça.
Mídia Exterior
Devem ser enviados montados em um papel-cartão, ou similar, no tamanho A2 (42 cm x 59,4 cm). Também deve ser enviado por e-mail o arquivo JPG da peça.
Gráfico, Promocional e Design
Enviar, preferencialmente, material original, acompanhado de ficha de inscrição. Caso não seja o original, deve ser montado em papel-cartão, tamanho A2 (42 cm x 59,4 cm). Também deve ser enviado por e-mail o arquivo JPG da peça.
Web e Social Media
Preencher a ficha de inscrição no site indicando a URL da peça. O júri acessará o site durante a reunião de análise das peças. Serão realizadas três tentativas de acesso alternadas durante o encontro dos jurados.
As peças físicas devem ser enviadas para:
Revista Recall
Rua São Sebastião, 1.380 – Centro
Ribeirão Preto (SP)
CEP 14015-040
Telefone (16) 2111-7200
Os e-mails devem ser enviados para:
recall@revistarecall.com.br
PAGAMENTO
Para efetivar a inscrição, é necessário o envio do comprovante de depósito na seguinte conta corrente:
Revista Recall Editora Ltda.
Banco Bradesco
Agência 1662-4
Conta corrente 42277-0
CNPJ – 01.975.060/0001-92
Todas as peças físicas serão incorporadas ao acervo do Prêmio Recall e não serão devolvidas.
A agência concorda que, se sua peça for classificada no short-list, ela poderá fazer parte de um material promocional do prêmio, que poderá ser comercializado, reproduzido ou distribuído gratuitamente, de acordo com os critérios da revista Recall.
A Revista Recall também se reserva no direito de excluir os trabalhos que não estiverem de acordo com as especificações descritas acima. Ao assinar a ficha de inscrição, a agência concorda integralmente com o regulamento.
INFORMAÇÕES
Qualquer dúvida, entre em contato pelo telefone (16) 2111-7200 ou pelo e-mail recall@revistarecall.com.br
Ficamos devendo nosso último programete de rádio. Estávamos já em época de Copa do Mundo de Futebol e no fim do importantíssimo Festival de Criatividade de Cannes, a copa do mundo da propaganda.
Costumo dizer aos meus alunos que, ao apresentarem seus trabalhos a mim, definam o que suas criações nos contam. Este é um exercício de síntese que sempre é muito desafiador a todos eles, mas, que para mim diz muito sobre a capacidade do aluno em fazer design de logotipos.
A palavra “definir” por origem é a descrição do completo fim de um assunto (DE- completamente, FINIS -fim, limite).
É possível entender isso em 2 formas: o assunto está completo e, portanto, não há nada mais a entregar ou, o meu conhecimento sobre este assunto está por completo e se limita a este espaço.
É na hora que definimos uma criação, que vemos qual dos dois entendimentos estamos falando, principalmente na criação de um logotipo, e a maioria dos alunos pensa que deve entregar um assunto por completo, pois assim estará mostrando seu grande conhecimento, sendo mais digno de uma boa nota.
No entanto, entendo que o segundo entendimento é mais propício a um designer do que o primeiro.
Foto: Pixabay
Explico: As vezes criamos conceitos visuais que tem formas tão perfeitamente arranjadas que completam o sentido daquilo que se tem a dizer. São imagens cuja representação é sinônima da informação, e que não geram dúvidas a quem lê o seu trabalho. Nesses momentos, em muitas vezes DESCARTO ESTA IDEIA, pois entendo que um bom trabalho de design gráfico é aquele que contém o mistério.
O valor da criação está no mistério, nossa compreensão precisa ser fustigada e estimulada em busca de algo mais. Como já falei em outros textos, é necessária uma certa rebeldia criativa. Aquela vontade de não estar satisfeito, de querer dominar o assunto, sem ter o poder para isso.
O designer precisa ter apenas consciência da limitação da sua criatividade, mas esta precisa estar em expansão sendo ampliada pela interferência e uso do leitor. Deve poder ser retrabalhado, reconstruído e reestruturado com o tempo, por ter ganho mais corpo e mais significado. É como um filhote de pássaro que quanto mais cresce mais colorido fica.
Uma marca com estas características por mais misteriosa que possa parecer é também mais forte e definida, pois, os seus consumidores vão estar ansiosos por compreendê-la, e assim, também mais relacionados a ela.
Nós os designers de marca precisamos estar imersos nestes mistérios quando criamos. Percebendo o encantamento dele, para que este nos diga mais sobre o assunto, e para que seja possível dar novas formas.
Por fim, a resposta para esta prova que sempre faço aos meus alunos é saber que o designer, é aquele que alimenta sua criação como se esta fosse viva, e usa para isso, a poderosa intuição do criativo e a sua capacidade de formalizá-la, assim, aumenta a compreensão e a definição do seu trabalho.