Jornalista descomplica a economia no Instagram

Jornalista do Vale do Paraíba ensina economia no Instagram

Aproveitando o período de quarentena, o jornalista Gabu Camacho de São José dos Campos ensina finanças pessoais de graça nas redes sociais

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) fez as pessoas pararem na chamada quarentena, em que muitos estão ficando em casa e realizando suas atividades por meio do computador. Trabalho, escolas e universidades tem adotado cada vez mais os métodos de ensino à distância, que motivam as pessoas a consumirem mais conteúdo na internet.

Com base nisso, o jornalista Gabu Camacho, de São José dos Campos, também usou das ferramentas online para repassar seus conhecimentos em economia e finanças pessoais, mas com uma diferença: DE FORMA TRADUZIDA.

Tudo começou na faculdade, quando Gabu, ainda estudando Jornalismo, se interessava pelas pautas de economia e explicava conceitos complicados aos amigos de forma mais simples e com muito humor. “As pessoas assistiam ao noticiário e não sabiam sequer o que significava a queda da taxa Selic, por exemplo”, conta Gabu. Foi então, que em dezembro do ano passado criou o Jornalista Econômico (@jornalistaeconomico no Instagram), uma conta para desmistificar o “economês” e fazer com que as pessoas entendessem de fato o que estava sendo dito nas notícias.

A conta tem alcançado cada vez mais pessoas e atingiu a marca de 400 seguidores em menos de dois meses. Além de explicar os conceitos, Gabu agora comenta as principais notícias do dia com as pessoas que acompanham a conta. “Eu quero que as pessoas entendam o que acontece de fato no país e saibam que falar sobre dinheiro é necessário, não é um tabu”, completa.

Durante a quarentena, Gabu, agora chamado de Jornalista Econômico pelas pessoas que o seguem, preparou um intensivão de conteúdos gratuitos que são divulgados duas vezes ao dia no Instagram e no seu site, apelidado de #QuarentenaFinanceira. A ideia é que as pessoas aproveitem o tempo em casa e reflitam sobre como podem melhorar sua relação com a economia e com suas finanças pessoais e familiares.

Jornalista Econômico

Instagram: @jornalistaeconomico (https://instagram.com/jornalistaeconomico)

Facebook: Jornalista Econômico (https://facebook.com/jornalistaeconomico)

Blog: www.jornalistaeconomico.com

Fonte: Helpis

Covid-19, influenciadores e e-commerce

Os influenciadores digitais e os desafios do e-commerce em tempos de isolamento social

por Thiago Cavalcante *

A cada decisão anunciada pelas autoridades como forma de combater a pandemia do COVID-19 cresce a importância do e-commerce no cenário nacional. Com a restrição aos shoppings e o fechamento das lojas de rua este canal começa a despontar como destino natural para suprir as necessidades cotidianas.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Neste sentido, certamente num primeiro momento haverá um aumento do número de consumidores que serão praticamente obrigados a optar pelas compras on-line à medida que evitam locais públicos. Por outro lado, também pode ser uma fonte de preocupação a existência de problemas na cadeia de suprimentos como a escassez de produtos ou dificuldades de logística.

Seja como for, a verdade é que o país está entrando num momento no qual a empatia, a sensibilidade e a solidariedade serão muito valorizadas. Presas em suas casas, as pessoas desejarão ouvir vozes conhecidas, ver pessoas amadas e buscar informações de alguém em quem possam confiar.

As marcas mais atentas a este sentimento poderão corresponder às expectativas de seus clientes com soluções que agreguem inteligência artificial a influenciadores digitais. Nelas a tecnologia teria a função de evitar a superexposição e a sensação de que alguém está querendo tirar vantagem de um momento tão difícil para o país. Para isso, seria necessária a inserção do influenciador apenas no momento certo e com a mensagem corretamente adaptada a cada situação.

Mandar vídeos com algum famoso sugerindo algum produto para um mailing geral seria um suicídio de imagem tanto para a marca como para o famoso. Então a Inteligência artificial entra fazendo sua mágica de entender o comportamento do consumidor por meio de sua navegação nos e-commerces e detectar o momento e a forma de fazer com que a participação do influenciador seja recebida como uma ajuda bem vinda na hora certa e não como uma exploração comercial insensível.

Mas como se faz isso?

É possível, por exemplo, detectar que alguém se interessou por um produto no site, avançou no processo para sua compra, mas quando chegou na parte do pagamento, achou o preço muito alto e desistiu, deixando o carrinho virtual abandonado.

Imagem de rottonara por Pixabay

Então, somente as pessoas que passaram por todo este ciclo seriam abordadas em seus canais de comunicação (redes sociais ou próximas visitas ao e-commerce) com vídeos de influenciadores digitais relembrando seu interesse por aquele produto e oferecendo insumos para que a compra seja executada.

Estes insumos podem ser desde informações sobre os benefícios do produto, depoimentos sobre seus efeitos até descontos no preço, oferta de condições de pagamentos diferenciadas em relação à exposta a todos no site e isenção de cobrança de frete, por exemplo.

Uma pesquisa recente do Ibope Inteligência mostrou que 52% dos internautas brasileiros seguem influenciadores digitais em redes sociais. O estudo diz ainda que 50% dos que responderam confessaram que se sentem influenciados em relação aos produtos e serviços que essas personalidades indicam nas plataformas.

A distância das famílias e amigos durante o período de isolamento social tem um potencial de fazer com que este poder de influência cresça muito nas próximas semanas. Que ele seja usado na hora certa, da melhor forma possível e com a máxima empatia, sensibilidade e a solidariedade.

* Thiago Cavalcante é diretor e sócio-fundador da Inflr, startup especializada em ações com influenciadores digitais que consegue atingir 100% dos seguidores, multisegmentar e direcionar as entregas dentro da audiência de cada influenciador.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Rachel Cardoso

Coluna “Discutindo a relação…”

Humanizar marcas: como fazer?

Uma das coisas que mais se discute em termos de marketing e comunicação atualmente é a questão da humanização das marcas. Em temos de mídias sociais e muita tecnologia digital, as pessoas querem dialogar com as marcas como se elas fossem pessoas, quebrando barreiras corporativas/institucionais.

O fato é que entender que os consumidores como pessoas é passo fundamental no chamado marketing centrado no ser humano, da mesma maneira que entender e expor o lado humano das marcas igualmente é.

O autor do livro Leaders without Titles (Líderes sem cargos), Stephen Sampsnon identificou seis atributos humanos responsáveis por cativar as demais pessoas, mesmo que não tenham autoridade sobre elas. Poderíamos afirmar que estes seis atributos meio que definem o tipo de ser humano completo capaz de servir como modelo.

Já Kotler, em seu Marketing 4.0, afirma que marcas que desejam sucesso em sua humanização e, por consequência, ampliar sua influência sobre seus públicos, devem buscar construir estes seis atributos.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Os atributos humanos definidos por Sampson são: fisicalidade, intelectualidade, sociabilidade, emocionalidade, personalidade e moralidade. Vamos ver como elas podem ser aplicadas às marcas:

Fisicalidade – está relacionado a capacidade de ser atraente. Nas marcas devem possuir atrativos físicos: boas identidades visuais, bom design de produto e de embalagem, boa arquitetura e decoração dos pontos de venda físico, anúncios e comerciais bem feitos e com estética apurada.

Intelectualidade – marcas com perfil inovador, capazes de entregar soluções para dores dos consumidores e propor produtos e serviços que outras marcas ainda sequer haviam imaginado.

Sociabilidade – marcas abertas a dialogar, a ouvir seus consumidores, a engajá-los com relacionamentos regulares em múltiplas mídias/canais. São marcas amigáveis e solícitas.

Emocionabilidade – marcas que trabalham as emoções, que buscam ser inspiradoras, bem humoradas, que apoiam seus consumidores em relação às dificuldades emocionais.

Personalidade – as marcas com personalidade forte têm clara noção do que representam para seus públicos. Sabem sua razão de ser, seu propósito. E trabalham isso em sua comunicação. Marcas com personalidade exalam autoconfiança e automotivação, mas não têm receio de expor suas fragilidades, seus possíveis erros.

Moralidade – as marcas que tem a coragem de fazer a coisa certa. São movidas por valores. Para estas marcas, o princípio ético norteia os negócios.

As marcas cada vez mais buscam adquirir qualidades humanas para ter mais consumidores na era do Marketing centrado no ser humano. Entender e tentar aplicar/construir estes seis atributos pode ser um ótimo rumo para chegar lá.

Vaga para atuar em digital

Assistente de Marketing Digital

A vaga é para São José dos Campos

Imagem de William Iven por Pixabay

Atividades a Serem desenvolvidas:

Editar vídeo, ocasionalmente filmar (filmagens básicas).
Elaborar, criar e editar imagens digitais.
Publicar e acompanhar desempenho nas redes sociais.
Elaborar títulos de vídeos.
Contribuir no suporte aos seguidores e alunos.
Elaborar páginas (landing page).
Utilizar ferramenta de disparo de e-mails.
Publicar conteúdo no Youtube, Instagram, etc.

Perfil desejado:

Curso Técnico ou Profissionalizante em Marketing;
Experiência comprovada na área de Marketing Digital, com apresentação de Portfólio.
Domínio de softwares para edição de vídeos.
Domínio de softwares de design gráfico para imagens.
Conhecimentos avançados de internet.
Pacote Office (intermediário).
Domínio de postagens no Facebook, Instagram e Youtube.
Educação: Ensino Técnico / Completo

Carga Horaria de Trabalho: 44 Horas/Sem

Salário: R$ 1300
Beneficios: Vale Transporte

Candidate-se a vaga por aqui