Tem vaga aberta para assistente de marketing jr

Vaga para Assistente de Marketing Junior

Requisitos da vaga:

– Maior de 18 anos

– Obrigatório possuir CNH

– Estar cursando ou concluído curso de Marketing ou Publicidade e propaganda ou áreas de comunicação relacionadas

– Desejável vivência na função

– pro-ativo, ágil, bom relacionamento e organizado

– Local da vaga: São José dos Campos/SP

Atuação na operação das atividades do setor de marketing do Grupo, incluindo atendimento aos clientes internos, solicitações e acompanhamento de demandas com a agência de publicidade e operação das campanhas / ações de marketing em conjunto com a agência. Organização de eventos internos e externos e acompanhamento de eventos.

Captação de imagens de ações e eventos

Ter habilidades em redes sociais e com vídeo

Atividades administrativas do setor

ENVIAR CV COM TÍTULO DA VAGA PARA: selecao@grupodavoli.com.br

O marketing b2b ganha força para as pequenas empresas na pandemia

As oportunidades de criar vitrines online para seu produto ou serviço no modelo de negócios b2b estão cada dia mais acessíveis

Por Solange Carvalho*

As oportunidades de criar vitrines online para seu produto ou serviço no modelo de negócios b2b estão cada dia mais acessíveis

O marketing B2B nada mais é do que a venda de um produto ou serviço de uma empresa para outra empresa. Parece simples, no entanto, na prática existem uma série de desafios a serem enfrentados.

A sigla B2B tem origem na expressão business-to-business, ou seja, de negócio para negócio. Diferente de B2C, business-to-consumer, no qual as estratégias estão focadas para o consumidor final.

Solange Carvalho – CEO da Agência Manti

Como esperado, a estratégia de marketing em negócios B2B é diferente da usada em processos B2C. Quando falamos de venda empresa para empresa consideramos o processo de qualificação de leads mais longo. E por que isso se dá? Você pode estar se perguntando.

A explicação é que a compra de um produto ou solução neste mercado quase sempre envolve decisões cuidadosas, e o marketing é utilizado como estratégia chave. Até porque os decisores que estão em busca de um produto ou serviço para sua empresa quer ter o máximo de certeza de que está realizando a escolha certa.

E, neste processo de escolha, o decisor precisa ser educado, confiar no vendedor, na empresa, conhecer a concorrência, escutar clientes da empresa cotada, entender sobre o processo de compra e relacionamento pós venda. Portanto, quanto mais pontos de contato em formato de conteúdo relevante, por exemplo, mais chances desse decisor optar pela sua empresa.

Ao compararmos o processo do marketing B2B em relação ao B2C, observamos que no primeiro encontramos:

-Nichos específicos

-Processo de vendas mais longo e mais complexo

-Ticket médio mais elevado

-Valor de marca construído pelo relacionamento

-Conteúdo detalhado, relevante e informativo

E é justamente neste último ponto que as pequenas empresas ganham vantagem neste momento. Com o distanciamento social imposto pela pandemia da Covid-19, as empresas viram-se obrigadas a criar relacionamentos certeiros e duradouros à distância com seus prospects e consumidores.

Para as pequenas empresas este foi um ganho, pois a partir da construção de conteúdo de qualidade, utilização correta das mídias sociais, definição certeira de público e linguagem, as empresas partem de pontos em comum no mercado pandêmico. Claro, considerando a qualidade do produto e serviço oferecidos.

Este foi um período de intensas buscas por serviços relacionados a marketing de conteúdo de pequenas e médias empresas, interessadas em se colocar dentro do mercado digital definitivamente, de forma estratégica, contando com especialistas encontrados em agências, sem necessariamente, ter que estruturar uma equipe interna.

Algumas estratégias de marketing b2b mais utilizadas em pequenas empresas residem em:

1- Textos com mecanismos SEO: definir quais palavras chave seu público busca por soluções como a sua na web e trabalhar textos de anúncios, blog, mídias sociais, site.

2- Mídias sociais: definição de quais mídias são importantes contar com a presença de sua organização, de acordo com seu público, que pode ser definido em personas.

3 – Marketing de conteúdo: produção de conteúdo tendo como ponto de partida o planejamento do funil de marketing e vendas, trabalhando textos de blog, conversão em landing pages, automação de marketing.

Existem outras estratégias a serem consideradas, mas podemos considerar esta tríade básica. Caso você não tenha verba para realizar anúncios pagos, pode começar seu investimento em mídia orgânica, ou seja, sendo encontrado por seu público através das técnicas citadas acima, com produção de conteúdo intensa e certeira.

Para se destacar frente à concorrência, vale a pena investir em algumas das estratégias de marketing b2b citadas no texto, considerando que as alterações de comportamento aceleradas pela pandemia da Covid-19, como por exemplo, negociações online de alguns segmentos de mercado, tendem a prevalecer desta forma a longo prazo.

*Solange Carvalho conta com mais de 10 anos de experiência gerenciando times de marketing B2B em empresas globais de tecnologia (Brasil e América Latina), com total foco em geração de demanda. Atualmente é fundadora e CEO da Agência Manti, especialista em empresas de tecnologia.

Coluna Propaganda&Arte

Quando o shampoo cai no olho (e o boom dos podcasts)

Quantas pessoas hoje escutam podcasts? Considerando que, você que nos lê, tenha entre 25 e 31 anos e que existem hoje mais de 2 mil podcasts em atividade, segundo a AbPod, as expectativas dizem que você deve ter ouvido ao menos um episódio de algum podcast e alguns dos leitores devem acompanhar vários podcasts com regularidade até durante um banho (parece incrível, hein?). Isso só confirma uma grande transformação que estamos passando que não podemos fechar os olhos (ou os ouvidos), mesmo com shampoo nos olhos.

Eu já tive um podcast e foi incrível

Entre os anos de 2006 e 2010, eu fiz estágio na Rádio da Unitau, universidade onde me formei em Publicidade e Propaganda aqui em Taubaté. Para mim, um jovem extremamente aberto a novidades, entrar em uma rádio parecia um retrocesso ainda mais com o boom da internet, a audiência da TV e outras mídias fortes. Eu realmente tinha preconceito com o rádio e sim, eu “errei feio, errei rude”, no meu julgamento. O formato do áudio está mais vivo do que nunca e os podcasts provam isso hoje. Claro, com uma roupagem atual, novas formas de atração e abordagem, mas ainda assim, é um belo programa de rádio de entrevistas, assim como eu tinha há muitos anos atrás.

Como já passei por essa experiência, posso dizer, é o emprego dos sonhos: você conhece várias pessoas legais, cumpre uma função social e se desenvolve como pessoa. Foi exatamente isso que aconteceu comigo e provavelmente é o que acontece com quem faz podcasts hoje. Arrisco dizer que será o próximo emprego dos sonhos para novas gerações, competindo fortemente com o sonho de ser youtuber ou gamer.

O que explica o sucesso dos podcasts?

Eu tenho meus palpites para este barulho todo (desculpe o trocadilho). O formato foi impulsionado principalmente por podcasts como Flow e Podpah, que creio sejam os maiores hoje com canais no Youtube (ainda mais se somar seus canais não oficiais). Posso elencar 4 pontos essenciais que explicam esse sucesso:

1- É de fácil consumo. Eles são essencialmente uma evolução do rádio e podem ser consumidos em qualquer local (no banho, por exemplo, como falei a pouco, mas ainda não vou falar do shampoo no olho, espera um pouco, tá?).

2- Eles contam histórias que nos satisfazem. Assim, podemos conhecer a fundo pessoas incríveis com pontos de vistas diferentes ou escutar temas surpreendentes que nos interessam de forma mais intensa. Rola muita verdade nos papos e nós adoramos ouvir histórias verdadeiras que nos inspiram. Essa é a essência de muitas propagandas, inclusive, já que somos seres ancestralmente ligados a um storytelling.

3- Existem em novos formatos e mídias. Eles não ficam só no produto básico de áudio. Existem derivados dos programas que podem ser consumidos rapidamente. Temos os vídeos das entrevistas, temos apenas os áudios dos podcasts em aplicativos, temos os vídeos em “cortes” que são trechos editados com alguns pontos-chave mais interessantes ou polêmicos e temos formatos em outros distribuidores que não são oficiais: Youtube, Tiktok, WhatsApp etc. São vários produtos que são derivados de apenas um programa (em alguns casos sem autorização), gerando pílulas que são consumidas e podem nos levar para o podcast completo em si ou funciona como uma forma de reforçar a marca e alcançar novos ouvintes. Por isso, a vista grossa de muitos podcasters para esse tipo de “pirataria”.

4- Eles são a onda do momento. Sempre tem uma nova moda. E falo isso de forma não pejorativa. Acho que os podcasts são ótimas formas de divulgar informação, não tenho nada contra, até já disse que adorei no meu estágio entrevistar as bandas da região na Rádio da Unitau, mas o ponto é que tudo que gera buzz tem uma força maior de indicação, endosso, compartilhamento e propagação no começo. E, como toda onda, tende a cair e estabilizar, algo que é natural no mundo digital. Aqui vale uma previsão: só vão sobreviver os podcasts comprometidos, com bons conteúdos e audiência fiel, talvez aqueles mais nichados, mas ainda sim, terá muita força. (Suposição!)

“Ah, Ricardo. Nunca ouvi um podcast, não me identifico com eles.”

Eu entendo. Nem todo formato agrada a todos. Tem gente que não gosta de séries, prefere filmes, pois as histórias têm começo, meio e fim e não se estendem por mil temporadas. Tem gente que não escuta nenhum tipo de rádio, nem no carro, nem na internet. Já conheci pessoas que acessam a internet para conseguir ouvir rádios da Finlândia, Noruega, Japão e entender o que a galera tá escutando por lá, simplesmente para ampliar a “visão” musical.

O que eu quero propor então para você que nunca testou o formato é que escolha um podcast que gere algum tipo de interesse a você, pelo tema, pelo entrevistado, por qualquer detalhe e se dê esse tempo. A melhor forma de experimentar algo novo é se propor ao diferente, ousar, sair da zona de conforto e se colocar no lugar do outro. Já pensou o que viveu aquela personalidade que você tem tanto repulsa? Será que escutar uma entrevista com ela pode fazer você mudar de ideia sobre sua impressão negativa? Será que escutar outras pessoas que você não gosta, como na sua família, ainda mais nesse período de festas natalinas, não seria algo positivo para sua vida? Empatia é o nome perfeito para esse momento. Acho que 2022 precisa ser o ano da empatia. Afinal, não sabemos do futuro e só temos uma certeza. O shampoo caiu e vai cair no olho.

Sim, o shampoo caiu no olho

Eu tenho dois filhos pequenos. O mais velho reclama e chora quando cai shampoo no olho dele. Eu achava sempre que era birra e confesso que às vezes falava para ele parar e que não era pra tanto. Novamente, eu errei feio, errei rude. Estes dias, tomando banho, tive a proeza de derrubar o bendito shampoo no meu olho. Fazia muitos anos que isso não acontecia. Ardeu. Ardeu muito, mas eu mantive a calma, passei pela dor e limpei o olho até passar. Eu tive a calma de limpar os olhos, ao invés de chorar. Se eu fosse criança, sem entender o que acontecia, eu também choraria. A dor é a mesma. O que muda é a nossa reação. O que muda é como você aprendeu a lidar com a dor, é saber que passa no final. Ou seja, eu não deixo de sentir a dor ou sinto menos dor do que meu filho, eu apenas compreendo-a e passo por isso com o máximo de paciência que me foi conquistada com os anos. Eu acho que é assim na vida também quando temos provações, dificuldades e situações muito difíceis.

Se você tem mais experiência, mais força, mais fé, você passa por tudo isso, sem focar na dor. Então se você já conquistou essa independência, tem algo positivo na vida, é um exemplo, distribua isso. Se você tem mais criatividade, mais garra, mais dinheiro que outros, use isso para ajudar aquele que não sabe o que fazer com o problema que tem, aqueles que estão chorando com o shampoo no olho, cegos pelo medo dos tempos difíceis que vivemos.

Termine o ano de alma lavada

Que esse ano a gente possa estar mais unidos, com mais empatia, dando a mão para quem precisa e possa superar qualquer obstáculo que apareça. O que eu desejo para 2022? Que seja um ano de renovação. Que a gente possa estar daqui há 1 ano olhando pra trás e dizendo: eu fiz tudo que pude, deu tudo certo, agora posso seguir feliz e de alma lavada. Até lá, muito shampoo pode cair nos nossos olhos durante um banho, faz parte, inclusive enquanto escutamos um podcast, mas que as histórias sejam inspiradoras e nos lavem os olhos da ignorância e do egoísmo para um final mais do que feliz.

E você? Qual é o seu “shampoo nos olhos” agora?

Proimagem Fullservice produz filme da DMCard

Produtora é responsável por filme de lançamento

A produtora Proimagem Fullservice venceu a concorrência da administradora de cartões de crédito DMCard e é responsável pelo filme de lançamento do DMCard Mastercard, o novo cartão da empresa que promete descomplicar a vida dos clientes.

Com uma linguagem bem-humorada, o filme apresenta o DMCard Mastercard e todos os seus benefícios, pois além de comprar na sua loja preferida, agora o consumidor também pode fazer compras em todo o Brasil, compras online e até internacionais.

Fundada em 2002, a DMCard começou suas atividades como uma administradora de cartões de crédito “private label” – conhecido como “cartão de loja” – e hoje atua como um grupo de produtos financeiros voltados para a concessão de crédito.

Localizada em São José dos Campos, a Proimagem é um grupo que atua há mais de 30 anos nas áreas de vídeo, eventos e design, e hoje conta com uma filial em Portugal.

“A ProImagem inovou nos apresentando uma proposta totalmente diferente do que havíamos imaginado, mas ao mesmo tempo, adequada ao produto e ao momento que a DMCard vive hoje no mercado. O novo cartão DMCard Mastercard permite que nosso cliente faça compras aqui ou no Japão, e foi isso que mostramos de forma humorada, com um filme leve e moderno”, explica Ana Lucilia Paixão, marketing da DMCard.

A campanha será divulgada nas redes sociais e inclui versões de 60″, 30″ e 15″.

FICHA TÉCNICA

Atendimento: Fabiana Carvalho

Produção: Juliana Galvão

Roteiro: Eduardo Spinelli

Direção: Henrique Avari e Gui Lopes

Edição: Gui Lopes

Fotografia: Leo Grego

Foquista: Alex Correia

Gaffer: Vava

Maquinista: Edu

Direção de Arte / Produção de objetos: Pardini Produções

Make Up & Hair: Monica Mello

Locução: Diego Campos

Produtora: Proimagem Fullservice