Melq, um conglomerado de agentes de IA voltado à gestão integral da experiência do consumidor

Validada em operações na Lubrax, Universidade Cruzeiro do Sul e Dinx, plataforma lançada pela Take4Content foca em hiperpersonalização, conversão de vendas e gestão de relacionamento

Interagir durante a jornada do consumidor, para dar respostas em tempo real e inclusive auxiliar na decisão de compra, é uma das funcionalidades da Melq, plataforma recém-lançada baseada em Inteligência Artificial que atua na gestão integral da experiência do consumidor e opera como infraestrutura operacional para a melhoria da operação das empresas.

Resultado de um investimento de cerca de R$ 5 milhões da Take4Content na startup UatyChat, a ferramenta é um conglomerado de oito agentes de IA que trabalham separadamente para entregar o melhor resultado em cada ação. A tecnologia já vem sendo utilizada por empresas como Lubrax, Universidade Cruzeiro do Sul e Dinx, ajudando-as a ampliar sua capacidade de entrega e gestão da jornada dos clientes.

“A Melq é uma ferramenta disruptiva, que atua em frentes de apoio às empresas e marcas, operando tanto como infraestrutura operacional quanto uma agência digital automatizada, que vai cuidar da experiência do consumidor ao longo de toda a sua jornada”, afirma Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content.

Ele conta que a ferramenta foi desenhada para atuar nos mercados B2B e B2C, voltada a empresas dos diversos setores, incluindo agências de publicidade e marketing digital que atuam na construção de relacionamento com sues públicos de interesse, com o objetivo de melhorar a sua experiência nos diversos canais e interfaces com as empresas e marcas.

Rebeca Monteiro, CEO da UatyChat, explica que a Melq faz, inicialmente, um diagnóstico geral, conectando dados de diversas plataformas e departamentos da empresa (CRM, sistemas internos, base de documentos, etc.), e cruza essas informações com dados de mercado, a fim de fornecer uma visão holística e insights sobre o que pode ser interessante desenvolver para garantir uma entrega mais efetiva de valor aos clientes e usuários das empresas.

Ela destaca que o sistema atua como uma primeira linha de hiperpersonalização do atendimento. Situações não previstas ou de alta complexidade são automaticamente roteadas para as equipes humanas. “Com o apoio de IA, a Melq é capaz de atuar na maioria das situações. Dessa forma, as áreas podem se dedicar aos casos que não foram previstos, respondendo rapidamente a essas demandas, além de identificar situações que podem escalar e que merecem uma atenção especial, como em caso de crises”, conta Rebeca.

Entre as funcionalidades, está a criação de postagens e imagens baseadas nas personas e na identidade visual da empresa. A plataforma também permite identificar os sentimentos dos clientes a partir do tom das interações recebidas, sugerindo comentários e respondendo diretamente aos usuários.

Na automatização da gestão de redes sociais, a jornada da pequena e média empresa (PME) começa com o download da solução. Após conectá-la às redes sociais e dar acesso às informações da empresa (arquivos, e-mails, CRM e outras fontes de dados), a Melq consolida e analisa as informações e, a partir dos parâmetros de configuração fornecidos, pode preparar um roteiro de 30 conteúdos elaborados a partir dos insights obtidos pela plataforma, incluindo imagens. A ideia é que a empresa tenha conteúdo para ser utilizado ao longo do mês inteiro, gerando um fluxo contínuo de informações.

Outro agente importante, e que nem sempre é valorizado, é o de busca na internet. “A ideia aqui é que a Melq possa, a partir dos dados fornecidos pela empresa, combiná-los a informações públicas para ampliar as ações propostas, assegurando contexto, veracidade e atualidade aos conteúdos propostos”, ressalta a CEO da UatyChat.

“É importante destacar a facilidade de configuração e uso da plataforma. O usuário sempre poderá, a qualquer momento, adicionar prompts com orientações específicas para ajustar os conteúdos sugeridos ou ainda propor novas ações para que a Melq as elabore a partir dessa nova base de conhecimento”, ressalta Rebeca Monteiro, ao observar que a plataforma é totalmente customizável e também tem, como diferencial, a possibilidade das APIs se interconectarem com os sistemas de informação da empresa que utiliza a plataforma.

Conglomerado de agentes

A robustez da Melq e capacidade de atuação em diferentes frentes é sustentada pelo conglomerado de oito agentes de IA. Diferentemente dos modelos de linguagem tradicionais LLM, pela sigla em inglês) que preveem a próxima ação com base no treinamento que receberam, um dos agentes, o reasoning, avalia caminhos distintos e suas consequências. Além disso, a plataforma acessa dados das diversas fontes da empresa, como CRM, cruzando as informações e respondendo com precisão a cada demanda.

Na Melq, a tecnologia divide o problema em tarefas menores e gerenciáveis antes de propor a resposta final. Rebeca explica que isso reduz erros lógicos ao avaliar múltiplas alternativas e escolher aquela com maior probabilidade de sucesso.

“Para que isso funcione adequadamente, o agente de reasoning retém informações ao longo da resolução do problema, o que permite resgatar ações passadas bem-sucedidas, aplicando-as quando necessário.” Esse tipo de agente, acrescenta Rebeca, “é a base de sistemas de IA desenhados para ter autonomia na resolução de problemas complexos, respondendo não apenas perguntas, mas propondo e executando fluxos de trabalho inteiros.”

A Melq provê infraestrutura que permite às empresas identificarem lacunas, promoverem a melhoria de sistemas e tomarem decisões que garantam uma operação mais rápida e eficiente, com custos menores. Por outro lado, atua para melhorar a experiência dos consumidores nos diversos canais e frentes de relacionamento com as empresas e marcas.

Modelo por assinatura para PMEs

Já disponível para o mercado corporativo, a Melq chegue em uma versão para pequenas e médias empresas (PME) nas próximas semanas. A plataforma será oferecida no modelo de assinatura mensal (SaaS), com planos que variam entre R$ 8 mil e R$ 10 mil, para entregas de quantidades predeterminadas de conteúdo.

“A proposta é democratizar o acesso à gestão profissional de comunidades para empresas que não dispõem de orçamento, por exemplo, para contratar regularmente uma agência de publicidade e tampouco possuem equipes grandes ou dedicadas para cuidar internamente do relacionamento com os seus públicos”, afirma Cassiano Scarambone, da Take4Content. Ele observa que muitas empresas não têm pessoas preparadas para essas tarefas e, como consequência, muitas oportunidades de negócios podem ser perdidas por falta de engajamento ou de respostas rápidas às interações com seus públicos.

“Nosso objetivo é oferecer às pequenas e médias organizações uma ferramenta fácil de instalar e configurar, e que possa ajudá-las a aprimorar a comunicação com seu público-alvo”, acrescenta Cassiano Scarambone.

Marketing programático ao alcance das PMEs: por onde começar

Por Bruno Campos de Oliveira*

Segundo dados do Governo Federal, somente em 2021 foram abertas mais de 3 milhões de micro e pequenas empresas no Brasil. A mudança de cenário dos últimos dois anos acelerou a transformação digital das PMEs e a adoção de novos hábitos pelos consumidores, que, impulsionados pelo isolamento social, adotaram as plataformas online como o principal método para fazer compras. Se antes, ter uma estratégia de marketing digital, parecia algo viável apenas para grandes empresas, os empreendedores e pequenos negócios tiveram que redobrar seus esforços para atender a nova demanda, indo desde venda online e delivery por apps até atendimento via Facebook, Instagram e WhatsApp. Por essas razões, o marketing digital se tornou um aliado poderoso para os pequenos negócios que desejam crescer se beneficiando desses métodos.

Bruno Campos de Oliveira, CMO da ADSPLAY

A principal diferença entre as grandes empresas e as de pequeno e médio porte (PMEs), é a capacidade de investimento. Muitas marcas têm um orçamento limitado e, por conta disso, tem que priorizar as suas ações de marketing. Por isso é preciso estratégia. No marketing programático, uma estratégia é criada para impactar o consumidor certo, no momento mais apropriado para a conversão. Também é possível fazer ações de remarketing, retargeting e recuperar carrinhos abandonados.

Diferentemente do senso comum que parte do princípio que o marketing programático é uma estratégia para quem tem “bala na agulha”, posso dizer que é possível atender empresas com diferentes realidades, só mudando a quantidade de formatos que são recomendados. Para PMEs, por exemplo, recomendamos focar na tecnologia da mídia programática para aumentar seus resultados em banners de sites e mídia dentro de apps. Também, em momentos de maior verba, é possível inovar e testar canais como Spotify e DOOH, o Digital Out Of Home que são telas conectadas como é comum em elevadores, shoppings e até em abrigos de ônibus de grandes centros.

Por onde começar?

Para começar, o ideal para empresas de médio e pequeno porte é terceirizar o serviço de marketing programático a partir de agências ou as chamadas trading desks, que dispõem de profissionais habilitados para operar. As agências especializadas possuem um time de BI e gestores de tráfego além de relacionamentos sólidos, especialmente com fornecedores de inventário, dados e tecnologia. Isso normalmente implica em inventários por preços especiais, ajudando a empresa a fazer mais com menos. E não vamos esquecer que é preciso uma licença própria (SEAT) para operar dados e programática. Por isso não faz tanto sentido operar em casa quando o volume de mídia não é muito grande ou não se tem, no time, tantos profissionais especializados.

Já no caso das grandes empresas, é muito importante ter um percentual da verba já separado para a mídia programática como também, um outro pequeno percentual focado em canais inovadores como mídia programática dentro de jogos, formatos de alto impacto, uso de inteligência artificial, criação de banners com base em algoritmos entre outras novas tecnologias com potencial de aumentar muito os resultados.

Ou seja, no fim do dia toda empresa pode veicular programaticamente o que muda mesmo e a quantidade e diversidade de formatos recomendados para cada realidade de investimento.

*Bruno Campos de Oliveira é CMO da ADSPLAY. É formado em Marketing pela EACH-USP e se especializou em digital através de imersões diretamente no Vale do Silício – EUA. Também concluiu o xBA, Xponential Business Administration, ministrado pela StartSe University (EUA) e Nova SBE (Portugal). É professor e embaixador de digital marketing da Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia no Brasil e co-autor do livro “Mídia Programática de A a Z”.

5 razões para PMEs investirem em marketing digital

*Por Rafael Wisch

O avanço tecnológico e a internet mudaram a forma de comunicação entre empresas e clientes, porém, nos últimos anos, o marketing digital ainda era considerado um grande tabu para a maioria das pequenas e médias empresas. Com a pandemia de Covid-19 em todo o país e com a adaptação ao isolamento social, os estabelecimentos foram fechados. Em paralelo, as empresas se depararam com um novo desafio: manter o volume de vendas mesmo com as portas fechadas, mas, nem toda empresa estava instalada no ambiente digital.

Rafael Wisch é CEO da G Digital
Divulgação

Diante desse cenário, diversos profissionais tiveram que se adequar, e não foi diferente no universo do marketing. O marketing digital não é apenas um meio de inovar. Hoje, nós podemos afirmar que trata-se de uma solução para que as empresas continuem de portas abertas. Só no primeiro semestre de 2020, as vendas aumentaram cerca de 40% no ambiente digital, o que reforça que o investimento em marketing digital é o mesmo que investir na sobrevivência da empresa.

Segmentação

O marketing digital amplia as possibilidades de segmentação do público. É possível entender e analisar possíveis consumidores do seu produto ou serviço e, assim, investir em campanhas mais assertivas. Qualquer tipo de negócio pode ter acesso à diversas segmentações e impulsionar o que mais se encaixa com a proposta da empresa.

Expansão

Esse é o grande diferencial do marketing digital. Por ter a possibilidade de divulgar em qualquer região do mundo que esteja conectada com a internet, a empresa poderá ter produtos extremamente específicos para pessoas também específicas. Isso possibilita à empresa uma ampliação do seu potencial de venda, que deixa de ser local para se tornar nacional ou até mesmo mundial.

Análise

Com as estratégias e métricas do marketing digital conseguimos medir e entender os detalhes de cada resultado. O empreendedor pode monitorar de perto o tempo e a ação do usuário e como ele está aderindo às estratégias. A mensuração é um conjunto da análise que é investido ao resultado em vendas que a campanha gerou. Um indicador bem utilizado para validar, é o ROI, que é o retorno sobre o investimento.

Custo-benefício

Para pequenas e médias empresas que ainda estão se adaptando ao ambiente virtual, é possível alinhar boas estratégias, boas ferramentas com um baixo custo. Dentro das soluções, atualmente, o funil de vendas é o que vem fazendo empresas aumentarem seus faturamentos por oferecer um processo completo e automático na prospecção e conversão em vendas. Essa estratégia a ajudará a despertar a atenção de pessoas que se enquadram com o público-alvo da empresa, com isso, as empresas podem filtrar essas oportunidades que a o marketing digital oferece, e trazer para empresa apenas as pessoas que realmente são propensas a compra.

Campanhas

Com o tráfego pago e campanhas montadas, o gerenciador do negócio consegue atingir a pessoa certa, no momento certo, com a comunicação certa. Além disso, pode ter acesso à várias métricas de todas essas ações, otimizar as campanhas, identificar os melhores resultados e ter uma segurança sobre como atingir seu público.

*Rafael Wisch é CEO da G Digital, startup de desenvolvimento de softwares voltados para marketing e vendas.

Fonte: Contatto Assessoria de Imprensa e Conteúdo

mLabs e Stone fecham acordo

mLabs fecha sociedade com a Stone para expandir a plataforma de marketing digital

Com a sociedade, a mLabs irá acelerar o crescimento da plataforma, que já é a líder de marketing digital do Brasil

A mLabs, startup que oferece serviços para gerenciamento de redes sociais, acaba de anunciar sociedade com Stone, fintech de serviços financeiros e de pagamentos, focada no desenvolvimento de soluções para PMEs.

Com o acordo, a mLabs entra para o roll de soluções Stone.co, que, além do processamento de cartões, conta com amplo portfólio de empresas focadas em trazer soluções para ajudar o segmento de pequenas e médias empresas a crescer e gerenciar melhor seu negócio.

De acordo com o co-fundador e CMO da mLabs, Rafael Kiso, “a sociedade com a Stone é um passo fundamental no nosso propósito de inclusão dos micros e pequenos negócios no marketing digital, através das redes sociais”. Além de acelerar as ações previstas no nosso roadmap, esse investimento agregará com conexões estratégicas e, claro, com a bagagem de uma empresa do porte da Stone”, ressalta Kiso.

A Stone nasceu com o desejo ser protagonista na transformação da indústria de pagamentos, evoluindo um mercado até então monopolizado por grandes bancos para um modelo capaz de impulsionar verdadeiramente o empreendedor brasileiro. “Temos como propósito ajudar o nosso cliente a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer. Muitos deles tiveram que reinventar o modelo de negócio para o mundo digital. A parceria com a mLabs atende exatamente a essa necessidade, contribuindo para um ecossistema de soluções cada vez mais completo para esse público”, afirma o presidente da Stone, Augusto Lins.

A mLabs conta hoje com milhares de clientes ativos, sendo que 90% dos perfis cadastrados na ferramenta são micros, pequenas e médias empresas. “Sempre tivemos a intenção de ser uma ferramenta que entregasse valor mesmo para quem não entende de marketing. Daí vem o slogan ‘redes sociais para todos’. Mas, com o tempo e o crescimento da mLabs, entendemos que estávamos caminhando para nos tornar uma ferramenta de impacto social, assim como a Stone é hoje. Tenho certeza de que, com a sociedade, conseguiremos acelerar esse crescimento e entregar, cada vez mais, uma solução completa tanto para as MPMEs, quanto para as pequenas agências de marketing, que são fundamentais na inclusão digital desses negócios”, firma Caio Rigoldi, CEO da mLabs.

Com a parceria, a mLabs vai investir de forma significativa nos times de produto, tecnologia, atendimento e marketing. A sociedade foi anunciada na divulgação resultados do primeiro trimestre da Stone na bolsa americana Nasdaq, no último dia 26 de maio.

Sobre a mLabs: Fundada em 2015, a mLabs é uma ferramenta de gerenciamento de redes sociais que simplifica e otimiza a gestão dos canais de uma marca em diferentes mídias. A startup tem sede em São José dos Campos e, em 2019 inaugurou sua primeira rodada de investimentos com aporte recebido pela Domo Invest. Com a nova rodada, a Stone passa a ser a única sócia da mLabs.

Sobre a Stone: A Stone é uma empresa de solução de pagamentos cujo propósito é melhorar a vida do empreendedor brasileiro, ajudando-o a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer sempre. Por meio de tecnologia e inovação, contribui para o fortalecimento e a evolução do mercado. Com clientes espalhados por todo o Brasil, desenvolve um relacionamento próximo e personalizado com cada um dos lojistas que atende.

Fonte: Deborah Costa – Assessora de Imprensa