Vaga para diretor(a) de arte

Verge busca DA

A agência busca um(a) Diretor(a) de Arte, para crescer junto com a sua equipe!

O selecionado irá trabalhar criando peças e campanhas para clientes que são referência em seus mercados.

O Trabalho No Dia a Dia Irá Envolver:
Criação de campanhas publicitárias,
Criação de Kv,
Criação de artes para offline e online,
Criação de peças de e-mail marketing,
Fechamento de arquivos;
Trabalho em equipe, muito próximo ao redator e demais da equipe.

Requirements:
Buscamos alguém com experiência em agência, muita vontade de trabalhar em equipe e com todo o seu potencial;
Graduação completa em Publicidade / Design / Web Design (plus) – a empresa não está buscando estagiários!
Conhecimento e domínio nas ferramentas do Pacote Adobe.
Organizado e comprometido com prazos.

Enviar CV, portfólio e pretensão salarial para selecao@verge.com.br com o assunto: Vaga DA.

Dia do internacional do blog: empreendedor e especialista Aldrin Nery fala sobre as vantagens da plataforma: baixo custo, praticidade e alcance

O especialista reuniu algumas vantagens dos blogs sobre os demais sites e redes sociais que podem ser um diferencial para quem ainda não tem um domínio na internet

Nesta terça-feira, 31 de agosto, se comemora o dia do blog. Criado em 1997 por John Barger, o estilo de site pessoal, democrático e mais moderno que os corporativos institucionais, ainda são ferramentas fundamentais para quem deseja se destacar no mundo web.

woman reading blog online on computer

Para o empreendedor e CEO A5Mídias, Aldrin Nery, apesar de existir quem acha ultrapassado para os tempos atuais, o blog é uma estratégia atemporal e eficaz tanto para empresas, quanto para perfis pessoais.

“Os blogs permitem que os usuários explorem mais da atenção do leitor, já que não precisam disputar diretamente com a concorrência que existe nas redes sociais habituais”, pontua. “Além disso, é de baixo custo, de fácil acesso e ainda permite engajamento orgânico real”, completa.

Aldrin Nery

O especialista reuniu algumas vantagens dos blogs que podem ser um diferencial para quem ainda não tem um domínio na internet. Confira!

Muita visibilidade – Por ter um conteúdo sem data para expirar, o blog permite que mais pessoas acessem o material produzido, e, se for interessante e de qualidade, vai fidelizar o público. Além disso, pelo formato desse tipo de plataforma, é possível explorar mais os assuntos sem limites de espaço, tempo, etc.

Conteúdo pode virar renda – Quando o blog tem um grande número de acessos, o conteúdo que é fornecido pode se transformar em renda para o dono do site. Seja pelo conteúdo em si, ou por anúncios publicitários através da ferramenta Google AdSense.

Fácil e barato – Criar um blog é fácil, barato e simples de fazer. A vantagem dele sobre os sites convencionais é justamente a facilidade de manuseio, logo, seu trabalho será em função do conteúdo, do que na parte operacional.

Sobre Aldrin Nery

Aldrin Nery é empreendedor e o CEO da agência de marketing A5Mídias

Conte sua história com estratégia e verdade

por Paola Müller*

A humanidade sempre contou histórias — e teve fascínio por ouvi-las. Ao redor de uma fogueira, sob uma noite estrelada, fábulas e jornadas de heróis foram passadas de geração a geração ao longo dos séculos. A essência desse hábito segue até hoje: mudam os meios, as formas, a linguagem — mas a conexão gerada por uma narrativa bem estruturada segue cada vez mais presente.

Paola Muller

Que o digam as marcas, que utilizam essa dinâmica para transmitir aos públicos seus valores, suas conquistas e fracassos, sua trajetória e seus objetivos. O chamado storytelling tem sido fundamental na estratégia de comunicação e marketing de empresas — humanizando marcas e experiências. Em sua essência, é uma ferramenta para se conectar com as pessoas de uma forma mais emocional e eficaz.

Assim como o ato de sentar ao redor do fogo para contar histórias, o storytelling de marcas também evoluiu. Na verdade, esse movimento acompanha as mudanças de hábitos de toda a sociedade. Conforme se transformam as agendas sociais, as formas de consumo e a jornada dos consumidores, as maneiras que as marcas se comunicam também se modificam. O aumento no uso de vídeos em redes sociais é um exemplo disso: esse formato responde ao imediatismo e à atenção difusa que é característica dos usuários de hoje.

E é nesse contexto de uma sociedade cada vez mais ágil — e impaciente — que o storytelling possui um papel tão relevante. Ele ajuda a transformar informações complexas e números abstratos em histórias com as quais os usuários se identificam. O desafio está em aproximar esses dois universos — o dos dados e o de uma narrativa envolvente, contada com criatividade e inteligência.

Independentemente do formato do conteúdo, as marcas devem estar atentas a isso. E, seguindo estes cinco pontos, poderão explorar as informações de maneira estratégica e focada nos objetivos do negócio:

1) Saiba qual público consumirá aquele conteúdo: pense no nível de interesse, conhecimento e os objetivos da pessoa que acessará o material;

2) Entenda o contexto da informação: um relatório para ler é diferente de um relatório para apresentar. Avalie e adapte o formato para cada situação;

3) Desenvolva a narrativa a partir de uma estrutura de conteúdo: assim como qualquer fábula, sua história precisa ter início, meio e fim — dando destaque para o que verdadeiramente sustenta sua análise;

4) Seja visual: aproveite a diversidade de formatos e de possibilidades visuais para aflorar o interesse do público: fotos, gráficos e highlights ajudarão a conquistar o seu objetivo;

5) Simplifique: às vezes, optar por um número com texto terá mais resultado do que uma tabela. Uma boa ideia expressa em uma única frase surtirá mais efeito do que uma excelente ideia com mil palavras.

Mais do que contar uma boa história, o que as marcas devem saber é conectar essa narrativa ao propósito e às estratégias do negócio. E, ainda mais importante, que isso tenha verdade: que seja sustentado pela identidade e pelas ações da empresa, em linha com o que os dados comprovam. Antes, as fábulas contadas ao pé da fogueira tinham um quê de fantasia e ficção. Hoje, não há como fugir da essência e da realidade — mesmo que envolta em uma história convincente e instigante.

*Paola Müller, head of Strategy da Brivia

Fonte: RPMA -Sara Saar

O Marketing Relacionado à Causas e o seu impacto positivo na sociedade

Por Otavio Dias

A importância do comprometimento das empresas com a responsabilidade social vem se consolidando cada vez mais e extrapolando as fronteiras dos seus próprios negócios. Há muito tempo as Organizações não Governamentais (ONGs) vem fazendo um trabalho heroico e desbravador nos diferentes cantos do mundo, mas sabemos que para isso fluir da maneira correta é preciso a união de todos os players do mercado.

John Mackey, fundador do Whole Foods, rede de varejo americana que vende produtos orgânicos e privilegia pequenos fornecedores locais, é o executivo por trás do conceito de Capitalismo Consciente. O movimento prega que as empresas devem se guiar por um propósito maior do que o de lucrar e remunerar investidores, alinhando suas marcas e produtos a causas maiores, aproximando e equilibrando a visão dos executivos pragmáticos (com foco em resultados financeiros) a visão dos executivos com inteligência emocional e espiritual (com foco nas pessoas e causas sociais), que defendem o envolvimento e o comprometimento das grandes empresas com a melhoria do mundo em que vivemos.

E nesta entusiasmante direção em que o vemos o mundo dos negócios caminhar, a comunicação e o marketing passam também a cumprir um papel diferente. Estamos falando, essencialmente, de relacionamentos mais significativos, baseados em troca, diálogo, reconhecimento, respeito, transparência e, acima de tudo, propósito.

Vemos com cada vez mais frequência em marcas e produtos que, ao mesmo tempo que cumprem seus papéis mercadológicos e de consumo, também contribuem para um mundo melhor. Vemos mais e mais marcas (empresas) e causas (instituições do terceiro setor) conectadas em torno de um mesmo ideal.

Neste cenário, uma disciplina do marketing, já muito utilizada em alguns países, começa a se destacar também no Brasil. O Marketing Relacionado a Causas (MRC), que se baseia em parcerias e conexões transformadoras entre marcas e instituições do terceiro setor, em benefício mútuo.

Do ponto de vista do consumidor a confiança e a reputação são palavras-chave nas relações com as marcas. E, por isso, sua opinião torna-se essencial quando pensamos em investir em Marketing Relacionado à Causas. Afinal, uma marca cidadã ganha, inevitavelmente, mais espaço na mente e no coração das pessoas.

O MRC está ganhando força, principalmente em países como Brasil que possui tantas carências nas mais diversas áreas: saúde, educação, combate à pobreza, direitos humanos, meio ambiente, arte e cultura e tantos outros serviços públicos. Ou seja, temos um campo fértil para criação de bons projetos e campanhas que transformem verdadeiramente o nosso país, sem dependermos de recursos públicos para isso. E neste ponto empresas e empresários tornam-se essenciais na viabilização de “ações para o bem comum”, independente do setor de atuação. Precisamos de soluções inovadoras a serviço do planeta.

Assumir um compromisso diante de grandes questões de interesse público exige planejamento, coerência e também generosidade, afinal estes movimentos, apesar de trazerem ganhos de reputação e, muitas vezes, impacto em seus resultados financeiros – inevitavelmente exigem investimento e dedicação extra das empresas.

Diferente da filantropia tradicional, o Marketing Relacionado à Causas agrega valor à marca, impulsiona as vendas e reverte os resultados para uma causa social, ajudando-a a se sustentar, crescer e, assim, ter ainda mais impacto e longevidade.

É a hora das marcas fazerem mais pela sociedade. Afinal, nunca antes na história do mundo corporativo foi tão verdadeira a reflexão de que “o sentido do trabalho é um trabalho com sentido”.

Fonte: Máindi – Repense Comunicação