Santuário Nacional de Aparecida abre vagas
São quatro diferentes vagas na área de comunicação. Confira tudo nas artes abaixo.
A mídia OOH (Out of Home) é o novo black! Francisco S. Xavier, publicitário conhecido como Chico Preto no mercado, une sua experiência de 40 anos em mídia exterior juntamente com os sócios da MediaPlus, Fernando Sales e Leandro Fujita, e funda a empresa CHICOOH+, para oferecer consultoria e novas soluções de comunicação em mídia OOH e DOOH. Parceira das agências publicitárias, veículos de comunicação e marcas, a CHICOOH+ se destaca com planejamento de mercado e ferramentas de inteligência artificial para otimizar as entregas.

Chico Preto, CEO da CHICOOH+, a primeira consultoria trading desk de OOH e DOOH do Brasil – Crédito: Divulgação
Em alta no país e ocupando a terceira posição em investimentos de mídia, com 10,7%, de acordo com os últimos dados do Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário, a mídia exterior tem conquistado mais atenção de novos e velhos agentes de mercado. Chico Preto destaca as possibilidades de investimento em mídia exterior em todo o Brasil e América Latina e oportunidades de impactar as pessoas através de campanhas criativas planejadas exclusivamente para OOH e DOOH, e atendendo aos principais desafios do setor: os processos de planejamento, inteligência, entrega e pós-venda consolidados. “O desenvolvimento do trabalho junto aos parceiros é pautado em data driven, e todo o processo de execução é monitorado, utilizando ferramentas de automatização e inteligência artificial para o checking fotográfico, que funciona como uma fiscal da campanha, que permite comprovar a entrega e rentabilidade para o cliente. Uma das soluções que faltava no mercado e que tem sido muito bem recebida pelos profissionais de mídia”.
Em relação ao seu portfólio, a CHICOOH+ possui um extenso conhecimento do inventário em todo o Brasil, além do eixo Rio-SP, com presença no interior dos estados e expectativas de expandir para a América Latina. As soluções em OOH e DOOH contemplam oportunidades estáticas e eletrônicas, como busdoor, outdoor, bancas, aeroportos e estabelecimentos comerciais e integração entre o offline e o online, contemplando toda a jornada do consumidor e sua localização. Leandro Fujita, CTO da CHICOOH+, destaca a integração da mídia OOH e DOOH e a transformação da mídia programática no setor, frente na qual a empresa está se desenvolvendo . “Os dados estão se tornando um componente chave para fazer o planejamento de mídia com eficiência e, com a transição dos recursos programáticos para DOOH, é crucial que isso seja integrado às metodologias tradicionais de planejamento e compra. As marcas terão novos recursos de localização e detalhamento de interesses alcançando o público e interagindo fora de casa, proporcionando uma nova experiência”.
Chico Preto acrescenta que os novos tipos de experiências citados por Fujita e que podem ser confundidos com ações de live marketing, tamanha a sua interatividade e sofisticação, já foram testadas pela CHICOOH+ através da solução “3D Anamórfico”, que permite ampliar o poder da mensagem publicitária, por meio da imersão do consumidor com a comunicação. As lentes produzem efeitos únicos que resultam em imagens altamente estilizadas e impactam a audiência. Esta técnica permite que o ponto de vista de uma cena tridimensional em um outdoor digital, por exemplo, corresponda ao ponto de vista no espaço real. “A CHICOOH+ possui parcerias habilitadas para desenvolver este formato de comunicação e levar para as ruas. Já testamos o formato em 15 capitais brasileiras e nas cidades do interior paulista de São José do Rio Preto, Araraquara e Sorocaba”.
Com todas estas inovações e há três meses no mercado, a CHICOOH+ celebra a aceitação no mercado publicitário e a formação de pilares importantes no setor, que incluem inteligência e dados, tecnologia, criatividade, planejamento e resultados. Fernando Sales, COO da CHICOOH+ e com larga experiência como profissional de mídia, calcula que já foi possível avançar em projetos de cocriação juntamente com as agências publicitárias e marcas para desenvolver campanhas exclusivamente para veiculação em mídia exterior, com as particularidades que cada marca, consumidor e localização demandam, em uma estratégia personalizada e criativa. “Como primeira consultoria trading desk em mídia OOH e DOOH no Brasil, temos trabalhado juntamente com o planejamento das agências, marcas e parceiros de negócios, soluções sob demanda e entendendo, cada vez mais, que a comunicação em mídia exterior pode ir além de mídia de massa. É possível impactar as pessoas de diferentes formas, criativas e com muita inteligência de dados e tecnologia envolvidos. A publicidade em mídia exterior está muito mais ligada à geração de conversas, engajamento e entretenimento com o público”, finaliza.
Fonte: Agência ERA de Comunicação e Conteúdo – Mariana Cruz
Por Glaucia Hora*
A pandemia da Covid-19 mudou o mundo que conhecemos. As pessoas estão vivendo, trabalhando e até mesmo comprando de forma diferente do que estávamos acostumados há dois anos atrás. Com os consumidores olhando os produtos e marcas através de uma nova lente, o atendimento ao cliente e os anúncios digitais precisaram ser adaptados.
Neste novo cenário, o primeiro passo foi iniciar um processo de estreitar o relacionamento com os consumidores por meio de anúncios interativos. Os usuários foram bombardeados com uma enorme quantidade de conteúdo, o que diminuiu drasticamente a eficácia do uso de banners em sites. Pesquisa realizada pela CM.com, empresa holandesa líder em comércio conversacional (ConvComm) mostra que, no mercado brasileiro 67% da geração Z, jovens entre 16 e 25 anos, prefere as redes sociais para se comunicar com as empresas. Portanto, as marcas precisam estar presentes onde os seus usuários estão.
Existe uma clara mudança nas expectativas do consumidor quando falamos de interações mais personalizadas e imediatas com as empresas – razão suficiente para o Marketing Conversacional surfar na onda. O conceito chega como uma maneira atraente e eficaz para que os profissionais de marketing criem uma comunicação capaz de interagir e impulsionar o relacionamento com seu público. Um relatório da Juniper Research estima que os gastos totais em canais de comércio conversacional chegará a US$ 290 bilhões até 2025. Com isso, o uso de plataformas como o WhatsApp, Instagram, Apple Messages for Business, Google Business Messages, Facebook Messenger e Telegram, chegam como poderosos aliados para criar interações relevantes e personalizadas durante toda a jornada do cliente no ambiente digital. O WhatsApp, por exemplo, possui uma interface simples e fácil de usar e oferece diversas funcionalidades para que as marcas possam criar vínculos com seus consumidores. A plataforma do Meta passa a ser um novo canal de vendas, capaz de otimizar o tempo de trabalho da equipe e agilizar as operações fornecendo um valor real de satisfação aos clientes.
Além disso, por meio dessa tecnologia as empresas conseguem prospectar clientes, enviar informações de novas campanhas em datas comemorativas e auxiliar os usuários em demandas personalizadas.
Para quem pensa que estes canais estão restritos exclusivamente para o setor de varejo, saiba que instituições financeiras, seguradoras e até mesmo construtoras estão aproveitando as facilidades do Marketing Conversacional para manter contato com seus clientes e ajudá-los com informações para uma melhor tomada de decisão.
Considerando o aumento do uso dos canais de mensageria, o que eu posso afirmar é que os próximos capítulos do atendimento ao consumidor serão escritos (ou digitados) pelo Marketing Conversacional – e será ele que estará no centro de qualquer experiência para gerar valor para o cliente e conversão para os negócios.
*Glaucia Hora é gerente de Marketing Digital Senior da CM.com
* Por Bruno Augusto
No primeiro semestre de 2022 os investimentos em campanhas de publicidade digital no Brasil somaram R$14,7 bilhões, um aumento de 12% em relação ao volume alcançado no primeiro semestre de 2021, segundo o IAB Brasil. É um cenário de crescimento e oportunidades para as empresas brasileiras, mas também desafios.
Ao mesmo tempo que o investimento em publicidade digital cresceu, vimos aumentar também a complexidade da criação de campanhas para esse ambiente, exigindo de todo o ecossistema – publishers, marcas, agências e demais parceiros de mídia -, a incorporação de novos paradigmas de experiência, segurança e gestão de dados para estabelecer conexões efetivas com o público-alvo. Isso sem falar na habilidade de se comunicar efetivamente por intermédio de novas ferramentas e canais.
O crescimento e os desafios vistos em 2022 vêm acompanhados de uma série de tendências que estão se solidificando no mercado digital, que seguirá em forte transformação ao longo de 2023. Entenda como algumas delas vão impactar o seu planejamento de marca:
Como se sabe, existe uma previsão para 2024 de uma nova TV digital brasileira. Nela, os canais abertos serão gerenciados por aplicativos e, além de ver a programação em resolução 4K, o telespectador poderá navegar em conteúdos online, que serão disponibilizados pelas emissoras. As pessoas passarão a acessar conteúdo na TV via broadband, e menos em broadcast.
Há algumas temporadas, notamos uma tendência de migração do serviço de assinatura de tv a cabo para o streaming, contudo, a proliferação desse meio já começa a dar sinais de saturação, motivo pelo qual grandes players do mercado já têm trabalhado com a monetização do seu inventário como uma moeda de troca com o consumidor que busca mais acesso por um ticket médio menor. Na publicidade, isso se reflete em trazer a lógica do digital e da mídia programática para a TV, buscando níveis similares de parametrização e eficiência de métricas.
Um grande exemplo dessas mudanças é a inédita transmissão da Copa do Mundo do Catar em plataformas de streamings. Antes exclusiva da Rede Globo, a Copa foi negociada pela FIFA e ainda será transmitida pelo canal, mas agora vai concorrer com as plataformas digitais.
É a primeira vez que a entidade máxima do futebol assume a negociação dos direitos da Copa do Mundo com redes sociais, e o Brasil tem sido uma oportunidade para a entidade experimentar o modelo. Isso porque a FIFA tem oferecido pacotes de jogos da competição por streaming diretamente às plataformas digitais no Brasil.
Essa conectividade dos canais é uma ótima oportunidade, mas também um grande desafio, uma vez que exige que as marcas pensem em estratégias personalizadas para aumentar a visibilidade de suas campanhas. Em canais de TV aberta, as empresas têm a missão de consolidar mensagens relevantes para o grande público. Ao mesmo tempo, vemos um cenário em que Smart TVs já estão em 61% dos lares brasileiros, segundo levantamento da Nielsen e MetaX.
Em ambos os horizontes, é essencial sincronizar o timing dos anúncios com a estratégia do negócio de forma consistente, com mensagens e ofertas realmente relevantes para o usuário e em linha com o contexto em que estão sendo exibidas. Nesse cenário de segmentação e personalização, tecnologias programáticas de ponta serão suas melhores aliadas.
Três anos já se passaram desde que o Google fez o anúncio do encerramento do uso de cookies de terceiros no Chrome. Após alguns adiamentos, a mudança está prevista para se concretizar já a partir do final de 2023. Mas essa é apenas uma das movimentações da indústria rumo a uma mudança profunda de paradigma, que está reconfigurando o olhar dos anunciantes sobre privacidade e controle sobre os dados pessoais dos usuários.
Essa nova realidade também foi impulsionada pela consolidação de legislações específicas para a proteção de dados dos consumidores como a GDPR (General Data Protection Regulation) na Europa e, no Brasil, a LGPD, ambas imputando pesadas penalidades às marcas que descumprirem suas determinações.
Atualmente, as discussões no mercado giram em torno da necessidade de empreendermos testes que validem a eficácia das novas soluções de publicidade que estão sendo propostas para este novo ambiente. Será mandatório rever processos e até mesmo reinventar tecnologias se quisermos manter os altos níveis de personalização e experiência com os quais os usuários já estão acostumados, e ao mesmo tempo garantir que suas demandas por privacidade e controle de dados sejam respeitadas.
Neste novo paradigma onde os dados pessoais serão cada vez mais escassos, o modelo tradicional de criação de personas perderá relevância, dando lugar a abordagens hiper-personalizadas, cada vez mais baseadas nos interesses recentes de cada indivíduo. Tecnologias de alto processamento para previsões ultra-precisas, como o Deep Learning, serão cruciais para interpretar os dados anônimos e não estruturados em tempo real.
Apesar de ser extremamente trabalhoso alinhar-se a esses movimentos de transformação no nosso meio, é um passo indispensável para todos da indústria. Quando pensamos apenas no impacto do cookieless world nos negócios, a não adequação de publishers e provedores a esse novo cenário pode gerar uma quebra de até 60% na eficácia das campanhas, além de um prejuízo de até 70% na receita dos publishers. Preparar-se é o único caminho.
*Bruno Augusto é Country Manager da RTB House no Brasil