Vaga para social media/designer jr

XCOMDesign abre vaga

Agência situada em SJCampos abre vaga para contratação de um social media com habilidades de design.

O profissional precisa ser graduado em comunicação e ter experiência na área.

Principais funções:

-Criação de conceitos criativos e cronograma de campanhas
-Redação e design de posts
-Postagens, agendamento e gerenciamento de anúncios

Pré-requisitos básicos:

-Plataforma Apple
-Domínio do Pacote Adobe
-Criatividade

Diferenciais:

-webdesign/ wordpress

Mande um e-mail com cv e portfólio para contato@xcomdesign.com.br

Final de ano e o mercado de comunicação

Mercado discute influência do fim de ano no faturamento

Tradicionalmente se anuncia mais nos últimos dois meses do ano em função da chegada do Natal, a maior data promocional do calendário. Por conta disso, essa sempre foi uma época de mais trabalho e mais faturamento para as agências de propaganda/comunicação.

O Publicitando ficou curioso para saber se, com todas as mudanças no cenário e no mercado de comunicação mercadológica e com a ainda persistente crise econômica, o final de ano ainda amplia o volume de serviços e o faturamento das agências do Vale do Paraíba.

A expectativa para o Natal é boa. Pesquisa realizada recentemente pelo  CNDL/SPC Brasil aponta que o Natal deve movimentar R$ 53,5 bi na economia brasileira este ano. A mesma pesquisa indica que o consumidor tem intenção de comprar entre quatro e cinco presentes e que ticket médio ficará na casa de R$ 116 por item. Em comparação com o ano passado, 27% planejam gastar mais.

Também temos nos últimos anos o crescimento da Black Friday, data “importada” do mercado americano e que, apesar de alguns tropeços, vem se consolidando como uma importante data promocional. Segundo levantamento do Ebit o comércio eletrônico deve faturar R$2,43 bilhões durante a Black Friday de 2018,com alta de 15% na comparação com o ano passado.

O efeito Black Friday se faz sentir mais fortemente nas agências com foco em digita, como explica Eduardo Costa, da Resultage: “na Resultage, por ser uma agência digital, a demanda é um pouco diferenciada. A partir de setembro já se nota claramente um aumento no número de solicitações e demandas especificamente para campanhas de Black Friday, para varejos online e/ou tradicionais, além de empresas de software SaaS”.

Eduardo Costa, da Resultage

Há uma percepção de que a festas de fim de ano não impactam tanto assim o faturamento da agência, como explica Roberto Rezende, da BR012:

“Em termos de faturamento para a agência não houve aumento. Mas percebemos uma maior demanda por campanhas e jobs de nossos clientes se comparado ao mesmo período do ano anterior. Talvez a desaceleração da economia, tão sentida por nós ao longo do ano, em meio a um cenário de incertezas e que deverá levar as vendas do varejo a crescer menos no Natal de 2018 (+2,3%) do que no de 2017 (+3,9%), esteja “obrigando” as empresas a se planejarem e se preparem ainda mais para a época do ano que – ainda é – considerada a mais importante do varejo brasileiro se quiserem manter o mesmo patamar de vendas de anos anteriores”.

Roberto Rezende, da BR012

Ele também destaca a ação da Black Friday nos investimentos de final de ano: “Outro ponto que sempre é bom salientar, é o fato de muitos consumidores aguardarem as promoções da Black Friday para comprar os presentes de Natal. Esse movimento vem causando uma retração nas vendas de Natal desde que a Black Friday foi introduzida no calendário varejista”.

Já Thiago Monteiro Luz da Árvore Propaganda e Marketing, faz uma reflexão um pouco diferente:

“O fim de ano aumenta o volume de trabalhos não só pelas campanhas natalinas, mas também para concluir os planos estratégicos para o próximo ano. Sem dúvida é uma época em que todos os prazos se apertam”.

Thiago Luz, da Árvore

Esse raciocínio guarda semelhança com outros aspectos levantados também por Eduardo, da Resultage. Ele afirma que o volume de trabalho aumenta também em função de festas de final de ano, notadamente para o varejo,de campanhas de vestibular, pós-graduação, etc, para universidades e entidades de ensino e também de campanhas de férias de verão e réveillon para os diversos clientes de turismo da Resultage, sobretudo resorts e destinos nacionais e internacionais. Ele destaca: “Ou seja, segundo semestre bem forte, crescendo mais a cada ano”.

 

A primeira Black Friday Omnichannel

A primeira Black Friday Omnichannel

*Por Maurício Trezub

A Black Friday no Brasil nasceu no canal e-commerce. Devido ao grande sucesso da data, nos últimos anos notamos também uma alta na adoção por parte das lojas físicas. Ao contrário dos consumidores, que já são digitais, o varejo brasileiro está muito atrasado na agenda da transformação digital e tem baixa maturidade nos processos OmniChannel. Por todos estes fatores, somados a grande demanda gerada pela BF, acredito que esta será a primeira Black Friday verdadeiramente omnichannel do Brasil. E o risco é grande…

Então, como planejar uma Black Friday que não vai decepcionar esses clientes?

Em primeiro lugar sugiro focar em dois processos omniChannel. O primeiro é dar a opção ao cliente comprar no site e retirar na loja física (Buy Online, Pick up in Store). O chamado Click and Collect possibilita que as pessoas economizem no frete que, por vezes, pode ser o grande vilão das vendas online. Dependo do seu valor, o preço final pode perder o desconto dado.

Essa estratégia pode gerar não somente a venda pelo e-commerce, mas ainda, quando retirar o pedido, o cliente pode se interessar por outros produtos da loja. Ou seja, é uma boa oportunidade de cross sell e up sell. O desafio aqui é o volume de pedidos gerados para separação por parte das lojas físicas, que tradicionalmente não sabem executar bem este processo. O ideal é que nesta data exista uma equipe treinada e dedicada a fazer a separação dessas compras em um lugar facilmente acessível e sem filas, afinal ninguém que já escolheu e pagou por um produto no ecommerce espera pegar fila na loja física para retirá-lo.

O segundo processo é o “Buy in Store, Ship to Home”, ou gôndola infinita, que acontece quando a loja física vende um produto que não tem em estoque utilizando o armazém do e-commerce ou de outra loja e entrega na casa do cliente. Como o cliente se deslocou até a loja física para fazer a compra, ele espera que os produtos que foram anunciados estejam disponíveis, mas sabemos que durante a Black Friday é muito comum que as melhores ofertas acabem se esgotando rapidamente. Para evitar frustrar a expectativa destes clientes e não perder a venda, este processo omnichannel é uma grande sacada. Não esqueça de rever os incentivos aos vendedores das lojas físicas neste processo.

No final das contas, o real desafio dessa Black Friday será atender um consumidor multicanal, esperando que o preço anunciado seja honrado em todas as frentes, que os produtos estejam disponíveis em todos os canais e que os processos funcionem. Do lado do lojista existe todo um planejamento de entregar essa experiência, sem que haja insatisfação por parte dos consumidores, em um dia que o movimento é absurdamente maior do que um dia normal. Vale a pena analisar o caminho não convencional desse processo, os fluxos de exceção como rupturas de estoque, produtos danificados, trocas e devoluções intra-canais, etc.

Talvez o fator mais crítico a ser considerado com relação a multicanalidade é a integraçãperfeita entre os sistemas de gestão da companhia. Enquanto o e-commerce vendia apenas os produtos segregados de um armazem central o desafio de concorrência era muito menor. Para conseguir atender grandes demandas de fluxos omni é muito importante que o ERP esteja 100% integrado com os sistemas de loja.

O omnichannel é ainda muito novo no Brasil e as empresas que implementaram processos nos últimos 12 meses ainda não tiveram a chance de estressá-los durante uma Black Friday. Será preciso muito treinamento e planejamento para conseguir atingir as expectativas dos clientes!

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Natália Baggio

Plataforma em constante desenvolvimento

Kiso fala sobre a MLabs

Rafael Kiso é sócio do Grupo Focusnetworks e nos deu entrevista falando de uma das empresas do grupo, a mLabs. Aliás, mLabs também é o nome do principal produto da empresa.

Acompanhe a seguir o que o Rafael conversou conosco:

Rafael Kiso

1 – A mLabs é uma empresa do grupo Focusnetworks mas também dá nome a uma ferramenta para facilitar a vida de anunciantes no digital, correto? Explique um pouco a ideia da empresa e a ferramenta.

Rafael: A mLabs nasceu incubada dentro da Focusnetworks e reuniu os três pilares no qual temos maior experiência: Tecnologia, Comunicação e Marketing.

A mLabs foi criada em função de um propósito forte, que é fazer a inclusão de pequenos negócios através das redes sociais e ajudá-las a ter sucesso. Esse propósito surgiu em função de um olhar crítico meu ao longo dos últimos anos, onde eu via que as redes sociais eram democráticas, no entanto, somente grandes empresas estavam tendo sucesso, pois tinham dinheiro para acessar ferramentas profissionais e conhecimento, através de agências e/ou consultorias, para obter o sucesso.

Hoje em dia o sucesso é muito baseado em dados para melhor tomada de decisão, mesmo para se fazer um post. Portanto, ao ver que os pequenos negócios não tinha sucesso porque não tinham dinheiro e conhecimento, surgiu o insight de criar uma plataforma acessível, com o melhor custo benefício possível, compatível com as melhores ferramentas internacionais, porém pensada nos pequenos. Ou seja, tinha que ser algo simples, intuitivo e relevante para qualquer negócio.

Assim, nasceu a mLabs em Agosto de 2015, uma plataforma de gestão de redes sociais, que para muitos é uma ferramenta de produtividade, pois gerenciam diversas marcas nas redes, e para outros tantos, uma ferramenta mão na roda, pois auxilia de fato para obter melhores resultados de forma simples.

Através da mLabs é possível agendar e publicar posts, com recomendações de melhores dias, horários e formatos, é possível extrair relatórios completos e se comparar com concorrentes, fazer o atendimento ao cliente através do inbox de Instagram, messenger do Facebook e até mesmo WhatsApp, é possível criar processo de aprovação de posts para não ficar tudo bagunçado por e-mail. Uma das últimas novidades foi o lançamento do relatório de micro influenciador no Instagram, onde os negócios podem descobrir potenciais influenciadores digitais para fazer ações. Tudo isso por R$29,90/mês!

2 – Vocês têm implementado melhorias em MLabs. Como o mercado tem reagido?

Rafael: A cada mês lançamos alguma novidade que melhora o dia a dia de quem gerencia redes sociais. Esses lançamentos são estrategicamente pensados para ajudar os maiores pontos de dores do mercado, por isso, quando lançamos algo, o mercado faz barulho e vira o nosso promotor, pois sentem que estamos escutando e ajudando genuinamente. Nunca aumentamos o preço, apesar dos lançamentos.

3 – Há intenção de desenvolver novas ferramentas para o universo digital?

Rafael: O roadmap da mLabs é grande e temos trabalho até o final de 2020! Lançaremos muitas coisas e estamos ampliando constantemente o nosso time para acelerar as entregas. Não posso revelar o que vem por aí, mas pode ter certeza de que irá ajudar muitas empresas.