Maria Fumaça abre vaga de estágio
A vaga é para atuação em social media. A Maria Fumaça está localizada em São José dos Campos.
Confira tudo sobre a vaga na arte abaixo.
Responsabilidades:
Criar e desenvolver conceitos criativos e inovadores para projetos de design, incluindo identidade visual, materiais impressos, embalagens, interfaces digitais, entre outros.
Trabalhar em colaboração com outros membros da equipe, como redatores, diretores de arte e desenvolvedores, para garantir a entrega de projetos alinhados com os objetivos do cliente.
Interpretar e transformar briefings em soluções visuais atraentes e eficazes, considerando o público-alvo e as necessidades do cliente.
Realizar pesquisas e análises de tendências de design para manter-se atualizado com as melhores práticas e garantir uma abordagem inovadora.
Garantir a qualidade e a consistência visual dos projetos, desde a concepção até a entrega final.
Requisitos:
Experiência mínima de 3 anos como Designer em agências ou ambientes de trabalho relevantes.
Domínio de ferramentas de design, como Adobe Creative Suite (Photoshop, Illustrator, InDesign) e outros softwares relacionados.
Forte portfólio que demonstre habilidades excepcionais em design visual e conceitual.
Capacidade de trabalhar em equipe e colaborar efetivamente com outros membros da equipe.
Excelente comunicação verbal e escrita para apresentar e justificar ideias de design.
Comprometimento com prazos e habilidade para trabalhar em um ambiente de ritmo acelerado.
Conhecimentos em design responsivo e experiência em design de interfaces digitais serão considerados uma vantagem.
Motions Design é um direfencial
A empresa oferece um ambiente de trabalho criativo e estimulante, onde você terá a oportunidade de contribuir para projetos desafiadores e trabalhar com marcas reconhecidas. A empresa valoriza o desenvolvimento profissional contínuo.
Embora as redes sociais estejam ganhando cada vez mais influência nos hábitos de consumo de mídia dos brasileiros, elas ainda estão longe de ser a principal fonte de notícias no país. De acordo com dados de junho divulgados pela YouGov, multinacional especializada em pesquisa de mercado on-line, 64,2% dos brasileiros dizem receber notícias pela TV, respondendo à pergunta: “Quais das seguintes fontes, se houver alguma, você usa para acessar notícias?”. Em segundo lugar, ficam as redes sociais, reunindo 55,4% das pessoas.
Em relação às outras mídias, apenas três em cada dez brasileiros afirmam ouvir rádio, e pouco mais de um décimo da população do país costuma ler jornais impressos. Um número ainda menor de pessoas, 5,2%, lê versões físicas de revistas. Um pouco mais populares (43,1%) são os sites de jornais estabelecidos, bem como os aplicativos móveis dessas empresas (31,1%).
Embora a TV continue sendo o principal canal de consumo de notícias no Brasil, sua intensidade de uso não se compara ao tempo que os brasileiros passam nas mídias sociais. Também nos dados do YouGov Profiles, mais da metade das pessoas relatam passar menos de 5 horas por semana assistindo TV. Ao mesmo tempo, quase metade dos brasileiros afirma passar pelo menos uma hora por dia em plataformas como Facebook e Instagram. E as diferenças são ainda mais marcantes com relação aos jornais.
Atualmente, apenas um quinto dos brasileiros passa mais de uma hora por dia, em média, lendo jornais digitais. Além disso, mais da metade dos brasileiros simplesmente diz que não sabe quanto tempo gasta com jornais físicos por semana, ou que simplesmente não consome esse tipo de conteúdo. Embora as redes sociais tenham mais funções do que apenas consumir notícias, o tempo que os consumidores naturalmente passam nelas é uma importante vantagem do setor.
David Eastman, diretor-geral e comercial da YouGov da América Latina, comenta que essas lacunas são importantes devido a um dos argumentos básicos que foram feitas por governos e grupos de notícias em todo o mundo: o poder econômico. “Como a maioria desses participantes é sustentada por receitas de publicidade, que aumentam e diminuem de acordo com os níveis de audiência, o controle do mercado é mantido por aqueles que capturam o maior número de usuários e decidem como direcioná-los para outros canais. Atualmente, esse nível de controle recai principalmente sobre as plataformas digitais, que, com seus algoritmos, decidem o conteúdo que as pessoas veem e, portanto, para onde é mais provável elas irem no futuro próximo”, diz.
Um outro argumento dirigido à remuneração financeira das plataformas digitais para a mídia tradicional gira em torno das notícias falsas, como analisa Eastman. “Várias organizações de notícias têm dito que, quanto mais recursos fluírem para a mídia, mais numerosas e eficientes serão as empresas do setor. Isso, por sua vez, permite que elas combatam a desinformação de forma mais eficaz. Além disso, maiores pressões econômicas sobre as redes sociais serviriam – em teoria – como um incentivo para buscar a veracidade das mensagens com mais cuidado”, aponta.
O diretor acrescenta que essa dinâmica é necessária no Brasil porque as pessoas que se informam principalmente nas mídias sociais parecem mais vulneráveis à desinformação. De acordo com a Profiles, 51,8% dos consumidores no país que obtêm suas informações de jornais físicos dizem que já acreditaram que uma notícia falsa era real, antes de perceberem o seu engano. O número é estatisticamente maior do que os 48,2% dos consumidores que preferem obter suas informações nas mídias sociais e que cometeram o mesmo equívoco.
“Isso não significa necessariamente que os leitores de jornais físicos estejam mais expostos a notícias falsas. Pelo contrário, isso parece refletir que os brasileiros que preferem a mídia mais tradicional estão mais protegidos contra a desinformação e, portanto, mais propensos a saber quando uma história é falsa. As pessoas que leem jornais (digitais e físicos) são estatisticamente mais propensas a consumirem notícias com certo nível de desconfiança, em comparação com os brasileiros que obtêm suas informações nas redes sociais”, complementa David Eastman.
Metodologia
YouGov Profiles é baseado em dados coletados continuamente e pesquisas contínuas, em vez de um único questionário limitado. Os dados de perfis para o Brasil são nacionalmente representativos e ponderados por idade, gênero e região.
Fonte: Pollyana Rocha – Assessoria da YouGov no Brasil
Por Josué Brazil
A chegada das tecnologias digitais, da internet e, por consequência, das redes sociais, mudou drasticamente o cenário da comunicação, do marketing e da propaganda.
A comunicação digital institui uma nova forma de comunicação afetando o conjunto das relações sociais, não apenas as estritamente comunicacionais, mas em todos os níveis, na comunicação relações pessoais, interpessoais, no trabalho, nas instituições, na indústria
Joseph Jaffe, autor do livro O declínio da mídia de massa, afirma que em apenas uma geração o poder saiu das mãos do marketing e foi para as mãos dos consumidores.
As marcas, que antes impunham um discurso, agora são praticamente obrigadas a dialogar com seus públicos. A comunicação passou a ser uma via de mão dupla. E os anunciantes, as empresas de modo geral, perceberam que, de uma vez por todas, o poder estava migrando para as mãos dos consumidores.
Com o digital, a internet, os buscadores e as redes sociais, o consumidor virou prossumidor. Ou seja, ele agora não só consome comunicação: ele a comenta, interage instantaneamente com ela, a ressignifica e, o mais complexo, ele produz sua própria comunicação. Sim, no cenário de comunicação digital cada pessoa passou a ser um canal.
As pessoas também deixaram de ser meras expectadoras e passaram a ser interatoras. Elas não mais recebem comunicação passivamente. Elas reagem, devolvem, dialogam. Elas interagem. E pobre da marca que não interagir com seus públicos.
Antonio B. Duarte Jr. afirma: “A tecnologia digital oferece todas as possibilidades já exploradas na imprensa escrita, no rádio e na televisão, com duas vantagens: a velocidade e a interação. O indivíduo não fica somente no papel de receptor passivo, há a possibilidade de escolha, há decisões a serem tomadas.”
Dentro deste cenário surge o marketing digital. Ele pode ser enetndido como o conjunto de ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos.
Ou seja, o marketing digital traduz-se em ações de Marketing adaptadas aos meios digitais, de forma a obter, nestes canais, a mesma eficiência e eficácia do marketing tradicional e em simultâneo potenciar os efeitos do marketing tradicional. Na sua operacionalização são, normalmente, utilizados canais, meios e ferramentas digitais.
Do ponto de vista da indústria da comunicação, o cenário digital trouxe novos desafios, mas também novas oportunidades. E claro, novas funções, cargos e profissões.