Brasil vai bem no El Ojo

Brasil conquista 141 troféus, sendo 3 Gran Ojos, no El Ojo de Iberoamérica 2021

Principal evento criativo das Américas, o Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica, que em 2021 completou 24 anos, termina com um saldo bastante positivo para a publicidade brasileira. Nos três dias do evento nosso país ganhou 3 Gran Ojo (ou Grand Prix): em Filme, Digital & Social e PR. O Brasil ganhou também 40 troféus de Ouro, 48 de Prata de 50 de Bronze, o que soma 141 prêmios para o país.

Somente na quinta-feira, 25, o Brasil conquistou 49 prêmios: 2 Gran Ojo, 12 troféus de Ouro, 20 de Prata e 15 de Bronze nas categorias Filme, Conteúdo, Design, Digital & Social, Sustentável, Inovação e Terceiro Ojo. Em Melhor Ideia Latina para o Mundo, o Brasil um troféu. Confira (mais abaixo) o rol com todos os premiados brasileiros neste último dia de festival.

EL OJO LOCAL – DESEMPENHO

Também foram revelados no último dia do festival os ganhadores do El Ojo Local – Desempenho. São as empresas e pessoas mais premiadas em 2021 no festival, por país. Na publicidade brasileira, os vencedores são:

Agência: Africa

Criativo: Sergio Gordilho (Africa)

Produtora: Saigon Filmes

Realizador (diretor de cena): Vellas

Anunciante: AmBev Brasil

OS MELHORES DE TODA A IBEROAMÉRICA

Pela quarta vez a Africa ganha o título de Agência do Ano no Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica. Além deste ano, ela venceu em 2017, 2019 e em 2020. Essa é primeira vez nos 24 anos do festival em que há um vencedor como Agência do Ano em três edições consecutivas. Vale lembrar ainda que Sérgio Gordilho também é “tetracampeão” no El Ojo, pois em todos os anos em que a Africa foi a Agência do Ano, Gordilho foi o Criativo do Ano.

Veja abaixo todos os ganhadores como Melhores da Iberoamérica em 2021

Melhor Rede da Iberoamérica: DDB Latina

Melhor Agência: Africa

Melhor Agência Independente: We Believers

Melhor Criativo: Sérgio Gordilho (Africa)

Melhor Produtora: Oriental Filmes

Melhor Realizador: Alaska

Melhor Anunciante: Burger King

Nos 24 anos de El Ojo de Iberoamérica, uma agência brasileira saiu-se vencedora do título de Agência do Ano em 12 edições do festival. A DM9 em 1998; a AlmapBBDO em 2000, 2004, 2005, 2008, 2012, 2015 e 2016; e a Africa em 2017, 2019, 2020 e 2021.

Confira também a lista de vencedores brasileiros deste último dia do El Ojo, por categoria, além dos cases que ganharam Grand Prix (independentemente do país). Clique aqui para ver as listas com todos trabalhos vencedores, de todos os países, em todas as categorias, durante o 24º El Ojo de Iberoamérica.

Filme

A competição de Filme teve o Gran Ojo conferido ao Brasil. Ele foi conquistado pela agência Africa, com o trabalho “Let her run”, para Sportv, produzido pela Santeria, com direção de cena de Rafa Damy.

Os 10 prêmios brasileiros em Filme ficaram, então: 1 GP, 3 Ouro, 4 Prata e 2 Bronze. A Africa levou o GP e 2 Ouro, a GUT ganhou 1 Ouro, a W+K levou 2 Prata; a AlmapBBDO e a Wunderman Thompson levaram levou 1 Prata cada, enquanto Fields360 e Leo Burnett Tailor Made levaram 1 Bronze cada.

O júri de Film foi presidido pelo brasileiro Hugo Veiga (AKQA) e os jurados brasileiros foram Rafael Pitanguy (VMLY&R) e Mariana Sá (W/McCann).

Conteúdo

Nessa categoria, o Brasil ganhou oito troféus: 2 Ouro, 2 Prata e 4 Bronze. O Gran Ojo foi para o México, com o trabalho “El clássico de la historia”, da We Believers para AB InBev.

Os oito premios brasileiros foram para Africa (1 Ouro, 2 Prata e 2 Bronze), Betc Havas (1 Ouro), Sunset e Wunderman Thompson 1 Bronze cada.

O júri de Conteúdo foi presidido pela chilena Ingrid Lira Dellachiesa (Puerto) e os jurados brasileiros na competição foram Vinícius Malinoski (Netflix Brasil) e Nicolás Romanó (Wunderman Thompson).

Design

A criatividade brasileira ganhou 10 troféus em Design: 3 Ouro, 5 Prata e 2 Bronze. O GP foi para os Estados Unidos, com o case “Degree Inclusive” feito pela Wunderman Thompson para Unilever/Rexona.

Os prêmios brasileiros foram para Africa (2 Ouro, 3 Prata e 1 Bronze), Wunderman Thompson (1 Ouro), FCB Brasil e R/GA (1 Prata cada) e Try (1 Bronze).

Design teve Josefina Casellas, da R/GA Buenos Aires, como presidente de júri, e os brasileiros Luis Bartolomei (CBA B+G), Eduardo Basque (McCANN Health) e Ricardo Miller (Oliver / U-Studio) como jurados de nosso país.

Digital & Social

Nosso país levou 10 troféus em Digital & Social. O GP dessa competição é brasileiro. Foi para a Africa, com o case “Sala 2032”, criado para House of Lapland, com produção da Primo Content em conjunto com a Triatoma e direção de cena de Santi Dulce.

Os outros prêmios do Brasil foram, então: Africa (GP, 2 Ouro, 1 Prata e 2 Bronze),

Almap (1 bronze), FCB Brasil (2 Prata) e Grey Brasil (1 Prata).

A presidência do júri do El Ojo Digital & Social foi de Sebastián «Patán» Tarazaga (Wunderman Thompson Latam) e os jurados brasileiros nessa competição são Giacomo Groff (R/GA SP) e Sergio Mugnani (Sunset DDB).

Inovação

Apenas um troféu foi conferido ao Brasil nessa competição: 1 Prata, para MullenLowe).

O Gran Ojo foi para o case “Waterlight”, da Wunderman Thompson Colômbia, para Edina.

Sustentável

O Brasil levou oito troféus na categoria, sendo 2 Ouro, 2 Prata e 4 Bronze.

A Africa ganhou 1 Ouro e 1 Prata, a Betc Havas 1 Ouro, enquanto Sunset DDB e Wunderman Thompson ganharam 2 Bronze cada.

O júri foi presidido por Andrés Ordóñez, da FCB Chicago, e Adriana Cury (Nova S/B) foi a única brasileira no corpo de jurados da categoria.

El Terceiro Ojo

Apenas um prêmio brasileiro foi conferido nessa competição neste ano: 1 Prata, para Africa.

O GP foi para o case “It’s on us”, da LolaMullenLowe para Unilever Uk/Dove.

O júri foi presidido pelo brasileiro Alex Okada (MullenLowe Londres) e Luciana Haguiara (Media.Monks Brasil) foi a brasileira no corpo de jurados.

Melhor Ideia Latina Para o Mundo

O Brasil levou somente um troféu nessa competição. Ele é de Prata e foi conferido à Africa. O GP foi para o case “#SeguimosHablando”, da Publicis México, para Propuesta Cívica AC.

Os ganhadores nessa competição são definidos pelo conjunto de presidentes de júri de todas as categorias do El Ojo de Iberoamérica.

Erro na contagem de quarta-feira, 24

Por uma falha da organização do El Ojo, nas premiações do segundo dia do festival foram consideradas como Melhor Ideia Latina Para o Mundo os mesmos vencedores de Melhor Ideia Local. A organização pede desculpas pelo equívoco, corrigido neste último dia do evento. Co isso, foram subtraídos da contagem geral de prêmios os seis prêmios atribuídos a Melhor Ideia Latina Para o Mundo no segundo dia e incluído apenas o único troféu na competição.

Sobre o El Ojo de Iberoamérica

O El Ojo de Iberoamérica é o primeiro festival internacional com uma abordagem e uma visão latina da criatividade, da comunicação e do entretenimento. Em cada uma de suas edições e nos últimos 24 anos, o El Ojo reuniu o talento e o espírito latino, projetando-os e integrando-os ao mundo. As chaves do sucesso encontram-se nos pilares que deram origem ao festival: formação, inspiração, encontro, reconhecimento dos melhores trabalhos e dos profissionais e empresas que os criaram e, em última instância, o estímulo para que a indústria cresça todos os anos e se consolide como referência mundial em criatividade. Todos os anos, o El Ojo impulsiona os limites do talento, da criatividade e da comunicação latina, faz com que ela cresça e se fortaleça. O El Ojo vê mais além e se consolida como o lugar por excelência para se encontrar, estreitar e fortalecer laços, trocar experiências e projetar o talento latino além das nossas fronteiras regionais.

Fonte: Casa do Bom Conteúdo – Monique Lima

Brandformance, construção de marca em canais digitais e o impacto direto no crescimento de negócios

Por Yolanda Mendez*

Já não é novidade para ninguém que o marketing de performance vem ganhando espaço nas estratégias das empresas. Das menores até as grandes corporações, observamos uma verdadeira disputa entre anúncios em busca da atenção dos consumidores. Com a necessidade latente de direcionar investimentos para canais que, em um primeiro momento, tendem a apresentar resultados diretos pelo valor investido, muitos gestores de marketing podem se perguntar: e a construção de marca, como fica?

Yolanda Mendez

A grande realidade é que não são necessárias, em um primeiro momento, grandes ações de marketing para se construir uma marca forte. É claro que os investimentos ajudam a ter iniciativas mais ousadas, com maior alcance e frequência de impacto — que, no fim das contas, afetam positivamente a lembrança e o reconhecimento de uma marca — mas vale reforçar que possíveis limitações financeiras são uma enorme oportunidade para estimular a criatividade dos times e otimizar a performance dos canais à disposição. E é aí que a brandformance entra em cena.

A expressão “brandformance” vem do inglês e é a combinação das palavras “brand” (marca) e performance. O termo une os conceitos de branding e performance para designar campanhas ou ações de marketing que trabalhem de uma só vez objetivos de reconhecimento de marca e performance.

O passo mais importante para que a brandformance funcione começa pela experiência do usuário e a garantia de que exista coesão na comunicação em todos os pontos de contato entre uma marca e sua audiência. Imagine que, depois de um maravilhoso anúncio na televisão, uma pessoa interessada em seu produto ou serviço vá procurar mais informações sobre o que viu na TV nas redes sociais ou no site da sua marca e não encontre nada? Pega muito mal, não é mesmo? O mesmo pode acontecer caso alguém tenha sido impactado por um anúncio da sua marca nas redes sociais e depois pesquise mais sobre ela na internet, mas não encontre nada no site oficial da empresa.

A brandformance une o melhor das estratégias de marca e comunicação com a rapidez e o termômetro em tempo real de performance —- essa soma de esforços mostra que a brandformance é uma tendência que veio pra ficar, uma poderosa ferramenta para melhorar constantemente o funil de vendas e de marketing.

Além de tudo isso, o trabalho de brandformance apoia muito as estratégias de growth, pois tem como ponto central testes rápidos de diferentes criativos e mensagens. A brandformance como estratégia de growth tem como objetivo promover o crescimento massivo nos negócios em um curto período de tempo. Ou seja: conquistar resultados mais rápidos!

*Sobre Yolanda Mendez

Diretora de marketing na Intuit Quickbooks do Brasil, Yolanda tem mais de 15 anos de experiência em marketing e vivência em diversos países, como Estados Unidos, Itália, México, Brasil e América Central, proporcionada por passagens em startups e empresas multinacionais dos segmentos de consumo, automotivo e aviação. A executiva construiu uma vasta carreira de 10 anos na Coca-Cola, onde liderou todas as iniciativas da marca no Nordeste do Brasil durante a Copa do Mundo de 2014. Antes de assumir o desafio na Intuit, foi Diretora de Marketing Estratégico da Creditas, liderando a construção e desenvolvimento da marca. Foi responsável por estruturar a área do zero e atuou também diretamente na expansão da fintech para Espanha e México.

Coluna Propaganda&Arte

Tecnologia não é o futuro (isso não é um clickbait)

Primeiro eu quero me desculpar se você chegou até este texto por uma estratégia de clickbait (quando criamos títulos chamativos e trazemos o leitor pela curiosidade), mas esta afirmação do título deste texto foi baseada em uma reflexão 100% genuína e que eu preciso compartilhar com você! Vamos nessa?

“Tudo é tecnologia”

O que as empresas 99, Buser, Creditas, iFood e Nubank possuem em comum? Todas são empresas ou startups que deram muito certo baseadas na tecnologia como principal pilar. Mas então, estamos afirmando que a tecnologia é o futuro aqui? Em partes sim, mas em muitos casos não. Tente acompanhar essa ideia.

Os olhares de todos os grandes e médios investidores estão voltados para startups de tecnologia, simplesmente por modismos, potenciais reais de retorno e por uma conta muito simples: estas startups resolvem problemas reais de forma muito mais fácil, barata e prática para o usuário e tem potencial de ser escalável (crescer rápido e atender cada vez mais pessoas com eficiência e economia). Esse é o core business dessas empresas, ou deveria ser. Isso não significa que investir milhões em novas tecnologias, pessoal especializado e novas plataformas vai resolver o futuro dessas empresas. Prova disso é que nem todas vão pra frente mesmo com ótimas ideias por trás.

Estamos na mão dos clientes (às vezes, literalmente)

Chegamos ao momento da verdade. Imagine você, uma startup que promete entregar bebidas geladinhas no conforto das casas em poucos minutos e com preços acessíveis? Essa é só uma das ideias que têm dado resultados, com um foco muito grande em tecnologia e experiência de usuário. O app Zé Delivery é um bom exemplo dessa entrega de valor. E eu, como cliente, queria isso. Mas, logo fiquei sabendo que muitos condomínios e prédios estão recebendo um novo tipo de serviço in loco: pequenas conveniências de autoatendimento (sem pessoas, você passa o produto e paga sozinho) que são montadas dentro dos condomínios, onde você pode comprar de tudo, snacks, produtos de higiene e até “aquela cerveja gelada”, que também é entregue pelo app todo tecnológico que citei aqui.

E agora? Qual das duas opções você escolheria? Pediria a bebida pelo app ou desceria no seu prédio e escolheria pessoalmente qual bebida ou comida comprar com toda facilidade do autoatendimento? Spoiler: eu escolhi a segunda. Este é um caso real, mas não me considero uma amostragem, porém me fez pensar.

Uma experiência (com) sem tecnologia

Ao vivenciar essa compra totalmente pautado na conveniência, pensei em quanto custaria fazer uma lojinha em milhares de condomínios de uma cidade, sem precisar de atendimento presencial (tudo bem, precisa investir em câmeras e conferência de estoque), mas quantos seriam os problemas técnicos e de tecnologia que precisaríamos resolver, problemas logísticos, tudo isso passou pela minha cabeça. E, novamente, voltei ao aplicativo de entregas. Essa seria apenas mais uma forma de resolver um mesmo problema: encontrar uma bebida gelada (ou produtos) na hora que eu quero e de forma simples e rápida. No final, a tecnologia ou a experiência do aplicativo de nada adiantou para mim e me fez questionar essa tendência de que tudo é tecnologia.

Necessária, mas não principal

Pronto. Cheguei até onde queria. Uma empresa que foca no real desejo do cliente vai atender ele melhor. Se for preciso abrir lojas físicas, esse é o caminho. Se for preciso criar um aplicativo, saiba das limitações tecnológicas de cada usuário e manda ver! Mas quem irá sobreviver não é a empresa diferentona, “toda tech” do Vale do Silício que recebeu aporte de milhões. Vai ser aquela que atende de forma mais completa a necessidade do cliente, mesmo que essa solução seja bastante convencional e sem tecnologia.

(Tudo bem, vai. Uma pitada de tecnologia é sempre bem-vinda!).

O que acha do tema? Sei que é um assunto polêmico, mas queria muito compartilhar essa visão com você!

Vaga em agência para Analista de Tráfego Pago

VAGA: : Vaga Analista de Marketing – Tráfego Pago .

Essa vaga é para você que gosta de Marketing Digital e ama Métricas e Dados

*Trabalho presencial em São José dos Campos, confira abaixo os requisitos:

Formação: Marketing, Publicidade, ou áreas da comunicação.

Atividades a serem desenvolvidas:
– Planejar e coordenar a execução e gerenciamento de todas as campanhas de mídia paga no Facebook Ads e Google Ads;
– Colaborar com a criação de campanhas de marketing digital e funis de captação de leads;
– Realizar a manutenção e monitoramento do funil de marketing;
– Analisar as palavras-chave, utilizando Keyword Tools, Google Trends e Google Search Console;
– Analisar a performance das campanhas através de relatórios que possam gerar insights de como aumentar a captação e aumentar o ROI das campanhas;
– Realizar a instalação e configuração de todas as ferramentas, códigos e pixels necessários para as campanhas no WordPress e outras ferramentas;
– Implementar uma metodologia para metrificação dos dados de cada etapa dos funis, com as conversões de cada uma delas;
– Fazer cronogramas de campanhas, analisar diariamente as métricas, acompanhar e fazer ajustes para a entrega final.
Experiências Necessárias:
– Experiência com investimentos em Facebook Ads e Google ADS;
– Domínio de Analytics e Google Tag Manager;
– Domínio de Testes A/B;
– Noções de Copywriting.

Competências / Características Pessoais:
– Estar em constante desenvolvimento pessoal e profissional;
– Ter perfil analítico;
– Ter iniciativa para propor melhorias nas campanhas;
– Ser responsável;
– Saber trabalhar em Equipe;
– Cumprir prazos e cronogramas;
– Saber dar e receber feedback;
– É mão na massa! Você é responsável por fazer acontecer!

Envie seu currículo para contato@conectamkt.com com o assunto: Vaga Analista de Marketing – Tráfego Pago.