Fim do “achismo criativo”: AdTech brasileira lança plataforma que explica, com dados, por que um anúncio vende

Unite transforma inteligência criativa usada por grandes anunciantes em SaaS e promete até triplicar o ROI ao eliminar testes cegos em mídia digital

Em um cenário em que os algoritmos das grandes plataformas digitais tornaram a compra de mídia cada vez mais automatizada e previsível, uma nova dor passou a dominar a agenda dos diretores de marketing: entender por que um anúncio funciona – ou deixa de funcionar. Apostando na inteligência criativa como principal diferencial competitivo da nova era da publicidade digital, a AdTech brasileira Unite anuncia o lançamento da Unite Optimize, plataforma SaaS que traduz dados de performance em direcionamento claro para criação.

A proposta é simples e impacta um dos maiores gargalos do marketing atual: o distanciamento entre os times de mídia e criação. Hoje, marcas sabem qual anúncio performou melhor, mas raramente conseguem explicar os motivos por trás desse resultado. A consequência é um processo baseado em tentativas, desperdício de verba e dificuldade para replicar o sucesso.

“O jogo mudou. As otimizações técnicas que antes funcionavam deixaram de mover o ponteiro. O único caminho real para aumentar o ROI hoje é a otimização criativa. A ideia certa, no criativo certo”, afirma Weverton Guedes, fundador da Unite. “O problema é que a maioria das marcas opera no escuro. Elas sabem o que vendeu, mas não sabem por quê.”

A ponte entre dados e criatividade

A Unite Optimize atua exatamente nesse vácuo. Enquanto plataformas como Meta, Google e TikTok entregam métricas de resultado, e as agências oferecem repertório criativo e intuição, a Unite conecta os dois mundos. A plataforma utiliza visão computacional e inteligência artificial para “assistir” a vídeos e imagens de anúncios, identificar padrões visuais e narrativos e cruzar esses elementos com dados reais de venda.

Na prática, isso permite responder perguntas que hoje ficam sem resposta no mercado, como: foi o gancho inicial, a trilha sonora, a expressão do ator, a forma de mostrar o produto ou a cor do botão que fez aquele anúncio converter mais?

“Nenhuma plataforma de mídia diz que seus vídeos convertem mais quando um benefício específico aparece nos primeiros três segundos, ou quando a narrativa é construída de um determinado jeito. Nós fazemos a engenharia reversa do sucesso criativo que o gerenciador de anúncios não mostra”, explica Guedes.

Do teste cego à decisão orientada por receita

Segundo o executivo, o principal erro das marcas hoje é tratar a produção de criativos como uma loteria: produzir múltiplos anúncios, colocá-los no ar e torcer para que um funcione. Quando funciona, o motivo raramente é compreendido, o que impede a escala.

Um caso recente em uma operação de varejo digital ilustra o ponto. A marca tinha um vídeo com alta taxa de parada de scroll, retenção e cliques, mas conversão baixa. A análise do Unite Optimize revelou uma desconexão entre o gancho inicial e a oferta apresentada no final do vídeo. Com um ajuste pontual na narrativa dos segundos finais, alinhando expectativa e proposta, o criativo deixou de atrair curiosos e passou a converter compradores.

“Transformamos um anúncio que seria descartado em top performer sem refazer tudo. Apenas entendendo, com dados, o que precisava mudar”, afirma Guedes.

Impacto comprovado e acesso democratizado

Durante sua fase de uso em operações de grande porte no modelo enterprise, a tecnologia foi aplicada em um grande player do setor de bens de consumo com canal direct-to-consumer, ao longo de um ano e meio de operação, resultando em ganhos de eficiência que chegaram a até três vezes de melhoria no retorno sobre investimento.

Agora, com o lançamento do modelo SaaS, a Unite busca democratizar esse tipo de inteligência. A plataforma passa a estar disponível para marcas e agências com investimento mensal em mídia digital a partir de R$ 50 mil, com planos acessíveis e foco em reduzir desperdício desde os primeiros dias de campanha.

IA como copiloto, não substituta

Apesar de ser baseada em inteligência artificial, a Unite se posiciona alinhada ao movimento crescente do mercado de que não existe IA sem inteligência humana. O conceito central da plataforma é o de “copiloto de performance criativa”.

“A nossa IA faz o trabalho pesado de analisar milhares de variações de criativos e dados de performance. O humano entra com o que a máquina não tem: empatia, leitura cultural e construção de narrativa”, diz Guedes. “A criatividade deixa de ser um chute e passa a ser uma intuição informada.”

Para o fundador, o futuro da publicidade não será menos criativo, mas mais consciente. “Acaba a era do ‘eu acho que assim fica melhor’. Começa a era do ‘os dados mostram que isso converte mais, então vamos criar a melhor história possível a partir disso’.”, finaliza Weverton.

Sobre a Unite: A Unite é uma AdTech especializada em Inteligência Criativa. Nascida desenvolvendo soluções de IA customizadas para resolver desafios complexos de marketing para o mercado Enterprise, a empresa pivotou para o modelo SaaS com a Unite Optimize, ajudando marcas e agências a escalar resultados através da decodificação de dados criativos.

Nove em cada 10 trabalhadores da economia criativa preveem que a IA mudará suas profissões nos próximos 5 anos, aponta pesquisa

Relatório ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’, da consultoria brasileira Deck, registrou a visão de mais 1,5 mil profissionais sobre possíveis impactos da IA.

Profissões ligadas aos diferentes setores da ‘Indústria Criativa’ no Brasil, que movimentou mais de R$ 393 bilhões no ano de 2023 e corresponde à 3,5% do PIB nacional, segundo a Firjan, já sentem os impactos do avanço da inteligência artificial. Para contribuir com o debate sobre a IA e criatividade, a consultoria brasileira Deck – Inteligência Digital para a Cultura acaba de divulgar os resultados da pesquisa inédita ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’.

O estudo reuniu 1,5 mil profissionais da cultura e da economia criativa, atuantes em 16 áreas diferentes, como música, cinema, artes visuais, artes cênicas, design, publicidade e gestão cultural. Os dados foram coletados entre junho e setembro de 2025, de forma voluntária entre os participantes do curso de ‘Inteligência Artificial aplicada à Cultura’, promovido pela Escola Solano Trindade de Formação e Qualificação Artística, Técnica e Cultura (Escult), do Ministério da Cultura (MINC), em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O curso foi concebido e ministrado pela gestora cultural Beth Ponte, autora da pesquisa e consultora da Deck.

Trazendo pela primeira vez a opinião de profissionais jovens e sêniores da indústria criativa, a pesquisa aborda o uso, percepções e expectativas de profissionais da área, diante da expansão da IA generativa. A iniciativa replicou algumas das perguntas da ‘Ipsos Monitor AI’ (2025), levantamento internacional de referência com 32 países, incluindo o Brasil – permitindo uma comparação entre os resultados com foco no setor criativo.

Entre os destaques, o levantamento da Deck mostra que 93,5% dos entrevistados consideram “provável” que a IA altere a forma como seu trabalho é realizado, pelos próximos cinco anos. No comparativo com a Ipsos, esse percentual chega a 61%, comprovando que os profissionais da cultura e da economia criativa, enquanto grupo, possuem uma expectativa de transformação mais intensa e generalizada sobre o impacto da IA em sua profissão, do que a população em geral.

Essas mudanças já começam a ser percebidas nas rotinas criativas. Para Beth Ponte, é essencial olhar para os impactos da IA em setores baseados na criatividade e reconhecer a diversidade desses setores. “Ao incluir 16 diferentes setores criativos, a pesquisa evita generalizações e reconhece que a incorporação da inteligência artificial no setor cultural não pode ser pensada de forma homogênea. As realidades são diversas, assim como os impactos e os ritmos de adoção. Por isso, qualquer estratégia precisa considerar as especificidades da área (cinema, ensino, artes, editorial, museu e patrimônio, gestão cultural), faixa etária dos indivíduos, vínculos profissionais, escolaridade, gênero, cor e raça; equilibrando inovação, formação profissional e responsabilidade ética”, conta Beth.

Beth Ponte – Foto: Divulgação – Florian Boccia

Prova disso é que, apesar do uso crescente das ferramentas de IA generativa, ainda há um descompasso significativo entre adoção e compreensão do digital. Segundo a pesquisa, 62% dos ‘profissionais da cultura e da economia criativa’ afirmam não saber identificar quais produtos e serviços utilizam inteligência artificial no seu dia a dia – um percentual similar, mas superior a 56% da população nacional, segundo a Ipsos.

A familiaridade com a tecnologia também diminui, de maneira consistente, com o avanço da idade. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 52% afirmam saber identificar produtos e serviços que utilizam inteligência artificial, enquanto a partir dos 45 anos predominam respostas de “desconhecimento” ou incerteza, que somam cerca de dois terços dos entrevistados.

Ao mesmo tempo, o estudo revela tensões e preocupações. Pelo menos 35,5% dos entrevistados consideram provável que seus empregos sejam substituídos por sistemas de IA nos próximos cinco anos. No entanto, essa percepção é mais acentuada nos setores de Cinema, Rádio e TV (44,9%) e Música (44,3%), que demonstram maior apreensão devido à digitalização e automação de conteúdo.

Ainda assim, o sentimento predominante é de otimismo: 66,2% dos participantes acreditam que a IA tem potencial para melhorar o mercado de trabalho criativo no médio prazo – resultado similar aos 65% do levantamento da Ipsos. Apesar da dualidade do assunto, a consultora da Deck e revisora da pesquisa, Letícia Fernandes, reforça que existe um interesse do setor em participar de mais capacitações e cursos sobre IA. A pesquisa também apresenta caminhos para o desenvolvimento e formação profissional em IA aplicada à cultura.

“Em um contexto de grandes transformações tecnológicas, é essencial pensar em ações de capacitação para setores e profissionais afetados. Essa é inclusive uma das principais recomendações da UNESCO na publicação ‘Recomendações sobre a ética da Inteligência Artificial’. Por isso, a pesquisa também aponta que esse é o momento de priorizar estratégias como o ‘reskilling’ (requalificação profissional) e o ‘upskilling’ (aprimoramento de competências)”, explica Letícia.

Leticia Fernandes – Foto: Divulgação – Luke Garcia

Entre as principais demandas citadas pelos entrevistados estão formações voltadas à automação de tarefas e processos de trabalho (65%); à elaboração e gestão de projetos culturais com uso de IA (64,8%); e à aplicação prática de ferramentas em áreas específicas, como música, audiovisual e design (64,4%). Questões relacionadas a direitos autorais, propriedade intelectual e regulação das IA’s também aparecem como prioridade para 57% dos profissionais.

Em meio ao ‘Ano da Criatividade no Brasil’ (2026), instituído pela World Creativity Organization, os resultados do estudo contribuem para o debate sobre uso e adoção da IA entre empresas e profissionais da cultura e economia criativa.

Clique aqui e acesse gratuitamente o estudo “Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa” na íntegra.

Confira os top insights da pesquisa de ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’ abaixo:

93,5% consideram ‘provável’ ou ‘muito provável’ que a inteligência artificial altere a forma como seu trabalho é realizado nos próximos cinco anos;

  • 35,5% consideram provável a substituição de seus empregos por IA nos próximos cinco anos, com maior percepção de risco nos setores de Cinema, Rádio e TV (44,9%) e Música (44,3%);
  • 62,3% dos respondentes utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa com frequência;
  • 66,2% acreditam que a IA tem potencial para melhorar o mercado de trabalho criativo nos próximos anos;

A pesquisa contou com respostas de 1555 profissionais de 16 setores da cultura e da economia criativa. Áreas de atuação mais representadas: Gestão e/ou produção cultural (31%), Cinema, rádio e TV (11%), Ensino e/ou pesquisa (10,3%), Artes visuais e fotografia (9%), Música (8%) e Artes Cênicas (7,6%);

Vínculos profissionais: 55,5% trabalham de forma autônoma em diferentes formatos (MEI, freelancer, empresa própria) e 25,4% possuem vínculo empregatício fixo (CLT ou serviço público);

Perfil dos respondentes: A amostra da pesquisa é composta majoritariamente por adultos entre 35 e 54 anos (55,5%), com participação significativa de jovens e jovens adultos entre 18 e 34 anos (26,3%). Em termos de escolaridade, 84,5% dos respondentes possuem graduação completa ou pós-graduação. Quanto à composição de gênero, 55,1% se identificam como mulheres, 41,4% como homens, 1,7% como não bináries, e 2,5% com outras identificações. Em relação à cor/raça, 47,6% se declararam brancos, 48,5% negros (sendo 33,3% pardos e 15,2% pretos), 1,2% indígenas e 1,1% amarelos;

Fonte: Antonio Anselmo – Assessoria de Imprensa

A ascensão da Inteligência Criativa no marketing

Por Alex Collmer*

No início da criação de uma nova categoria no mercado, normalmente, são poucos os que acreditam nela. As oportunidades parecem pequenas e o caminho para o sucesso distante. Porém, quando essa nova divisão começa a criar forma, geralmente após anos de muito trabalho, todas essas coisas parecem mudar! A descrença dá lugar à lógica e à obviedade, expandindo drasticamente a aposta nas oportunidades geradas por essa categoria.

Alex Collmer, CEO da VidMob

Para simplificar sobre o que estamos falando, temos o exemplo clássico da ascensão dos aplicativos de mobilidade urbana. No começo, as opiniões se dividiam e as empresas de táxis não viam a categoria como uma ameaça. Porém, o modelo de negócios foi ganhando novos adeptos e hoje não conseguimos mais nos imaginar sem essa solução. A lógica começa a se tornar óbvia (por exemplo, é claro que as pessoas gostariam de uma alternativa acessível e mais transparente aos táxis tradicionais). Estamos diante da ascensão de negócios disruptivos criados com um propósito bem definido e com foco em inovação.

Isso também aconteceu dentro do universo do marketing nos últimos anos. À medida que a categoria continua evoluindo, fica mais claro para mim quais tendências que podem servir de diretrizes dentro desse cenário nos próximos anos.

Vou exemplificar cada uma delas a seguir e tenho certeza de que elas servirão como norte para quem busca se basear no conceito de inteligência criativa dentro do segmento da comunicação.

1) A comunicação no marketing ficará cada vez mais complexa com o tempo

O tempo aponta sempre para uma maior complexidade. Não vamos voltar a uma era da internet dominada por texto estático, ou mesmo por imagens. O vídeo permanecerá crescendo até que seja substituído por algo mais complexo, possivelmente AR (realidade aumentada) primeiro, e depois algo mais interessante. À medida que esse processo avance, ficará cada vez mais difícil para os profissionais de marketing se comunicarem de forma eficaz se não forem evoluindo e buscando inovações. Isso porque continuaremos vendo uma expansão de canais (já se foram os dias só da TV, ou mesmo só Google e Facebook), fragmentação de formato e muito mais. Se manter atualizado é preciso!

2) O objetivo da comunicação é conectar-se de uma forma única e a tecnologia pode ajudar com isso

A razão pela qual os softwares têm sido tão bem-sucedidos pelo mundo é que a maioria das tarefas e processos no mundo dos negócios são melhores quando substituídos por uma tecnologia infinitamente escalável, repetível e com custo muito baixo. Porém, quando se trata de marketing, o único objetivo da comunicação é apresentar um ponto de contato único e emocionalmente ressonante para seu produto ou marca. Você pode imaginar se a Nike, Adidas, Under Armour, Reebok e Vans usassem a mesma ferramenta criativa de modelo infinitamente repetível para fazer anúncios com a mesma identidade visual? Isso seria um desastre!

Quando se trata de marketing criativo, utilizar somente uma solução tecnológica e seus benefícios de repetibilidade e escala não é o ideal. Afinal, se você tem um anúncio ruim, a última coisa que um profissional de marketing deve querer é escalá-lo.

Mas, isso não significa que a tecnologia não possa ter um papel na criatividade. Longe disso! O caminho é uma plataforma de tecnologia que potencializa as criações humanas, automatizando tarefas operacionais e fornecendo dados importantes para que a tomada de decisões criativas seja feita de forma mais inteligente. Ou seja, agregar tecnologia ao dia a dia dos profissionais de marketing pode ser muito positivo!

3) O atrito criativo se tornará um fator onipresente por décadas

Os primeiros 25 anos da web moderna foram definidos por atritos de pagamento e segurança onipresentes. Acredito que nas próximas décadas veremos o atrito criativo aumentar em todas as comunicações globais. A dificuldade de criar todos os ativos necessários para o sucesso (entre pago, orgânico, merchandising, a jornada completa de comércio e todo o ciclo de vida do CRM) torna-se esmagadora para qualquer empresa sem a utilização da tecnologia criativa adequada.

4) Agências de marketing e publicidade continuarão lucrando

Anualmente, aproximadamente US$ 100 bilhões são investidos em holdings de marketing e publicidade e isso tende a aumentar. Isso porque essas empresas são valorizadas pelo mercado pela sua expertise. Veremos cada vez mais essa ascensão e novas parcerias sendo formadas com outras empresas que tenham soluções diferenciadas para esse mercado.

5) Empresas de software para o mercado criativo terão valores de mercado de US$ 2 a 3 trilhões

Antes de entrar nisso, quero deixar claro que não estou dizendo que uma única empresa capturará todo (ou mesmo a maioria) desse valor. Também não estou dizendo que toda essa receita sairá das holdings. Porém, veremos cada vez mais empresas trabalhando como nós, ou seja, atuando com marcas, holdings, agências independentes, entre outros players, desenvolvendo parcerias que beneficiarão todo o ecossistema, aumentando seu valor de mercado.

6) Os recursos de Inteligência Artificial e Machine Learning continuarão seguindo a Lei de Moore.

Veremos cerca de 100 vezes mais avanços nos próximos 10 anos do que vimos nos últimos 10 anos. O que isso significa para IA e ML é que elas serão quase infindavelmente mais poderosas em um futuro não muito distante. As empresas que constroem sistemas hoje para capturar dados exclusivos crescerão em valor à medida que a capacidade de gerarem análises estratégicas amadurecer, podendo muito bem se encontrarem em uma posição privilegiada para fornecer significativamente mais valor aos seus clientes e parceiros mais cedo do que o esperado.

Então, o que tudo isso significa? Na minha experiência, acredito que uma API totalmente focada em Inteligência Criativa se tornará uma das plataformas mais valiosas do mundo. Embora certamente esteja em debate quem preencherá essa oportunidade, acho que é indiscutível que alguém o faça.

*Alex Collmer é CEO da VidMob, plataforma líder mundial em Inteligência Criativa que fornece uma solução tecnológica de ponta a ponta para ajudar as marcas a melhorar seus resultados de marketing