Uma pergunta

Novidade no Publicitando

O Publicitando tem um novo formato de conteúdo. É uma série intitulada “Uma pergunta”. Como o próprio nome deixa bem claro faremos apenas uma pergunta a um profissional de comunicação e/ou marketing. Este novo formato não terá periodicidade definida, podendo pintar a qualquer momento por aqui.

E para inaugurar este “novo quadro” convidei meu grande parceiro de blogagem Filipe Crespo.

13820338_1068140346588866_1177197275_n

Filipe Vietri Crespo é publicitário formado pela Universidade Católica de Santos. Certificado pelo Grupo de Mídia de São Paulo (1ª turma), possui cursos de especialização realizados no Brasil e exterior. Iniciou carreira em anunciante, onde atuou por quase oito anos. Passou ainda por grandes agências como Ogilvy&Mather, África, Y&R, JWT e AG_407 atendendo os clientes: P&G (Gillette), LG Electronics, Perdigão, Peugeot, Casas Pernambucanas, RaiaDrogasil, Gomes da Costa, Turner International, entre outros. Já como docente, lecionou na Universidade Pró Educar, SENAC e Uni Sant’Anna, onde exerceu por quatro anos, a função de professor de Mídia. Atualmente é Gerente de Mídia na agência W/McCann atendendo exclusivamente o cliente Bradesco. Também atua como professor titular da cadeira de Mídia e Planejamento de Mídia da FECAP, (São Paulo) e professor do PlugSchool. É ainda, o idealizador e mantenedor do Blog do Crespo, um dos principais blogs especializados em mídia no país.

Vamos lá!

Publicitando: O cenário da propaganda e da comunicação mudou muito. Como fica a atuação do mídia dentro desta nova realidade?

Filipe: Passa a ser obrigação do profissional de mídia acompanhar todas essas mudanças. Caso contrário, ele perderá relevância junto ao cliente e consequentemente, seu espaço dentro da agência. O novo cenário obriga ao mídia ser extremamente estratégico e acompanhar de perto, todo o processo desde o momento em que o briefing “pisa” no Atendimento até às avaliações dos resultados obtidos na campanha. Sendo assim, plataformas que possibilitam controle e mensuração de resultados em tempo real ganham força na recomendação de comunicação dos clientes.

Projeto arrecada fundos via financiamento coletivo

Nasce um projeto de financiamento coletivo original no Vale do Paraíba

O publicitário e compositor R. Guerra Cruz apresenta o livro de ficção científica Última Nota junto com uma trilha sonora especial.

12189921_962546177139879_1011746886789360148_n

A história se passa em um tempo em que os seres humanos dependem de androides e máquinas para sobreviverem. Será tão distante assim da nossa realidade? Nesse cenário apocalíptico, a música é proibida por lei, mas alguns personagens não irão se contentar em viver nessa triste ausência de qualquer melodia e farão suas próprias músicas para um verdadeiro público underground.

As composições dessa história são de autoria do próprio escritor que com a colaboração de outros músicos, junta em um só projeto seu talento literário com o musical.

Publicar um livro de ficção científica no Brasil não é uma tarefa fácil, mas com ferramentas de financiamento coletivo como o Catarse ficou mais fácil concretizar essa ideia com a ajuda de amigos e apoiadores. O Catarse é um site seguro e devolve todo o dinheiro dos contribuintes caso o projeto não alcance a meta de arrecadação dentro de 60 dias.

Gostou da ideia e quer ajudar? Existem várias formas e valores para colaborar. A cada tipo de apoiador serão oferecidas diferentes recompensas. O Apoiador Androide, por exemplo, recebe o e-book do livro, a trilha sonora do projeto e um agradecimento nominal. Já o Apoiador Humano, que faz questão de sentir o cheiro e pegar o livro com as próprias mãos, recebe, além das recompensas anteriores, o livro impresso, e assim por diante.

O projeto tem até 05/01/2016 para juntar todos os recursos e se tornar uma realidade. Incentive a literatura nacional e novas ideias. Como o próprio autor diz: “Nossos androides agradecem”.

Site do projeto: https://www.catarse.me/ultimanota
Página oficial no Facebook: www.facebook.com/ultimanotalivro

Sobre o autor:

Nascido em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, em 1988, o redator publicitário e R. Guerra Cruz, desde pequeno trilhou o caminho das artes. Ainda menino criava histórias em quadrinhos que eram vendidas entre amigos e familiares.

O publicitário, escritor e músico Ricardo Guerra

O publicitário, escritor e músico Ricardo Guerra

A atividade musical exercida por seus pais, Sandra e Flávio Guerra, presente em sua vida desde a infância, tornou-se sua principal fonte de inspiração. Aos 12 anos iniciou seus estudos em guitarra e mais tarde veio a formar sua própria banda.

Aos 14 anos tem início sua produção literária, quando esboça seus primeiros poemas. Com o passar dos anos seus textos adquirem volume de produção e qualidade suficientes para produzir seu primeiro livro. O ano de 2006 marcou sua estreia literária, com a publicação de “No Silêncio do Mirante”.

Atualmente trabalha na finalização de seu primeiro livro de ficção científica e um possível segundo volume de poesias.

Mudou

Assumindo nova posição

O publicitário e professor universitário (leciona publicidade e propaganda na Comunicação Unitau) Carlos Santis deixou o Senac São José dos Campos e assume a direção da unidade da FAAP também de São José dos Campos.

Carlos Santis assume a direção da FAAP SJCampos

Carlos Santis assume a direção da FAAP SJCampos

 

Publicitário expõe em Jacareí

Alegria” revela explosão de cores
“Alegria”, do artista plástico e publicitário Rodrigo Casagrande, pode ser vista pela primeira vez no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba até 30 de outubro de 2014.

As obras de Casagrande impressionam pela explosão de cores. No papel canson, o artista recorre ao lápis de cor para a mistura de tons em cada desenho.

Parte da renda obtida com a exposição será destinada à ONG GURI NA ROÇA para construção da nova sede.

“As cores são ‘desinformadas’ mesmo. Não tenho preocupação em retratar formas, apenas brinco com as cores”, explica. “Já tentei seguir algumas sugestões de retratar flores, animais mas não deu certo. Rasguei tudo e joguei fora. É esse impacto que é a essência da cor”, completa.

A exposição reúne 40 desenhos, que começaram a ser produzidos há um ano. “Apesar de todo mundo achar bonito eu não via como arte e até parei de desenhar por uns tempos”, comenta Casagrande.

Ele conta que há um ano retomou a pintura e muitos amigos começaram a incentivá-lo a expor os trabalhos. Vieram então os convites para o Museu de Antropologia do Vale do Paraíba e para a Feira Internacional de Aviação, em Maringá (Pr). “Devo participar de exposições em São José dos Campos e também na França e Itália”, adianta.

O publicitário Rodrigo Casagrande

O publicitário Rodrigo Casagrande

Título

O nome da exposição foi uma sugestão do amigo e publicitário Kauê Máximo. “Eu acompanho o processo de criação dele (Casagrande) e sempre observo a ausência do branco e do preto. As cores são sempre vivas. E essa imensidão de cores transmite alegria”, comenta Máximo.

O artista e a técnica

Rodrigo Casagrande nasceu em São Paulo. O artista de 29 anos descobriu a técnica da pintura com o lápis de cor na escola aos 8 anos de idade. “Todas as crianças são estimuladas a fazer desenhos e colorir na escola. E os meus sempre chamavam a atenção dos professores, alguns até “encomendavam” meus desenhos e levavam para casa. Algumas pinturas também eram escolhidas para feiras de ciências e exposições na escola”, lembra.