Dança das cadeiras

Agosto não acaba. E o agito do mercado também não!

O mercado segue agitado no mês de agosto. Acompanha aqui um pouco das movimentações de profissionais e estagiários pelo mercado de comunicação e marketing do Vale do Paraíba.

Maria Vitória Gonçales acaba de assumir o posto de Social media no GAPC. Ela já havia atuado como estagiária de relações públicas na Central de Comunicação da Unitau – Universidade de Taubaté.

Caio Fernandes Calheiros é o novo estagiário de marketing na Gmídia Marketing. Caio estava estagiando na ACI – Agência de Comunicação Integrada – do Departamento de Comunicação Social da Unitau.

Shayene Charleaux Carvalho pelo novo cargo de Assistente de atendimento na Molotov Propaganda|Branding. Ela coleciona passagens pela Nestlê e pela Câmara de Vereadores de Taubaté como Assessora Parlamentar.

Otávio Gebin pelo novo cargo de Assistente de redação na Arriba! Marketing. O Otávio já atuou como estagiário na assessoria de imprensa da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

 

Vaga de estágio em comunicação

CIEE busca estagiário

Confira na arte abaixo a vaga aberta pelo CIEE – Centro Integração Empresa Escola. Ela está aberta tanto para cursos técnicos como para cursos superiores de Publicidade e Propaganda, Marketing e que tenham conhecimento de redes sociais.

Níveis de engajamento

A Pirâmide de Engajamento

por Josué Brazil

Uma das coisas ou objetivos mais importantes que podemos perseguir para a atuação das marcas nas redes sociais é o engajamento.

Basicamente, “engajar” quer dizer participar de forma voluntária de algo. No caso específico das redes sociais, que acabaram por popularizar o termo, é também uma forma de entender o modo como o público interage com as marcas.

O engajamento tem como objetivo gerar um maior relacionamento com os clientes dentro do ambiente digital – e por consequência além dele –  e ainda pode aumentar o faturamento das marcas/empresas.

Quando pensamos em obter ou melhorar o engajamento com nosso público algo que pode ser bastante útil é o conceito de Pirâmide de Engajamento proposto por Charlene Li em seu livro Fenômenos Sociais nos Negócios. Vejamos:

1° Wathing – usuários que apenas observam. Olham tudo mas não postam;

2° Sharing – aqueles que compartilham informações. Dificilmente produzem conteúdo próprio;

3° Commenting – usuários que avaliam e fazem comentários e críticas. Já tem perfil mais colaborativo;

4° Producing – aqueles que criam e produzem conteúdo em texto, vídeo e áudio para seus próprios ambientes;

5° Curating – são os curadores, usuários extremamente engajados que usam parte de seu tempo para gerir comunidade ou fórum. São o topo da pirâmide.

Para cada tipo ou nível de engajamento podemos traçar estratégias e conteúdos adequados para obter e ampliar engajamento em perfis de redes sociais.

É melhor divulgar a marca

Estrategicamente é melhor divulgar uma marca do que centenas de produtos, diz especialista

Na era da informação, é necessário escolher o melhor canal e as ferramentas adequadas para divulgar os produtos e serviços do seu negócio.

Foto: divulgação

Você já ouviu falar na expressão “zapear”? O termo significa ficar trocando de canal constantemente, ou seja, mudar de forma rápida e repentinamente o canal de televisão ou a frequência de rádio, até encontrar algo interessante para assistir ou ouvir. Hoje em dia, a expressão ganhou as redes sociais, onde os usuários passam o feed de publicações até encontrar algo que gostem e que chamem a sua atenção.

Na era da informação, as pequenas e grandes empresas precisam otimizar o tempo para conseguir alcançar os potenciais consumidores de seus produtos e serviços. E isso não é uma tarefa fácil. O empresário e consultor em gestão de marcas, Maka Werner, explica que, estrategicamente os resultados são muito mais satisfatórios quando as empresas se voltam a divulgar a sua marca, e não, centenas de produtos. “Além do valor investido ser menor, após a fidelização de um consumidor por determinada empresa, todos os produtos acabam virando sinônimo de qualidade. Em vez de divulgar mil produtos, divulgamos apenas uma única marca”, diz.

Para isso se tornar realidade, a estratégia precisa ser pensada com muito cuidado. A escolha das melhores ferramentas e canais para divulgar uma marca, deve ser escolhida após uma série de análises, verificando tanto a estrutura interna da empresa, a capacidade de gerar conteúdo, e, também a mídia mais conveniente ao seu publico e ao tipo de conteúdo do negócio. “Muitas empresas acreditam que precisam estar em todas as plataformas, acho que isso dificulta o trabalho e acaba tomando um tempo desnecessário, onde este tipo de esforço poderia gerar um conteúdo mais adequado e profundo em outro canal”, explica Werner.

Para conquistar a atenção do público, as marcas precisam remodelar o seu modelo de propaganda. Para isso, torna-se necessário entender que os consumidores não são todos iguais. Diante disso, o Branded Content está cada vez mais em alta no mercado. “Ainda assim, as empresas precisam entender que o termo não é a nova propaganda, mas sim, uma poderosa ferramenta para auxiliar neste mix de marketing. A propaganda se reinventou muito nos últimos anos e vem se atualizando mais e mais a cada dia, disseram que ela morreu, quando na verdade ela se atualizou e ganhou novas ferramentas que vieram para somar”, comenta.

O consultor ainda destaca que o Branded Content possui uma força especial para trabalhar a relação entre os consumidores e as marcas, já que quanto mais investimentos em conteúdo, menos é necessário investir em divulgação de produtos, porém, ainda sim as empresas precisam divulgar os produtos.

Para elaborar uma estratégia para divulgar a sua marca no mercado, o especialista explica que a parte principal é ter propósito. “Não se pode mais vender apenas um produto, isso todo mundo vende. O mesmo produto que você vende, está em todas as esquinas, isso eu garanto. O que precisamos é saber vender a nossa essência, a nossa imagem. Isso precisa ser verdadeiro, ter propósito e ser real, não pode ser uma mentira. Uma padaria vende pãozinho, assim como todas as outras, mas o que te leva a ir em determinada padaria comprar aquele pãozinho? Não pode ser o pão, pois se trocarmos o paradeiro podemos fechar a padaria, certo? Precisa ser algo a mais, algo único, algo que transmita uma experiência verdadeira para seus consumidores e que tenha um propósito maior do que somente vender pãozinho”, conta Werner.

Para alcançar o sucesso e firmar o nome no mercado, as empresas precisam se comunicar mais com seus consumidores, pensarem mais em experiências do que em produtos. Isso pode ser difícil e doloroso no começo, mas, o resultado a longo prazo é mais assertivo. “As marcas precisam começar a plantar essa ”raiz” da experiência e do conteúdo de marca com propósito e posicionamento sempre alinhado ao DNA da empresa, e, desde o início, fazer um trabalho mais próximo aos consumidores que possuem a mesma essência”, revela Maka.

Para finalizar, a dica do especialista é investir na sua marca. “Ela é o bem ativo mais valioso que uma empresa possui, depois dos seus colaboradores, é claro”, conclui.

Fonte: Presse Comunicação Empresarial – Bruna Gabriela Ziekuhr