mLabs lança clube do conhecimento

Maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do Brasil traz novidade voltada para usuários em busca de mais conhecimento a respeito do uso das mídias sociais para ter mais resultado

Com a rápida digitalização e a busca por novos hábitos de consumo provocados pela pandemia, os clubes de assinatura ganharam ainda mais relevância e têm sido cada vez mais incorporados a outros segmentos, como, por exemplo, o Marketing. Expandindo esse setor para esse modelo de consumo, a mLabs, maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do país, vai lançar o Clube Social Media Exponencial, um clube de conhecimento que visa democratizar o acesso à educação de qualidade sobre mídias sociais para negócios. O lançamento será realizado no dia 03 de março para quem é cliente mLabs, e no dia 31 de março para todo o mercado.

Por meio dele, os assinantes terão acesso a materiais, conteúdos e a uma masterclass ao vivo todos os meses com Rafael Kiso, fundador da mLabs, e com outros profissionais especialistas do mercado de Marketing. Quem fizer parte do Clube Social Media também receberá dados exclusivos da mLabs sobre redes sociais, social commerce, tendências digitais, entre outros, além do acesso ao curso do Social Media Exponencial, que tem mais de 80 horas/aulas.

“Esse é um curso que tem feito bastante sucesso, já temos 1 mil alunos com NPS de 91, e vai seguir agora com um novo modelo: o Clube Social Media Exponencial vai estreitar ainda mais a relação do usuário com o conteúdo e proporcionará um aprendizado completo”, explicou Rafael Kiso, também eleito o melhor profissional de Planejamento Digital pela Abradi. “O nosso objetivo com esse clube é entregar conhecimento de qualidade acessível nesse modelo, ajudando assim a mais pequenos negócios e também profissionais de mídias sociais. Além disso, as plataformas de mídias sociais são bem dinâmicas, todos os dias as coisas mudam, novas redes surgem e, portanto, todos precisam de atualizações constantes para ficar sempre à frente no mercado. Por isso, esse modelo de clube que adotaremos traz para o público um meio dinâmico de conhecimento, cujas masterclasses correspondem ao que é mais importante para o momento dado o contexto do que está acontecendo e com melhores especialistas do mercado que custariam individualmente muito mais caro”, completou.

O lançamento do Clube Social Media Exponencial será realizado por meio do site https://newsite-homolog.mlabs.com.br/social-media-exponencial. Os valores e formas de pagamento estarão disponíveis a partir da data de lançamento.

Fonte: vcrp – Nahiza Monteles

Agilidade e conveniência do áudio explicam sucesso do Clubhouse

Nova rede social utiliza a voz, meio de interação entre pessoas e equipamentos em ascensão no mundo todo. Apesar de já ter se tornado um fenômeno, a novidade ainda deixa perguntas em aberto

Imagine entrar numa sala virtual e ouvir, ao vivo, personalidades como a apresentadora americana Oprah Winfrey ou o todo poderoso do Facebook Mark Zuckerberg conversando ao vivo com os ouvintes. Com usuários de peso, como personalidades do Vale do Silício e celebridades brasileiras como Anitta, Luciano Huck, e Felipe Neto, o Clubhouse é a rede social do momento e está agitando o cenário virtual. Lançada em abril de 2020, nos dois primeiros meses de lançamento, contava com cerca de 1.500 adeptos e era avaliada em U$ 100 milhões. Em janeiro de 2021, após nova rodada de investimentos, alcançou U$ 1 bilhão em valor de mercado e estima-se que já possua mais de 6 milhões de usuários. No Brasil, as buscas pelo Clubhouse cresceram 525% entre 30 de janeiro e 6 de fevereiro, se comparado com a semana anterior, ultrapassando o TikTok no interesse de buscas no mês de fevereiro.

Qual o segredo para tanto sucesso? O Clubhouse é uma plataforma de voz. O aplicativo tem uma vasta quantidade de rooms ou salas de bate-papo, limitadas a 5 mil ouvintes e organizadas por segmentos como talk shows, podcasts, networking, música, filmes, relacionamento e tantos outros. O usuário entra e escolhe uma sala para trocar uma ideia com os contatos que possui ou então apenas para ficar ouvindo outras pessoas falarem sobre o tema de sua preferência. De acordo com o especialista em inteligência artificial aplicada à voz e CEO da PhoneTrack, Marcio Pacheco, a ascensão da voz pode explicar o sucesso da nova rede social. “Desde sempre, a voz é um poderoso instrumento de comunicação e interação entre as pessoas, mas, de uns tempos para cá, ela ressurgiu com força total. Falar é mais conveniente do que escrever. A gente fala até sete vezes mais rápido do que escreve, e podemos falar ou escutar enquanto realizamos outras tarefas, como andar e dirigir; já escrever é quase uma monotarefa”, afirma Pacheco.

Para ele, o comportamento do consumidor e de usuários das redes sociais já vinha dando sinais claros de que a voz voltaria a ser o principal canal de interação entre pessoas e equipamentos. “A vida moderna está sempre acrescentando um ritmo mais acelerado à rotina das pessoas. Além disso, as novas gerações são cada vez mais multitarefas. Os smart speakers nos mostram como é fácil fazer buscas por voz e consumir conteúdo e informação dessa forma. Interagir com outras pessoas por meio da voz também está se mostrando muito mais prático. Todo esse contexto tornou o terreno fértil para o surgimento de uma rede social como o Clubhouse”, ressalta o especialista. Segundo Pacheco, o conceito veio para ficar e está abrindo espaço, inclusive, para que outras plataformas com a mesma proposta possam surgir. “Uma rede dessas, na nossa visão, vem para fortalecer aquilo que a gente acredita que é o futuro da comunicação entre as pessoas: menos tela e mais interação por voz”, acrescenta.

O presidente da Abradi/PR (Associação Brasileira de Agentes Digitais) e professor da pós-graduação em Mídias Digitais da Universidade Positivo, Ney Queiroz, concorda que uma rede social exclusiva para áudios seja mesmo uma tendência e destaca alguns pontos interessantes sobre a nova plataforma. O primeiro deles é que, por restringir a participação dos usuários apenas à voz e áudio, ela elimina a exposição da imagem, dando à quem fala uma liberdade e conforto muito maiores. Outro ponto destacado por Queiroz está ligado ao conteúdo do que está sendo falado. “Esse início de experiência na nova rede já nos mostrou que o conteúdo que está proposto ali é o mais importante e ele precisa ser muito bom, porque não há mais nada para prender ou desviar a atenção, não tem uma imagem, por exemplo. Em outras redes sociais, o visual complementa a mensagem – mas pode também desviar o foco do conteúdo principal”, explica. Segundo Queiroz, esse novo conceito é muito bom para quem busca conteúdo mais aprofundado.

O especialista em mídias digitais acredita que o caminho aponta para uma segmentação das redes sociais. “O Clubhouse não vai acabar com o Instagram ou com o Twitter; as redes sociais se complementam e elas vêm para preencher lacunas deixadas pelas outras redes. Com o tempo, acabam fidelizando públicos diferentes e com objetivos diferentes. O TikTok é um exemplo disso. A rede surgiu com foco e público alvo específicos – quem quer fazer vídeos de danças com músicas inusitadas vai para o TikTok. Agora, quem quer discutir política, postar fotos, ver a família e amigos, busca outras redes”, ressalta Queiroz.

E como controlar o que é dito?

O presidente da Abradi/PR afirma que ainda não é possível saber como vai ser a política de monitoramento e qual o trabalho que os criadores da plataforma terão para fazer um controle sobre os conteúdos e o que é falado ali. “Ainda é cedo para saber como e se isso será feito, até que ponto uma curadoria nesse sentido vai funcionar. Não sabemos como será, por exemplo, se surgir uma sala com tema ou conteúdo voltado para uma prática criminosa, ou para disseminação de ideias como racismo. Como a rede social vai se comportar? O fato é que hoje há uma liberdade muito grande, qualquer um pode criar uma sala, propor temas, tudo de forma muito aberta e democrática”, destaca.

Outras dúvidas são levantadas pelo Chief Marketing Officer (CMO) do Banco Bari, Ricardo Sanfelice. Ele lembra que, neste início, a rede social é gratuita e ainda não se falou em um modelo de monetização. “Não se sabe se a moderação das salas num futuro poderá ser patrocinada, ou se os temas serão dirigidos e sugeridos pelo algoritmo conforme interesses dos patrocinadores”, alerta. Sanfelice destaca também que o Clubhouse é uma rede social de topo de pirâmide, já que, inicialmente, está reservada apenas a usuários do sistema IOS (IPhone), tornando o público da classe A majoritário dentro da plataforma. “As temáticas e o foco principal de quem está por lá também acabam influenciados por essa segmentação, voltando o Clubhouse fortemente para o lado business”, aponta.

Para Sanfelice, isso já impõe à nova rede um desafio: o da massificação. “Será que o Clubhouse vai conseguir gerar conteúdo que seja atrativo para todas as classes sociais? Depois que passar esse início estrondoso, será que vai continuar em alta? E, a partir da massificação, a grande oferta de conteúdo vai exigir um esforço extra para mineração do que mais interessa ao usuário, num universo enorme de temas e salas, o que vai exigir do algoritmo muita habilidade e inteligência para selecionar o que realmente vale”, analisa. Profissional da área de marketing, Sanfelice confessa que estava cético em relação à novidade, mas salienta que o Clubhouse conseguiu explorar muito bem o efeito FoMO – Fear of Missing Out – medo de estar perdendo algo. É uma sensação muito comum em pessoas viciadas em redes sociais. O aspecto de exclusividade fez muita gente correr em busca de um convite. “Ainda existem muitos pontos de interrogação, mas certamente, vale a pena conseguir entrar e provar da novidade”, completa.

Fonte: Central Press

O mobile streaming conquista o grande público, abrindo oportunidades publicitárias imperdíveis em vários mercados

O novo Relatório da Adjust sobre o Mobile Streaming descobriu que 52,5% dos consumidores pelo mundo usaram seus smartphones para ver streaming de conteúdos de vídeo desde o surto da Covid-19

O streaming por Over The Top (OTT) explodiu durante a pandemia mundial, de acordo com um novo relatório lançado hoje pela plataforma global de app marketing analytics Adjust, revelando uma mudança decisiva nos padrões de consumo em direção ao mobile. Quebrando o mito de que a maior parte do mobile streaming acontece durante viagens no transporte público, 84% dos consumidores nos países pesquisados usam seus smartphones para assistir a streamings na mesma quantidade ou mais desde o começo da pandemia.

Em média, mais da metade dos consumidores entrevistados (52,51%) disse assistir mais ao streaming de vídeos desde o lockdown. Apenas 12% dos consumidores estão vendo menos streamings — o que significa que quatro vezes mais consumidores estão usando seus smartphones para o streaming de vídeos.

Com base em uma pesquisa com mais de 8 mil entrevistados, nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Singapura, Coréia e China, o Relatório sobre o Mobile Streaming 2021 também encontrou fortes hábitos de streaming em todas as gerações nos países “mobile first”. Ao todo, quase 90% dos usuários com ou mais de 55 anos na China (89,8%) e na Turquia (88,9%) disseram assistir a streamings pelo celular todos os dias ou, pelo menos, uma vez por semana.

“Essa mudança drástica para um mobile streaming que faz parte da rotina do mundo todo e de várias gerações criou grandes oportunidades publicitárias e um novo papel para o mobile analytics”,disse Dr. Gijsbert Pols, Estrategista de Produto na Adjust.

“Entendendo como e quando os consumidores assistem a streamings, assim como quais canais e campanhas entregam o maior impacto de marketing, o potencial para criar bases de usuários grandes e leais com um LTV alto é praticamente ilimitado.”

Outras descobertas do relatório incluem:

A maioria dos consumidores assiste a um mobile streaming pelo menos uma vez por dia. Usuários na China (93,75%) e na Turquia (91,9%) veem um streaming com mais frequência — todos os dias uma vez por semana — comparados com 69,4% nos Estados Unidos e 45,7% no Reino Unido.

Usuários de todas as gerações e regiões assistem a um streaming, pelo menos, por uma hora por sessão, uma prova de que os espectadores não estão mais consumindo somente conteúdos curtos — eles estão maratonando episódios e filmes inteiros.
Os millennials, os maiores usuários de mobile streaming, também assistem por mais tempo. A duração da sessão leva, em média, 90 minutos (94,2), enquanto a Geração Z vem logo em seguida, pouco abaixo dos 90 minutos (87,6).
Segundo os dados, os usuários com ou mais de 55 anos são menos intensos, porém com 65 minutos em média por sessão, esse público parece estar aquecendo.

Os consumidores estão gastando uma quantia considerável em serviços de entretenimento de streaming e sob demanda. A Coreia sai na frente com US$ 42,68 por mês em comparação com US$ 33,58 nos Estados Unidos e US$ 34,82 no Reino Unido.

A CTV abre oportunidades novas para a segunda tela

A pesquisa da Adjust também destaca quão disseminada a segunda tela se tornou pelo mundo, com a ascensão da Connected TV (CTV). Em média, mais de três quartos (76%) dos entrevistados usam seus celulares mobile ao assistir à televisão; esse comportamento de audiência é mais pronunciado em Singapura e na China (ambos com 85%), seguidos de perto pelos Estados Unidos (83%).

Os aplicativos sociais são a escolha número 1 de quem usa uma segunda tela — a opção de 65,4% dos entrevistados, em média —, seguidos pelos aplicativos de banking (54,9%) e jogos (44,9%). Os usuários de segunda tela na Ásia-Pacífico têm um apetite saudável por aplicativos de delivery de comida, com o uso mais forte na China (65,2%), Coreia (36,6%) e Singapura (48,2%).

Image by mohamed Hassan from Pixabay

Os anunciantes podem explorar a tendência da segunda tela colocando um CTA nos anúncios de TV, por exemplo, com o download do aplicativo via um código QR. Isso tem o potencial de criar uma experiência totalmente nova e interativa com a marca em dois dispositivos.

Para mais insights, baixe o relatório completo aqui.

Metodologia

O Relatório Mobile Streaming 2021 baseia-se em uma pesquisa de consumo conduzida pelo Censuswide em nome da Adjust, a partir de uma pesquisa global com 8.000 consumidores de streaming de TV/vídeo com mais de 16 anos. A pesquisa usa amostras representativas nacionalmente de 1.000 consumidores de streaming de TV/vídeo em cada um dos seguintes países: Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Cingapura, Coréia e China entre 6 de novembro de 2020 e 10 de novembro de 2020, e os EUA entre 23 e 29 de setembro de 2020.

Fonte: aboutCOM

Coluna Propaganda&Arte

O que importa é o conteúdo?

A sabedoria popular já diz que não importa a embalagem, não importa o visual de uma pessoa, o que importa é o conteúdo. Isso é utilizado tanto no mundo do marketing para valorizar a qualidade de entrega de uma solução, acima até mesmo de uma embalagem bonita, como também é aplicada no mundo dos relacionamentos, quando falamos que não devemos julgar um livro pela capa ou a pessoa pela “cara”.

Se por um lado, queremos passar uma ideia de que não nos levamos pelo visual das coisas, por uma questão de ética e valores pessoais, o mundo vive 100% do visual. Veja as redes sociais que mais bombam, que se pautam em imagens, Instagram e Youtube, só para citar algumas delas.

Nesse momento, muitas marcas fazem bonito nas redes sociais, com imagens lindas, produtos bem fotografados e modelos apresentando seus produtos com efeitos modernos. Porém, um relacionamento de longo prazo não pode parar por aí, certo?

Marketing de Conteúdo, isso sim é bonito!

O Marketing de Conteúdo não é novidade, já era aplicado desde o tempo em que a Pirelli, famosa marca de pneus, disponibilizava Guias de cada cidade indicando restaurantes interessantes para se passar em suas viagens. Ou seja, o Marketing de Conteúdo só evoluiu com o digital.

A primeira etapa para se criar conteúdo, atrelado a uma marca, é identificar qual o objetivo da marca ali no digital, que pode ou não ser nas redes sociais. Se ela realmente tiver isso claro, poderá gerar relacionamento verdadeiro e fomentar as vendas naturalmente, pois estará pautada em uma relação honesta e útil. Vamos aos passos!

1- Crie uma Persona
Este é o momento de estudar seu público-alvo. Vá além do básico, idade, sexo, profissão e localização é só o início de uma jornada de estudos para entender o que toca seu cliente. Vamos descobrir os medos, inspirações, relação com as redes sociais, costumes e culturas de compra. Depois, você pode criar um personagem fictício cheio de verdades nele e esta será sua Persona: Maria, 40 anos, moradora de São Paulo, gosta de visitar museus, usa mais Facebook que Instagram, gosta de viajar com as amigas para cidades litorâneas, está em busca de um amor. Viu? Cheio de detalhes, né?

2- Crie uma Voz e Tom da marca
A Voz da sua marca é justamente toda a personalidade que ela vai ter nas redes sociais. Vai ser extrovertida, inspiradora, dinâmica, interessada em ajudar as pessoas, etc.? Depois defina o Tom dessa comunicação, que pode ser cômica, cheio de gírias do momento, ou séria, usando termos incomuns, chamando os seguidores de algum apelido diferente. Vale tudo para criar uma “cara” para sua marca nas redes e conectar com seu público!

3- Levante os canais mais pertinentes
Como eu já criei a Persona Maria ali acima, fica fácil. Ela usa mais o Facebook, então vamos criar canais de comunicação para este ambiente. Vamos também pensar em canais próprios, para não ficarmos dependentes de alguma rede ou de algum algoritmo que domina as suas ações e resultados. Um site, um grupo no WhatApp, Telegram, Newsletters e outras formas de contato independentes são bem-vindas, pois você pode criar um banco de dados próprio para você cuidar e nutrir da melhor forma possível, criando suas próprias regras e se tornando livre.

4- Crie uma estrutura de temas e editorias
Agora sim, vamos criar os conteúdos, de preferência conteúdos úteis, de fácil compreensão, agradáveis e com um estilo bem próprio! Muita gente começa por aqui, nessa hora podemos errar por desconhecer o público que irá ser impactado. Cada conteúdo deve ser bem pensado, equilibrando o que será conteúdo puro, útil e de cunho de relacionamento e quanto deste conteúdo será comercial, focado em apresentar seu produto e serviço, da melhor forma possível para não soar chato. Alguns falam de 80%/20% para conteúdo de relacionamento e comercial, deixando o foco maior para criar conexões com clientes e potenciais clientes. Sem esquecer que no final do dia, você precisa vender!

5- Crie metas, métricas e relatórios para melhorias
A estratégia precisa estar casada com aquele objetivo inicial que levantamos no começo. Se sua marca está nas redes sociais para explicar como usar os produtos, mudar uma imagem ou apenas criar relacionamento, crie métricas e metas para seu sucesso. Caso contrário, você ficará preso a número superficiais como seguidores, curtidas e engajamentos que não dizem muito. Do que adianta tudo isso, se você não sabe para onde está indo? Algumas pesquisas, análises mais profundas e melhorias contínuas devem ser consideradas nessa etapa. Quem sabe você repense até mesmo a rede social onde você está atualmente e abra possibilidades para outras redes. Ou mude a forma de levar o conteúdo, pensando em outros formatos.

O mundo é dinâmico, você e sua marca também precisam ser. Isso sim é ir além de um rostinho bonito e focar na essência. Conteúdo é tudo!