2ª Jornada do Marketing nas Redes Sociais

ACIT realiza 2ª Jornada do Marketing nas Redes Sociais

Na próxima semana, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté realiza a 2ª Jornada do Marketing nas Redes Sociais, com a realização do curso “Aprenda Facebook na Prática”.

O evento, que será realizado online e transmitido pela plataforma do Google Meet, tem como objetivo orientar os empresários, micro empreendedores e colaboradores da área comercial e marketing ou pessoas interessadas no assunto a utilizarem da melhor maneira as ferramentas da rede social para promover sua marca, criar relacionamentos e, consequentemente, gerar vendas.

O curso será ministrado por Debora Salles e Beto Rezende e traz em seu Conteúdo Programático tópicos como: Porque o Facebook vale a pena: Como aproveitar a força das redes sociais para vender mais ferramentas gratuitas e poderosas para o seu negócio; Posicionando sua marca: Branding para redes sociais, Guide de marca, Construindo sua reputação; Conhecendo sua Audiência: Explorando o Audience Insights, Mão na massa – Mapa de Persona, Jornada do cliente; Fazendo Acontecer: Planejamento de mídia, Ferramentas para facilitar seu dia, Mão na massa – Cronograma; Criação de conteúdo: Gerador de Ideias, Formatos, Hierarquia, Raio-x do Post, Copy, Melhores App, Mão na massa – CANVA; Pequenos ajustes, grandes resultados: Configurando botões, Atualização de informações, Automação do Messenger, WhatsApp Business e Facebook; e Anúncios.

Serão 6h de aula, divididas em três dias. A 2ª Jornada do Marketing acontece dias 22, 23 e 24 de março, das 19h30 às 21h30, e é aberto a todos os interessados, porém as vagas são limitadas. Associados tem desconto e facilidades no pagamento. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (12) 2125-8210/8211 e whatsapp (12) 99189-7964. Cada inscrito receberá o link de acesso após confirmar a participação. Maiores informações também podem ser obtidas por esses meios.

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté trabalha com o objetivo de atender e auxiliar as empresas da cidade para que se desenvolvam e, assim, possam oferecer os serviços com alto nível de qualidade aos seus consumidores.

Sobre os Ministrantes:

Débora Salles é uma profissional com mais de doze anos de experiência no mercado de moda e marketing, atuando no desenvolvimento e direcionamento de produtos. Pós-graduada em Marketing, Comunicação e Vendas, analista em marketing digital com Nanodegree em Digital Marketing e Adwords e Certificada pelo Google em Ads, Google My Business e Analytics. Atualmente é sócia-diretora de digital e performance na Box28 Marketing.

Beto Rezende é diretor de arte de formação. Em 10 anos, passou pelas principais agências de São Paulo, como Ogilvy, Almap BBDO, JWT, Grey Brasil, entre outras. Trabalhou para clientes como Ford, GM, Volkswagen, Fiat, Coca-Cola, Santander, Trident, Instituto Ayrton Senna, Mercedes Caminhões, Leader Magazine, Multiplan, EDP Energia, Tylenol, Citibank, Nestlé, Net e Claro. No Vale, foi sócio fundador da BR 012 Propaganda em Taubaté e trabalhou com marcas como Muralis Tecnologia, Supermercados, Taubaté Veículos, Padaria do Jarbas, Laticínios Cooper, IOV e Valecap Pneus e Truck Center. Atualmente é sócio-diretor de criação e mídia da Box28 Marketing.

Fonte: Assessoria de Imprensa ACIT – Bruna Abifadel

Dança das cadeiras

Mais uma em março

O mês de março está se mostrando muito bom para o mercado de comunicação e marketing. Muita gente trocando de posto/empresa ou chegando ao mercado como estagiário ou recém contratado.

Trouxemos mais algumas das movimentações de nosso mercado. Confira!

Matheus Firme chega para compor o time da Imagem – Soluções de Inteligência Geográfica na função de Communication Intership.

Ingrid Garcez Cavalca, ainda aluna de Jornalismo da Comunicação Social Unitau, é a nova Conteudista na Hubify – Marketing Digital de Performance.

A jovem e recém formada publicitária Gabriela Heloise chegou na Wou Marketing onde acaba de assumir o novo cargo de Planner.

Mariane Nascimento Narciso é a nova Product Manager da Focusnetworks – OnLife Marketing Transformation.

Marketing de cortes: conheça a principal tendência da comunicação para 2021

*por Cezar Augusto de Lima Choptian

Dois movimentos vêm se destacando em 2021 e merecem a atenção de quem está buscando ganhar mais espaço e visibilidade: os podcasts e os canais de corte. Já não é de hoje que falamos sobre a tendência crescente dos conteúdos em formato podcast. O Spotify surfa em um espaço negligenciado pelo Youtube, com três pilares principais: mais leve que vídeo, permite fazer outras atividades durante o consumo e é muito mais fácil para o produtor de conteúdo. Mas e esse tal “canal de corte”, o que é?

Cezar Lima

Os canais de cortes publicam trechos de materiais maiores, atraindo pessoas com vídeos de poucos minutos, conquistando a atenção e promovendo o conteúdo principal. Mais do que um novo formato de vídeo, ele se tornou uma estratégia de marketing e de monetização para criadores de conteúdo. Porém, antes de falarmos sobre essa mega tendência, vamos contextualizar como chegamos até aqui.

Tamanho dos Conteúdos

Uma crença quase indiscutível num passado recente era que os conteúdos deveriam ser curtos, já que ninguém despende de longos períodos livres, e isso faria com que a taxa de visualização fosse baixa, prejudicando o desempenho junto aos algoritmos. Outra característica que reforçava o tempo reduzido era o limite que as próprias redes impunham, como o Instagram, que limitava o feed em apenas 1 minuto e o IGTV em no máximo 15 (para contas normais).

Nessa mesma linha, uma das referências em conteúdo para o Youtube desde os primórdios, Rafinha Bastos, criou um canal chamado 8 minutos, em que fazia entrevistas rápidas de, no máximo (como o próprio nome do canal já diz) 8 minutos. Em 2021, o humorista se alinhou à tendência dos conteúdos longos, que passaram a ter mais destaque, chegando muitas vezes a mais de duas horas de duração (uma mudança bastante relevante em relação às convicções do passado).

Nugget Vídeo

Dentro da linha dos “lançamentos” e do marketing de afiliados, surgiu a denominação “Nugget Vídeo”, que se refere a trechos menores de um conteúdo maior. Por exemplo, neste segmento, as lives e palestras são algo comum para atrair a atenção de novos seguidores/clientes em potencial, no entanto, nem todas as pessoas estão dispostas a dedicar logo de cara horas do seu tempo para assistir uma live ou uma longa palestra. Pensando nisso, e em se adaptar às limitações de tempo de cada plataforma, assim como ter uma frequência mais intensa de postagens, os conteúdos longos começaram a ser desmembrados em pequenos cortes, com um trecho, tema ou dica relevante. Dessa forma, o interlocutor tinha a chance de capturar a atenção do seu público em potencial em apenas alguns minutos, não mais em horas.

Canais de Cortes

Foi a partir destas mesmas deduções, adquiridas a partir do comportamento dos usuários, que criadores de conteúdo começaram a separar os “melhores momentos” de seus episódios (seja de podcast ou vídeo) em pequenos cortes para chamar a atenção de novos usuários de forma mais eficiente. O passo seguinte desse movimento foi criar um canal diferente do original apenas para o compartilhamento dos cortes. Entre outros motivos, a criação de um novo canal está relacionada ao aumento da exposição do conteúdo e à monetização destes vídeos dentro da plataforma.

Video on mobile screen, video sharing and marketing

O canal Inteligência Limitada, do humorista Rogério Vilela, inovou no segmento dos cortes, criando um “corte exclusivo”, um conteúdo captado juntamente ao podcast longo, porém que não vai ao ar nas demais mídias, nem faz parte do conteúdo original, indo apenas para o canal de cortes. Com isso, os usuários passaram a ter que seguir ambos os canais para assistir todo o conteúdo original.

Tendência

Apesar de ser uma tendência ainda pouco difundida, se comparada aos podcasts, os canais de corte vieram para ficar e já mostram resultados expressivos para quem vem testando a estratégia. Assim como outras novidades do segmento, é importante lembrar que a chance de ganhar visibilidade em novos formatos é sempre maior no início, devido à falta de concorrência. Sabendo disso, o que você me diz: vai testar ou vai deixar essa tendência passar?

* Cezar Augusto de Lima Choptian é sócio fundador da agência de marketing digital Stardust (https://stardust.digital)

Deu match! Startup conecta empresas a prestadores de serviços digitais e movimenta R$ 5 milhões em dois anos

Plataforma da Clint funciona como “Tinder do marketing digital” e garante super matches de negócios

O mundo já é digital, e a pandemia da Covid-19 potencializou e impulsionou ainda mais este mercado. De acordo com a CMO Survey publicada em junho de 2020, os profissionais de marketing nos Estados Unidos relataram 85% mais abertura para introduzir ofertas digitais aos clientes durante a pandemia. Outro dado presente na pesquisa é que os orçamentos de marketing não caíram na mesma proporção que outros setores da organização, atingindo uma média de 12,6% do orçamento e 11,4% da receita da empresa.

Em meio a novas oportunidades no universo digital e o contexto global de isolamento social, a Clint reforça sua presença no mercado em busca da organização do caos digital em três frentes: educação do mercado, aceleração de vendas e a criação da plataforma que conecta prestadores de serviços digitais a empresas.

André Bernet, CEO da Clint

Fundada em 2011 como agência especializada em geração de sites, posteriormente a Clint migrou para o inbound marketing e outros serviços de transformação digital. Em 2018, passou a ser um marketplace com uma plataforma que direciona as necessidades das empresas clientes para prestadores de serviços digitais qualificados — de freelancers a agências. Em 2018 e 2019, a Clint movimentou aproximadamente R$ 5 milhões em negócios fechados na plataforma e em 2021, prevê movimentação de até R$ 15 milhões. Estes valores são consequência de mais de 1.500 prestadores de serviços cadastrados e 100 mil usuários presentes no ecossistema Clint e que confiam na solução prestada pela empresa.

A tecnologia do “match” da Clint utiliza inteligência artificial para identificar o perfil e as necessidades das empresas que acessam a plataforma e cruza essas informações com seu banco de dados, onde estão informações dos prestadores de serviço. O resultado final aponta três prestadores de serviços digitais que a empresa pode escolher contratar. Desta forma, de um lado a tecnologia permite acelerar os processos de venda dos prestadores de serviço e em outro, que empresas encontrem tais prestadores de forma mais satisfatória.

Para ter um “super match”, com eficiência garantida, a Clint exige que os prestadores tenham registro de, pelo menos, três meses de serviços realizados para cada segmento em que se consideram especialistas. No caso de empresas recém cadastradas na plataforma, basta inserir registros de serviços feitos sem intermédio da Clint.

A mudança de atuação para marketplace ocorreu em 2018 a partir de uma análise estratégica das necessidades do setor e capacidades da Clint. “Após atender clientes como Lenovo, Carmen Steffens e Vtex, ficou claro pra gente que o nosso objetivo era ir além e passamos a ensinar outros prestadores de serviços digitais a melhorar a sua forma de atuar. Logo na sequência, começamos a fazer as conexões entre empresas que precisam melhorar marketing e vendas, com soluções que as ajudem a atingir os seus objetivos, mais um grande passo foi dado. Os resultados estão aparecendo e a nossa vontade de impactar o maior número de empresas e pessoas cresce a cada dia”, aponta o CEO da Clint, André Bernert .

O terceiro passo que a Clint realizou, foi criar um ambiente, a plataforma, para que esses prestadores de serviço pudessem acelerar as suas vendas através de uma série de funcionalidades. Os prestadores de serviço podem prospectar clientes, enviar propostas e receber pagamentos através de cartão ou boleto, além de poder realizar ligações através de telefonia digital nativa e enviar emails.

A solução ainda possibilita que o vendedor lide com diversas cadências de ações comerciais, conforme o segmento da empresa e complexidade de seu processo de vendas. “O que também é interessante em nossa plataforma, é que este processo de vendas não é exclusivo para os leads que vem da nossa solução e sim de qualquer negócio que o prestador de serviço queira incluir”, afirma Bernet.

A facilidade e a rapidez nos processos da plataforma, são trunfos que atraem clientes de perfis diferentes, desde agências, consultorias, prestadores de serviços autônomos e empresas de grande porte. Nesta última categoria, a Clint já atendeu empresas como Minister, TOTVS, Boxnet, Weduka e Pessoalize.

É por isso que “ao analisar mais de 4.000 projetos abertos na nossa plataforma, ficou ainda mais claro que o mercado precisa de soluções como a Clint, para que empresas consigam contratar serviços complexos que as ajudem a melhorar marketing e vendas. Hoje, para pedir comida você usa o iFood, para se deslocar, o Uber, para comprar um livro, a Amazon e para encontrar um bom prestador de serviço digital? As empresas pedem indicações, pesquisam no Google e depois, não possuem um canal para reportar se a sua experiência com aquele parceiro foi boa ou ruim. Trabalhamos para promover conexões de sucesso que ajudem o mercado a crescer”, complementa Bernert.

A plataforma, que estava em uso apenas para clientes já cadastrados, está aberta ao mercado desde fevereiro de 2021, com isso, a Clint espera impulsionar as conexões entre prestadores de serviços digitais e empresas, movimentando de R$ 10 a R$ 15 milhões. Para 2022, a previsão é de até R$ 50 milhões de reais em movimentações dentro da plataforma.

Fonte: Dialetto – Aline Ramalho