Parceria para ampliar serviços

Planeta e MarketUP firmam parceria

Empresas passam a ofertar serviços para suas carteiras de clientes

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Como forma de ampliar o acesso dos pequenos e médios empreendedores ao universo digital, a Planeta Serviços Digitais, empresa do Estadão especializada em soluções digitais para micros e pequenas empresas –, e a MarketUP, startup brasileira que desenvolve sistema de gestão completo e gratuito para PMEs, acabam de firmar parceria para ofertar serviços e ferramentas aos clientes de ambas as empresas.

unnamed (2)A Planeta e a MarketUP possuem serviços complementares e de alta convergência de público-alvo com foco total no micro e pequeno empreendedor brasileiro. Dessa forma, o objetivo da aliança é oferecer soluções completas de comunicação e divulgação, especialidade da Planeta, juntamente com uma ferramenta de gestão de ponta (incluindo: contas a pagar, gestão de estoque, relatórios financeiros e solução de PDV), expertise da MarketUP, possibilitando ao PME se manter competitivo em seu mercado de atuação.

Segundo Claudio Souza, diretor-geral da Planeta, a ideia principal da parceria é a troca de expertises. Enquanto a Planeta funciona aos usuários da MarketUP como fornecedora de soluções on-line, a carteira de clientes da empresa do Estadão pode usar os serviços oferecidos pelo sistema (ou ERP) da parceira. “O grande motivador da parceria foi a sinergia entre os públicos de cada empresa. O principal foco atualmente da Planeta é ofertar ao PME o maior número possível de serviços e soluções. O ERP da MarketUP vem ao encontro dessa necessidade”, afirma o executivo.

Para Carlos Azevedo, CEO da MarketUP, a possibilidade de ampliar a carteira de pequenos e médios empreendedores com acesso ao software – que é gratuito – é o que motivou o convênio. A ideia é fazer com que um grande número de pequenos e médios empreendedores, que não estão ainda totalmente integrados ao universo digital, tenham em mãos uma solução completa para a administração das suas empresas. “Ampliamos nosso leque como parceiros da Planeta, mas nosso principal intento é fazer com que cada vez mais as PMEs se integrem ao mundo digital, fornecendo uma solução para seu PDV. Nosso objetivo é instrumentalizar o empreendedor para que ele consiga manter um negócio lucrativo a longo prazo”, assegura.

Sendo o único ERP recomendado em todo território nacional pelo Sebrae, que é a principal instituição de fomento aos PMEs no País, e contando com importantes clientes como Bradesco, Certisign, Microsoft, Google e Grupo Martins, a MarketUP é, atualmente, um dos líderes no segmento de softwares de gestão no Brasil, contando com cerca de 60 mil clientes ativos.

Sobre a Planeta Serviços Digitais – Há mais de 30 anos se relacionando com milhões de empresas, a Planeta Serviços Digitais, empresa do Estadão especializada em ajudar pequenas e médias empresas a desenvolver estratégias focadas no marketing digital, conta com equipe de consultores especializados e oferece serviços de maneira integrada, além de promover soluções completas e ajudar o pequeno e médio empreendedor a ter presença na internet.

Sobre a MarketUP – A MarketUP (www.MarketUP.com) é uma startup inovadora que acredita na importância das micro, pequenas e médias empresas (PMEs) para o crescimento do cenário econômico nacional. Por este motivo, desenvolveu sistema de gestão completo e 100% gratuito – hoje com 250 mil empresas cadastradas – que auxilia os empreendedores no dia a dia de suas operações melhorando a gestão e os processos de vendas de seus respectivos negócios. Sua equipe é composta por profissionais experientes, com relevante histórico na criação de negócios digitais e conta com grandes parcerias no mercado como Bradesco, Certisign, Microsoft, Google e Grupo Martins.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Video-game no ponto de ônibus

Clear Channel transforma ponto de ônibus em vídeo-game gigante para divulgar cursinho pré-vestibular

Painel touchscreen desafiou estudantes da cidade do Rio de Janeiro a testarem seus conhecimentos em campanha do Colégio pH

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Os estudantes do Colégio pH da Unidade Botafogo, no Rio de Janeiro, tiveram uma divertida surpresa, no dia 14 de junho, ao cruzar por um abrigo de ônibus próximo. A Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home do mundo, instalou um painel touchscreen a poucos metros da escola para que os jovens pudessem testar suas habilidades em um game interativo. A campanha #PasseiBem teve como objetivo incentivar os adolescentes a conhecerem o curso pré-vestibular da instituição de ensino.

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Assinada pela agência Fenicios, o projeto de gamefication no mobiliário urbano da cidade usou a interatividade como principal estratégia para conquistar a atenção dos jovens. Ao final da partida, além da pontuação do jogo, os alunos eram convidados a se inscrever no cursinho.

Confira o link do case: vimeo.com/172136491

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Ficha Técnica:

Agência: Fenicios
Cliente: Colégio PH – Grupo Somos

Fornecedor: Blumer

Vídeo: Núcleo Video Produções

Produto: Pre-Enem pH
Nome da campanha: O pH ensina como

VP de Criação: Beto Werneck

Direção de criação: Beto Werneck
Criação: Leonardo Silveira

Atendimento: Daniela Vollmer

Mídia: José Emilio e Carol Serra

Produção: Bruno Pardal

Sobre a Clear Channel

A Clear Channel é uma das maiores empresas de mídia exterior do mundo, com alcance global de 500 milhões de pessoas por mês. Trabalha com os anunciantes para criar campanhas publicitárias inspiradoras, permitindo que marcas se encontrem e criem engajamento com pessoas quando elas estão fora de casa. A empresa tem um portfólio de mais de 760 mil pontos que, atualmente, é composto por 650 mil telas em 28 países na divisão internacional (CCI), que abrange a Ásia, Oceania, Europa e América Latina e 109 mil telas na América do Norte (CCOA), cobrindo 48 dos 50 maiores mercados dos EUA.

A ClearChannel oferece ampla gama de formatos tradicionais e digitais de publicidade em mobiliário urbano, vias, varejo, aeroportos, trânsito e ambientes de lifestyle. Hoje, a plataforma digital tem mais de mil telas na América do Norte e quatro mil em mercados internacionais.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Danúbia Paraizo

Franquias para pequenas e médias empresas

Estadão promove primeiro Ciclo de Franquias para PMEs

Evento, em parceria com o Tietê Plaza Shopping, dia 6 (quarta-feira), mostrará caminhos para abrir uma franquia no cenário econômico atual

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Um dos setores que mais crescem em nossa economia é o de franquias e para mostrar os caminhos desse mercado e suas oportunidades para os pequenos e médios empreendedores, Estadão, em parceria com o Tietê Plaza Shopping, promove, no próximo dia 6 (quarta-feira), o primeiro Ciclo de Franquias. O evento acontece no Cinemark do Tietê Plaza Shopping (Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1.465 – Pirituba), a partir das 8h30.

O objetivo do evento é promover uma manhã de discussões sobre o que é preciso saber para abrir uma franquia no cenário econômico atual. Profissionais de sucesso e especialistas em Administração mostrarão, em dois módulos – A Ideia e A Prática -, como abrir uma franquia, vantagens, desvantagens, caminhos e dificuldades. O Ciclo é direcionado a pessoas interessadas, e com potencial, em abrir uma franquia. Também será uma oportunidade para multifranqueados, pessoas que estão sondando a possibilidade, empreendedores com capital para investir e estejam investigando os passos para alcançarem seu sonho.

O primeiro módulo – A Ideia – se caracterizará por uma discussão com quem realizou seu sonho e alcançou o sucesso com sua franquia e especialistas e qual é o momento certo para abrir uma franquia. Especialistas e pessoas que tiveram sucesso com suas franquias contarão suas trajetórias, erros e acertos na hora de começar. Os convidados mostrarão como escolher a franquia certa, como conseguir o dinheiro para o negócio e quais os processos para se tornar um franqueado. A ideia é que seja uma conversa inspiradora e instrutiva para aqueles que buscam trilhar esse caminho.

Já a segunda parte – A Prática – será mais focada na gestão e trará especialistas na área de administração. Serão abordadas quais as estratégias e estruturas para administrar uma franquia e os aspectos essenciais do dia a dia dessa empreitada. Entre os temas: como lidar com o franqueado e quais as melhores prática do segmento. Essa parte fará uma análise mais prática para esclarecer os desafios de ser um franqueador.

Os jornalistas que quiserem participar devem confirmar presença pelos telefones (11) 3277-8891, ramal 32, e 99462-9496 ou e-mail marco@luciafaria.com.br.

Sobre o Estadão PME – O Estadão PME, do Grupo Estado, é uma plataforma completa de soluções empresariais para pequenos e médios empresários, que oferece acesso à informação, capacitação, gestão e inclusão digital.

Serviço
Ciclo de Franquias – da Ideia à Prática
Data: 6 de julho (quarta-feira)
Horário: 8h30 às 12h30
Local: Cinemark do Tietê Plaza Shopping (Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1.465 – Pirituba)
Inscrições pelo site: www.inscricaopme.estadao.com.br

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Coluna Branding: a alma da marca

Fee fixo é fim

arte arison colunaRecuperando o assunto Big Bang da propaganda, que trata da implosão do mercado da comunicação e sua reformatação, vimos que o modelo agenciador da publicidade contribuiu para a desvalorização da imagem do profissional de propaganda (https://valepublicitando.com/?p=5973). Hoje, trataremos do assunto finanças das agências.

Logo que saí da faculdade e iniciei minhas aventuras como empresário da comunicação me encantei pela ideia da remuneração por Fee fixo. Definir um valor que cobriria todos os múltiplos serviços que eram feitos dentro da agência, era claramente o sistema mais adequado para a remuneração do nosso negócio. Pensava ser um dinheiro seguro para a agência e sem dúvida controlável para o cliente.

A partir do Fee fixo era possível buscar a lucratividade com as outras duas fontes de remuneração previstas em lei e que estavam sendo auto-regulamentadas pelo nosso conselho de classe que na época se formava a galopes deixando a impressão de que seria a OAB do mercado publicitário.

Um pouco de experiência fez a Alice sair do mundo imaginário e voltar para a realidade, rapidamente percebi que nem o Fee fixo nem nossa auto-regulamentação eram assim tão vantajosas à essa grande maioria de agências.

No mercado das pequenas e médias agências, a sonhada lucratividade vinda do investimento em mídia e produção de terceiros, passa a ser concorrente do saboroso Fee fixo.

Vou explicar melhor:

Pegando como exemplo que o varejo no mercado interiorano, em quase sua totalidade, necessita do dinheiro pago em Fee para o investir em mídia e em produção de materiais de propaganda. Quando isso acontece o cliente passa a questionar o trabalho da agência, taxando-a de intermediadora com insinuações como: “Por que preciso pagar essa comissão, se já pago um fixo?”

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Na verdade, ele sabe o porque, e também conhece o combinado, só não está tendo coragem de dizer: “Eu não tenho dinheiro para pagar o Fee e a mídia!” Mas a agência escravizada pelo dinheiro do Fee não reage à esta desconfiança dando uma resposta vaga ao cliente, que normalmente não cola e exige dele um esforço para pagar a comunicação.

As agências de publicidade para dirimir à desconfiança, passam a multiplicar os serviços oferecidos internamente para justificar a remuneração fixa e então temos o problema escancarado.

O fato é que o novo mercado da comunicação exige muito mais de uma agência. Hoje, um atendimento, um diretor de arte, um redator e mídia, previstos nos livros de comunicação como serviços internos não são suficientes.

Vemos profissionais de UX, pesquisas, psicólogos, jornalistas, gestores de eventos, TI, mídias sociais, audiovisuais e muitas outras áreas presentes nas estruturas das agências, para o desenvolvimento de um serviço diferenciado e de qualidade, na atualidade.

Isso custa o Fee e, às vezes, mais do que ele!

Dessa forma, três caminhos naturais são encontrados pelos empresários da pequena propaganda: os estagiários, o aumento da carteira de clientes ou a terceirização.

A primeira resposta óbvia do empresário de agências é o de baixar custos internos, isso faz com que a agência contrate estagiários com intuito de formá-los alinhando custos. Esse caminho exige um grande esforço do empresariado no treinamento e, mesmo assim diminui a qualidade diferencial do serviço. Sem contar que este funcionário quando formado e barateado é o maior desejo de seus concorrentes, criando no mercado a prática do alto giro de colaboradores.

Se não dá para cortar tem que entrar mais, e o investimento na prospecção transformam as agências, em muitos casos, na famosa pastelaria! Padronizam-se os serviços e se trabalha em linha de produção e o resultado é a baixa fidelização de clientes e alto giro de profissionais de criação e atendimento, dificultando a construção da imagem de marca da agência.
É aí que entra a terceira via, da terceirização! Se no primeiro momento esta prática parece aumentar os custos do cliente, é, para mim hoje, o único caminho viável que ainda pode acontecer.

É preciso mudar o Fee fixo da agência para uma espécie de Retainer Fee ou Success Fee que só cobrem os atendimentos e planejamento. Mas, que remunera a agência por projetos, em valores específicos por serviço ou resultado, negociados para que a agência possa adaptar cada serviço de acordo com seus custos internos.

Neste caso até o honorário sobre serviço de terceiro ou o percentual de desconto padrão podem entrar em negociação junto ao cliente. O que vale é o serviço prestado e o serviço prestado tem valor.

Por fim deixo claro que o Fee Fixo, não é vantajoso nem para o cliente. Pois, pelos motivos acima apresentados a agência fica impossibilitada de questionar os serviços solicitados pelo cliente, pois lhe falta coragem para se posicionar como representante da comunicação. O que transforma a agência muito mais em pedreiro de ideias do que arquiteto de projetos de propaganda.