Parceria entre Kantar e ABOOH

ABOOH e Kantar IBOPE Media trabalham em parceria para monitoramento de OOH

Associação e empresa de pesquisa incrementam a coleta de informações para monitoramento da mídia OOH

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O atual cenário da comunicação no Brasil – com diversas formas de distribuição de conteúdo e de contato com o consumidor final – desafia e estimula o mercado publicitário a investigar métricas que fortaleçam as tomadas de decisões. Mais escolhas geram maior necessidade por informação. Nesse contexto, o out of home, nos últimos anos, é uma das mídias que mais avançou, seja por meio dos novos formatos ou pela sua presença em múltiplos espaços.

Com o intuito de apresentar para o mercado este movimento, além de quais marcas e ambientes elas estão presentes, a Associação Brasileira de Out of Home (ABOOH), a Kantar IBOPE Media, o Grupo de Midia de São Paulo e empresas do setor vêm trabalhando em conjunto há dois anos para alinhar uma estratégia de medição do investimento publicitário ainda mais detalhada sobre este meio. Neste período, o grupo investiu no desenvolvimento de estratégias, ferramentas e softwares que permitiram a implantação do modelo de declaração de campanhas na cobertura do serviço de monitoramento publicitário da Kantar IBOPE Media.

A ferramenta permite monitorar os investimentos publicitários das marcas aplicados nos principais veículos de comunicação do País, disponibilizando o total das verbas destinadas à publicidade nos meios e indicando a priorização de mercados, sazonalidade, rentabilidade de campanhas e o desempenho de diversas categorias de produtos. A partir da adesão de novas exibidoras, como a BRMalls, Elemidia, Eletromidia, Onbus e Outernet, de 22 mercados monitorados, em 2015, alcançou 48 em 2016. Além de parte do setor de outdoor, mobiliário urbano e edifícios, estão sendo reportadas empresas presentes em estabelecimentos comerciais (academias, hotéis, shopping centers, supermercados etc.) e transportes (metrô, trens e ônibus).

“Chegar nesse resultado foi um passo importante. Entretanto, seguimos com o compromisso de buscar novas empresas representativas nos demais formatos de OOH, estáticos e digitais, para melhor retratar a real cobertura. Entendemos que, por não contarmos ainda com toda a diversidade de segmentos e empresas pelo país, esse cenário ideal está aquém do número real do meio, em nossa base de investimento atual. Estamos otimistas que, a médio prazo, as informações reportadas refletirão a ascensão do espaço em publicidade realizada no meio”, garante Eduardo Alvarenga, presidente da ABOOH.

Segundo ele, é fato que para a Kantar IBOPE Media coletar as informações, o número final depende das empresas dispostas a declarar as campanhas veiculadas dentro de parâmetros definidos pelo Instituto. “Hoje, esse é um caminho que vamos conquistar juntos”, explica Alvarenga.

“O Out Of Home é um meio que representa mobilidade, inovação e tecnologia para engajar o público às marcas. Chegar nessa ampliação e segmentação de setores foi um passo importante para melhor retratar a cobertura. De maneira única e exclusiva no mercado, conseguimos reunir dados integrais de todo o movimento dos anunciantes realizados no OOH”, afirma Rita Romero, diretora executiva do Monitor da Kantar IBOPE Media.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Mudança de nome

Principal entidade de OOH muda de nome, lança campanha e mostra a força do meio para todo o mercado

Associação Brasileira de Out of Home anuncia novo posicionamento e revela detalhes sobre Robson, o homem comum

Novos nome e posicionamento do setor para aproximar empresas de de out of home (OOH) a agências e anunciantes. Esse é um dos principais objetivos que a Associação Brasileira de Mídia Out Of Home (ABMOOH) que, a partir de agora, passa a ser denominada Associação Brasileira de Out Of Home (ABOOH), abolindo a palavra Mídia no nome, tem com o anúncio de mudanças.

Como forma de assinalar essa mudança, a associação lançou campanha publicitária, dividida em duas fases, que visava ressaltar a força do out of home (OOH). Para isso, foi criado um personagem, o Robson, e usado o inventário de todas as associadas da ABOOH para relatar atividades do cotidiano do personagem.

A mudança de nome dá o tom das transformações dessa indústria, mais abrangente e com novo paradigma para o mercado. A ABOOH representa uma mídia que cresce em tamanho e importância para agências e anunciantes. Grandes players mundiais do setor, que entraram no Brasil e já fazem parte da associação, trouxeram suas experiências de fora e as agregaram ao mercado nacional. Ao mesmo tempo, os grupos nacionais cresceram e fizeram com que o setor ganhasse ainda mais relevância no mercado.

As experiências individuais se juntaram para o bem comum da indústria. Com isso, o OOH viu crescer as possibilidades de impacto do meio, com grandes investimentos das empresas nos seus equipamentos e maior diversidade de opções. “Esse movimento proporcionou maior união entre as empresas, o que amplia a força do conjunto, da indústria e esse novo posicionamento, mais amplo, reflete exatamente isso”, afirma Eduardo Alvarenga, presidente da entidade.

Segundo ele, um dos objetivos agora é diminuir a distância entre o que o mercado entende do negócio com o que, de fato, as empresas entregam. O espírito primeiro das mudanças é a união para buscar soluções que tragam benefícios aos associados e à indústria como um todo. Uma das características do OOH, em sua opinião, é a complementariedade com outros meios, inclusive o digital.

Para aumentar a participação do setor no bolo publicitário, Alvarenga acredita que seja fundamental fornecer dados e métricas confiáveis a agências e anunciantes. “Aproveitamos o que as grandes empresas têm de expertise com métricas de OOH em outros mercados e juntamos com o que temos aqui para criar uma unidade própria. Vários estudos estão em desenvolvimento atualmente para que possamos comprovar os resultados alcançados nas campanhas em OOH”, diz.

A campanha do Robson – Mostrar a força e a penetração do out of home, usando os inventários de todos os associados. Esse foi o principal objetivo da campanha criada por Bruno Brasil e Gastão Moreira, da agência RPTO, para balizar o novo posicionamento da ABOOH. A esse trabalho juntou-se o esforço dos departamentos de Marketing das empresas associadas, que não mediram esforços para colocar a campanha nas ruas usando todo o inventário disponível. Em sua primeira fase, que teve início em 4 de outubro, o personagem Robson começou a fazer parte do dia a dia do público nos mais diversos meios em grandes cidades do País.

unnamed-7“Quem é o Robson?” foi uma pergunta que, nos últimos dias, tomou conta das conversas e gerou comentários de muitas pessoas nas ruas das grandes cidades do País. O Robson, que só tem dois amigos, usou um dos meios de comunicação que mais cresce no Brasil, o out of home (OOH), para relatar atividades de seu cotidiano. O personagem que despontou nos painéis, telas, mobiliário urbano, entre outros, foi criado para chamar a atenção para o meio e preparar o mercado para as novidades anunciadas nesta segunda-feira (17) pela principal entidade do setor.

Ele é um sujeito comum, fazendo coisas rotineiras, postando mensagens sobre seu dia a dia, sem ser diferente de qualquer pessoa que acompanhasse. Assim, o público começou a ver as mensagens do Robson em diversos meios. Ele também passou a ter fanpage no Facebook (@avidadeRobson), além de perfil no Instagram (#avidadeRobson). “Parte do crescimento do OOH está ligada à revalorização da campanha na rua, pois oferece maior presença, frequência e continuidade, além de gerar maior repercussão na população – com isso, as campanhas ficam mais comentadas. Era esse o objetivo que esperávamos atingir com o Robson – e conseguimos”, explica Alvarenga.

unnamed-8A campanha é a primeira totalmente integrada do setor, mostrando a força conjunta do meio, estático+digital, com a valorização da mobilidade, diversidade de ambientes e de mensagens dirigidas. Nos dias 13 e 14 de outubro, o Datafolha foi às ruas para entrevistar pessoas e mensurar a eficácia do meio, dados que serão anunciados no final do mês.

Na segunda fase, veiculada a partir desta terça-feira (18), o público entenderá quem é o Robson e conhecerá a nova marca da ABOOH. No novo anúncio, Robson agradece a exposição e que passou de dois para milhões de amigos. A peça leva a assinatura da entidade e das empresas que divulgaram a campanha. O mote agora é “Quem anuncia em mídia OOH, aparece”.

unnamed-9Sobre a Associação Brasileira de Out of Home (ABOOH) – Entidade que tem como associados as maiores operadoras do setor e como objetivo incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, além de ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio, posicionando-o como uma poderosa ferramenta na construção de marcas de produtos e serviços. A entidade agrega grandes e médios players – nacionais e internacionais – que estão atuando no meio e/ou chegando ao País, com status de associados. Mais informações, no site www.abooh.com.br.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Especial de jazz na Eldorado FM

Rádio Eldorado apresenta série especial sobre jazz

A partir de 20 de outubro, emissora estreia o especial Edição Limitada, com apresentação do músico Lupa Santiago

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Historicamente, o jazz sempre teve espaço de destaque na Rádio Eldorado. A emissora, desde a sua fundação, em 1958, procura levar aos seus ouvintes as novidades ou colocar em sua programação atrações vinculadas ao gênero – uma das poucas emissoras do País a dedicar tanto espaço ao ritmo. Agora, o jazz vira tema de série especial na Eldorado. A partir dia 20 (quinta-feira) estreia o “Edição Limitada”.

Apresentada pelo músico Lupa Santiago, guitarrista de jazz e membro da diretoria do IASJ (International Association of Schools of Jazz), a série será composta de nove capítulos semanais sobre obras-primas fundamentais na história do jazz. A cada semana, um novo álbum será revisitado a partir de comentários e informações sobre a concepção estética e os autores e instrumentistas envolvidos.

“A proposta é compreender porque estes clássicos se tornaram tão essenciais, tendo como baliza o contexto histórico, as inovações de linguagem e, também, a recepção popular”, explica o músico. Fugindo de qualquer lastro acadêmico ou discurso empolado, ele mostrará o quanto estes temas são envolventes, comunicativos e referendam verdadeiros gênios do jazz.

Além do programa “cheio” com meia hora de duração, veiculado todas as quartas-feiras, às 20h, o ouvinte também terá drops espalhados diariamente na programação antecedendo a atração central. O último capítulo entre os nove, programado para 21 de dezembro, aproveitará o clima natalino para destacar um importante álbum vinculado a data festiva: “A Swingin’ Christmas”, de Tony Bennett & The Count Basie Big Band.

A seguir, os discos selecionados para a série:

Álbum: Know What I Mean?
Artistas: Cannonbal Adderley/Bill Evans
Ano: 1961
Sinopse: Um álbum para “levantar todos do sofá”. Adderley/Evans, ambos recém saídos do grupo de Miles Davis, gravam esta obra prima.

Álbum: The Bridge
Artista: Sonny Rollins
Ano: 1962
Sinopse: Disco mais famoso de Sonny Rollins, marco na história na substituição do piano pela guitarra em seu quarteto.

Álbum: Time Out
Artista: Dave Brubeck
Ano: 1959
Sinopse: Entre os álbuns mais vendidos na história do Jazz, com vários hits, marca a renovação nas métricas ímpares na música popular.

Álbum: John Coltrane & Johnny Hartman
Ártistas: John Coltrane e Johnny Hartman
Ano: 1963
Sinopse: O mais lindo álbum de baladas, o cantor de voz mais grave na história, ao lado de Coltrane, mostrando todo seu lirismo.

Álbum: Sidewinder
Artista: Lee Morgan
Ano: 1963
Sinopse: Sucesso de vendas, álbum mais conhecido de Lee Morgan, marcou a história do jazz pela música título, com um groove de soul jazz/boogaloo que recolocou o jazz nas rádios.

Álbum: Round About Midnight
Artista: Miles Davis
Ano: 1957
Sinopse: Lindíssimo disco do trompetista Miles Davis tocando clássicos com seu quinteto. Trabalho marca sua entrada na Columbia Records.

Álbum: My Song
Artista: Keith Jarrett
Ano: 1978
Sinopse: Álbum que define a mistura do jazz europeu e norte-americano com composições de tirar o fôlego.

Álbum: Heavy Weather
Artista: Weather Report
Ano: 1977
Sinopse: Álbum mais importante deste grupo que foi um dos maiores responsáveis pela entrada de instrumentos elétricos e eletrônicos no jazz (baixo elétrico, teclados, sintetizadores).

Toda a programação da emissora pode ser ouvida pelo Território Eldorado (www.territorioeldorado.com.br) e pela fanpage da emissora (www.facebook.com/radioeldorado), que disponibiliza player ao vivo.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Coluna “Discutindo a relação…”

O desafio de ensinar e aprender

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Minha coluna acabou por cair no Dia dos Professores este mês. E resolvi escrever sobre ensinar propaganda ou, mais amplamente, ensinar comunicação. Vamos lá!

Começo lembrando de uma frase que ouvi em um curso rápido que fiz e que foi ministrado por um grande amigo e companheiro de profissões (professor e publicitário), José Maria da Silva Jr.: “Era fácil dar aula de propaganda até há algum tempo…”

Realmente era mais fácil, embora lecionar qualquer coisa nunca seja tarefa simples e fácil. A propaganda, entretanto, permaneceu presa a um modelo de funcionamento por muito tempo. Embora sempre tenha sido uma atividade dinâmica e meio sem rotina, a propaganda vinha repetindo fórmulas e receitas por décadas.

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As funções em torno das principais áreas – atendimento, planejamento, criação, produção e mídia – permaneciam quase imutáveis, embora algumas tenham aumentado de importância entre os anos 1980 e 1990, caso do planejamento e da mídia. Mas era tudo mais previsível e relativamente lento.

A partir do início dos anos 2000 a tecnologia acelerou tudo. A internet e os meios digitais vieram com tudo e alteraram tudo. Ou quase tudo. O mercado passou a ter dificuldade de apreender o que ocorria e tentar prever e/ou antecipar cenários. De lá para cá já lá se vão quase duas décadas. E as mudanças continuam em ritmo acelerado.

A academia (faculdades e universidades) colaborava com pesquisas, estudos e teorias sobre tudo que vinha ocorrendo.Tentava se manter no olho do furacão e ao mesmo tempo analisar e pensar. Tentava conceituar. Teve bons resultados, mas não foi e nem está sendo tarefa fácil. As mudanças são tantas que tenho dito que quem diz saber o que vai rolar daqui a cinco anos está claramente mentindo.

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Desde então ensinar a tal da propaganda ficou mais complexo. Foi preciso esforço para aprender rapidamente o novo contexto. Para tentar entender de tecnologia. Tivemos que penetrar no universo digital para entendê-lo na prática. Tivemos que buscar novos autores, novas bibliografias, novos cursos e novos professores. Sim, gente nova para ensinar coisas novas.

O aluno também mudou muito. Ele é mais ansioso, menos paciente e apressado. Também quer as coisas mais “mastigadas” e nem sempre está disposto a absorver informação de forma linear e progressiva. Ele checa, no mesmo instante, o que você fala em sala de aula no Google via smartphone. Ele tem a atenção mais fragmentada e dispersa.

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Tenho dito que tudo isso deixou maior o desafio de ensinar. E também deixou mais interessante. É preciso aprender e ensinar quase que simultaneamente. É preciso entender que aquele professor dono absoluto do conhecimento e da verdade sobre propaganda não existe e nem existirá mais.

Também tenho dito que não sei o que estarei ensinando daqui a cinco anos. Só sei que estarei ensinando comunicação. Seja lá como ela estiver até lá. E isso é que é bacana. Isso é que deixa tudo mais legal e desafiador.

Viva os professores de propaganda e comunicação. Feliz dia, meus amigos de profissão!!!