Ação no Snapchat para o vestibular

Universidade de Taubaté inova e campanha de vestibular chega ao Snapchat

A campanha de divulgação do Vestibular UNITAU deste ano terá uma novidade: a participação dos alunos via Snapchat. Os personagens da divulgação vão mostrar sua rotina durante um dia na rede que, segundo a agência Bloomerang, chegou a 150 milhões de usuários ativos diariamente em julho de 2016.

Foto: Felipe Punhagui/ACOM

Foto: Felipe Punhagui/ACOM

O objetivo da ação é mostrar que perseguir o sonho da graduação está no dia-a-dia: está no sair correndo do emprego para chegar a tempo da aula, está em pegar um ônibus intermunicipal todos os dias e ainda caminhar para chega até a universidade e, também, está nos momentos de descanso e lazer onde a mente se renova.

Os vestibulandos poderão acompanhar um dia inteiro da rotina dos estudantes e acompanhar as aulas, os estágios e os projetos daqueles que já fazem os cursos que pretendem cursar.

As ações começam na próxima semana e podem ser conferidas seguindo o perfil da UNITAU no Snapchat, basta procurar pelo usuário “unitau”.

Novidade no Estadão

Página B2 do Estadão apresenta novidades

Totalmente reformulado graficamente e em seu conteúdo, espaço terá nova coluna, artigos e análise de cenários aos finais de semana

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Desde quinta-feira (20), a página B2 do caderno E&N (Economia & Negócios), do Estadão, apresenta novidades. O espaço ampliará a cobertura sobre o tema, com nova coluna de notas exclusivas, artigos de opinião e, ao fim da semana, cenário com os fatos mais marcantes dos dias anteriores. Para isso, foi totalmente reformulada graficamente e em seu conteúdo.

Como principal novidade está a estreia da Coluna do Broad (diminutivo adotado pelos profissionais do mercado para o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado). A coluna ficará sob responsabilidade das jornalistas Aline Bronzati, Cynthia Decloedt e Fernanda Guimarães e coordenação do editor de Empresas e Setores, Márcio Rodrigues. As notícias exclusivas sobre o mundo dos negócios serão publicadas nas edições de terça a sexta-feira e, ainda, aos domingos. Sua versão on-line estará no portal do Estado.

Além disso, depois de 23 anos como colunista diário de Economia (dez deles no Jornal da Tarde e 13 no Estadão), o jornalista Celso Ming continuará publicando seus textos na mesma página B2, mas agora às quintas-feiras, sextas-feiras e domingos. “Espaçar as colunas foi uma decisão pessoal, compartilhada com a diretoria do jornal, para que eu possa aprofundar e refletir um pouco mais sobre os temas econômicos”, disse Ming.

unnamed-9Com a mudança, às quartas-feiras, o espaço passará a ter as análises da economista Mônica de Bolle, que desde março já escreve semanalmente nas páginas do jornal. Ela é Ph.D. em Economia pela London School of Economics, com especialização em crises financeiras. Chefiou a área de pesquisa macroeconômica internacional do Banco BBM de 2005 a 2006 e foi economista do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, entre 2000 e 2005. Monica é professora adjunta na Johns Hopkins University e na PUC-RJ.

Nas segundas-feiras, terças-feiras e sábados, colunistas vão se alternar no espaço que até então era ocupado por Celso Ming nesses dias. O editorial econômico continua sendo publicado de terça-feira a domingo. Na segunda-feira, serão mantidos o infográfico Mapa da Bolsa, com as ações que mais subiram e as que mais caíram na semana anterior, e o Primeira Pessoa, uma breve entrevista com empresários e executivos em destaque no mundo dos negócios. Além disso, nesse dia o leitor terá a agenda comentada da semana, com indicadores nacionais e internacionais, além de eventos e definições políticas importantes para a tomada de decisão.

A informação econômica de relevância para os agentes de negócios contará, ainda, com o Cenário Semanal, que sairá todos os sábados. O texto abordará os aspectos e movimentos mais significativos dos mercados financeiros e agrícola durante a semana e apontará as tendências para os pregões seguintes. Os indicadores econômicos, que eram publicados em uma página no caderno de Economia, foram condensados e passam a sair na página B2, exceto às segundas-feiras.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Agência nova no mercado

Acaba de surgir Ao Cubo

A  AO CUBO Publicidade nasceu da visão e sinergia entre, Andre Virgilio , Vitor Chinaglia e Aldo Leite.

Os sócios da agência Ao Cubo

Os sócios da agência Ao Cubo

A agência surge com o objetivo de se tornar uma verdadeira parceira de negócio pensando e executando ações estratégicas e criativas com um leque de serviços amplo, voltados para uma comunicação 360º, com consultoria e gestão em branding, publicidade, soluções digitais, design, produção gráfica e todas as ferramentas de comunicação que o cliente necessita para ver sua empresa crescer.

A Ao Cubo está sediada em Pindamonhangaba.

Coluna Propaganda&Arte

Como a música pode salvar os comerciais de TV

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A TV aberta nunca desafinou tanto no Brasil. Se antes ela era questionada sobre seus números inflados, hoje sofre com a queda de anunciantes e até gera dúvidas quanto a sua relevância para o público, uma vez que mais de 80% dos brasileiros consideram a internet o meio mais importante em sua rotina, principalmente usando smartphones. (Fonte: IAB Brasil)

Segundo informações do PNT – Painel Nacional de Televisão, a audiência da TV aberta vem caindo consideravelmente nos últimos cinco anos. Destes dados vale ressaltar o declínio de 16% da maior emissora brasileira, enquanto a TV paga se mostra forte com um crescimento de 135%. Apesar disso, o brasileiro tem navegado muito mais do que zapeado, mesmo nos canais pagos.

Por isso, como publicitário e eterno estudante, divago…

Que estamos vendo menos TV tradicional, isso nós já desconfiávamos. Que o smartphone virou a “segunda tela”, nós também percebemos. Diante dessa confusão, orquestrada principalmente pela revolução tecnológica, o que pode ser feito para reconquistar a atenção dos comerciais de TV? Ainda mais na TV aberta?

A resposta pode estar em uma das artes mais antigas do mundo: a música.

Empresas de telefonia, estão apostando em temas musicais repetitivos, com diversas versões e estilos, para conquistar o gosto do público e gerar lembrança de marca. Hora eletrônica, hora uma mistura de sons tecnológicos, nos vemos em um tipo de jogo em que devemos preencher, em nossa cabeça, as notas faltantes da melodia já conhecida.

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Nesse momento, acontece algo diferente. Nossa atenção é atraída, paramos de olhar para o celular, mesmo que por instantes e interagimos de alguma forma com a TV. Foi aí que deu aquele “estalo”: a ideia que inspirou esse artigo! (sim, até as ideias tem som).

Será que eles perceberam que o sucesso dos comerciais agora depende muito mais da música?
Se a TV está ligada, mas ninguém olha para ela, porque estão jogando ou checando aplicativos de mensagens nos celulares, é preciso fazer alguma coisa! Fazer barulho! De preferência um barulho bom. Aí você percebe que algumas marcas estão fazendo algo nesse sentido, criando linguagens sonoras fortes e próprias, como por exemplo grandes bancos e telefonias, mas ainda assim, é muito pouco.

Resumo da ópera: chegou a hora de investir mais em jingles, usar nossa criatividade e musicalidade brasileira em trilhas realmente interessantes. É preciso dar ouvidos às novas tendências e comportamentos dos consumidores, caso contrário o comercial de TV vai se tornar um show cada vez mais sem graça em que o público vai embora, bem no meio da música.

E você? Qual melodia de comercial não sai da sua cabeça ultimamente?