Debates Eleições 2016 ao vivo na Band
O primeiro debate na TV com os candidatos de São José dos Campos acontece nesta segunda, 22
A Band Vale sai na frente mais uma vez na tradição de exibir os debates eleitorais e transmitirá, ao vivo, para toda a região do Vale do Paraíba e Litoral Norte. Todos os debates poderão ser acompanhados pela TV Band Vale e, simultaneamente, na Rádio Band Vale FM 102,9.
Ancorado pelo jornalista Cláudio Nicolini, os Debates das Eleições 2016 acontecerão semanalmente, de 22 de agosto a 29 de setembro, com candidatos de 7 importantes cidades da região.
A novidade deste ano é que os debates serão transmitidos também pela internet, na fanpage da TV Band Vale (facebook.com/TVBandVale) e pelo Portal Meon (meon.com.br).
Nesta segunda, 22 de agosto, às 22h15, acontece o primeiro debate com os candidatos à prefeitura de São José dos Campos.
Candidatos:
CARLINHOS ALMEIDA (PT)
CLAUDE MARY (PV)
FELÍCIO RAMUTH (PSDB)
LUIZ CARLOS OLIVEIRA (PEN)
SHAKESPEARE CARVALHO (PRB)
TONINHO (PSTU)
E na próxima quinta, 25 de agosto, às 22h15, é a vez dos candidatos de Guaratinguetá apresentarem suas propostas aos eleitores da cidade.
Candidatos:
ARGUS RANIERI (PMDB)
FRANCISCO CARLOS (PSDB)
JUNIOR FILIPPO (PSD)
MARCUS SOLIVA (PSB)
TÂNIA ARAÚJO (PT)
Número de lojas virtuais crescem no Brasil
Planejamento bem executado pode contribuir para sucesso do negócio
Uma tendência nos últimos tempos tem sido a abertura de lojas virtuais. Só neste ano, a previsão da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) é que o setor de e-commerce cresça 18% e tenha um faturamento de R$ 58,6 bilhões. Devem ser registrados em 2016 quase 191 milhões de pedidos nas lojas virtuais.
Mas como entrar nesse mercado? Como montar uma loja virtual? Por que investir nesse segmento? De acordo com Luis Gustavo Maruco, docente da área de gestão de negócios do Senac Guaratinguetá, o investimento para se abrir uma virtual é muito baixo e isso passa a ser um grande atrativo.
Uma dica que o docente dá a quem busca entrar no mercado de lojas virtuais é investir na locação de lojas prontas, ou seja, plataformas já constituídas, pois, assim, os custos serão menores. “Essa modalidade tem uma cobrança mensal ou uma taxa por transação, por exemplo”, explica. A contratação de agências de desenvolvimento também pode contribuir para o planejamento de uma loja virtual.
Orientações importantes
Luis Gustavo destaca algumas orientações importantes conceitos básicos que precisam ser pensados na hora de planejar a abertura de uma loja virtual. Veja quais são:
• Desejável controle de estoque;
• Vitrine de produtos com fotos, modelos, preços – o máximo de informações que tiver sobre o produto;
• Integração com gateways de pagamento (interface utilizadas em e-commerce para transmissão de dados entre clientes, comerciantes e bancos);
• Cálculo de frete;
• Desejável Certificado de Segurança SSL (protocolo de segurança internacional para troca de informações sigilosas na Internet).
Serviço:
Senac Guaratinguetá
Endereço: Avenida Doutor João Baptista Rangel de Camargo, 50 – Centro
Informações e inscrições: Pelo telefone (12) 2131-6300, pelo Portal Senac (www.sp.senac.br/guaratingueta) ou pessoalmente na unidade
Houve um tempo em que a comunicação mercadológica era quase que 100% baseada na comunicação de massa. Era, portanto, totalmente unilateral. As marcas e/ou empresas falavam e os públicos apenas recebiam. Praticávamos a comunicação empurrada. E não só a comunicação comercial era assim. O entretenimento também. Colocava-se um conteúdo dentro de uma grade fixa de programação e o público que desse um jeito de acompanhá-lo.
Muita coisa mudou e hoje vivemos a época da comunicação multidirecional na qual cada pessoa é uma canal. Um produtor de conteúdo. Um player de comunicação. Neste novo cenário marcado fortemente pela web e pela comunicação digital, grade fixa não funciona mais. As pessoas querem o conteúdo quando estiverem dispostas a consumi-lo. E onde quiserem. Ah… tem mais: sem interrupções comerciais.
Diferente do que ocorria antes, como afirma Evan Schwartz em seu livro “Webonomics”, publicado em maio de 1997: “Na mídia tradicional, a publicidade é intrusiva. O anunciante compra espaço e tem controle total sobre o que acontece nesse espaço. O espectador ou leitor tem de ver o anúncio exatamente como o anunciante quer que ele veja”.
As novas gerações de consumidores preferem o vídeo (Netflix) e o áudio (Spotfy) on demand. A TV e o rádio tradicionais vão perdendo espaço. Há também a questão da atenção. Ela se fragmentou terrivelmente nas duas últimas décadas. Há menos atenção aos meios tradicionais e a sua comunicação empurrada.
Na luta para conseguir atenção é necessário fazer comunicação comercial atraente e com cara de entretenimento. É preciso ser relevante e sedutora a ponto de ser puxada pelos consumidores. Falávamos em “Era da Atenção”.Depois em “Economia da Atração”. Entretanto, Cris Rother, Sócia-Diretora de Mídia da LOV em artigo publicado em 12 de Março de 2008, já falava de Era da Expectativa.
Ela afirmou: “Quando analisamos algumas informações, percebemos que os usuários mudaram, amadureceram e que eles não querem mais somente serem atraídos por uma campanha, site ou peça, mas sim colaborar, se entreter e opinar sobre tudo. Esperam que o escutem e preencham suas expectativas sobre um produto ou serviço, que lhe ofereçam muito mais, além daquilo que ele já esperava e do estava pronto para não esperar.”
Neste contexto, estratégias como o branded content, o transmedia storytelling, o gamefication e o live marketing parecem ser mais eficazes. O apagamento das fronteiras entre comercial e entretenimento e a disponibilização de conteúdo que possa ser puxado em diferentes plataformas também são necessidades urgentes.
Walter Longo já disse que o novo marketing se baseará no tripé informação, interatividade e entretenimento. Ele afirmou em uma matéria publicada na HSM Management (n°70, setembro/outubro de 2008): “Acontece que nós estamos inundados por dados e famintos por informação. Por isso, várias coisas vão ter de acontecer: primeiro, a propaganda, de alguma forma, vai ter que se integrar ao conteúdo. A segunda é o crescimento dos documercials e advertorials, respectivamente programas e artigos feitos por empresas para dar todas as informações sobre seus produtos. E a terceira coisa é a inclusão de conteúdo nos intervalos de TV, rádio, revista, financiada por anunciantes. A sinergia entre publicidade e conteúdo deve crescer muito. Mas é importante dizer isso com todas as letras, jamais enganando o consumidor. Não é propaganda disfarçada de conteúdo; tem de deixar claro o emissor da mensagem. O que importa é a integração com o ambiente editorial em que o material será inserido.Nesse caso, o meio também é a mensagem”.
Walter Longo
É fundamental que as agências de comunicação e os novos profissionais de comunicação mercadológica estejam amplamente preparados e inseridos nesta realidade. Não haverá volta. Os jovens e as crianças não abandonarão a música streaming e nem as séries vistas na Netflix sem a interferência de comerciais de 30 segundos. O jogo será cada vez mais da comunicação puxada em detrimento da empurrada.
Puxar gera mais atenção. Comunicação empurrada é cada vez menos atraente. Fato! E irreversível.
Graduação: Cursando ou superior completo em Marketing, Administração ou Ciência da computação;
Área de atuação: Marketing Digital;
Principais Atividades: Profissional para a área de marketing digital, conhecimento em SEO, Marketplace, Analytics, Adwords, E-mail marketing, Social Media, ERP x CRM com experiência e conhecimento em marketing digital e SAC 3.0. Cursos de capacitação e certificações na área de marketing digital serão diferenciais.
Perfil: Heavy user de internet e perfil Geek, dinâmico, criativo e inovador, voltado para metas e resultados. Experiência em liderança, planejamento, gerenciamento de projetos e gestão de equipes completam o perfil desejável.
Horário: Segunda a Quinta das 08h às 18h e Sextas das 08h às 17h