Para evitar erros no e-commerce

Especialista destaca 5 erros comuns nos sites de comércio eletrônico

Erros técnicos, de navegabilidade e até de SEO são capazes de prejudicar os negócios onlines; saiba como se prevenir

Imagem de justynafaliszek por Pixabay

O número de vendas pela internet está crescendo exponencialmente, seja por meio das lojas virtuais ou dos marketplaces. De acordo com previsão da Abcomm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 16% até o final de 2019 e o volume de vendas deve chegar a R$ 79,9 bilhões.

Cada vez mais, o nível de concorrência que os empreendedores enfrentam no mundo digital também aumenta e para driblar esse cenário é preciso estar atento às novidades do mercado e tecnologias que ajudam o lojista durante sua jornada empreendedora – além de construir uma estratégia eficaz para as vendas pela internet.

“O lojista online pode perder vendas por conta de detalhes pequenos e por isso é fundamental estar de olho em toda jornada do cliente. Problemas com rastreabilidade, imagens dos produtos e estrutura de URL são comuns em sites de e-commerce e podem ser resolvidos antes de causar um problema maior para o empreendedor”, explica Frederico Flores, especialista em marketplace e head de Negócios da Becommerce – maior plataforma para gestão de vendas em marketplace da América Latina.

A Becommerce em parceria com o Mercado Pago e a SEMRush – ferramenta de web analytics responsável por entregar dados consolidados sobre buscas de usuários e posicionamento no Google – preparou um e-book com os 80 Erros Mais Comuns nos Sites de E-commerce. Foram analisados cerca de 1300 lojas online, procurando 80 erros técnicos e de SEO capazes de prejudicar as vendas pela internet. Frederico Flores separou abaixo os 5 principais erros e dá dicas de como os lojistas podem otimizar seus negócios.

Rastreabilidade: é importante que seu site seja fácil de rastrear. Se o seu conteúdo/página não puder ser rastreado por quaisquer motivos, ele não será indexado no Google e o seu site não será exibido nos resultados de pesquisa dos consumidores. Esse é um erro comum que deve ser visto como prioridade por quem vende pela internet.

Estrutura de URL: o Google recomenda manter a estrutura da URL simples, para que tanto os rastreadores – robôs – quanto os humanos possam lê-los. Uma dica é usar hífens ao invés de underlines, e garantir URLs curtas e com poucos parâmetros pode ajudar também a melhorar a legibilidade do seu site.

Segurança de implementação de HTTPS: a segurança do site é uma alta prioridade para lojas virtuais. Um navegador que sinaliza uma conexão insegura pode assustar seus clientes e impedir a compra. Migrar para HTTPs pode ser um desafio, mesmo para as grandes empresas de comércio eletrônico. A maioria dos sites analisados possui páginas com links para a versão antiga (HTTP) e páginas com conteúdo misto, portanto, os mecanismos de pesquisa não sabem se a página é segura.

Desempenho de site: a velocidade de carregamento do seu site afeta a experiência do usuário e sua classificação nos mecanismos de pesquisa. Os relatórios mostram que, para cada segundo de demora no tempo de carregamento, você pode ver uma redução de 7% nas conversões.

Imagens: imagens quebradas podem causar problemas para qualquer site, mas quando se trata de e-commerce, a falta de imagens quase sempre resulta na perda de dinheiro. Imagens amadoras, tremidas ou desfocadas também podem afastar o seu consumidor na hora de fechar a compra. Invista em fotos profissionais dos produtos, aposte em ângulos diferentes e não esqueça de colocar as infos do item, como tamanho, altura, etc – isso ajuda o consumidor a ter uma visão mais real do produto que irá receber.

Fonte: Agência NoAr – Henrique Rodrigues

Vaga para design e web

Vaga para atuar em Design Gráfico/web

Photo by Headway on Unsplash

Atividades a Serem desenvolvidas:
Desenvolvimento e criação de layout de sites;
Desenvolvimento e criação de layout de landing pages;
Desenvolvimento e criação de layout para e-mail marketing;
Desenvolvimento e criação de anúncios para rede de display do Google;
Desenvolvimento e criação de materiais gráficos online (posts, capas, gifs, infográficos, etc);
Desenvolvimento e criação de apresentações, projetos de patrocínio, projetos de pós-evento; entre outros;
Desenvolvimento e criação de materiais gráficos offline (logotipos, papelaria, flyer, folder, cartaz, outdoor, etc);
Desenvolvimento e criação de mock ups em geral;
Criação de identidade visual para os clientes, projetos e ações;
Elaboração de brandbooks dos clientes;
Manter banco de dados organizado no servidor, de todos os materiais feitos;
Entregar relatório mensal de criação, conforme modelo e prazo preestabelecido pelo departamento;
Pesquisar palestras, cursos e treinamentos de marketing e criação;
Ministrar treinamentos internos de photoshop, illustrator, entre outras ferramentas de design gráfico, quando necessário.
Conhecer os valores da empresa, bem como os procedimentos internos e políticas preestabelecidas;
Participar de treinamentos internos e externos, atendendo orientação ou solicitação efetuada pelo superior imediato, buscando o conhecimento e/ou especialização de assuntos inerentes aos negócios da empresa, área de atuação ou cargo exercido, bem como o aprimoramento e atualização técnica, visando o desenvolvimento profissional e pessoal;
Responsabilizar-se e comprometer-se pelo bom ambiente de trabalho, de modo que todos possam participar e contribuir para a otimização dos resultados propostos;
Zelar pelo patrimônio da empresa, bem como manter a estação de trabalho sempre limpa e organizada;

Formação:
Superior completo ou cursando nas área de Design Gráfico ou Publicidade e Propaganda

Experiência:
Desejável experiência em agência de publicidade

Carga Horaria de Trabalho: 40 Horas/Sem

Dias de trabalho: Segunda a Sexta

Salário: R$ 1.200
Beneficios: Vale Transporte,Participação nos Resultados (PPR)

Mande seu CV por aqui

Tendências para o Marketing Conversacional

Aposte nessas três tendências do Marketing Conversacional em 2019

*por Raphael Godoy

O marketing conversacional – estratégia que visa criar diálogos personalizados para cada cliente, seja para gerar leads no processo de vendas ou em frentes como atendimento, promoção, campanhas, e outras – reserva boas surpresas para 2019, tanto para empresas quanto para consumidores. Isso porque, até 2020, 85% dos consumidores vão se relacionar com as empresas sem passar por um contato humano, segundo a consultoria Gartner. É fácil compreender essa nova realidade se tomarmos como exemplo o fato de que cada vez mais tarefas estão sendo automatizadas para ganhar agilidade, reforçar a estratégia e minimizar erros, por exemplo.

Imagem de mohamed Hassan por Pixabay

O desafio é: como equilibrar máquinas e humanos em uma equação ideal? O caminho é usar o marketing conversacional em seu máximo potencial, de acordo com cada necessidade de negócio. Nesse contexto, apresento as três principais tendências do marketing conversacional para 2019. Vamos lá?

1. Respostas rápidas

Para os chamados consumidores 4.0, super conectados e empoderados, resultados rápidos e personalização no atendimento são fundamentais. Por isso, as empresas precisam estar preparadas – em termos culturais e processuais – para dar respostas rápidas e eficientes, seja qual for o canal de comunicação. A agilidade torna as conversas entre empresas e clientes mais inteligentes, gerando satisfação dos dois lados. Mas, para isso, é preciso que as marcas estejam atentas ao canal de comunicação que cada consumidor prefere.

2. Interações personalizadas

Um dos maiores desafios das empresas é atingir as expectativas do cliente quanto a customização. Por isso, se por um lado as marcas precisam estar atentas ao mercado e às tendências, é essencial que conheçam o perfil do seu cliente e o problema que cada um deles quer resolver. Somente com essa informação clara, poderão oferecer soluções e ferramentas que se adequem a cada um, levando em conta a personalização. Chatbots e inteligência artificial são grandes aliados nesse sentido. Um exemplo é a Paris Filmes, que aumentou o engajamento para as produções “Mulheres alteradas”, “Uma quase dupla” e “Meu ex é um espião” com chatbots.

3. Conteúdos de qualidade, ajustados ao público

Outro ponto é que, caso opte por aderir à técnica de humanização de um robô, lembre-se: todo mundo quer ser compreendido. Nesse sentido, estude qual será o público consumidor e, sobretudo, qual é a imagem e mensagem que a empresa deseja passar. Também se faz necessário o uso de tecnologias de compreensão de linguagem natural, treinamento e manutenção do chatbot, para que ele entenda qual é a melhor resposta, visando as expectativas de quem está conversando com ele. Após unir esses pontos importantes, trace uma estratégia adaptada ao DNA da sua empresa. O desafio das organizações aqui é identificar a melhor forma de conduzir as diferentes etapas do processo por meio de um fluxo conversacional coerente.

As três tendências que destaquei mostram que, em 2019, agilidade e personalização serão ainda mais fundamentais nas relações das marcas com seus clientes, ressaltando a importância do marketing conversacional. Mas como saber se elas são escaláveis para a sua organização?

O ponto um é refletir sobre a necessidade de adoção, os custos e os benefícios que podem ser gerados. Nesse estudo inicial, não perca de vista a missão do seu negócio, o seu público, o que é primordial oferecer a ele e como se manter competitivo no seu mercado de atuação.

Pensando de forma mais ampla, caso decida adotar uma ou todas as tendências, mas não se sinta confiante na elaboração da estratégia, procure ajuda! Hoje, há todo um mercado especializado para auxiliar na consultoria.

*Raphael Godoy é head de Marketing da Zenvia, plataforma de comunicação que simplifica a relação entre empresas e consumidores.

Fonte: Grupo RPMA

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A Mestra Comunicação está em busca um talento para o time digital

O profissional precisa ser analítico, estratégico, organizado e muito proativo

Requisitos
Graduação na área de marketing, publicidade e propaganda ou jornalismo
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Conhecimento intermediário em Excel e Power Point

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